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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Zika Vírus: O mosquito mutante do eugenista Bill Gates é declarado ameaça mundial


Em 2011, mosquitos Aedes Aegypti, geneticamente modificados foram soltos em algumas cidades brasileiras. Era o começo do Projeto Aedes Transgénico aqui no Brasil. A promessa era de que os mosquitos transgénicos machos copulariam com as fêmeas selvagens e as crias morreriam ainda no estágio larval, sem chegar a idade adulta. Seria maravilhoso se fosse tudo assim, mas não foi bem isso que aconteceu.

É muito provável que ovos do Aedes Aegypti, geneticamente modificados, tenham sido expostos à tetraciclina, antibiótico que mantém as larvas até a idade adulta, ganhado o mundo já como um novo mosquito, de carga genética diferente do Aedes Aegypt original. O resultado disso você já sabe: em vez de neutralizar a potencialidade nociva do mosquito transmissor da dengue, essa mutação genética no inseto, trouxe novas doenças para os brasileiros: A Zika e a febre chikungunya. O Zika vírus, entretanto, com consequências devastadoras para as grávidas: a microcefalia em bebés de mães diagnosticadas com a doença, durante a gestação. Os casos não param de aumentar.

Milhões de mosquitos geneticamente modificados foram liberados na cidade brasileira de Piracicaba, no âmbito de uma campanha para reduzir a propagação da dengue no país.

Se trata de machos que carregam o gene mutante passando para as larvas e as matando antes que elas atinjam a idade reprodutiva, de acordo com o jornal PLoS Neglected Tropical Diseases “.

A tecnologia para combater este tipo de doença foi desenvolvida pela empresa de biotecnologia britânica Oxitec (financiada pelo bilionário eugenista globalista Bill Gates), que tem uma licença para executar tais experimentos no Brasil.

Além disso, a empresa está aguardando a autorização da Agência de Alimentos e Medicamentos americana para realizar testes semelhantes na Florida.

Os cientistas descobriram que desde abril de 2015, quando o teste começou em Piracicaba, a área de concentração máxima das transportadoras de dengue Aedes aegypti, 50% da nova geração desses mosquitos foram fecundos por machos transgénicos.


MosquitoTransgênico – Zika e Microcefalia – Qual a Relação?


29/07/2014 –

Brasil inaugura primeira fábrica de mosquitos da dengue transgénicos

Empresa Oxitec produz inseto capaz de reduzir transmissão da doença.

Unidade em Campinas gera até 2 milhões de mosquitos por semana.


Mosquito Aedes aegypti macho fabricado pela Oxitec, unidade criada em Campinas, 
interior de São Paulo (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

A empresa britânica Oxitec inaugurou, nesta terça-feira (29), a primeira fábrica de mosquitos Aedes aegypti transgénicos do Brasil, uma tecnologia que, se aprovada, pode ajudar no combate da dengue no país.

A unidade, instalada em Campinas, tem capacidade de produzir 500 mil insetos por semana. No ápice de produção, esse número pode saltar para 2 milhões de machos a cada sete dias.

A tecnologia foi desenvolvida em 2002, no Reino Unido. No laboratório, ovos dos Aedes aegypti receberam uma micro injeção de ADN com dois genes, um para produzir uma proteína que impede seus descendentes de chegarem à fase adulta na natureza, chamado de tTA, e outro para identificá-los sob uma luz específica.

Os machos, quando liberados na natureza, procriam com as fêmeas –responsáveis pela incubação e transmissão do vírus da dengue. Elas vão gerar descendentes que morrem antes de chegarem à vida adulta, reduzindo a população total.

fonte: APC News

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Toda a Verdade - OGM, Assalto à Europa



fonte: Youtube

Ensaios com moscas transgénicas em Espanha preocupam ambientalistas


Mosca-da-azeitona causa grandes prejuízos na olivicultura

Empresa britânica pede autorização para testar insectos geneticamente modificados destinados a combater praga das oliveiras.

Ambientalistas de vários países mediterrânicos, incluindo Portugal, estão a contestar o potencial uso de moscas geneticamente modificadas para combater uma praga das oliveiras.

São moscas-da-azeitona, cujo código genético foi alterado de modo a que da sua reprodução resultem insectos que morram antes da idade adulta. O objectivo é eliminar a praga de zonas afectadas.

Uma notificação para um ensaio de campo na Catalunha foi submetida em Maio às autoridades espanholas pela empresa britânica Oxitec, que desenvolveu o insecto. Segundo os documentos agora divulgados pela Comissão Europeia, a empresa pretende realizar uma experiência em seis lotes, com um total de mil metros quadrados, perto de Tarragona. Ali serão libertados até 5000 machos da mosca-da-azeitona por semana, em duas fases — no Outono e na Primavera. As zonas estarão cobertas com redes.

Os ambientalistas estão, porém, preocupados com a libertação acidental das moscas. “Libertar insectos geneticamente modificados no ambiente é uma experiência perigos que, na prática, irá transformar toda a Europa num laboratório ao ar livre”, afirma Janet Cotter, da Unidade Científica da organização internacional Greenpeace, num comunicado. “Os insectos não respeitam fronteiras e nenhuma esterilidade é 100% eficaz”, completa, acrescentando que, se algo de errado acontecer, “será impossível terminar e conter o ensaio”.

Os ambientalistas temem que as modificações genéticas nas moscas libertadas não sejam estáveis — tal como defende a empresa Oxitec — e que possam resultar em consequências imprevisíveis no ambiente. Além disso, a presença de larvas transgénicas nas azeitonas pode comprometer a produção de azeite biológico, que tem de ser livre de organismos geneticamente modificados.

“Nenhum consumidor deseja comer azeitonas recheadas com larvas geneticamente modificadas”, argumenta Margarida Silva, da Plataforma Transgénicos Fora, que reúne várias organizações não-governamentais portuguesas. “É tempo de se investir em meios de protecção das culturas que sejam holísticos, sustentáveis e conjuguem os objectivos de consumidores e agricultores”, refere, no comunicado conjunto com outras organizações de países mediterrânicos.

Se o ensaio for adiante, será a primeira vez que é autorizada a libertação de animais geneticamente modificados na Europa, segundo os ambientalistas. Mas a empresa Oxitec já tem vindo a realizar experiências com outros insectos transgénicos noutras partes do mundo — como mosquitos para combater a dengue no Brasil.

A empresa já tinha solicitado uma autorização para um ensaio de campo em Espanha em 2013, mas desistiu perante forte contestação. Agora, apesar do novo pedido, nada está decidido. “Quando tivermos uma resposta dos reguladores, decidiremos se iremos avançar ou não”, disse ao PÚBLICO Chris Creese, porta-voz da Oxitec.

Segundo Creese, a solução dos insectos geneticamente modificados é “amiga do ambiente” e a empresa tem sido solicitada a realizar experiências em diferentes países. “O método é natural e livre de pesticidas. Está baseado no instinto reprodutivo dos machos, e só controla uma espécie de praga, sem afectar outras”, explica.

Os machos libertados cruzam-se com as fêmeas que estão na zona. As larvas fêmeas morrem, o que acaba por resultar no colapso da população daqueles insectos. Sem possibilidade de se reproduzirem, os machos também acabam por desaparecer. “É uma abordagem que não deixa rastos”, diz Chris Creese.

A praga das moscas-da-azeitona causa enorme prejuízos na olivicultura. Em Portugal afecta em particular a zona entre o Douro e o Minho. As larvas crescem dentro das azeitonas, tornando-as impróprias para o consumo e para o fabrico do azeite. 

fonte: Público

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