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sábado, 13 de maio de 2017

Wikileaks oferece 100 mil dólares por eventuais gravações de conversas entre Trump e Comey


O WikiLeaks anunciou estar disponível para pagar 100 mil dólares (91,4 mil euros) por eventuais gravações de conversas entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ex-diretor do FBI James Comey, despedido na terça-feira.

A possibilidade de existirem gravações das conversas foi insinuada na sexta-feira pelo próprio Donald Trump que, numa série de 'tweets', afirmou que seria melhor James Comey torcer para que não haja "cassetes" das conversas antes de começar a fazer revelações aos 'media'.

Fontes próximas de James Comey, citadas pela cadeia televisiva CNN, garantiram que o ex-diretor do FBI "não está inquietado" com a ameaça de Donald Trump, indicando que, "se houver alguma cassete, não há nada que o preocupe" relativamente ao conteúdo.

Com a dúvida instalada sobre a existência de gravações, o WikiLeaks anunciou, através do Twitter, oferecer 100 mil dólares (91,4 mil euros) por elas.

Trump despediu Comey na terça-feira sob o argumento de que geriu mal a investigação contra Hillary Clinton pelo uso de contas privadas de correio eletrónico quando era secretária de Estado em comunicações com informação classificada como confidencial.

Não obstante, o despedimento gerou uma grande controvérsia, dado que Comey liderava a investigação às alegadas relações entre a equipa de campanha eleitoral de Donald Trump e o Governo da Rússia.

Na quinta-feira, numa entrevista à televisão NBC, Trump afirmou sempre ter tido a intenção de despedir o diretor do FBI, o qual descreveu como "um gabarola, um fanfarrão".

A decisão do Presidente dos Estados Unidos de demitir o chefe do FBI suscitou uma onda de indignação particularmente entre os representantes do Partido Democrata e colunistas de opinião na imprensa norte-americana.

O Partido Democrata chegou mesmo a comparar o episódio à tentativa de encobrimento feita pelo Presidente Richard Nixon no caso Watergate.

Segundo escreveu, na sexta-feira, o jornal New York Times, Donald Trump exigiu ao ex-diretor do FBI James Comey "lealdade" quando chegou à Casa Branca, mas este apenas lhe ofereceu "honestidade", o que ter-lhe-á custado o cargo.

Essa conversa teve lugar durante um jantar privado uma semana depois da tomada de posse, em 20 de janeiro, de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos, segundo explicou James Comey a alguns colegas seus que falaram ao jornal norte-americano sob a condição de anonimato, após o despedimento.

Segundo essas fontes, num determinado momento da conversa, depois de se gabar da sua vitória nas eleições e das "multidões" que juntava nos seus comícios, Trump pediu a Comey que lhe "jurasse lealdade", o que Comey negou, prometendo-lhe, em vez disso, que seria sempre "honesto" com ele, embora insistindo que não seria "de fiar" no sentido político do termo.

Insatisfeito com a resposta, Trump instou-o mais duas vezes a jurar-lhe lealdade, mas Comey não cedeu, sempre de acordo com a versão do ex-diretor do FBI relatada por colegas ao New York Times.

Comey acredita agora que esse jantar foi "um presságio da sua queda", segundo o jornal nova-iorquino.

Sarah Huckabee Sanders, uma porta-voz da Casa Branca, disse ao diário que a versão do ex-diretor do FBI não é um "relato preciso" do que sucedeu no referido jantar e que o Presidente dos Estados Unidos nunca lhe exigiria "lealdade pessoal", mas sim lealdade ao povo e à pátria.

O despedimento do diretor do FBI - algo que só tinha acontecido uma vez na história dos Estados Unidos - teve lugar um dia antes de Donald Trump receber na Casa Branca o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov.


quarta-feira, 10 de maio de 2017

Há um cheiro a Watergate em Washington, 45 anos depois



Tal como Nixon, Trump afastou o responsável por uma investigação de que é alvo. Em Washington, vem à memória o escândalo do Watergate, que não acabou bem para o Presidente dos EUA.

O director do FBI James B. Comey estava numa reunião em Los Angeles quando uma televisão na sala transmitiu a notícia de que tinha sido despedido esta terça-feira pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Comey, que cumpria o terceiro de dez anos de mandato, soltou uma gargalhada e pensou tratar-se de uma partida. Mas de imediato, membros do seu staff aproximaram-se e pediram a Comey que os acompanhasse a uma sala ao lado, segundo conta o New York Times esta quarta-feira. Instantes depois, o até ontem director do FBI recebia a confirmação do seu despedimento.

A aparente incredulidade de Comey perante a notícia da sua demissão sublinha a surpresa que com que a decisão de Trump foi unanimemente recebida. Oficialmente, e de acordo com cartas prontamente divulgadas pela Casa Branca, o Presidente dos EUA despediu o director do FBI após uma recomendação do procurador-geral Jeff Sessions. O motivo apontado é uma suposta quebra de confiança em Comey pela forma como este geriu a investigação aos e-mails da candidata presidencial democrata Hillary Clinton (primeiro afirmou que a antiga secretária de Estado não deveria ser acusada de crime algum, depois incendiou a campanha eleitoral ao anunciar a reabertura do processo, a 11 dias da votação). No entanto, Trump beneficiou eleitoralmente da polémica gestão desse dossiê, que lesou a imagem da adversária, tendo até elogiado Comey, publicamente e por diversas vezes, pela condução do processo. “O que ele fez recuperou a sua reputação”, elogiava Trump à data. (Na semana passada, Comey defendeu no Senado a decisão de reabrir a investigação ao caso dos e-mails.)

Em Washington, no Congresso e nos jornais, as atenções viram-se antes para outro caso: a investigação do FBI à interferência russa nas eleições de Novembro, onde o cerco a Trump e aos seus associados continua a apertar. Terá o Presidente dos EUA recorrido a uma 'bomba atómica' para travar um processo cada vez mais incómodo?

As declarações públicas do chefe de Estado não ajudam à sua defesa. O despedimento do director do FBI surge um dia depois de Trump ter afirmado que o caso russo não passa de uma “conspiração” e ter questionado quando é que a suposta “charada paga pelos impostos dos contribuintes [iria] parar”. Mas nem é necessário recorrer, uma vez mais, ao Twitter de Trump. Basta ler a carta que o Presidente enviou a Comey na terça-feira, em que este anuncia a sua decisão: “Apesar de agradecer que me tenha informado, em três ocasiões distintas, que não estou sob investigação, não deixo de concordar com a avaliação do Departamento de Justiça de que não está não está apto para liderar de forma eficaz”. A investigação referida é a da interferência russa no processo eleitoral, e sobre o caso dos e-mails de Hillary não há qualquer menção na missiva.

É difícil encontrar precedentes para o que aconteceu ontem em Washingon. Em 1993, Bill Clinton também despediu um director do FBI, William Sessions, mas em causa estava um escândalo de uso indevido de fundos públicos por parte do responsável da agência federal de investigação. 

Há, no entanto, outro caso que é recordado insistentemente desde a noite de terça-feira: o Watergate, que levou à primeira e única demissão de um Presidente norte-americano. A 20 de Outubro de 1973, Richard Nixon afastou Archibald Cox - não o director do FBI (o fact-check é sublinhado pela Biblioteca e Museu Presidencial Nixon), mas antes o procurador especial que conduzia a investigação ao envolvimento do Presidente republicano no assalto aos escritórios do Partido Democrata, e à tentativa de o encobrir. Em todo o caso, estabelece-se o paralelo entre dois Presidentes que tentam travar processos incómodos de que são alvo.


Mas mais importantes do que as referências nas redes sociais, onde o termo "nixonian" viralizou, são as declarações de altos responsáveis democratas e republicanos. 

Mesmo entre colaboradores próximos de Trump surgem referências ao Watergate. "Dick Nixon está a sorrir algures", tweetou Roger Stone, o homem que prepara dossiês para os republicanos sobre os 'esqueletos no armário' dos adversários eleitorais democratas. Ainda no campo republicano, mas na facção crítica de Trump, o antigo candidato presidencial John McCain afirma que "o timing do despedimento [de Comey] é profundamente preocupante". 

"Estou preocupado com o timing e a justificação da demissão do director Comey", declarou ainda o senador republicano Richard Burr, presidente da comissão do Senado para os serviços secretos, que considera o afastamento do director "uma perda para o FBI e para a nação".

É contudo do campo democrata que, sem surpresa, surgem as críticas mais veementes. Para o senador Bernie Sanders, adversário de Hillary nas primárias de 2016, a decisão de despedir o director do FBI neste momento “levanta sérias questões sobre o que está a Administração [Trump] a esconder”. O democrata considera "claro" que o nome que será escolhido por Trump e confirmado pelo Senado "não irá conseguir conduzir objectivamente a investigação à Rússia".

"O despedimento de Comey mostra o quanto a Administração Trump está assustada com a investigação da Rússia", disse por seu turno o senador democrata Tim Kaine, candidato a vice-Presidente em 2016.

Fala-se mesmo em "crise constitucional", como referiu o senador democrata Richard Blumenthal. Ron Wyden, senador do Oregon e outro membro da comissão do Senado para os serviços secretos, já veio exigir uma audição pública sobre o estado da investigação às ligações entre Rússia e Trump à data em que Comey foi despedido.

De Moscovo também surgem críticas. Não do Kremlin, mas de Edward Snowden, o antigo agente da NSA que fugiu dos EUA e revelou a dimensão global da máquina de espionagem electrónica de Washington. O dissidente lembra que Comey tentou, "durante anos", coloca-lo na prisão, mas que ainda assim é contra o seu despedimento. “Se eu me consigo opor ao seu despedimento, vocês também [conseguem]”, argumenta. Noutra mensagem, Snowden afirma que "todos os norte-americanos devem condenar esta interferência política no trabalho da agência".

Entretanto, Trump tem marcado para as 15h30 (hora de Lisboa) desta terça-feira um encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, na Casa Branca.

No editorial desta quarta-feira, e seguindo os apelos de vários senadores como os democratas Chuck Schumer e Blumenthal, o New York Times apela a uma “investigação minunciosa e imparcial à interferência da Rússia nas eleições presidenciais de 2016 em nome de Donald Trump”, em nome da “credibilidade da mais velha democracia do mundo”, agora conduzida por um procurador especial. O diário de referência nova-iorquino também não crê na justificação avançada pela Casa Branca: “Comey merece todas as críticas pela forma como conduziu a investigação [aos e-mails de Hillary], mas essa não é, certamente, a razão pela qual Trump o despediu”.

Por agora, Trump e os seus apoiantes recorrem precisamente às críticas democratas a Comey, e à forma como este conduziu a investigação a Hillary, para justificar o afastamento do director do FBI.

fonte: Público

quinta-feira, 4 de junho de 2015

FBI está a usar aviões para espiar americanos


Segundo a Associated Press, o FBI está a usar uma frota de pequenos aviões capazes de voar a baixas altitudes, com tecnologia de vigilância. A operação decorre com recurso a várias empresas fictícias

Fontes das autoridades norte-americanas confirmaram, pela primeira vez, o uso de aviões com equipamento de vigilância. Em 30 dias, o FBI vigiou mais de 30 cidades em 11 estados, segundo a Associated Press.

"O programa de aviação do FBI não é secreto", reagiu o porta-voz Christopher Allen, em comunicado. "Aviões específicos e as suas capacidades são protegidos por razões de segurança operacional", acrescentou, sublinhando que os aparelhos "não foram equipados, concebidos ou usados para vigilância de massas",

De acordo com a agência noticiosa, por detrás dos aviões estão, pelo menos, 13 empresas falsas, como a FVX Research, a KQM Aviation, a NBR Aviation e a PXW Services, mas as fontes do FBI pediram que não fossem revelados os nomes das companhias, sob pena de sobrecarregar os contribuintes com o custo de criar novas empresas fictícias para encobrir o envolvimento do Governo e de colocar em risco os próprios aviões. A AP, no entanto, recusou o pedido, alegando que os nomes estão listados em documentos públicos e bases de dados governamentais.

Alguns dos aviões podem também ter tecnologia capaz de identificar milhares de pessoas através dos seus telemóveis, mesmo que não estejam a fazer a uma chamada e mesmo sem estarem em público. 

A AP identificou pelo menos 50 aparelhos e mais de 100 voos desde o final de abril, tanto em grandes cidades como em zonas rurais.

Ainda segundo a agência, o secretismo em torno deste programa de vigilância é de tal ordem que os procuradores são encorajados a desistirem dos casos em vez de revelarem abertamente o uso da tecnologia para a obtenção de provas.

fonte: Visão

segunda-feira, 1 de junho de 2015

NSA quer identificar pessoas através dos toques nos ecrãs de telemóveis



O swipe é uma popular forma de desbloqueio do smartphone. A NSA tem em marcha o desenvolvimento de tecnologias que permitam associar cada gesto a um utilizador.

A NSA está a colaborar com a Lockheed IT and Security Solutions para desenvolver uma tecnologia de reconhecimento de gestos, como o swipe ou a escrita no ecrã tátil. A agência de espionagem pretende que este método seja usado para identificar os utilizadores, noticia o Hacker News.

O desenvolvimento da tecnologia foi confirmado por executivos da Lockheed que adiantaram o nome de código do projeto, Mandrake. «Ninguém tem o mesmo toque. É possível forjar a escrita de uma pessoa em duas dimensões, mas não é possível fazê-lo em três ou quatro dimensões», disse John Mears.

A terceira dimensão é a pressão exercida sobre o ecrã e a quarta dimensão é o tempo. Será difícil, se não impossível, forjar o swipe de um utilizador, se estas quatro dimensões estiverem a ser analisadas.

Mears explica que a tecnologia está pronta a ser colocada no mercado e que até pode já estar a ser usada pela NSA como parte do programa de vigilância e de recolha de dados.

Ainda não há confirmações oficiais por parte da NSA ou de agências como o FBI sobre se este tipo de tecnologias já existe e se está a ser usado na vida real.

fonte: EI

sábado, 11 de fevereiro de 2012

FBI divulga ficheiro secreto sobre Steve Jobs


O co-fundador da Apple, Steve Jobs, era um “indivíduo enganador” mas ao mesmo tempo tinha “um grande carácter moral e integridade”, segundo consta nos ficheiros da polícia norte-americana FBI, agora divulgados, sobre o ícone da tecnologia. 

O ficheiro foi compilado pelo FBI quando o nome de Steve Jobs estava em cima da mesa para assumir o cargo no conselho de exportação do presidente dos Estados Unidos, George Bush.

No documento, Steve Jobs é retratado como um pai negligente que “distorcia a verdade e a realidade de forma a alcançar os seus objectivos”. Mas de todas as entrevistas ninguém questionou as capacidades para Jobs fazer negócio.


O FBI entrevistou o co-fundador da Apple entre outras 29 pessoas que o conheciam. As investigações tiveram lugar nos anos 90, depois de Jobs ter sido despedido da marca da maçã e antes de regressar triunfantemente à empresa, segundo o The Guardian.

“Alguns indivíduos questionaram a honestidade do senhor Jobs. Também comentaram que, no passado, Jobs não apoiava a [censurado] e a sua filha; de qualquer forma, recentemente começou a apoiá-las”, pode-se ler nos documentos. Outra fonte caracterizou Jobs como um “indivíduo enganador que não é completamente franco e honesto”.

Um homem de contradições

Os ficheiros pintam um retrato de um homem complicado, cheio de contradições. Uma pessoa entrevistada pelo FBI, que se identifica como um prévio “bom amigo”de Jobs, disse que enquanto o chefe da Apple era “basicamente uma pessoa honesta e de confiança, ele é um indivíduo muito complexo e o seu carácter moral é suspeito”. Esta fonte também revelou que Jobs “afastou um grande número de pessoas na Apple como resultado da sua ambição”.

Outras duas testemunhas retrataram Jobs como tendo “muita força de vontade, teimoso, muito trabalhador e orientado, que são as razões pelas quais acreditam que ele é tão bem sucedido”. Ele foi um homem de “energia infatigável” e “visão” de acordo com outros entrevistados e iria dar “uma contribuição positiva a nível nacional”.

Outra fonte disse que Jobs “tem o que é necessário para assumir uma posição de alto nível político dentro do governo, o que na sua opinião, honestidade e integridade não são pré-requisitos para assumir uma posição destas”.

O homem que revolucionou o mundo da tecnologia também foi entrevistado pelo FBI, e disse que não usava drogas ilegais há cinco anos, tendo afirmado que tinha consumido marijuana, haxixe e LSD entre 1970 e 1974.

Jobs disse também que não era membro do partido comunista ou de qualquer organização que pretendesse derrubar o governo. As únicas organizações a que revelou pertencer eram o New York Athletic Club, um ginásio exclusivo de Manhattan, mas nunca tinha lá estado.

Ameaça de bomba

O documento contém também memorandos sobre uma ameaça de bomba que foi feita contra a Apple a 7 de Fevereiro de 1985, vários meses antes de Jobs ser despedido. “Um indivíduo do sexo masculino não identificado fez uma série de chamadas telefónicas para [censurado] da Apple […] e avisou que os “aparelhos” tinham sido colocados nas casas de vários indivíduos [censurado] e tem de ser pago um milhão de dólares”. 

O indivíduo disse que tinha deixado instruções sobre como desactivar as bombas debaixo de uma mesa “próxima de uma máquina de doces” no Hotel Hilton em São Francisco. Nenhumas bombas ou instruções foram encontradas.

Uma vida espartana 

De acordo com uma fonte, as inclinações religiosos de Jobs levaram-no a viver uma “vida mais espartana e por vezes uma existência monástica” que tinha “aparentemente influenciado a sua vida pessoal para melhor”.

Jobs viajou para a Índia nos anos 70 e ficou fascinado com o Budismo Zen, tendo praticado meditação até ao fim da sua vida. Uma fonte do FBI disse que Jobs “tinha alterado a sua filosofia ao participar à religião e misticismo oriental e/ou indiano. Esta mudança aparentemente influenciou a sua vida pessoal” de uma forma positiva.

O FBI pode revelar ficheiros pessoais após a morte de uma pessoa. Jobs morreu em Outubro depois de uma longa batalha contra uma forma rara de cancro.

A Apple é agora a empresa mais valiosa do mundo. Depois da morte de Jobs, os fãs dirigiram-se em massa às lojas Apple à volta do mundo, deixando “iAltares” ao seu herói.


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