RELÓGIO DO APOCALIPSE

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Planos secretos vazaram para evacuar a rainha Elizabeth II de Londres em caso de agitação por um Brexit sem acordo


Foram desenvolvidos durante a Guerra Fria e foram actualizados nas últimas semanas.

A Rainha Elizabeth II e outros membros da família real serão evacuados de sua residência em Londres se ocorrerem tumultos na capital britânica após um Brexit sem acordo, segundo planos secretos revelados por uma fonte anónima ao jornal Sunday Times.

De acordo com um artigo, publicado a 3 de fevereiro, o monarca e o príncipe Philip, duque de Edimburgo, serão transferidos para uma cidade, que não foi divulgada.

Também é indicado que os planos directores do plano foram concebidos durante a Guerra Fria e foram actualizados nas últimas semanas, em preparação para uma possível "desordem civil".

Nesse contexto, Dai Davies, que afirmava estar encarregado da protecção da realeza, afirmou que "se houvesse problemas em Londres, isso claramente tiraria a família real dos lugares-chave".

Anteriormente, também havia vazado que o Ministério da Defesa britânico começou a elaborar um plano de contingência que prevê o envio de tropas às ruas para responder a possíveis distúrbios caso o acordo sobre a saída do Reino Unido da UE fosse frustrado. .

O plano prevê o reforço das patrulhas policiais pelos militares: a partir do primeiro dia de sua possível implementação, o Ministério da Defesa está pronto para enviar 1200 soldados em auxílio da Polícia, e esse número pode ser aumentado para 10 mil .

fonte: RT

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Relógio do Juízo Final volta a marcar dois minutos para o apocalipse

Resultado de imagem para Relógio do Juízo Final volta a marcar dois minutos para o apocalipse

A hora do relógio do Juízo Final, um simbolismo que reflete como está a perigosidade do mundo, foi atualizada esta quinta-feira em Washington, nos Estados Unidos: estamos a dois minutos da meia-noite, a hora que representa o apocalipse. Exatamente a mesma posição em que os ponteiros estavam no ano passado, marcando, pela terceira vez, a maior aproximação feita à meia-noite desde que o relógio existe.

Todos os anos o relógio é atualizado pelo Boletim de Cientistas Atómicos. "Este novo anormal é simplesmente muito volátil e perigo demais para ser aceite", alertou a presidente do grupo, Rachel Bronson, durante a apresentação do relógio de 2019.

"Apesar de se manter inalterado desde 2018, este cenário deve ser tido não como um cenário de estabilidade, mas como um aviso para os líderes e cidadãos do mundo inteiro", continuo a presidente.

Durante a revelação do relógio, os cientistas referiram a melhoria da relação entre os Estados Unidos e a Coreia do norte e criticaram o aumento das alterações climáticas e as crises diplomáticas no mundo. Foram ainda abordadas as "notícias falsas" como um dos elementos mais preocupantes neste momento.

Quem coloca os ponteiros no relógio todos os anos é um grupo de cientistas da Universidade de Chicago, criado em 1945, responsável pelas primeiras armas atómicas. Autointitularam-se Boletim de Cientistas Atómicos e dois anos depois começaram com o relógio do "Juízo Final", que inicialmente marcava 7 minutos para a meia-noite.

Nos últimos anos, o ponteiro grande tem-se vindo a aproximar cada vez mais da meia-noite, metáfora para o aumento da probabilidade de acontecer uma catástrofe global.

O relógio atingiu a sua proximidade máxima do "apocalipse" nos últimos dois anos e em 1953, quando a Harry Truman anunciou, a 7 de janeiro, ao Congresso que os Estados Unidos tinham desenvolvido uma bomba de hidrogénio. Pelo contrário, o ano em que o relógio esteve mais distante do Juízo Final (17 minutos para a meia-noite) foi em 1991, depois da guerra fria e da queda do muro de Berlim, quando os Estados Unidos e e a URSS assinaram o Tratado de Redução de Armas Estratégicas.


sábado, 20 de outubro de 2018

Manipular o clima já não é ficção. Mas a realidade pede (muita) prudência


As novas soluções para manipular o clima têm um alcance global nunca visto, de consequências tão imprevisíveis, que a maioria dos cientistas nem as quer testar. “Isto pode provocar guerras”, diz um climatologista

Há muito que a dança da chuva dos povos indígenas deixou de ser a esperança da Humanidade para mandar vir água dos céus. Rezas e procissões, que no ano passado se viram em Portugal numa tentativa de acabar com a seca, também já passaram de moda. Persistem os canhões de granizo e a inseminação de nuvens, técnicas introduzidas há várias décadas para impedir a queda de gelo e provocar a chuva, embora de eficácia duvidosa aos olhos de boa parte da comunidade científica. São as soluções em estudo para manipular o estado do tempo que parecem apresentar, enfim, o potencial de influenciar o clima à escala planetária, de tal modo que só uma minoria de cientistas se atreve a dar a cara por elas.

“São atrativas na teoria, mas podem ser muito perigosas na prática”, sustenta o climatologista Carlos da Câmara, sobre as propostas de geoengenharia para controlar os humores de São Pedro. A mais controversa envolve o aumento da capacidade de refletir a luz solar, de forma a reter menos calor e assim arrefecer a temperatura da Terra. Sugestões tão mirabolantes como cobrir desertos de plástico, remexer a água do mar para formar camadas de espuma branca ou posicionar espelhos gigantes no Espaço parecem impossíveis de concretizar, mas existem alternativas mais acessíveis para devolver raios de Sol ao Universo.

A principal passa por lançar na estratoesfera dióxido de enxofre (SO2), criando uma espécie de véu protetor, a muitos quilómetros da superfície terrestre, semelhante ao das erupções vulcânicas. A ideia, aliás, surgiu a partir de evidências científicas que demonstraram que as partículas expelidas pelos vulcões podem resultar, no ano seguinte, no arrefecimento da temperatura em um grau. Tem a vantagem de ser uma medida economicamente viável, mas encontra forte resistência devido aos efeitos, totalmente imprevisíveis, que pode gerar no clima, a nível global. Em abril, 12 cientistas assinaram um texto na revista Nature a reclamar prudência nas experiências.

“Imagine-se que ocorre uma seca brutal na Península Ibérica ou na Índia, em época de monções, das quais dependem milhões de pessoas para sobreviver. Ninguém saberia ao certo se era um fenómeno natural ou consequência da geoengenharia”, ilustra o climatologista Ricardo Trigo, aflorando outro foco da polémica: “Isto pode provocar guerras. Quem seria o político que assumiria uma responsabilidade deste alcance? Nem Trump se mete nisso.”

Financiado por Bill Gates e outros bilionários americanos, o projeto Scopex tem previsto para este ano um teste de pequena escala desta tecnologia. David Keith, professor de Física Aplicada em Harvard, lidera a investigação, que ganha força perante a necessidade, saída do Acordo de Paris, de não deixar o termómetro subir mais do que dois graus até ao final deste século (sendo que já subiu um). O problema é que nenhum teste de pequena escala conseguirá antecipar o impacto real da geoengenharia solar, a ponto de estarem proibidos à luz da Convenção sobre a Diversidade Biológica – que os Estados Unidos da América não assinaram.

Outra hipótese de alcance global para mexer com o clima passa por capturar dióxido de carbono da atmosfera. Filipe Duarte Santos, especialista em alterações climáticas, considera esta alternativa menos arriscada, no sentido em que “vai à raiz do problema”: a excessiva concentração de gases com efeito de estufa. A falta de valor económico do CO2, porém, dificulta a aposta na solução. “Nos Estados Unidos da América e na Europa já há centrais térmicas a carvão que capturam o dióxido de carbono dos gases que saem da combustão. Só não há mais porque a eletricidade fica mais cara para o consumidor”, argumenta o presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, acrescentando que a escolha se faz entre duas opções: “Ou se investe para resolver o problema de gerações futuras ou então quem vier a seguir que pague a fatura.”

GUERRA DE CHUVA

O controlo do clima é uma ambição que as grandes potências perseguem em várias frentes. Na Guerra do Vietname (1955-1975), os Estados Unidos da América agravaram as chuvas das monções do lado do inimigo, através da técnica de inseminação de nuvens, ainda hoje a mais popular. O objetivo da operação Popeye, como lhe chamou o exército americano, era enlamear os caminhos para dificultar o abastecimento aos soldados vietnamitas, a partir dos territórios vizinhos do Laos e do Camboja.

Fazer da manipulação do clima uma arma de guerra foi, entretanto, proibido pela Convenção de Genebra, no final dos anos 70, mas lançar iodeto de prata na atmosfera é hoje uma prática corrente em muitos países, para fins bem mais pacíficos. A China tem vindo a desenvolver um sistema para fazer chover em zonas mais áridas e, em vez de recorrer a aviões para soltar os químicos, instalou centenas de câmaras de combustão no Tibete, capazes de gerar iodeto de prata e o libertar na direção das nuvens.

Durante os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, os chineses já tinham montado uma gigantesca operação para evitar que a chuva desabasse sobre as competições, com satélites para identificar nuvens num raio de quase 50 mil quilómetros quadrados. O plano tinha duas alternativas: ou provocavam a chuva longe do recinto ou dissipavam as nuvens com outros produtos químicos, como se acredita que os soviéticos já tinham feito nas Olimpíadas de Moscovo, em 1980.

Apesar de ser já longo, o caminho para manipular a meteorologia, apoiado nas inovações tecnológicas, ainda tem muito para andar.

fonte: Visão

domingo, 25 de outubro de 2015

Vídeo bizarro e assustador é novo quebra-cabeça da internet


Um redator do site Gadgetzz recebeu um CD via correio de um remetente anónimo da Polónia. Se isso não fosse estranho o bastante para 2015, espere para conhecer o conteúdo: um vídeo bizarro e sem sentido que dá medo e um enigma que está quebrando a cabeça de boa parte da internet.

O clipe tem um som que parece interferência pura e tem como única imagem uma pessoa misteriosa numa fantasia que parece a de médicos que atendiam pacientes durante a época da Peste Negra. O local parece um galpão abandonado.

Você consegue achar alguma pista só assistindo ao vídeo acima?
O mistério do CD

O Reddit, o 4chan e os leitores do próprio site que recebeu o CD começaram uma saga sem fim para analisar o material e buscar pistas. Ao colocar o clipe em um espectrograma, é possível notar a mensagem "You are already dead" (Você já está morto) e uma sequência de imagens sem nexo.

Algumas imagens bastante gráficas de violência também foram encontradas por esse método e é possível até achar as coordenadas da Casa Branca analisando um dos frames. Um dos códigos encontrados é "RED LISPLIFE (ou LIPSLIKE) TENTH". Ele pode ser um anagrama para "Kill the President" (Mate o presidente).


Outras descobertas incluem o fato de que o vídeo foi postado pela primeira vez em maio de 2015 (aparentemente no 4chan), já que algumas pessoas encontraram a ISO em CDs espalhados em praças ao redor do mundo.

Os usuários já tentaram de tudo: buscar o local em que o vídeo foi gravado, procurar algum padrão (tipo código Morse) na luz emitida pela mão do sujeito e até rastrear o autor. Será publicidade para um filme? Uma mensagem sem propósito? Um recado illuminati? Fique de olho no tópico do Reddit para saber de todas as novidades.

fonte: Tecmundo

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Maçonaria entra na área da saúde


Sede do GOL em Lisboa: a obediência está a avaliar o seu património

A maçonaria prepara-se para entrar na área da saúde. O Grande Oriente Lusitano (GOL) vai lançar uma unidade de cuidados continuados e já tem um projecto definido. A estrutura deverá ter pelo menos 40 camas e será construída num terreno em Marvila, na Avenida Avelino Teixeira da Mota, que faz parte do património do GOL.

Projecto obriga a vender parte do património. GOL está a avaliar seis prédios e quatro terrenos que tem na zona de Lisboa.

“É a primeira vez, após o 25 de Abril – ou seja, em 40 anos de democracia –, que o GOL tem uma obra completa e grande de filantropia”, confirma ao SOL o grão-mestre, Fernando Lima, explicando que a ideia é ter uma instituição que preste serviços não só aos maçons, como a todos os cidadãos, especialmente aos residentes em Lisboa.

Para isso, o GOL terá de negociar com o Estado, nomeadamente com os ministros da Saúde e da Segurança Social, para fazer acordos com os hospitais do Serviço Nacional de Saúde que para ali possam enviar doentes.

A liderar o projecto estão alguns médicos maçons que integram actualmente a direcção do Internato de São João, uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), controlada pelo GOL. Entre eles, está o dirigente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), Mário Jorge das Neves, membro da Loja Salvador Allende.

“O projecto está a ser desenvolvido para se construir uma nova unidade em Lisboa, que tem uma grande carência deste tipo de assistência em cuidados continuados”, explica ao SOL Mário Jorge, adiantando que em muitos países, como o Brasil, é comum a maçonaria ter projectos sociais como este.

Neste momento, o projecto está em fase de conclusão, tendo já sido feitos vários estudos no local onde será construída a nova unidade, nomeadamente o levantamento topográfico.

Ao lado do futuro Hospital de Todos os Santos

Devido à localização, o novo projecto maçónico poderá ser valorizado com a construção do futuro Hospital de Lisboa Oriental, conhecido como Todos os Santos, previsto também para Marvila. Além disso, segundo Mário Jorge, o terreno em que o GOL quer erguer a estrutura de cuidados continuados tem limitações legais: “O que ali se construir tem de ter uma finalidade social”.

Para avançar com o projecto, o GOL terá, porém, de vender parte do seu património, nomeadamente imóveis que estão em estado de degradação.

Segundo o SOL apurou, a obediência possui, só na zona Grande Lisboa e através do Internato de São João, dez propriedades. Entre estas há seis prédios, nas zonas de Lapa, Pena, Praça da Figueira, Ajuda e Alcântara e também em Santa Marta, onde se situa, aliás, a sede da IPSS. A lista do património conta ainda com quatro terrenos: dois na capital, um na Parede e outro em Tercena.

Qualquer transacção implica, porém, autorização dos restantes maçons da obediência, que são todos associados do Internato de São João.

A ideia já foi transmitida aos membros das várias lojas maçónicas numa assembleias geral que decorreu no dia 30 de Março. Aqui ficou decidido que os ‘irmãos’ que dirigem o Internato de São João irão fazer, em breve, uma apresentação mais detalhada das estimativas orçamentais do projecto e o valor actualizado do património da obediência.

Neste momento, sabe o SOL, está a ser feita uma análise exaustiva do estado de conservação dos vários imóveis, dos custos das obras que terão de ser realizadas e o valor das rendas que será possível obter. Isto para decidir quais são as melhores propriedades para vender e encaixar as verbas necessárias à construção da nova unidade de saúde da maçonaria.

fonte: Sol

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Alerta de Emergência, causa pânico e confusão!!!


Bizarro...

Um teste nacional de "Sistema de Alerta de Emergência", americano foi visto por telespectadores esta manhã (30/03) em estados de todo o país, causando pânico e confusão.

O teste começou por volta das 11:00 EST e foi transmitido em Washington DC, Indiana, Kentucky, Maryland, Massachusetts, Rhode Island, Connecticut, Nova Jersey, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Virginia.

O alerta de emergência não continha detalhes e apenas divulgou os estados afetados e disse que o alerta seria executado a partir das 11 horas até à meia-noite. Em nenhum momento os telespectadores foram informados sobre o porquê do alerta.

Será apenas um "teste"? ou vem aí merda...

fonte: Infowars

terça-feira, 11 de junho de 2013

Lóbi gay


A Wikipedia define lóbi como “grupo de pessoas ou organização que têm como actividade profissional buscar influenciar, aberta ou veladamente, decisões do poder público, especialmente do poder legislativo, em favor de determinados interesses privados.” 

O processo de influência da tomada de decisão política é algo perfeitamente natural; é por essa razão que se vota no partido A ou B, que há quem se manifeste ou faça greve, que haja até cidadãos valentes e empenhados que fazem circular e-mails. É neste quadro se insere a petição entrega pela ILGA Portugal na AR. Mas que exista um lóbi gay enquanto “actividade profissional” como a que têm as associações empresariais, por exemplo, isso não existe. E é um facto.

A conotação de lóbi em Portugal é, no entanto, mais ampla. E no geral extremamente negativa porque se foca na ilegitimidade das acções. Por lóbi gay entende-se que os homossexuais estão bem colocados nas hierarquias de poder, manipulando os decisores por forma a favorecer os seus interesses próprios e prejudicando, por essa via, a maioria. A minoria exclui a minoria, entenda-se.

Esta visão é bastante redutora. Em primeiro lugar, parte do princípio que os gays estão todos bem colocados na vida, o que é falso. Há gays de todas as formas e feitios, profissões, cores, opções políticas e partidárias, rendimentos... A homossexualidade é um fenómeno transversal na nossa sociedade. Nem a homossexualidade é uma tara ou capricho de gente “bem” nem os homossexuais são mais inteligentes (e logo ricos) que os outros: são iguais! Estão por todo o lado. Em segundo lugar, esta visão considera que todos os gays se conhecem e identificam facilmente. Se 5% da população for homossexual (estimativa conservadora) há 500.000 em Portugal! A teoria cai por si só. Uma organização secreta de 500.000 pessoas em Portugal? Ridículo, não é? Em terceiro lugar, se esse lóbi é assim tão poderoso por que é que em Portugal a discriminação é tão forte que quase todos têm medo e NINGUÉM se assume publicamente, por que é que em Portugal a legislação continua a discriminar os homossexuais (casamento, adopção, código penal..) quando noutros países a situação já está resolvida? Que benefícios têm retirado os homossexuais desse lóbi? Estranho, não é?

Já ouvi dizer que o Paulo Portas, enquanto ministro, encheu o Ministério da Defesa de gays. Mas o que fez o Santana? E o Durão? E os outros todos? Não encheram os ministérios de heteros? Ou é apenas porque os gays, sendo minoria, são facilmente identificáveis e memorizáveis e outros factores (como a amizade hetero, a escola, o bairro...) não? Todos preenchem os quadros com gente da sua confiança, gente da sua envolvente que, no caso do Portas, pelos vistos eram gays. Mas confundir redes de conhecimento (mais ou menos legítimas) com lóbis organizados é perigoso. Todos nós temos redes de conhecimento a quem recorremos em situações diversas. Querer olhar para um caso em particular, isolar um factor e daí inferir uma lei geral é redutor. Ou será conveniente?

E se se preocupassem com os grupos de pressão organizados com muito dinheiro e interesses financeiros em áreas como a construção civil, branqueamento de capitais, fuga ao fisco ou tráfico de armas? Ainda estou à espera de descobrir acções deste secretíssimo, poderosérrimo e ameaçador lóbi gay.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Fãs têm medo do cheiro do perfume de Lady Gaga


A campanha da fragrância é consonante com a extravagância da cantoraFotografia © Divulgação

Vendas de 'Fame' estão muito aquém do esperado em Terras de Sua Majestade.Os fãs levaram à letra as notícias que garantiam que a cantora tinha escolhido aroma de sangue, suor e sémen.

Primeiro, fontes ligadas à polémica cantora afirmaram à imprensa que Gaga tinha colocado aroma de sangue, suor e sémen em Fame.

Agora, o jornal britânico The Sun diz que o produto está a vender muito abaixo das espetativas no Reino Unido. "O Fame está a vender muito bem nos EUA e a cantora disse que vai marcar presença no Harrod's, em outubro, para promover o perfume. Mas multidões de fãs britânicos comentam no Twitter que não vão comprá-lo, porque temem que cheire, literalmente, a m****", lê-se no jornal.

Isto porque, num dos anúncios do perfume, Gaga surge coberta de gemas de ovo e alcatrão. A música que acompanha as imagens é o seu tema Scheiße, que quer dizer "m****" em alemão.


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Revista proibida de publicar capa com imagem polémica do Papa

Revista proibida de publicar capa com imagem polémica do Papa

Revistas já colocadas à venda não serão recolhidas

A revista alemã "Titanic" foi proibida, por decisão do Tribunal de Hamburgo, de publicar na capa e na internet uma montagem fotográfica do Papa Bento XVI com uma grande mancha amarela na sotaina branca.

A justiça alemã deferiu, assim, a providência cautelar apresentada pelo Vaticano, que se mostrou chocado com a forma como o Papa foi retratado na revista satírica, sob o título "Halleluja im Vatikan Undichte Stelle gefunden" (Aleluia no Vaticano - Encontrada mais Uma Rutura).

Trata-se de uma alusão ao recente escândalo de furto de documentos secretos na Santa Sé publicados na imprensa e batizado com o nome de "Vatileaks", que conduziu à detenção do camareiro do Papa.

Na contracapa da mesma edição, Bento XVI surgia de costas, igualmente com uma mancha escura na sotaina, a sugerir igualmente, tal como na capa, que o Papa sofre de incontinência urinária, sob o título "Noch eine Undichte Stelle Gefunden" (Encontrada mais Uma Rutura).

Os exemplares da "Titanic" que já foram enviados às distribuidoras não terão, no entanto, de ser retirados do mercado, precisou o porta-voz do tribunal.

O porta-voz da Conferência Episcopal Alemã, Matthias Kopp, afirmou que a "Titanic" "violou os direitos de personalidade do Papa e ultrapassou todos os limites do que é admissível", congratulando-se com a decisão judicial.

Por seu turno, o chefe de redação da revista, Leo Fischer, anunciou que a "Titanic" vai recorrer da sentença.

"Bento XVI entendeu-nos mal, a capa da nossa revista mostra um Papa que festejou efusivamente a descoberta de um espião no Vaticano e entornou um copo de limonada na sotaina", disse o jornalista alemão, lembrando que o Papa é conhecido por gostar de beber o refrigerante Fanta.

Fischer disse ainda esperar que tudo possa ser esclarecido em conversa com o Papa, anunciando que os responsáveis da "Titanic" se recusaram a assinar a ordem do tribunal.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Alternate History: "No atom-bomb"

Coisas que precisa de saber antes de comprar português


Dezenas de empresas promovem-se como portuguesas. E há dezenas de campanhas a apelar à "compra do que é nosso". O que é "nosso", mesmo "nosso"? Acorde. Indigne-se. Mexa-se.

domingo, 22 de abril de 2012

Faça sua máscara e seja você também um Anonymous! (Contra a corrupção)



A Mascara do Anonymous representa o rosto de Guy Fawkes, soldado inglês que teve participação na “Conspiração da Pólvora” (Gunpowder Plot) na qual se pretendia assassinar o rei protestante Jaime I da Inglaterra e todos os membros do parlamento durante uma sessão em 1605, objetivando o início de um levante católico. Guy Fawkes era o responsável por guardar os barris de pólvora que seriam utilizados para explodir o Parlamento do Reino Unido durante a sessão. Porém a conspiração foi desarmada e após o seu interrogatório e tortura, São Guy Fawkes foi executado na forca por traição e tentativa de assassinato.

Essa trama foi adaptada para Hollywood com o filme “V de Vingança” sendo que o personagem principal utilizava a todo o momento uma máscara para lutar contra o sistema. Esse filme conquistou uma legião de fãns,

Anonymous utiliza a simbologia deste filme e utiliza a máscara para simbolizar a causa do Anonymous que é contra a corrupção.

Se você também é contra a corrupção, utilize também uma mascara Guy Fawkes em qualquer evento cívico.

Ela pode ser comprada em lojas ou você pode fazer uma máscara de papel utilizando apenas duas folhas.






segunda-feira, 9 de abril de 2012

insurance.aes256: O arquivo do 'apocalipse virtual' foi detectado?


O que guarda o insurance? Piada, realidade ou a chave do Armagedom cibernético? 

Na aparente sede do mundo ufológico por mais informações sobre os cables que o polémico WikiLeaks 

daria a conhecer, até o momento nada há de útil no âmbito em questão, além de mera citação no jornal norueguês AftenPosten e algumas outras que nada trouxeram de novidades. Ou, ao menos, não havia.

Logo depois da recente notícia de hackeamento do site da Força Aérea Argentina (FAA), com aparente denúncia de queda de UFO na província de Mendoza em janeiro de 1985, acaba de surgir algo inusitado e, definitivamente, possível grande valor.

Conforme diversas matérias sobre Julian Paul Assange, editor-chefe e homem forte do site de vazamentos Wikileaks, o mesmo possuiria uma espécie de "seguro de vida virtual", um arquivo repleto de documentos sigilosos e comprometedores ao extremo, que garantiria sua integridade física de possíveis represálias.

O investigador peruano Marco Barraza, através de fontes ligadas aos sete parceiros de mídia de Assange - The New York Times, The Guardian, El País, Le Monde, revista Der Spiegel, Folha de São Paulo e O Globo possuem acesso exclusivo ao material, repassando depois para a mídia mundial - revelou o arquivo intitulado insurance.aes256.

Possuindo tamanho de 1.39 GB e circulando pelas redes P2P, até o momento não pôde ser aberto e lido, já que se trata de arquivo criptografado e várias vezes encriptado, cuja chave secreta, segundo Barraza, "só viria à público no caso de Julian Assange sofrer algo mais grave".

"insurance.aes256 hoje é o delírio dos hackers que buscam de toda forma romper os códigos de acesso e adentrar ao conteúdo", disse Barraza. "Algumas pessoas teriam verificado que aparenta estar em formato PDF, mas um PDF em 1.39 GB?", questionou o invetigador.

Seria esta uma das cartas na manga de Assange? Barraza acredita que sim e refere-se ao insurance [Seguro, em inglês] como um arquivo conhecido por "espelho", que enquanto mostra um lado, estaria correndo outro, ao mesmo tempo e de maneira oculta no computador, armazenando datas e se valendo de nossos IP's para serem utilizados como servidores conjuntos (similar ao programa ARES para compartilhar música).

"Não poderá ler, mas estará correndo em seu PC como no de milhares de outros. Quem se anima a baixá-lo?", ironizou ele. "Se você é daqueles acomodados que esperam sempre por tudo em mãos, tudo bem, está numa posição muito cômoda e fácil, mas saiba que pode ajudar de verdade", discorreu.

Para descarregar o insurance.aes256, basta clicar aqui, ou caso tenha o utorrent ou bittorrent, clique Aqui.

Não pergunte o que pode fazer o Fenómeno UFO por ti, questione o que pode fazer tu pelo Fenómeno UFO. Pesquise", completou.

Estaremos permanentemente atentos sobre o desenrolar deste suposto "mega-cable". Tomara contenha realmente assuntos de interesse à Comunidade Ufológica. Alguns integrantes da Equipa UFO baixaram o insurance, mas de facto, a partir de certo ponto, são necessárias chaves, códigos e senhas, indisponíveis.


segunda-feira, 19 de março de 2012

PJ faz busca na casa do criador do TugaLeaks


























O responsável pelo site TugaLeaks foi inquirido em casa por quatro inspetores da Polícia Judiciária (PJ). Rui Cruz diz ter sido constituído arguido

A operação policial teve lugar na manhã de 8 de março, mas só agora foi divulgada na página pessoal de Rui Cruz. O jovem informático que criou o TugaLeaks com o objetivo de dar a conhecer matérias que alegadamente não são difundidas nos meios de comunicação social revela que o inquérito demorou quatro horas, tendo os quatro agentes policiais procedido à busca de provas dentro da sua residência.

No texto que publicou na Internet, Rui Cruz reitera não ter feito nada de ilegal. E deixa um repto à comunidade virtual: «Se o tema te interessa, comenta – pode ser até que me possas indicar o “crime” que alegadamente cometi, porque os factos todos nem eu os sei como arguido – e partilha este texto nas redes sociais».

A Exame Informática contactou Rui Cruz, mas o criador do TugaLeaks invocou o segredo de justiça para não fornecer detalhes sobre os motivos levaram a PJ a constituí-lo arguido.

Inspirado pelo portal WikiLeaks, TugaLeaks tornou-se, no final de 2011, num dos portais de referência no que toca à divulgação de atividades e ataques levados a cabo por grupos de hackers como os Anonymous e os LulzSec contra empresas e instituições nacionais.


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