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sexta-feira, 23 de março de 2012

Vídeos mostram carga policial sobre manifestantes e agressão a jornalista

Vídeos colocados no Youtube mostram o início da carga policial sobre os manifestantes, quinta-feira, em Lisboa. Num dos filmes, é visível a agressão à jornalista da AFP, aparentemente já depois da primeira carga policial.

Em dois dos vídeos consegue ver-se um manifestante aparentemente a lançar uma chávena na direção de alguns elementos da polícia. Os manifestantes gritam palavras de ordem, com insultos à mistura, frente aos agentes que bloqueiam uma rua, quando aparece a polícia de intervenção, vinda de outra artéria, e carrega sobre os manifestantes.


Um outro vídeo mostra a mesma carga policial, vista de um ângulo ligeiramente diferente.


As imagens captadas por outro utilizador indiciam que a agressão à jornalista da AFP, Patrícia de Melo Morereira, ocorreu já depois da primeira carga policial. Do local de onde é filmado, vê-se o que parece ser a esplanada onde tudo começou, com as pessoas já a jusante do local.


Num outro vídeo, dois polícias agridem uma senhora, que aparentemente só ia a passar. Um afasta-a de forma vigorosa e outro empurra-a com violência para o chão.


fonte: JN

segunda-feira, 19 de março de 2012

PJ faz busca na casa do criador do TugaLeaks


























O responsável pelo site TugaLeaks foi inquirido em casa por quatro inspetores da Polícia Judiciária (PJ). Rui Cruz diz ter sido constituído arguido

A operação policial teve lugar na manhã de 8 de março, mas só agora foi divulgada na página pessoal de Rui Cruz. O jovem informático que criou o TugaLeaks com o objetivo de dar a conhecer matérias que alegadamente não são difundidas nos meios de comunicação social revela que o inquérito demorou quatro horas, tendo os quatro agentes policiais procedido à busca de provas dentro da sua residência.

No texto que publicou na Internet, Rui Cruz reitera não ter feito nada de ilegal. E deixa um repto à comunidade virtual: «Se o tema te interessa, comenta – pode ser até que me possas indicar o “crime” que alegadamente cometi, porque os factos todos nem eu os sei como arguido – e partilha este texto nas redes sociais».

A Exame Informática contactou Rui Cruz, mas o criador do TugaLeaks invocou o segredo de justiça para não fornecer detalhes sobre os motivos levaram a PJ a constituí-lo arguido.

Inspirado pelo portal WikiLeaks, TugaLeaks tornou-se, no final de 2011, num dos portais de referência no que toca à divulgação de atividades e ataques levados a cabo por grupos de hackers como os Anonymous e os LulzSec contra empresas e instituições nacionais.


terça-feira, 13 de março de 2012

Repórteres Sem Fronteiras criticam EUA e Europa por restrições de acesso à Internet























Protestos em Lisboa contra o ACTA, um acordo internacional criticado pela organização 

Por entre as críticas aos habituais “inimigos da Internet” – China, Cuba, Irão –, surgem no relatório deste ano dos Repórteres Sem Fronteiras acusações aos EUA e à Europa pelas medidas cibersegurança e protecção de direitos de autor. 

“Alguns países democráticos estão longe de não ter culpas”, aponta a organização, argumentando que “a livre circulação de notícias e informação online muitas vezes perde para a segurança interna, para a guerra ao terrorismo e ao cibercrime e até para a protecção de propriedade intelectual”.

Os Repórteres Sem Fronteiras indicam o que consideram ser vários casos preocupantes. Lembram, por exemplo, os motins em Londres, que levaram a canadiana Research In Motion, fabricante dos BlackBerry (cujo sistema de mensagens foi usado para convocar distúrbios), a entregar à polícia, “sem ordem prévia de um tribunal”, dados pessoais de alguns utilizadores.

O relatório condena também as propostas de lei americana SOPA e PIPA (destinadas a combater as infracções de propriedade intelectual), que “sacrificavam a liberdade da Internet em favor da protecção dos direitos de autor”. E diz ainda ter de ser “mantida a vigilância” sobre o polémico ACTA, um acordo internacional anti-contrafacção, estabelecido entre vários países e que ainda não foi ratificado nos estados-membros da União Europeia.

O documento critica ainda legislação aprovada no Canadá destinada ao combate à pedofilia online e que, para os Repórteres Sem Fronteiras, é “repressiva”; observa que a Índia aumentou as medidas de vigilância da informação online na sequência dos ataques a Bombaim (e colocou o país na lista dos “sob vigilância”); e aponta o dedo à França, nomeadamente pela Lei Hadopi, que estabelece um sistema progressivo de avisos antes de encaminhar para tribunal quem partilha ficheiros ilegalmente.

Os inimigos do costume

No rol de países “inimigos da Internet”, os Repórteres Sem Fronteiras mantêm Burma, China, Cuba, Irão, Coreia do Norte, Arábia Saudita, Síria, Turquemenistão, Uzebequistão e Vietname, todos presença habitual neste género de listas. A estes, juntam-se agora o Bahrain e a Bielorrússia. 

Estes países “combinam frequentemente filtros drásticos de conteúdos com restrições de acesso, vigilância de ciberdissidentes e propaganda online”. O Irão e a China são destacados por terem “reforçado a sua capacidade técnica em 2011” e, no caso da China, também por ter aumentado a pressão para que as empresas privadas colaborem na cibervigilância do Governo.

Da lista de países sob vigilância saíram a Líbia, devido à queda do regime de Khadafi, e a Venezuela – aqui, porém, a organização nota que a relação entre o Governo e os media críticos do executivo é “tensa”.

fonte: Público

domingo, 11 de março de 2012

Pirâmide de 13 andares na nota de 500 euros

A nota de 500 euros é uma daquelas que poucos portugueses têm a oportunidade de ver no dia-a-dia. É superior ao ordenado mínimo nacional e, segundo alguns, encerra um segredo maçónico: reproduz uma pirâmide de 13 andares!

Saiba como:



quarta-feira, 7 de março de 2012

"Anonymous" bloqueou site do Vaticano
























A página eletrónica do Vaticano foi bloqueada por ativistas do "Anonymous". O grupo de piratas informáticos (hackers) justifica a ação alegando que se trata de um castigo contra a "corrupção" da Igreja Católica. 

"Hoje (quarta-feira) o Anonymous decidiu bloquear a vossa web em resposta às doutrinas, às liturgias e a outros preceitos absurdos e anacrónicos que a vossa organização propaga e difunde ao mundo inteiro com o objetivo do lucro", lê-se em anonnews.blogspot.com, o blogue oficial de Anonymous.

O grupo alega que o bloqueio foi justificado pelos "numerosos" pecados que atribui à Igreja Católica: desde "ter negado teorias consideradas universalmente válidas ou plausíveis" até ser responsável "por ter reduzido à escravatura povoações inteiras, usando como pretexto a vossa missão evangelizadora", passando por ter lançado à fogueira livros de imenso valor literário e histórico ou "ter ajudado criminais nazis a encontrar refúgio em outros países e ter, assim, fugido à justiça internacional".

«Vocês têm imóveis e atividades comerciais no valor de bilhões de euros, sobre os quais têm fortes isenções fiscais», acusam os hackers, criticando também a tolerância do Estado italiano.

O grupo não deixa de citar os muitos casos de pedofilia que recentemente abalaram a Igreja Católica e a "ingerência" na vida social e pública, nomeadamente ao ser contra a utilização do preservativo e o aborto clínico. "Sois uns retrógrados, um dos últimos baluartes de uma época que, felizmente, passou e que está destinada a não se repetir", concluem.

O Vaticano reconheceu os ataques ao seu site (www.vatican.va) e informou que o problema está em vias de ser solucionado.

fonte: JN

Descoberta forma de fazer escutas em smartphones encriptados

























Os processadores utilizados nos smartphones podem estar a emitir sinais de rádio que podem ser captados e usados para revelar informação sensível, mesmo que esteja encriptada.

Os sinais são emitidos pelos processadores de smartphones, tablets ou equipamentos como o iPod Touch. Na conferência RSA, Gary Kenworthy, da Cryptography Research, conseguiu captar o padrão de sinais que estavam a ser emitidos por um iPod Touch com uma antena e um software de computador. O padrão detectado, explicou Kenworthy, revela a chave de encriptação usada por uma app e pode ser decifrada para espiar comunicações.

De acordo com notícia da Technology Review, que cita vários engenheiros presentes na conferência, todos os aparelhos com processador emitem estes sinais quando estão ativos. Este sinal pode ser sempre captado por alguém mal intencionado, que pode acabar por decifrar as chaves de encriptação usadas e conseguir espiar as comunicações de qualquer utilizador.

No caso do iPod Touch, o “espião” poderia estar a 300 metros da vítima e conseguir igualmente captar as comunicações. Há equipamentos que poderiam exigir que o atacante estivesse mais próximo e, neste caso, poderiam ser utilizados chips NFC (de Near Field Technology) adulterados para se conseguir ter acesso aos dados.

Esta falha já foi apresentada aos fabricantes e, segundo Kenworthy, os investigadores estão a trabalhar com uma marca de tablets e smartphones, para corrigir esta falha.


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