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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Responsáveis de Fukushima ignoraram relatório que alertava para os perigos em caso de tsunami















Os responsáveis pela gestão da central nuclear de Fukushima ignoraram um relatório, emitido em 2008, que alertava para os possíveis riscos e danos no caso de um tsunami atingir a região. A Tepco, empresa encarregue de gerir a central, recebeu um relatório interno que alertava para os efeitos de um tsunami de dimensões semelhantes ao que assolou o Japão, em Março.

O relatório, datado de 2008, informava os responsáveis da Tepco que a central de Fukushima não estava devidamente preparar para resistir aos efeitos de um tsunami que produzisse ondas que rondassem os 10 metros de altura. Assim, a empresa terá ignorado o relatório que alertava para os perigos colocados à central nuclear caso ocorresse um tsunami.

Em Março, o sismo e subsequente tsunami ergueram ondas com mais de 14 metros que acabariam por causar danos severos à estrutura da central de Fukushima, que não conseguiu impedir as fugas radioactivas que obrigaram o governo japonês a evacuar a região num raio de 30 quilómetros.

De acordo com o The Guardian, na altura os responsáveis consideraram que o relatório continha estimativas «irrealistas», desconsiderando as medidas que evocava. Hoje, o diário britânico revela que Masao Yoshida, director da central desde 2008, vai começar a ser tratado a uma «doença não especificada».

A Tepco já clarificou que a doença de Yoshida não está relacionada com a central de Fukushima, mas vários rumores têm apontado que o gestor estará a lutar contra os efeitos da exposição à radiação nuclear.

Apesar de Masao Yoshida ser o responsável pela gestão da central desde a altura em que o relatório foi alegadamente ignorado, o dirigente tem recebido elogios pela forma como lidou com a catástrofe em Fukushima.

Nos dias e semanas que sucederam o tsunami, foi Yoshida quem ordenou que fosse utilizada água do mar para arrefecer os reactores da central, face aos danos que tinham sido causados nos sistemas de arrefecimento.

fonte: Sol

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Operação #AntiSecPT: dia 1 de Dezembro começa uma nova revolução


fonte: Tugaleaks

Hackers querem ataques colectivos a partir de 1 de Dezembro


























O texto incita a uma "desobediência civil" na Internet

O grupo LulzSec Portugal, responsável pela divulgação de dados de agentes da PSP, está a convidar hackers portugueses a juntarem-se em acções de ataques informáticos e de divulgação de dados, numa operação para arrancar a 1 de Dezembro.

Num texto publicado hoje, o LulzSec Portugal afirma que vai juntar-se ao Anonymous Portugal (ambos inspirados nos grupos internacionais homónimos), para dar início ao que chamam a operação #AntiSecPT (mais uma vez, inspirada numa operação semelhante a nível internacional).

Os autores do texto incitam os “auto-didatas, e hackers a espalharem pelo nosso país, assinando anonimamente em nome do movimento #AntiSecPT, em defacements [alterações a sites], ataques DDOS [ataques que visam tornar um site inacessível] e leaks [fugas de informação], que exponham online a corrupção”. 

A mensagem encoraja ainda acções fora da Internet: “Apelamos que seja espalhado em graffitis pelas paredes, pela música, por vídeos e textos o combate à corrupção em nome do movimento #AntiSecPT”. Os autores, porém, fazem um apelo ao afastamento das acções de rua: “Convidamos os Anonymous com conhecimentos de informática a afastarem se das manifestações e a juntarem se a nós para uma ‘desobediência civil’ online”.

O texto foi publicado no site TugaLeaks, que tem vindo a divulgar informação sobre este género de acções em Portugal.

De acordo com a mensagem, o principal motivo da operação agendada para o próximo mês parecem ser os incidentes com a polícia ocorridos durante o dia da greve geral. “Houve denúncias e houve testemunhas que presenciaram agentes policiais à paisana a agredir e a prender injustamente um jovem, mas as inter-redes não ficaram em silêncio. Iremos denunciar os chefes policiais que obrigam a polícia no terreno a agredir os seus irmãos e irmãs que protestam pacificamente.”

Contactados por email, os responsáveis pelo texto não responderam até à hora de publicação deste artigo. Na sexta-feira passada, os LulzSec escusaram-se a responder a questões do PÚBLICO, “Neste momento não estamos dispostos a dar entrevistas”, disseram.

Ao PÚBLICO, o advogado Manuel Lopes Rocha, especializado na área das tecnologias de informação, explicou que os ataques registados recentemente aos sites portugueses, e que são do mesmo género daqueles a que os LulzSec agora incitam, podem ser punidos ao abrigo da Lei do Cibercrime, que, entre outros, prevê crimes de sabotagem informática, dano de sistemas informáticos e de acesso ilegítimo. Nos casos mais graves, a pena pode ir até aos dez anos de prisão.

fonte: Público

Lulzsec Portugal revela dados de 107 agentes da PSP
































O grupo de hackers Lulzsec ameaça revelar "os dados de todos os agentes da PSP, esquadra a esquadra, indivíduo a indivíduo, a começar pela esquadra de Chelas".

A delegação portuguesa do grupo hactivista Lulzsec revelou, no passado domingo, os nomes, postos, números de identificação, locais de trabalho e cargos desempenhados, números de telefone e contactos de e-mail de 107 polícias da esquadra de Chelas, Lisboa.

De acordo com o Público, os dados foram obtidos após um ataque à Rede Nacional de Segurança de Segurança Interna, que integra os dados de todas as corporações de segurança e proteção civil que são tuteladas pelo Ministério da Administração Interna (MAI).

O ataque e consequente fuga de informação na Net surgiram como retaliação dos confrontos registados entre polícias e manifestantes na escadaria da Assembleia da República, no dia da greve geral (24 de novembro).

O ataque foi reivindicado com um pequeno texto e a publicação de um link que encaminha os internautas para os dados pessoais dos 107 policiais. No texto, o Lulzsec Portugal promete dar seguimento ao ataque anunciado ontem até publicar os dados pessoais "de todos os agentes da PSP, esquadra a esquadra, indivíduo a indivíduo, a começar pela esquadra de Chelas".

A maioria dos sindicatos de polícias desconhecia o caso - mas houve quem admitisse solicitar explicações à Direção Nacional da PSP.

Por sua vez, a Direção Nacional da PSP ainda não comentou o sucedido.


Breivik é inimputável e não pode ser preso




















A avaliação psiquiátrica de Anders Behring Breivik, o autor confesso do massacre de Utoya, foi tornada pública. O Tribunal de Oslo declara Breivik demente e inimputável, o que significa que o autor do pior massacre de sempre na Noruega não vai passar um único dia na prisão.

Tarjei Rygnestad, o médico que esteve a liderar a equipa forense responsável pelo caso Breivik, disse, logo a seguir aos ataques, que era pouco provável que o homicida fosse legalmente dado como demente devido à forma cuidadosa como planeou e executou os ataques.

As conclusões que agora são tornadas públicas contradizem esta teoria inicial. De acordo com o procurador Svein Holden, os «peritos forenses concluíram que Anders Behring Breivik estava doente quando matou 77 pessoas».

Na Noruega, quando alguém é considerado como agindo dentro de um estado de psicose em que não tem contacto com a realidade e perdeu o controlo das suas próprias acções, essa pessoa é inimputável e não pode ser presa.

«Se a conclusão final for a de que Behring Breivik era irresponsável, pediremos ao tribunal, no final do julgamento, que receba tratamento mental obrigatório», declarou a procuradora Inga Bejer Engh. De acordo com a mesma, o tratamento psiquiátrico pode prolongar-se por toda a vida.

fonte: Sol

Absolvido director de jornal que comparou Jardim a Hitler


Capa do jornal que motivou a queixa em tribunal

O tribunal Judicial do Funchal absolveu esta tarde Eduardo Welsh do crime de difamação por abuso de liberdade de imprensa, de que era acusado pelo Ministério Público, por ter publicado uma fotomontagem do presidente do governo regional da Madeira, Alberto João Jardim, com as vestes de Hitler, na capa do quinzenário “Garajau”, de que era director.

A sentença lida pelo juiz Jorge Alexandre da Silva, considerou improcedente a acusação do MP e absolveu também o acusado do pedido de indemnização civil de 5.000 euros que tinha sido formulado por Jardim.

O juiz citou jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH) na interpretação extensiva do direito constitucional de liberdade de expressão quando tal direito 'colide' com o também constitucional direito à honra, ao bom nome e à imagem.

E concluiu que a personalidade de Jardim não tinha sido atingida com a caricatura que visava criticar seus actos de “intolerância” e “incitamento `a violência”, com a sua recorrente linguagem "subliminarmente agressiva" contra os adversários políticos.

Neste processo Jardim foi condenado no pagamento da taxa de justiça (510 euros).

fonte: Público

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Apple e Facebook usadas em campanha de «phishing»















Foi detectada uma nova campanha de «phishing» que usa o nome da Apple, mais concretamente do iTunes, e do Facebook para conseguir dados dos utilizadores destas plataformas online

Na campanha agora detectada os cibecriminosos usam duas formas de actuação, sendo que em ambos os casos recorrem ao envio de e-mails.

Numa das campanhas, a que usa o nome do Facebook, é enviada uma página de registo falsa ao utilizador, acompanhada da mensagem de que a sua conta será fechada no prazo de 24 horas devido a denúncias por parte de outros utilizadores. E para que tal não aconteça o solicitado o preenchimento de página de registo falsa, ficando assim os piratas na posse dos dados pessoais e dos cartões de crédito.

No caso do iTunes, é enviado um e-mail a dizer que o utilizador tem direito a 50 euros de compras nesta loja online. Mas o ficheiro ZIP que segue no e-mail contém um programa malicioso que irá dar aos piratas o acesso ao computador infectado.

Neste último caso é usada como estratégia para levar os utilizadores a abrir o ficheiro o Black Friday nos EUA, dia conhecido pelas campanhas de descontos e ofertas realizadas por várias lojas.

fonte: Sol

Indiana está há onze anos em greve de fome
















Um recorde sem paralelo no mundo, nem mesmo no país de Mahatma Gandhi. A activista indiana Irom Sharmila cumpriu no início do mês 11 anos sem comer nem beber água.

Desde 5 de Novembro de 2000 que a poetisa, hoje com 39 anos, vive numa ala de alta segurança do principal hospital do estado de Manipur. Magra, pálida, fraca, de cabelo desgrenhado, Irom encontra-se detida pelo crime de tentativa de suicídio, ali considerado um delito. 

É alimentada à força por uma sonda enfiada no nariz que lhe fornece apenas os nutrientes básicos. Cumpre sucessivas penas de um ano de prisão, o castigo máximo, porque nunca interrompeu o protesto. A cada 15 dias, e por imposição legal, é interrogada por um juiz que lhe pergunta se está disposta a comer. Responde sempre que se alimentará no dia em que for revogada uma lei que garante imunidade às forças de segurança indiana em Manipur. 

Uma guerra esquecida 

O artigo de excepção foi publicado em 1980 e teria inicialmente um carácter temporário, para permitir a acção do exército e da Polícia naquele canto do Nordeste indiano, geográfica e culturalmente mais próximo da Indochina, onde pelo menos 23 grupos separatistas e uma miríade de gangues e milícias combatem entre si e contra o Estado central. A lei mantém-se em vigor 31 anos depois e, acusam oposição e movimentos de defesa dos direitos humanos, tem encoberto um número indeterminado de casos de homicídio, tortura, violação, roubo e corrupção cometidos por militares e agentes da Polícia. 

Tal como o conflito de Manipur permanece largamente ignorado pela imprensa internacional, onde as parangonas provenientes da Índia dão sobretudo conta do milagre económico da potência emergente, a luta de Irom é eclipsada por protestos mais mediáticos como o de Anna Hazare, activista anticorrupção que esteve 12 dias em greve de fome em Nova Deli. Mas Irom conta com o apoio de um séquito de activistas locais. E com dois grandes obstáculos. Desde a primeira hora que a mãe implora pelo fim do protesto. «Só consigo chorar. Queria tanto que ela viesse para casa e que partilhássemos uma refeição», diz Shakhi Devi, de 78 anos, ao Los Angeles Times. 

Surge agora um segundo desafio. O activista goês Desmond Coutinho pediu Irom em casamento depois de a ter visto por breves instantes numa das recorrentes idas a tribunal. Para pânico dos seus apoiantes, que consideram Coutinho um «espião sexual de Nova Deli», a poetisa mostra-se entusiasmada. «Sou um ser humano normal, não sou nenhum modelo de comportamento», afirmou Irom. Por agora, a luta continua.

fonte: Sol

GOL: 47 irmãos mudam de maçonaria
















José Lamego e Fernando Pereira estão entre os que saíram do Grande Oriente Lusitano para a Grande Loja Legal

A Grande Loja Legal de Portugal (GLLP) – a maçonaria regular que muitos dizem estar ligada ao PSD – está neste momento a integrar 47 irmãos que saíram do Grande Oriente Lusitano (GOL), a outra maçonaria, mais associada ao PS. Segundo o SOL apurou junto de fontes maçónicas, há quem não se reveja na actual liderança do GOL, apesar de o novo grão-mestre – Fernando Lima, que tomou posse este Verão – ter ganho por larga maioria. 

Entre aquele grupo de 47 maçons estão algumas figuras públicas, sabe o SOL, como o cantor Fernando Pereira e o socialista José Lamego. Figuras que se juntam, na GLLP, a outros nomes conhecidos – nomeadamente, elementos do actual Executivo, como o secretário de Estado da Segurança Social, Marco António Costa, e o secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo, que em tempos foi adjunto de Isaltino Morais (também ele maçon) no Ministério do Ambiente. 

José Moreno, grão-mestre da GLLP, admite ao SOL que neste momento estão a ser feitas «algumas regularizações a pessoas de outras obediências» – ritual que é cumprido por todos aqueles que saem de outras maçonarias –, mas recusa confirmar nomes ou prestar mais esclarecimentos. 

Os rituais que estão a ser seguidos pelos 47 irmãos passam por um juramento sobre um livro sagrado (no caso, a Bíblia), não necessitando já de uma cerimónia de iniciação, como sucede com os que entram pela primeira vez. Ao mesmo tempo, os que estão a vir do GOL irão passar pelas diversas etapas (aprendiz, companheiro e mestre) num prazo muito mais curto. «Em vez de estarem um ano em cada etapa, estão um mês», explica um maçon. 

Além de receber os elementos que estão a sair do GOL, a Grande Loja Legal prepara-se também para integrar os irmãos que pertenciam à Loja do Sino (envolvida no caso Moderna) e que está em processo de extinção. 

O caso levou mesmo à demissão do mestre da Loja do Sino, Libânio Reis, que não concordou com o processo, nem terá gostado da forma como depois decorreu. «Confirmo ter renunciado no passado dia 18 de Outubro, fazendo simultaneamente o ‘quite’ da associação, tendo então explicado aos obreiros as minhas razões. Por ser um assunto interno e por já não pertencer à associação, é para mim um assunto encerrado» – disse Libânio Reis ao SOL, recusando dar mais esclarecimentos por não querer reabrir o assunto «na praça pública». Os restantes elementos (cerca de 200) serão espalhados pelas várias lojas existentes na GLLP, mas não terão por agora lugares de topo na hierarquia. 

À procura de nova sede 

O aumento do número de maçons da GLLP – que segundo José Moreno tem 78 lojas activas – está a tornar pequena a sua actual sede, no bairro de Alvalade. «Estamos a crescer. E já não temos capacidade. Por isso, estamos à procura de edifícios em Lisboa e no Porto», adianta José Moreno, esclarecendo que está em negociações com a Câmara de Lisboa, com vista à cedência de um prédio devoluto. «Nós damos lhe vida, reabilitamo-lo», explica o grão-mestre, que ainda não gostou de nenhum dos prédios e palacetes que viu – ou por estarem muito degradados ou por envolverem obras de mais de um milhão de euros. 

Na audiência que teve com António Costa, o grão-mestre explicou que o objectivo é não só ter uma sede «com dignidade», como também abrir uma biblioteca e um museu da maçonaria.

fonte: Sol

"A austeridade é uma receita para o suicídio"

























O prémio Nobel da Economia alerta que as políticas de austeridade são uma receita para "menos crescimento e mais desemprego".

Stiglitz, que também foi vice-presidente do Banco Mundial, afirmou na quinta-feira que a adopção dessas políticas "correspondem a um suicídio" económico.

"É preciso perceber-se que a austeridade por si só não vai resolver os problemas porque não vai estimular o crescimento", afirmou Stiglitz, num encontro com jornalistas na Corunha, em Espanha, onde proferiu a conferência "Pode o capitalismo salvar-se de si mesmo?", noticia a Efe.

O economista sugeriu ao novo governo espanhol que vá "além da austeridade" e que proceda a uma reestruturação das despesas e da fiscalidade como medida básica para criar emprego.

Recomendou em particular uma fiscalidade progressiva e um apoio ao investimento das empresas.

"Temo que se centrem na austeridade, que é uma receita para um crescimento menor, para uma recessão e para mais desemprego. A austeridade é uma receita para o suicídio", afirmou.

Para o Nobel da Economia de 2001, "a menos que Espanha não cometa nenhum erro, acerte a cem por cento e aplique as medidas para suavizar a política de austeridade, vai levar anos e anos" a sair da crise.

O antigo vice-presidente do Banco Mundial disse que as reformas estruturais europeias "foram desenhadas para melhorar a economia do lado da oferta e não do lado da procura", quando o problema real é a falta de procura.

Por isso, rejeitou as propostas a favor de mais flexibilidade laboral: "Se baixamos os salários, vai piorar a procura e a recessão", alertou Stiglitz, defendendo que "é necessário" que a flexibilidade seja acompanhada por "compensações do lado da segurança" para os trabalhadores.

"Em economia, há um princípio elementar a que se chama efeito multiplicador do orçamento equilibrado: se o governo sobe os impostos mas, ao mesmo tempo, gasta o dinheiro que recebe dos impostos, isto tem um efeito multiplicador sobre a economia", explicou, apresentando a sua receita para sair da crise.

fonte: Económico

Colapso de Itália será o fim do euro, dizem Merkel e Sarkozy





















Sarkozy e Merkel disseram ontem ao primeiro-ministro italiano que "o colapso" de Itália levará ao fim do euro, indicou hoje o governo italiano.

O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, reafirmaram "o seu apoio à Itália afirmando-se conscientes que o colapso de Itália levará inevitavelmente ao fim do euro e a uma interrupção do processo de integração europeia com consequências imprevisíveis", de acordo com um comunicado do governo italiano publicado após um conselho de ministros.

Durante a mini-cimeira que reuniu na quinta-feira os três dirigentes em Estrasburgo (França), Merkel e Sarkozy manifestaram a sua confiança em Monti e no empenho de Itália "no esforço comum destinado a encontrar soluções para a grave crise financeira e económica da zona euro", acrescentou o governo italiano.

Monti confirmou o objectivo de Itália de atingir o equilíbrio orçamental em 2013 e assegurou que Roma vai aprovar rapidamente medidas destinadas a relançar o crescimento.

As taxas de juro para a Itália continuaram hoje a atingir recordes, um dia depois da reunião de Monti com Merkel e Sarkozy.

fonte: Económico

domingo, 27 de novembro de 2011

Saiba como o Facebook sabe tudo sobre si



Funcionários da empresa revelam como a rede social sabe o que faz no seu computador

Já se sabia que esta era uma prática utilizada pela maior rede social do Mundo. Mas agora são os próprios funcionários do Facebook que dão a conhecer a forma como a empresa monitoriza os seus utilizadores. 

Tal é agora conhecido graças a um trabalho do jornal «USA Today», que falou com quatro importantes funcionários da empresa: Arturo Bejar, director de engenharia; Andrew Noyes, porta-voz; Barry Schnitt, porta-voz corporativo; e Gregg Stefancik, gerente de engenharia.

Na lista que se segue estão os principais aspectos compilados pelo «USA Today»: 

- O Facebook não rastreia todos os utilizadores da mesma forma. Utiliza métodos diferentes para membros que se registam e estão a usar a sua conta, membros que não se registam e não membros.

- A primeira vez que abre a página Facebook.com, a empresa insere cookies no seu browser. Caso se registe numa conta insere dois tipos de cookies. Se não se registar, é apenas colocado um tipo.

- Os cookies registam cada vez que visita outra página utilizando o botão «gosto» ou outro plugin do Facebook, que, juntamente com os cookies, registam a hora, data e página que está a ser visitada. São ainda registadas características únicas que identificam o seu computador.

- O Facebook mantém guardado o registo da sua actividade na Internet nos últimos 90 dias. Os registos de actividade com mais de 90 dias são eliminados.

- Se está ligado numa conta Facebook, o seu nome, endereço de correio-electrónico, amigos e toda a restante informação do seu perfil são também guardados.

fonte: TVI 24

Hackers atacaram sites das Finanças, Administração Interna e PSP


O ataque terá tido origem num país do Sul da Europa

Hackers tentaram atacar na quinta-feira os sites dos ministérios das Finanças e da Administração Interna e também da PSP. Segundo o PÚBLICO apurou, os hackerspertencem a movimentos anarquistas do Sul da Europa. Porém, o grupo Lulzsec Portugal reivindicou a autoria de dois dos ataques.

Segundo a informação dada ao PÚBLICO, as tentativas de atacar os sites terão traduzido um acto de solidariedade com grupos anarquistas portugueses que participaram na manifestação dos indignados, integrada na greve geral de quinta-feira.

Porém, o grupo anónimo Lulzsec Portugal – um grupo inspirado num colectivo internacional homónimo que ganhou notoriedade por atacar sites de grandes empresas e instituições – publicou várias mensagens no Twitter que indicam ter sido este grupo a conduzir dois dos ataques.

"Ataque começou, abram fogo: http://www.portaldasfinancas.gov.pt !", lê-se numa das mensagens, publicada esta quinta-feira. Duas horas depois, escreveram: "O Alvo será mudado para a psp devido às detenções nas manifestações. Ataque ao portal das finanças, terminado. Duração: 2 horas." É possível usar técnicas para tentar falsear a origem de um ataque informático.

Os três sites foram alvo de um tipo de ataques chamado negação de serviço. É um ataque tecnicamente simples, que consiste em bombardear um site com múltiplos pedidos de acesso, fazendo com que este se torne mais lento e, eventualmente, acabe por ficar inacessível.

A iniciativa dos "piratas informáticos" foi detectada atempadamente pela Unidade de Tecnologias de Informação de Segurança e a tentativa de entrada foi imediatamente barrada.

A Portugal Telecom foi chamada a intervir no contra-ataque aos hackers, ajustando a largura de banda.

Na noite de quinta-feira, um grupo de manifestantes do grupo dos chamados indignados entraram em confrontos com a polícia, frente à Assembleia da República, na sequência da manifestação integrada na greve geral.

Dos confrontos resultaram dois feridos - um agente da PSP e um repórter fotográfico. A PSP deteve sete manifestantes, um dos quais estrangeiro, segundo revelaram as autoridades policiais.

fonte: Público

sábado, 26 de novembro de 2011

A CORPORAÇÃO - THE CORPORATION

Venezuela: País repatria mais de 227,3 MEuro em ouro depositado em bancos europeus


























A Venezuela repatriou na sexta-feira mais de 300 milhões de dólares (227,3 milhões de euros) de ouro que estavam depositados em bancos europeus, confirmou o presidente do Banco Central de Venezuela, Nelson Merentes.

"Trouxemos um pouquinho mais de 300 milhões de dólares para os cofres do Banco Central de Venezuela", disse, durante um ato convocado a propósito da chegada do ouro, na Avenida Urdaneta, de Caracas, onde está situado o organismo.

Sem precisar a quantidade de caixas em que se encontra o ouro, adiantou que cada uma tinha 500 quilogramas, "um valor equivalente a 30 milhões de dólares", que a onça de ouro está cotada entre 1.650 e 1.720 dólares e que esta é a primeira repatriação de ouro.

fonte: Visão

As grandes famílias que governam o mundo


Algumas pessoas já começaram a perceber que são os grandes grupos financeiros que dominam o mundo. Esqueçam as intrigas políticas, os conflitos, as revoluções e as guerras. Não é puro acaso. Tudo está planeado de longa data.

Alguns chamam-lhe “teorias da conspiração” ou Nova Ordem Mundial. Seja como for, a chave para compreender os acontecimentos políticos e económicos actuais, está num restrito núcleo de famílias que têm vindo a acumular cada vez mais riqueza e poder.

Fala-se em 6, 8 ou talvez 12 as famílias que dominam verdadeiramente o mundo. Saber quais são é um mistério difícil de desvendar.


Não estaremos muito longe da verdade ao citar os Goldman Sachs, Rockefellers, Lehmans e Kuh Loebs de Nova Iorque, os Rothschild de Paris e Londres, os Warburg de Hamburgo, os Lazards de Paris e os Israel Moses Seifs de Roma.

Muita gente já ouviu falar no Clube de Bilderberg, da Trilateral ou dos Illuminatis. Mas, quais são nomes das famílias que dirigem o mundo acima dos Estados e controlam os organismos internacionais como a ONU, a NATO ou o FMI?

Para tentar responder a essa pergunta, podemos começar pelo mais fácil: recensear os maiores bancos mundiais e verificar quem são os accionistas, os que decidem.

As maiores empresas mundiais são actualmente: Bank of America, JP Morgan, Citigroup, Wells Fargo, Goldman Sachs e Morgan Stanley.



Vejamos agora quem são os seus accionistas:

Bank of America:
State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock, FMR (Fidelity), Paulson, JP Morgan, T. Rowe, Capital World Investor, AXA e Bank of NY Mellon.

JP Morgan:
State Street Corp., Vanguard Group, FMR, BlackRock, T. Rowe, AXA, Capital World Investor, Capital Research Global Investor, Northern Trust Corp. e Bank of Mellon.

Citigroup:
State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock, Paulson, FMR, Capital World Investor, JP Morgan, Northern Trust Corporation, Fairhome Capital Mgmt e Bank of NY Mellon.

Well Fargo:
Berkshire Hathaway, FMR, State Street, Vanguard Group, Capital World Investors, BlackRock, Wellington Mgmt, AXA, T. Rowe e Davis Selected Advisers.

Podemos desde já constatar que aparece um núcleo presente em todas as entidades bancárias: State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock e FMR (Fidelity).

Para não as repetir vamos chama-los, daqui para frente os “quatro grandes”

Goldman Sachs:
“os quatro grandes”, Wellington, Capital World Investors, AXA, Massachusetts Financial Service e T. Rowe.

Morgan Stanley:
“os quatro grandes”, Mitsubishi UFJ, Franklin Resources, AXA, T. Rowe, Bank of NY Mellon e Jennison Associates.

Como acabamos de verificar são praticamente sempre os nomes dos accionistas principais. Para ir mais longe, podemos agora tentar saber quais são os accionistas destas empresas accionistas desses maiores bancos mundiais.

Bank of NY Mellon:

Davis Selected, Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Dodge, Cox, Southeatern Asset Mgmt e … “os quatro grandes”.

State Street Corporation (um dos “quatro grandes”):

Massachusetts Financial services, Capital Research Global Investor, Barrow Hanley, GE, Putnam Investment e … “os quatro grandes” (accionistas deles próprios!).

BlackRock (outro dos “quatro grandes”):

PNC, Barclays e CIC.

Quem é que está por trás de PNC? FMR (fidelity), BlackRock, State Street, etc

E por trás de Barclays? BlackRock

E podíamos continuar durante horas, passando pelos paraísos fiscais nas Ilhas Caimão, domiciliações jurídicas no Mónaco ou sociedades fictícias no Liechtenstein. Uma rede onde aparecem sempre as mesmas sociedades, mas nunca um nome de uma família.

Resumindo: as 8 maiores empresas financeiras dos Estados Unidos (JP Morgan, Wells Fargo, Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, US Bancorp, Bank of New York Mellon e Morgan Stanley) são controladas a 100% por dez accionistas e temos quatros empresas sempre presentes em todas as decisões: BlackRock, State Street, Vanguard e Fidelity.



Além disso, a Reserva Federal é formada por 12 instituições bancárias, representadas por um conselho de administração de 7 pessoas, do qual fazem parte os representantes dos “quatro grandes”, que por sua vez estão presentes em todas as outras entidades.

Resumindo: a Reserva Federal está controlada por quatro grandes empresas privadas: BlackRock, State Street, Vanguard e Fidelity. Estas empresas controlam assim a políticas monetária americana (e mundial) sem qualquer controlo ou eleição “democrática”. Estas empresas desencadearam e participaram na crise económica mundial actual e graça a ela enriqueceram ainda mais.

Para acabar, uma vista de olhos para algumas das empresas controladas por este grupo dos “quatro grandes”:

Alcoa Inc.,
Altria Group Inc.,
American International Group Inc.,
AT&T Inc.,
Boeing Co.,
Caterpillar Inc.,
Coca-Cola Co.,
EI DuPont de Nemours & Co.,
Exxon Mobil Corp.,
General Electric Co.,
General Motors Corporation,
Hewlett-Packard Co.,
Home Depot Inc.,
Honeywell International Inc.,
Intel Corp.,
International Business Machines Corp.,
Johnson & Johnson,
JP Morgan Chase & Co.,
McDonald’s Corp.,
Merck & Co. Inc.,
Microsoft Corp.,
3M Co.,
Pfizer Inc.,
Procter & Gamble Co.,
United Technologies Corp.,
Verizon Communications Inc.,
Wal-Mart Stores Inc.
Time Warner,
Walt Disney,
Viacom,
Rupert Murdoch’s News Corp.,
CBS Corporation,
NBC Universal,

O mesmo se passa na Europa. Os “quatro grandes” controlam a grande maioria das empresas europeias cotadas em bolsa.

Além disso, todos os homens que dirigem os grandes organismos financeiros, seja o FMI, o Banco Central Europeu ou o Banco Mundial, foram “formados” e permanecem os “empregados” dos “quatro grandes” que os formaram.

Quanto aos nomes das famílias que controlam os “quatro grandes”, esses nomes nunca aparecem.

fonte: Octopus

Maçonaria: A conspiração que governa Portugal

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Tribunal europeu proíbe monitorização da Internet para evitar downloads























O Tribunal de Justiça da União Europeia emitiu uma sentença onde considera ilegal a possibilidade de um juiz pedir a uma operadora que monitorize a Internet para evitar downloads ilegais

A decisão surgiu no âmbito de um processo que opôs em 2004 a operadora de Internet Scarlet e a Sabam, a entidade belga responsável pela gestão dos direitos de autor no país. 

Na altura a Sabam acusou vários cibernautas de estarem a utilizar os serviços da Scarlet para fazerem downloads de conteúdos protegidos com direitos de autor, através de redes ‘peer to peer’. 

Em tribunal de primeira instância um juiz pediu à operadora para proibir aquela prática por parte dos seus clientes, sob pena de pagar uma multa. 

A operadora argumentou que não o faria, dado que essa decisão ia contra as legislações comunitárias de comércio electrónico e direitos fundamentais ao ser obrigada a monitorizar as comunicações nos seus serviços. 

A Scarlet acabou por levar o caso ao Tribunal de Justiça da União Europeia que acaba de lhe dar razão, ao considerar que a implementação de um sistema para monitorizar a Internet viola os direitos fundamentais dos clientes da operadora, nomeadamente no que diz respeito à protecção de dados e à liberdade de receber e enviar informação. 

A decisão do tribunal belga também acabaria por prejudicar a operadora, pois iria obrigar a empresa «a implementar um sistema informático complexo, permanente e exclusivamente às suas custas», lê-se na sentença do Tribunal de Justiça da União Europeia. 

fonte: Sol

Fitch corta rating a Portugal para lixo


A agência de notação financeira acredita que o país conseguirá cumprir as metas estabelecidas com a troika, mas prevê uma profunda recessão para 2012.

fonte: RTP

A Maçonaria em Portugal


fonte: DN

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pais de “Maddie” consideram “repugnante” o comportamento dos tablóides britânicos























Os McCann testemunharam perante a comissão de inquérito às escutas ilegais

Os pais de Madeleinne McCann, a criança que desapareceu no Algarve em 2007, testemunharam nesta quarta-feira perante a comissão de inquérito que está a investigar o caso das escutas ilegais no Reino Unido e não pouparam críticas aos tablóides britânicos.

Kate McCann, a mãe de Madeleinne, condenou o comportamento “repugnante” dos tablóides britânicos. “Não mostraram qualquer respeito por mim, nem como mãe nem como ser humano”, disse aos responsáveis da comissão.

Um jornal chegou a acusar os pais de “Maddie” de terem vendido a filha e o News of the World, jornal do magnata Rupert Murdoch que encerrou na sequência do escândalos das escutas telefónicas que atingiu políticos, membros da família real e vítimas de crimes, chegou a publicar partes do diário de Kate McCann, sublinhou a AFP.

“Maddie” desapareceu do quarto onde se encontrava no Algarve a 3 de Maio de 2007, faltavam poucos dias para fazer quatro anos, e não voltou a ser encontrada. Nesta quarta-feira, o pai, Gerry McCann, disse que as suspeitas sobre si e a sua mulher, publicadas na imprensa, foram “totalmente falsas e inventadas”. E adiantou: “Fomos julgados pelos media e incapazes de nos defendemos correctamente”.

O Daily Star chegou então a publicar um artigo com o título “Maddy vendida por McCann falidos” e, segundo o casal, a família foi perseguida por jornalistas que “aterrorizaram” os seus dois filhos gémeos, logo que chegaram ao Reino Unido.

Kate McCann disse à comissão de inquérito sobre as escutas ilegais que se sente “totalmente violada” e adiantou que o News oh the World publicou excertos do seu diário que, adiantou, terão sido obtidos junto da polícia portuguesa.

No âmbito deste inquérito estão a ser ouvidas várias pessoas que terão sido vítimas de escutas ou de intrusão por parte dos órgãos de informação. “Sentimos que tem de ser criado um sistema para proteger as pessoas comuns dos danos que os media podem causar por comportamentos muito aquém do aceitável”, disse Gerry McCann, citado pela BBC.

Partes do diário de Kate McCann foram publicadas pelo News of the World em Setembro de 2008 e o grupo de Murdoch, o News International, tem sido pressionado para explicar como é que acedeu a esses textos. Ainda antes do fim do jornal, Gerry McCann já tinha apelado para que fosse feita uma investigação sobre o caso. 

Kate McCann reiterou as suspeitas de que a fuga de informação tenha tido origem na polícia portuguesa por ter detectado pequenas diferenças entre o que escreveu e o que foi publicado, o que a leva a acreditar que tenha havido uma tradução para português e depois novamente para inglês, salientou o Guardian. 

fonte: Público

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Pentágono testa arma de longo alcance























Os Estados Unidos testaram uma nova arma que pode viajar a cinco vezes a velocidade do som.

O míssil foi lançado do Havaí e chegou ao alvo numa ilha do Pacífico, a 3.700 quilómetros de distância, em menos de 30 minutos.

A Arma Avançada Hipersónica é parte de um programa para fabricar mísseis de longo alcance. O exército americano procura poder atingir alvo em qualquer lugar do mundo no máximo numa hora.

Uma declaração do Pentágono afirmou que o míssil foi lançado usando um sistema triplo de impulso. Ele atingiu a velocidade hipersónica antes de atingir o alvo, nas Ilhas Marshall.

O termo hipersónico é definido quando se atinge cinco vezes a velocidade do som, ou seis mil quilómetros por hora.

“O objectivo do teste é recolher dados sobre tecnologias de lançamento e desempenho para voos atmosféricos longos”, afirmou o Pentágono.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos não deu detalhes sobre a velocidade máxima atingida pela arma. Entretanto, os analistas de defesa da organização Global Security afirmam que o objectivo do programa é poder atingir alvos a seis mil quilómetros em 35 minutos, com uma margem de dez metros.

fonte: HypeScience

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Diga NÃO, ao “ACTA”


Você consegue imaginar seu provedor de Internet policiando tudo que você faz online?

Você consegue imaginar medicamentos genéricos que poderiam salvar vidas serem banidos?

Você consegue imaginar sementes que podem alimentar milhares sendo controladas e retidas em nome de patentes?

Isto será realidade com o ACTA.

ACTA – o Acordo Comercial Anticontrafação.

Disfarçado de acordo comercial, ACTA vai mais, muito além disto.

Ao longo dos últimos 3 anos, ACTA foi secretamente negociada por 39 países.

Mas os negociadores não foram representantes democraticamente eleitos.

Eles não nos representam, mas decidiram leis pelas nossas costas, ignorando processos democráticos.

Eles impuseram novas leis criminais para parar o compartilhamento de arquivos on-line.

ACTA visa tornar os serviços de internet e provedores de acesso legalmente responsáveis pelo que os usuários fazem on-line.

Transformando-os em policiais e juízes privados do copyright, censurando suas redes.

O efeito inibidor sobre a liberdade de expressão será devastador.

Em nome das patentes, ACTA dará às grandes corporações o poder de barrar medicamentos genéricos, antes deles chegarem às pessoas que os necessitam

E impedir o uso de certas sementes para cultivo.

O Parlamento Europeu irá votar o ACTA em breve.

Esta votação será a ocasião para dizer não, de uma vez por todas, para este acordo perigoso.

Como cidadãos, devemos pressionar nossos representantes para rejeitar o ACTA.

fonte: Mega Não

sábado, 19 de novembro de 2011

Deputados da AR ganham subsídios de férias e Natal em 2012


Todos os Portugueses, principalmente funcionários públicos, sentiram na pele os cortes dos subsídios de férias e Natal. Todos, menos os políticos.

O Orçamento da Assembleia da República para 2012 que saiu no Diário da República, 1.ª série, N.º 200 em 18 de Outubro de 2011, prevê uma quantia “apenas” 2.093.650EUR para subsídios de férias e Natal para os deputados.

Se usarmos números redondos de 500EUR (algo que o salário mínimo não é, devido à desculpa da “crise” que em Dezembro do ano passado foi alegada) o valor que os deputados vão receber daria para oferecer um ordenado a praticamente um conselho de Portugal com pessoas desempregadas.


É este o sacrifício que o povo está a fazer, e que os políticos não.

A tua ação é importante: divulga esta mensagem.

Downloads:  Orçamento AR 2012

fonte: Tugaleaks

domingo, 13 de novembro de 2011

Ex-juiz acusa maçonaria de controlar a justiça






















"O sistema de justiça português é constituído por lojas maçónicas e controlado pela maçonaria. Além de controlar as decisões dos processos - incluindo os casos da Universidade Moderna, Portucale, Casa Pia, Apito Dourado e Isaltino Morais -, controla igualmente a carreira dos juízes e dos magistrados do Ministério Público e dos altos funcionários do Estado", diz José da Costa Pimenta, em carta para a actual ministra e os principais protagonistas do sector.

As acusações vão surgir em livro. Eis os vários processos:

CTT: (Citações do Ministério Público) Em escutas telefónicas, um indivíduo faz alusões à sua condição de maçom para obter informações do caso da venda de prédios

Moderna: (Citações do Ministério Público) Uma conspiração maçónica, com a Moderna como ponto de reunião, para tomar conta das estruturas do poder em Portugal, é revelada num documento de Nandim de Carvalho.

Portucale: (Citações de Abel Pinheiro) Nos governos de Guterres, o GOL era conhecido por o "gabinete", dado o número de socialistas por metro quadrado. (...) É uma rede de relações humanas única.

fonte: DN

sábado, 12 de novembro de 2011

Mais de 80 maçons em cargos influentes


Miguel Relvas, um dos ministros mais influentes, Carlos Zorrinho, líder da bancada do PS, autarcas como Moita Flores ou Isaltino Morais, ex-ministros como Rui Pereira, ex-presidentes da AR como Almeida Santos, empresários como Jorge Coelho, deputados e muitas personalidades da sociedade fazem parte desta organização semi-secreta. As figuras, a história, os valores, as cerimónias e as polémicas.

A partir de hoje e até segunda-feira, o DN publica um trabalho que desvenda o lado oculto da maçonaria.

Descubra quem são os maçons, o que fazem e como se relacionam. Como os próprios 'irmãos' assumem, uma coisa é certa: "Há maçons em todo o lado".

Um grande debate na tarde de segunda-feira, no Auditório do DN, fecha esta Grande Investigação sobre a maçonaria. O painel de oradores desta conferência-debate inclui figuras da maçonaria portuguesa. Realiza-se entre as 17.00 e as 19.00 e será transmitido em directo no site www.dn.pt.

O livro "O Estado da Saúde" - que resulta de uma investigação publicada no DN entre 1 e 4 de Julho - será lançado a 29 de Novembro. É já o terceiro livro da equipa de investigação do DN, depois de "O Estado a Que o Estado Chegou" e "O Estado do Parlamento".

fonte: DN

Detectados níveis de radiação na República Checa
















Níveis reduzidos de radiação foram esta sexta-feira detectados na República Checa. A Agência Internacional para a Energia Nuclear (IAEA) já colocou de parte a hipótese da radiação provir do Japão, e os especialistas checos dizem estar «100 por cento seguros» de que a radiação não teve origem no país.

A Alemanha também já revelou que foram detectados indícios de radiação no norte do país.

A IAEA avançou que os níveis de iodo-131 detectados na atmosfera checa são «muito reduzidos» e vão-se dissipar ao fim de aproximadamente oito dias. «A IAEA acredita que a radiação detectada não representa qualquer perigo para a saúde pública e que esta não foi causada pelo acidente na central nuclear de Fukushima», lê-se no comunicado divulgado pela agência.

Mas a detecção dos níveis de radioactividade na atmosfera da República Checa está a inquietar tanto os especialistas checos.

A BBC citou uma responsável do gabinete checo para a Segurança Nuclear, Dana Drabova, que disse ter «100 por cento de certezas» que a radiação não tem origem em nenhuma das centrais nucleares do país. A responsável sugeriu que o iodo detectado pode ter sido originado por uma fuga na produção de radiofármacos.

A mesma postura foi reiterada pelo ministro do Ambiente do país, ao vincar também que a radiação não foi originada por nenhuma das centrais nucleares da República Checa.

fonte: Sol

sábado, 5 de novembro de 2011

CIA anda a espiar Twitter e Facebook

CIA espia todos os dias cinco milhões de tweets

CIA espia todos os dias cinco milhões de tweets

Afinal, o Big Brother existe mesmo. Pertence aos serviços secretos norte-amercianos, CIA, que controlam diariamente milhões de mensagens partilhadas através de redes sociais como o Twitter e o Facebook.

Os serviços secretos norte-americanos controlam diariamente cinco milhões de mensagens enviadas através do serviço de microbloging Twitter. Mas há mais. A rede social Facebook, sites noticiosos e de canais de televisão, estações de rádio e salas de conversação em tempo real (chat rooms) também estão na mira da CIA.

A notícia foi hoje avançada pela agência de notícias norte-americana Associated Press, que, pela primeira vez, visitou as instalações fabris na Virgínia, EUA, que servem de quartel-general aos ciberespiões da CIA.

A informação que recolhem online é posteriormente cruzada com outros dados obtidos, por exemplo, através de escutas telefónicas, com o objetivo de caracterizar o ambiente em determinadas regiões. Foi o que aconteceu nos dias que se seguiram à morte de Osama Bin Laden, abatido numa operação dos SEAL.

Bibliotecários poliglotas 

As recentes revoluções no mundo árabe também foram acompanhadas a par e passo pelo Open Source Centre , assim se chama o big brother da CIA, e os responsáveis por esta estrutura até garantiram à AP que conseguiram prever a revolução egípcia.

Criada na sequência dos ataques do 11 de setembro, o Open Source Centre tem como principal missão o contraterrorismo, mas as centenas de analistas de informação que aqui trabalham (o número exato é confidencial) também monitorizam, por exemplo, os internautas chineses.

Os mestres em Ciências da Documentação e Informação que falem diversas línguas estrangeiras têm mais hipóteses de se tornarem ciberespiões, explicou à AP o diretor do Open Source Centre, Doug Naquin.

fonte: Expresso

Goverments Should Be Afraid of their People

Anonymous: Facebook será atacado amanhã? (hoje)

5 de novembro foi a data marcada por alguns membros do grupo Anonymous para atacar e destruir o Facebook. No entanto, a operação não conta com apoio unânime dentro da organização.

A máscara de Guy Fawkes tornou-se um dois mais emblemáticos símbolos da Anonymous

A máscara de Guy Fawkes tornou-se um dois mais emblemáticos símbolos da Anonymous

Em agosto deste ano, a organização de hackers e ativistas Anonymous ameaçou que no dia 5 de novembro iria atacar e destruir o Facebook. A data é celebrada no Reino Unido como a “noite de Guy Fawkes”, o terrorista cuja máscara foi popularizada pelo filme “V de Vingança” e adotada pelos membros da Anonymous.


Na altura, membros do grupo afirmaram a intenção de destruir o Facebook para criarem espaço para a sua própria rede social, a AnonPlus, criada após a organização ter sido expulsa do Google+ (que apenas aceita utilizadores individuais que utilizem o seu nome real).

Segundo os “anons” responsáveis pela operação Facebook, a AnonPlus seria uma rede “onde não existe medo” de remoção de conteúdos ou censura. Mas já na altura a principal conta de Twitter da Anonymous afirmou que a operação não era apoiada por todos os elementos da organização e apenas alguns “anons” estariam a participar.


Resta agora saber se a ameaça ao Facebook é credível e se, de facto, a rede de Mark Zuckerberg vai ser alvo, este sábado, de um ataque. Se assim for, é improvável que o ataque seja bem-sucedido devido à falta do elemento surpresa.

Já quando a Anonymous ameaçou fechar a bolsa de valores de Nova Iorque, o ataque ocorreu e tornou lento o acesso ao site mas acabou por falhar os objetivos delineados.

Por outro lado, é de notar que a organização não tem uma liderança central ou estrutura de organização ortodoxa, o que torna mais difícil ataques de larga escala sem que estejam envolvidos a maioria dos membros, ou pelo menos uma porção significativa.

Será também relevante notar que a organização está de momento dividida em inúmeras frentes de batalha, desde a já antiga escaramuça com a Igreja da Cientologia aos ataques que tem recentemente desencadeado contra redes de pornografia infantil na Internet.

A chegada do movimento Occupy Wall Street também pode ter alterado a agenda da organização, que cedo se envolveu nos protestos e chegou a revelar o nome e dados de agentes policiais que haviam usado de força excessiva contra protestantes pacíficos.

Recentemente, a Anonymous declarou ainda guerra ao cartel de droga mexicano Las Zetas, depois deste ter raptado um dos seus “anons”. O grupo exigiu, num dos muitos (alegados) canais que deterá no YouTube, que caso o cartel não soltasse o membro sequestrado até ao dia 5 de novembro, a Anonymous revelaria as identidades de jornalistas, polícias, políticos e outros colaboradores da organização no México.



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