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quarta-feira, 12 de março de 2014

Estudo: Privacidade na internet estará reservada «apenas à elite» em 2025

Estudo: Privacidade na internet estará reservada «apenas à elite» em 2025

Duas instituições de investigação dos Estados Unidos preveem que, dentro de uma década, a privacidade na Internet seja algo reservado «apenas à elite».

Num documento a propósito do 25.º aniversário da world wide web, que se assinala hoje, investigadores do Pew e da Universidade Elon, em colaboração com especialistas em tecnologias, traçaram quinze cenários sobre o futuro da internet.

Segundo uma das suas teses, os utilizadores vão continuar a «privilegiar as vantagens» do imediatismo «sobre a privacidade».

A pesquisa conclui também que a troca de informação através da Internet estará «tão integrado na vida diária» em 2025 que se fará de forma «invisível, fluindo como a eletricidade».

Estas relações em rede poderão, porém, traduzir-se num aumento da desigualdade e provocar «ressentimento e eventual violência», alertam.

«A natureza humana não está a mudar: há apatia, intimidação, assédio, estupidez, pornografia, truques sujos e crimes, e aqueles que os praticam têm uma nova capacidade para tornar miserável a vida dos demais», realçam.

Os investigadores do Pew e da Elon antecipam que as organizações atuais possam não conseguir responder suficientemente rápido aos desafios colocados pela complexidade da rede global.

Mas há teses mais otimistas, como a que refere a «esperança» da Internet, que promoverá mais «relações à escala planetária» e aumentará as oportunidades de educação, resultando em «menos ignorância».

A 12 de março de 1989, o físico Tim Berners Lee, da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), publicou um artigo científico no qual propunha um novo sistema de gestão da informação e de partilha de informação entre computadores, difundindo o código para o fazer, gratuitamente, um ano depois.

Com o tempo, o sistema passou a ser conhecido como world wide web e converteu-se na ferramenta utilizada diariamente por milhões de pessoas em todo o mundo.


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Vídeo "Sou Ucraniana" torna-se viral na Internet


No vídeo, que rapidamente se tornou viral nas redes sociais, uma mulher, conhecida simplesmente como Yulia, apela à comunidade internacional para que apoie o povo ucraniano e a luta que trava nas ruas pela liberdade e democracia no seu país.

A jovem faz o apelo alegadamente desde o centro de Kiev, local com enorme carga simbólica e palco de confrontos entre polícias e manifestantes dizendo que "o mundo precisa saber porque razão há milhares de ucranianos nas ruas".

"Nós queremos livrar-nos de uma ditadura, de políticos que trabalham apenas para si próprios e só para garantir as suas fortunas, as suas casas e poder", diz a jovem, acrescentando que quer dignidade para os ucranianos, que "são um povo civilizado mas governado por bárbaros".

Numa alusão ao apoio russo ao Presidente da Ucrânia, Viktor Ianukovitch, a jovem diz a determinada altura que "isto não é a União Soviética, não queremos tribunais corruptos, queremos liberdade".

O apelo é feito "olhos nos olhos" e a "novidade" da mensagem é que não é dirigida diretamente aos Estados, aos governantes dos vários países. O vídeo é inteligentemente dirigido ao cidadão comum, ao seu coração e capacidade de mobilização por uma causa solidária. Talvez por isso se tenha tornado viral num curto espaço de tempo e chamado a atenção nas redações dos meios de comunicação de todo o mundo. No Youtube, até ao início desta tarde, o vídeo já foi visto por mais de três milhões de pessoas (3.430.128).

"Vocês podem ajudar-nos a conseguir a nossa liberdade. Contando esta história aos vossos amigos, mostrando-lhes o vídeo, partilhando a informação. Falem com os vossos amigos, com os vossos colegas, com os vossos familiares, com os vossos governantes, e digam-lhes que vocês lhes exigem que nos apoiem antes que seja tarde de mais", diz a jovem, na gravação.

No fundo, o apelo é para manter o país sobre a pressão internacional, porque para os ucranianos agora é o momento para "sair da ditadura", porque, explica a jovem no vídeo, "talvez, amanhã, possamos ficar sem telefone, sem ligação à Internet, isolados, sozinhos. E então a polícia terá todo o tempo e talvez nos possa assassinar, um a seguir ao outro, quando cair a noite".

Segundo o "The Huffington Post", o vídeo foi elaborado e publicado no Youtube pelo realizador Ben Moses, que estava a trabalhar em Kiev no documentário "A Whisper to a Roar", que conta histórias sobre a opressão política em países como o Zimbabwe, a Malásia, o Egito, a Venezuela ou a Ucrânia. "Eu estava na Ucrânia a trabalhar num projeto sobre a luta pela democracia quando estalaram os protestos. Ao falar com as pessoas e perceber o seu sofrimento, senti que tinha de fazer algo por elas e contar ao mundo o que se passa aqui. A jovem que aparece no vídeo, representa o cidadão comum que quer ser livre e que está neste momento a lutar nas ruas pela democracia", disse.

A mulher, conhecida apenas como Yulia, afirmou à CTV News que a sua motivação para fazer o vídeo foi "a necessidade de atrair a atenção mundial para o problema, para a tragédia ucraniana", adiantando que "espero que funcione e que consiga, pelo menos, salvar alguém".


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Agências de espionagem terão utilizado Angry Birds


Angry Birds em forma de balão gigante

A Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) e a sua homóloga britânica (GCHQ) terão retirado informações pessoais através de aplicações como o jogo Angry Birds.

A idade, o género e a localização de utilizadores terão sido algumas das informações recolhidas pela NSA e pela GCHQ, através do popular jogo Angry Birds ou da aplicação Google Maps.

Esta notícia foi divulgada pelo 'New York Times' e pelo site 'ProPublica', que tiveram acesso a documentos que foram divulgados por Edward Snowden, que se encontra atualmente na Rússia.

Segundo estes relatórios agora tornados públicos, este sistema desenvolvido pela NSA e pela GCHQ, que permite retirar dados através de aplicações que sejam descarregadas para smartphones, possibilita até saber qual o alinhamento político ou a orientação sexual dos utilizadores que estejam a ser vigiados.

O 'site' do jornal britânico 'The Guardian' avança ainda que só a NSA terá gasto à volta de mil milhões de dólares (cerca de 731 milhões de euros) nos seus esforços em recolher dados de telemóveis.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

É possível manipular o clima. A CIA já está a estudar


Estudos sobre alegada teoria da conspiração relacionada com técnicas de manipulação do clima alertam para "efeitos secundários não intencionais"

Quando a tempestade tropical Katrina ganhou força e se transformou num furacão que varreu o Sul dos Estados Unidos, com ventos de mais de 280 quilómetros por hora, em 2005, os crentes na conspiração desdobraram-se em análises de como o furacão foi artificialmente criado para atingir Nova Orleães.

Thomas Bearden, tenente-coronel na reforma, acusou a Rússia e os seus "métodos à KGB" de estar por trás do plano maquiavélico; segundo o americano, os russos têm estado, desde 1976, a usar uma arma secreta da era soviética para controlar o clima e destronar os inimigos em perigosos jogos de geoestratégia.

Outros acusaram a máfia japonesa, a Yakuza, que em 1989, dizem, terá pedido emprestada essa arma à Rússia para destruir plataformas de exploração petrolífera nas costas dos EUA. Outros defenderam que foi um "efeito secundário" de planos da própria administração americana para controlar o tempo e assim controlar as mentes dos seus cidadãos.

Terá sido portanto com alguma surpresa que os assíduos críticos de teorias da conspiração como estas receberam há alguns meses a notícia de que a geoengenharia está agora a ser investigada com fundos da CIA.

Em Julho, a "Mother Jones" anunciou que a agência secreta norte-americana acabava de dar 630 mil dólares à Academia Nacional de Ciências (NAS) para financiar um projecto de 21 meses sobre o uso da engenharia do clima para alterar o ambiente no planeta e reduzir o aquecimento global.

O estudo foi anunciado no site da NAS como "o primeiro a ser financiado pela comunidade de serviços secretos dos EUA". À revista, William Kearney, porta-voz da academia, confirmou que a expressão fazia referência à CIA. A agência, contudo, não confirmou nem desmentiu a notícia, nem uma outra a dar conta de que, em 2012, terá encerrado o seu centro de estudos sobre alterações climáticas após sofrer pressões dos republicanos no Congresso que dizem que a CIA não deve intrometer-se no assunto.

"É natural que a agência trabalhe com cientistas para melhor entender um tema como as alterações climáticas, o fenómeno e as suas implicações na segurança nacional [dos EUA]", foi a única declaração feita à revista sobre o assunto por Edward Price, porta-voz da secreta.

O aparente interesse de grandes potências em alterar o clima na Terra não é novo. Durante a guerra do Vietname, a Força Aérea americana terá usado pela primeira vez técnicas de manipulação climática como instrumento de táctica militar, libertando nas nuvens partículas químicas para criar chuvas artificiais que transformassem o trilho de Ho Chi Minh num lamaçal, para assim obter uma vantagem estratégica.

Entre 1962 e 1983, terá havido engenheiros com pretensões semelhantes no Projecto Fúria da Tempestade, liderado pela Marinha norte-americana e pelo Departamento do Comércio para enfraquecer ciclones tropicais. Mais recentemente, o Gabinete de Modificação da Meteorologia da China foi acusado de aplicar este processo de "sementeira em nuvens" para assegurar que só choveria longe dos estádios onde os Jogos Olímpicos de 2008 tiveram lugar.

"ACTORES SOLITÁRIOS" Apesar de no passado as tentativas de manipular o clima terem sido recebidas em tom jocoso pela comunidade científica, o facto de técnicas como a sementeira em nuvens estarem a ser aplicadas tem gerado questões sérias entre os cientistas.

Desde o início do ano, algumas revistas especializadas e jornais como o "The Guardian" têm dado uma atenção sem precedentes à ideia controversa da geoengenharia, citando vários riscos inerentes ao processo. Para David Keith, investigador da Universidade de Harvard e defensor assertivo dos métodos para controlar o aquecimento global, "[a geoengenharia] é fundamentalmente exequível, relativamente barata e parece reduzir os riscos de alterações climáticas de forma significativa". Mas esse optimismo vem com ressalvas. "Isto acarreta riscos, entre eles efeitos secundários não intencionais imprevisíveis", diz Keith.

"E toda esta questão dos actores solitários?", questiona Ken Caldeira, cientista da NAS. "Devemos preocupar-nos com o facto de a China agir unilateralmente? É só conversa fiada ou o governo dos EUA deve preparar-se para isso?"

A dita "questão dos actores solitários" não envolve só países. Pelo menos um indivíduo, Russ George, terá já tentado modificar o clima. O ex-director da Planktos, empresa americana que de-senvolve tecnologias para combater o aquecimento global, terá fertilizado com ferro o oceano Pacífico, na costa canadiana, para forçar um aumento de plâncton que absorva mais dióxido de carbono - libertado na atmosfera a um ritmo e em quantidades cada vez maiores.

Em 2010, a BBC entrevistou um militar russo que diz fazer uso destas técnicas há anos para impedir que chova em importantes feriados nacionais. "Usamos uma máquina especial que cospe iodeto de prata, gelo seco ou cimento para as nuvens ou então abrimos uma escotilha [no avião] e um homem atira sementes para as nuvens manualmente", explicou então Alexander Akimenkov, piloto da Força Aérea russa.

De acordo com o artigo, não é só o governo russo que semeia nuvens para não colher tempestades. Há já empresas privadas no país que, por 6 mil dólares à hora, garantem que o casamento de um cliente, ou outro evento privado, é soalheiro até ao fim.

"O RISCO NÃO É SÓ COMEÇAR" Os cientistas avisam agora que os riscos vêm não só desta falta de controlo de como, quem e onde são usadas técnicas de geoengenharia, mas também do simples facto de estarem a ser aplicadas.

Segundo um estudo publicado pela revista científica "Environmental Research Letters" a 8 de Janeiro, os trópicos vão ser afectados por secas graves se a geoengenharia continuar a ser aplicada como penso rápido no combate às alterações climáticas.

"Há muitas questões de governação - quem controla o termóstato da Terra - porque o impacto da geoengenharia não vai ser uniforme em todo o planeta", diz Andrew Charlton-Perez, cientista da Universidade de Reading e membro da equipa de investigação.

Através de modelos recriados em computador, os cientistas confirmaram que a aplicação da técnica de injectar sulfatos em grande escala nas nuvens consegue reduzir o aumento da temperatura, mas que tal poderá provocar, em situações extremas, uma quebra de um terço da pluviosidade na América do Sul, na Ásia e em África. As consequentes secas, dizem os investigadores, afectarão milhares de milhões de pessoas e as já frágeis florestas tropicais, que funcionam como filtros imensos de carbono.

"Os investigadores escolheram um cenário climático grave, portanto não devemos ficar surpreendidos por qualquer técnica de geoengenharia ou para reverter os efeitos [da anterior] tenha impacto sério e desigual", diz Matthew Watson, da Universidade de Bristol e defensor de mais investigação antes de se aplicarem medidas destas. "Continua a ser verdade que a única via garantida [para salvar o planeta] é reduzir os níveis recorde de gases com efeito de estufa que continuamos a injectar na atmosfera. É vital que os cientistas continuem a investigar a geoengenharia, mas nenhum governo sério em relação às alterações climáticas deve olhar para ela como um penso rápido."

O cenário "grave" estudado prevê que, se os níveis de dióxido de carbono quadruplicarem na atmosfera e não houver intervenção, as temperaturas globais vão subir em média 4 graus Celsius, acima dos 2 considerados perigosos pelos governos mundiais. Já se esse aumento da temperatura for combatido pela geoengenharia, será possível desacelerar e até reduzir para níveis nulos o aquecimento global.

Na simulação computorizada, os cientistas injectaram 60 toneladas de dióxido de enxofre por ano na estratosfera, o equivalente a cinco erupções vulcânicas, cada uma medida pela escala da erupção do monte Pinatubo, nas Filipinas, que em 1991 reduziu 0,5 graus a temperatura global nos dois anos seguintes.

Através desta libertação de dióxido de enxofre, similar à dos vulcões quando entram em erupção, os cientistas apuraram que as partículas na estratosfera não só absorvem parte do calor vindo do Sol mas também a energia térmica libertada pela superfície terrestre.

"O aquecimento funciona como estabilizador da parte da atmosfera em que vivemos, reduzindo a ressurgência de ar. Nos trópicos a maior parte da chuva vem da movimentação rápida do ar, portanto [o método de geoengenharia] funciona como redutor de precipitação", explica Charlton-Perez.

Se a hipótese se confirmar, a queda na precipitação nos trópicos pode chegar aos 30%, com impacto adverso e significativo sobre as populações e o ambiente. "Iríamos assistir a mudanças tão bruscas que as pessoas teriam muito pouco tempo para se adaptar", diz o co-autor do estudo. "Mostrámos que uma das principais técnicas da geoengenharia pode causar efeitos secundários não intencionais numa larga faixa do planeta", efeitos até agora ignorados nas investigações, sublinha.

Um outro estudo, divulgado anteontem pelo site Science 2.0, mostra que, em geral, os cidadãos norte-americanos condenam os métodos de geoengenharia para controlar o ambiente. "Foi um resultado surpreendente num padrão muito claro", explica Malcolm Wright, professor da Universidade de Massey e autor do estudo. "Intervenções como pôr espelhos no espaço ou partículas na estratosfera não são bem recebidas. Processos mais naturais como a iluminação de nuvens acolhem menos objecções, mas ao que o público reage melhor é à criação de biochar (carvão vegetal para bloquear o CO 2) ou à captura directa de carbono do ar."

fonte: i online

EUA espiam computadores mesmo sem ligação à net


Agência de Segurança Nacional norte-americana

Software permite à NSA aceder a computadores sem acesso à Internet e consultar, alterar ou apagar os dados.

A Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA, no original) consegue aceder a computadores mesmo que as máquinas não estejam ligadas à Internet, noticia esta quarta-feira o ‘New York Times', nas vésperas do discurso de Barack Obama sobre vigilância eletrónica.

De acordo com o jornal norte-americano, citado pela AFP, há cerca de 100 mil computadores em todo o mundo que estão implantados com um software que permite à NSA não só aceder ao computador e consultar, alterar ou apagar os dados, mas também criar autoestradas virtuais para lançar ataques eletrónicos.

Na maioria dos casos, o software, que está operacional desde pelo menos 2008, tem de ser implantado fisicamente por um espião ou pelo próprio fabricante, porque utiliza ondas de rádio que podem ser transmitidas a partir de pequenos circuitos eletrónicos ou através de um cartão USB instalado secretamente nos computadores dos utilizadores.

As revelações de um dos diários com maior circulação nos Estados Unidos surgem na mesma semana em que Barack Obama deverá apresentar um importante discurso sobre a reforma do sistema norte-americano de vigilância, um tema que saltou para as primeiras páginas de todo o mundo no seguimento das revelações feitas pelo antigo consultor da NSA Edward Snowden, em junho.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

NSA perto de construir "computador quantum"


A Agência de Segurança Nacional (NSA) norte-americana está perto da construção de um "computador quantum" que poderá decifrar qualquer género de encriptação, noticiou ontem o diário Washington Post.

De acordo com o diário, diversos documentos recolhidos pelo ex-analista da NSA Edward Snowden indicam que o computador permitiria à agência dos serviços secretos dos EUA decifrar os códigos informáticos utilizados para proteger segredos bancários, médicos, informações governamentais ou do mundo dos negócios.

As grandes empresas informáticas, caso da IBM, há muito que pretendem construir computadores quantum ( ou computadores quânticos - que executam cálculos fazendo uso direto de propriedades da mecânica quântica), que permitiriam explorar o poder dos átomos e moléculas e aumentar de forma considerável a rapidez e segurança dos computadores.

No entanto, especialistas citados pelo jornal consideram pouco provável que a NSA esteja na iminência de construir uma máquina deste género sem o conhecimento prévio da comunidade científica.

"Parece improvável que a NSA possa ter ido tão longe em relação às empresas civis sem que mais ninguém o saiba", disse ao diário Scott Aaronson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A NSA não comentou até ao momento a notícia do Washington Post.

As denúncias de Edward Snowden, divulgadas há vários meses, revelaram a amplitude do programa norte-americano de espionagem, em particular da NSA, dirigido inclusive a diversos países europeus, às instituições da União Europeia ou mesmo ao sistema de videoconferência interna da ONU.


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