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sábado, 28 de janeiro de 2012

Novo software vai prever movimentos sociais pela web




























Programa organiza informações relacionadas a consumo, mudanças em artigos da Wikipedia, conteúdos de blogs, mensagens de Twitter, entre outros indicadores

Se você e seus amigos estão tramando alguma ocupação ou, quem sabe, uma revolução contra o capitalismo num futuro próximo, saiba que uma máquina dentro de um laboratório nos Estados Unidos pode estar ciente de tudo. A organização sem fins lucrativos Open Source Indicators (Indicadores de Código Aberto) criou um software que filtra dados públicos na web para prever crises políticas e económicas, revoltas, migrações em massa e até epidemias. 

O programa organiza informações relacionadas a consumo, mudanças em artigos da Wikipedia, conteúdos de blogs, mensagens de Twitter, entre outros indicadores, para criar gráficos em tempo real que mostram os assuntos em voga. O sistema, então, separa os dados por categorias (como política, economia, meio ambiente) e cria projeções do que está por vir nessas áreas. 

O software ficará em teste nos próximos 3 anos, com financiamento da Iarpa, organização de pesquisa tecnológica do serviço de inteligência americano. Se, de facto, o programa funcionar, como garantir que não vire ferramenta de controle e manipulação? A porta-voz do projeto, Cherreka Montgomery, nega que isso venha a acontecer. “Estamos focados em criar alertas a favor da população, como informar pandemias e desastres naturais, e apenas com informações públicas. Não tratamos de indivíduos ou políticas específicas”, afirma. Será? Estamos de olho. E eles também. 


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O Lado Oculto do Facebook

Os perigos do Facebook

Soros alerta para confrontos nas ruas da América

























O empresário e multimilionário George Soros afirmou estarem próximos os confrontos nas ruas dos Estados Unidos e alertou para a possibilidade do colapso do sistema económico mundial.

Em entrevista à revista Newsweek, Soros, de 81 anos, afirmou que preferia sobreviver a ficar rico à medida que o mundo enfrenta um período "malévolo" e a Europa luta para evitar "cair no caos e no conflito".

O homem que apoiou o euro, comprou dois mil milhões de ações da Europa e insitiu que o clima económico é idêntico ao que se vivia na Grande Depressão de 1930, explicou que o euro tem de sobreviver porque a alternativa seria uma desintegração que nem a Europa nem o mundo suportaria.

O sobrevivente húngaro do Holocausto compara a atual crise económica ao colapso da União Siviética e diz que as pessoas não estão a perceber na totalidade o que se está a passar.

Em sua opinião, um colapso do euro poderá "reavivar os conflitos políticos que despedaçaram a Europa durante séculos" e aumentar o racismo.

fonte: DN

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Anonymous desencadearam "o maior ataque de sempre"























O encerramento do site de partilha de ficheiros Megaupload, ordenado pelo FBI, desencadeou a maior resposta de sempre, diz o grupo Anonymous: mais de 5600 pessoas estiveram na noite de quinta-feira para sexta envolvidos num ataque concertado a sites de entidades governamentais americanas e da indústria da música e do cinema. Um "bombardeamento" de pedidos de serviço que bloqueou sites como o do próprio FBI.

Os primeiros alvos foram o Departamento de Justiça norte-americano, bem como a RIAA e a MPAA, associações representativas das indústrias da música e do cinema, respectivamente.Justice.org, riaa.com e mpaa.org foram três dos sites que estavam, intermitentemente, em baixo, por volta da meia-noite (hora de Lisboa), tendo o grupo Anonymous reclamado a autoria dessas falhas através da conta no Twitter @YourAnonNews.

Por volta da 1h, também o site do FBI, responsável pela operação que levou ao encerramento do Megaupload, estava inacessível.

Segundo a conta de Twitter, trata-se de uma resposta "à altura" do grande golpe que o FBI norte-americano deu nesta quarta nos muitos utilizadores do site Megaupload, extremamente popular em todo o mundo, e que permitia a partilha de todo o tipo de ficheiros. É mesmo "o maior ataque de sempre", com o envolvimento de mais de 5600 pessoas.

"Tragam pipocas, vai ser uma noite longa de 'lulz'", escreveu o grupo no Twitter, quando eram 23 horas em Portugal continental, e usando uma expressão que é na Internet sinónima de "riso" e que foi em tempos adoptada pelo grupo de atacantes informáticos Lulzsec.

"O Governo fecha o Megaupload? Quinze minutos depois #Anonymous encerra sites governamentais e da indústria. Aguardem por nós", afirmou o grupo, em claro tom de retaliação, pouco tempo depois de ter sido noticiado o encerramento daquele popular site de partilha de ficheiros. 

Os Anonymous não são um grupo estruturado. Há um núcleo central de pessoas que normalmente incentiva os ataques, aos quais qualquer cibernauta se pode juntar, passando então a ser designado como Anonymous. Os vários ataques na história do movimento não são levados a cabo sempre pelas mesmas pessoas e o número de participantes varia.

Para tomar parte numa destas acções, basta usar um programa de computador que permite bombardear um site com múltiplos pedidos de acesso. Na sequência disso, o site torna-se lento a responder e pode ficar inacessível. Chamam-se ataques distribuídos de negação de serviço, são tão mais eficazes quanto mais pessoas participarem e não implicam perda ou roubo de dados.

O Departamento de Justiça dos EUA confirmou o problema, cerca de meia-noite, também através do Twitter: "O servidor do DOJ que aloja o justice.gov está a ter um aumento significativo de actividade, resultando numa degradação do serviço. O departamento está a trabalhar para que o site esteja disponível, enquanto investigamos as origens desta actividade, que está a ser tratada como um acto malicioso até que possamos identificar a identidade da causa da perturbação".

O FBI fechou na quarta-feira o Megaupload e deteve quatro suspeitos de infracções relacionadas com direitos de autor e lavagem de dinheiro. De acordo com uma nota emitida pelo Departamento de Justiça dos EUA, o Megaupload gerou de forma criminosa mais de 175 milhões de dólares (135 milhões de euros), “causando mais de 500 milhões em prejuízos para os detentores de direitos de autor”.

Os quatro suspeitos foram detidos na Nova Zelândia e o FBI suspeita ainda do envolvimento de três outras pessoas. A resposta, porém, não se fez esperar.

Estas movimentações acontecem numa altura em que nos Estados Unidos se discute a adopção de medidas legais para reforçar a protecção dos direitos de autor.

O encerramento do Megaupload também sucede um dia após o "apagão" que muitos sites de referência, como a Wikipedia em inglês, por exemplo, puseram em marcha, em protesto contra as propostas legislativas que estavam em cima da mesa no Senado e na Câmara dos Representantes – o Protect IP Act (PIPA) e o Stop Online Piracy Act (SOPA), respectivamente.Nos acontecimentos desta noite, o grupo Anonymous não deixou passar em claro essa disputa entre quem pretende apertar as regras através do SOPA e do PIPA e quem considera que essas propostas legislativas iriam muito para além da protecção dos direitos de autor.

"Megaupload foi apanhado sem o SOPA estar em vigor. Agora imaginem o que aconteceria se a lei passar. A Internet, tal como a conhecemos, acabará. Reajam!", vincou o grupo, acrescentando: "Não se pode censurar a Internet, não se pode intimar uma hashtag, não se pode deter uma ideia. Mas podem aguardar por nós."

Nos Estados Unidos, este dia 19 de Janeiro é Dia Nacional da Pipoca. Com uma nota de humor, o grupo assinala que ainda bem que assim é, porque "'A Internet contra-ataca' vai passar toda a noite".

fonte: Público

Megaupload, o site "ilegal" apoiado pelas maiores estrelas da música


Homepage do Megaupload quando o vídeo foi difundido 

O que levou o FBI a pedir o encerramento e a querer levar a tribunal, sob a acusação de partilha ilegal de ficheiros, o site Megaupload, utilizado e promovido publicamente por grandes nomes da música pop mundial como Kanye West, Snoop Dogg, Alicia Keys ou Will.i.am?

Antes de mais, tiremos do caminho as ligações entre alguns dos envolvidos nesta questão, que podem causar estupefacção aos mais desatentos: Alicia Keys, a multipremiada estrela do R&B e confessa utilizadora do Megaupload, é casada com Kasseem Dean – nada mais nada menos do que o famoso produtor de hip-hop conhecido como Swizz Beatz, responsável por êxitos de Beyoncé e Busta Rhymes, entre outros. O mais interessante nesta história é que, segundo uma notícia de quarta-feira do jornal norte-americano “New York Post”, Swizz Beat é o presidente executivo do Megaupload.

A acusação oficial contra o site de partilha de ficheiros não faz referência a qualquer Swizz Beat ou Kasseem Dean, mas não se conhece, até ao momento, nenhum desmentido à notícia do “Post” – o site da cadeia de televisão de música MTV escrevia na quarta-feira que o nome de Swizz Beat surgia mesmo na página de informação do Megaupload.

Vídeo de apoio provoca ira da Universal

A ligação entre todas aquelas estrelas da música pop e o Megaupload atingiu o seu ponto mais alto com a produção e publicação de um vídeo, no final do ano passado, em que uma série de personalidades da música e de outras áreas do espectáculo e do desporto norte-americanas elogiavam o serviço de partilha, ao som de uma canção com o refrão “M-E-G-A, upload to me today/ Send me a file/Make a upload”.

Entre as personalidades que dão a cara estão Kanye West, Alicia Keys, P. Diddy, Will.i.am, Snoop Dogg, Chris Brown ou Mary J. Blige, o que enfureceu a Universal Music Group (UMG), patroa de muitos destes artistas. 

A pressão da UMG foi tal que o YouTube retirou o vídeo do site, apesar de a Megaupload garantir que não usou nenhuma imagem ou música que não fosse sua. Apesar disso – e tal como é hábito neste tipo de situações –, é possível encontrar o vídeo no YouTube facilmente (basta pesquisar “Megaupload song”), porque os utilizadores costumam ser mais persistentes do que a monitorização feita pelo YouTube.

Para além das ligações contratuais com a Universal Music Group, alguns dos artistas que participaram no vídeo de promoção ao Megaupload têm trabalhado com outras empresas que já defenderam publicamente as propostas de lei Stop Online Piracy Act e Protect IP Act, que estão em discussão no Congresso dos Estados Unidos: por exemplo, Will.i.am, vocalista dos Black Eyed Peas, interpretou o papel do teletransportador "John Wraith" no filme “X-Men Origines: Wolverine”, produzido pela Marvel Entertainment, e já cantou em discos produzidos pela Warner Sunsent Records, uma subsidiária da Time Warner.

Megaupload: um império de sites de armazenamento e partilha

A empresa Megaupload foi fundada em 2005 e tem sede em Hong Kong. Ao longo destes sete anos de existência, tem expandido o serviço de armazenamento e partilha de ficheiros online com a criação de sites como o Megavideo, o Megalive, o Megapix, o Megabox e Cum.com, este último dedicado ao armazenamento de pornografia. Antes do encerramento do Megaupload, nas últimas horas, estavam também em desenvolvimento outros dois sites: o Megabackup e o Megamovie.

Através do principal site da empresa, o Megaupload.com, os utilizadores podiam enviar ficheiros de duas formas – até 200MB na versão gratuita para utilizadores registados e espaço ilimitado para os utilizadores que quisessem pagar.

Segundo a ferramenta de estatísticas DoubleClick Ad Planer, da Google, o Megaupload tinha 82 milhões de visitantes únicos e 440 milhões de visualizações em todo o mundo. Num relatório de Janeiro de 2011 da MarkMonitor – uma empresa a cujos serviços recorrem empresas como o Facebook, a Google e a Wikipedia –, o Megaupload surge como “um dos três maiores sites dedicados à pirataria digital”, juntamente com o Megavideo e o RapidShare. Em resposta, a Megaupload afirmou que “qualquer actividade que viole os termos de serviço ou a política de armazenamento não é tolerada e vamos até às últimas consequências para cumprir os pedidos legítimos de retirada de ficheiros ao abrigo do Digital Millennium Copyright Act”.

Encerramento provoca maior retaliação de sempre na Internet

O FBI mandou fechar esta quinta-feira o popular site de partilha de ficheiros e deteve quatro suspeitos de infracções relacionadas com direitos de autor e lavagem de dinheiro, entre os quais o seu fundador, o alemão Kim Schmitz.

De acordo com uma nota emitida pelo Departamento de Justiça dos EUA, o Megaupload gerou de forma criminosa mais de 175 milhões de dólares (135 milhões de euros), “causando mais de 500 milhões em prejuízos para os detentores de direitos de autor”.

O encerramento do site desencadeou a maior retaliação online de sempre, de acordo com o grupo Anonymous: mais de 5600 pessoas estiveram na noite de quinta-feira para sexta-feira envolvidos num ataque concertado a sites de entidades governamentais norte-americanas e da indústria da música e do cinema. Um "bombardeamento" de pedidos de serviço que bloqueou sites como o do próprio FBI.

fonte: Público

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

SOPA (Stop Online Piracy Act)


Para quem não esteja ao corrente dos eventos, os EUA estão a ponderar a aprovação de duas novas leis: 

Protect IP e SOPA (Stop Online Piracy Act). 

Destas, a mais famosa é a SOPA, provavelmente por ser mais radical que a sua “irmã”, apesar de serem ambas semelhantes.

Estas leis têm por objectivo dar às empresas, neste caso às indústrias do entretenimento, música, cinematográfica e afins, formas de proteger as suas propriedades intelectuais.

A ideia á permitir que as empresas reportem violações das suas propriedades intelectuais, tal como já o fazem hoje em dia, mas que tenham o poder de bloquear o DNS do site. 

Ou seja, um site, mesmo que esteja alojado fora dos EUA, e portanto salvaguardado a nível legal, fica inacessível nos EUA.

Imagine que uma adolescente coloca um vídeo no YouTube de si mesma, em que se ouve no fundo uma música. Pode ser considerado pirataria. De acordo com a lei, o Youtube pode ser então bloqueado. Sites que vivem de conteúdo gerado por utilizadores correm sério risco de censura. 

Facebook, Reddit, Vimeo, YouTube, Digg e muitos outros podem vir a sofrer consequências.

Mas isto só afecta americanos, porque nos devemos nós portugueses, tão longe de tudo isto, preocupar-nos?

Ora, se os sites correm risco de censura, é normal que se auto-censurem primeiro, para evitar serem bloqueados. 

Imagine-se as pesquisas no Google a serem filtradas antes de chegarem a nós.

O nosso irá desaparecer das buscas e milhões de outros sites. E talvez desapareçam.

A Internet terá um lado obscuro.

Várias entidades, muitas das quais de grande importância já mostraram as suas posições contra e a favor. 

Wikipedia, Google, Facebook, e muitos outros. 

Há mesmo quem considere criar uma rede alternativa, baseada em proxies para contornar o sistema.

Entretanto a Amazon, Google, eBay, AOL e Facebook terão chegado a um consenso para desligar os seus servidores dia 23 de Janeiro em protesto contra esta lei anti-pirataria da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos mas tudo não passa de rumores.

As empresas que se poderiam juntar a estes protestos são: 

AOL, eBay, Etsy, Facebook, Foursquare, Google, IAC, LinkedIn, Mozilla, OpenDNS, PayPal, Twitter, Wikimedia Foundation, Yahoo! e Zynga.

Esperemos que esta lei não passe porque se passar a Internet não vai ser a mesma.

Por uma Internet Livre !!!

fonte: OXE

domingo, 15 de janeiro de 2012

Vejam este filme: Margin Call


Num período de 24 horas, um banco de investimentos e os seus funcionários lutam contra o que se aproximava a todo o gás: a crise financeira.

Este filme retrata como ocorreu a crise financeira, como empresas venderam acções sem valor algum. Como os grandes administradores de empresas lucram milhões, com a miséria dos outros.

No mundo real é assim.

Procurem na net o filme. 


Patrões querem poder cortar salários até 20%


























Meia hora está morta. Empresas propõem agora redução dos custos salariais

Os patrões estão determinados a reduzir os custos laborais das empresas. Entre as medidas que apresentaram ao Governo e aos restantes parceiros para substituir o aumento de 30 minutos do horário de trabalho, estará uma redução até 20% do tempo de trabalho e um corte de salário proporcional, bem como uma alteração do regime de compensação de faltas.

A meia hora está morta. A proposta de aumento do tempo de trabalho não agrada a sindicatos, nem a patrões, e o Governo parece estar disposto a desistir dela. No entanto, essa medida - que tinha como objetivo reforçar a competitividade da economia durante o período de ajustamento - terá de ser compensada por um aprofundamento das reformas de legislação laboral. Segundo apurou o DN/Dinheiro Vivo, uma das alternativas apresentadas pelas confederações patronais envolve possibilidade de as empresas avançarem com reduções de horário de trabalho, que incluem cortes salariais proporcionais, que poderão chegar aos 20%.

fonte: DN

Símbolos maçónicos comprados com dinheiro público





























Quando estava no Governo, José Magalhães adquiriu para o seu gabinete, no Ministério da Justiça, colunas de estuque imitando um templo maçónico que custaram 7500 euros ao Estado

O "Correio da Manhã" escreve que o anterior secretário de Estado da justiça, José Magalhães, pagou com dinheiros públicos a compra de símbolos da maçonaria para decorar o seu gabinete no Ministério. O gabinete de José Magalhães, que integrou os dois governos de José Sócrates, estava decorado com duas colunas de estuque imitando as colunas de um tempo maçónico, fotografias de símbolos alusivos a esta obediência secreta e espelhos.

As colunas custaram ao Ministério da Justiça 7500 euros e as facturas foram emitidas sobre um conjunto de obras de remodelação feitas no gabinete de José Magalhães.

fonte: DN

domingo, 8 de janeiro de 2012

Maçons em fuga da Loja Mozart


Grande parte dos maçons que integravam a loja Mozart 49, e que têm sido referidos na imprensa, saíram nos últimos tempos para outras lojas da mesma obediência, a Grande Loja Legal de Portugal. Muitas das saídas devem-se à discordância com a forma de funcionamento da Mozart e aos casos de repercussão pública em que esta surgiu envolvida – apurou o SOL junto de fontes da instituição.

Neste momento, a loja resume-se aos 'irmãos' da Ongoing (liderados por Nuno Vasconcelos) e a alguns elementos ligados às 'secretas' – como Jorge Silva Carvalho, ex-director do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), e João Paulo Alfaro, ex-agente dos serviços secretos. Ambos passaram, entretanto, a trabalhar também na Ongoing.

A Mozart 49 conta ainda com o Coronel Francisco Rodrigues (director do departamento das secretas e ex-venerável da loja), Luís Montenegro (líder parlamentar do PSD), Francisco Martins (chefe de gabinete do secretário de Estado da Presidência, Marques Guedes) e Nuno Manalvo (ex-chefe de gabinete de Isaltino Morais na Câmara de Oeiras).

As saídas da Mozart – que caiu em desgraça por ser vista apenas como um local de tráfico de influência – têm sido muitas. Sebastião Herédia, por exemplo, cunhado de D. Duarte e que iniciou Nuno Vasconcelos na maçonaria, está agora na loja Abade Correia da Serra. Trata-se de uma loja mais recente para onde saiu também Luís Carrilho (comandante da Polícia em Timor), Armindo Monteiro (vice-presidente da CIP), o general Francisco José Cordeiro (da Indústria de Desmilitarização e Defesa) e Paulo Noguês, que a fundou.

fonte: Sol

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Loja Mozart, uma das mais influentes do país


Membros são tendencialmente de orientação política mais à direita

As ligações entre a política e a maçonaria foram colocadas em causa esta terça-feira pelas notícias dão conta da supressão de termos ligados à maçonaria «apagados» do relatório das secretas. O PSD já negou que tivesse apagado qualquer referência. A loja maçónica é a Mozart, uma das mais influentes do país. 

A loja Mozart é uma das mais poderosas da maçonaria portuguesa. Terá cerca de 70 membros, entre eles estão várias figuras ligadas ao presente e passado dos serviços de informações portugueses como Jorge Silva Carvalho, actualmente quadro na empresa Ongoing.

A loja Mozart 49 integra a chamada maçonaria regular. Está ligada à grande loja legal de Portugal, a segunda corrente maçónica com mais seguidores no país.

A ela pertencem dezenas de membros, tendencialmente de orientação política mais à direita e é considerada uma das mais poderosas e influentes do país.

A Mozart foi criada em 2006 por Paulo Noguês e António Neto da Silva, ex-deputado do PSD.

Dela fazem parte Jorge Silva Carvalho, ex-director do serviço de informações estratégicas da defesa, João Alfaro, outro homem que já esteve ligado ao serviço de informações 
Silva Carvalho e João Alfaro integram agora a Ongoing, de Nuno Vasconcellos, também ele membros da Mozart.

Luís Montenegro é outro dos nomes que marca presença na loja, uma presença que não desmentiu quando questionado pelos jornalistas hoje no Parlamento. Os restantes nomes são secretos, mas sabe-se que entre eles estarão mais políticos, juízes, empresários e jornalistas. 

Os rituais da Mozart são pouco conhecidos. Apesar das luzes da ribalta aquando do caso Silva Carvalho e da fuga de informações para a Ongoing, a loja é considerada discreta, tanto que não se faz representar nas sessões colectivas da grande loja legal de Portugal.

Os encontros dos seus membros decorrerão em locais variados como hotéis de Lisboa, um edifício do Bairro Alto ou a sede no bairro de Alvalade da própria grande loja legal.

fonte: TVI 24

Maçonaria: a loja de conveniência da democracia



























A Maçonaria já foi uma organização com valores democráticos. A Maçonaria já foi uma organização poderosa. Em diferentes graus, dependendo da loja em questão (há as mais tradicionais e rigorosas, e as dos 300, só mesmo para negócios), aconteceu-lhe o que aconteceu a muitas organizações históricas: foram-se os valores ficou o poder. Sendo secreta, esse poder não está sujeito ao escrutínio público. E isso é perigoso para a democracia.

A Maçonaria não é a única e nem sequer a com maior poder. Nos sectores conservadores temos a Opus Dei, onde se juntam fanáticos religiosos com uma comovente entrega espiritual ao vil metal. Nos sectores financeiros, e à escala global, temos organizações como a Bilderberg ou a Trilateral. Todas elas alimentam os espíritos que se apaixonam por teorias da conspiração. Nuns casos é paranoia, noutros nem por isso.

A verdade é esta: organizações secretas só o são, em democracia, porque nelas se trafica o que não se pode traficar à luz do dia. Raramente são ideias, porque essas, em sociedades livres, não precisam da obscuridade. Quase sempre são negócios, influências, empregos e poder. E se a coisa se passa na sombra torna-se tentador tornear a lei.

Devo dizer que, apesar de saber que acontece, tenho uma certa dificuldade em perceber porque procura, em democracia, uma pessoa honesta e livre a participação em organizações secretas. Imagino que seja a distinção de ser escolhido para um circulo restrito de "eleitos". Uma reminiscência da adolescência. Nunca devemos desprezar a importância de nos sentirmos importantes. E há tanta gente que se leva tão a sério... Já a razão porque carreiristas e traficantes se sentem bem neste tipo de organizações é bem mais fácil de compreender: mesmo que não tenham nascido para isso, elas são o lugar ideal para construir carreiras a medíocres e fazer negócios menos claros.

Mas a coisa fica bem mais grave quando percebemos que naqueles espaços se traficam, em segredo, os segredos do Estado. Ou seja, que estas organizações se apoderam, usando da sua obscuridade, de funções que a democracia reservou ao Estado. Ou que, como é o caso de Luís Montenegro, escondem incompatibilidades de funções.

Ficámos ontem a saber que o advogado e líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, pertence à loja Mozart, de que faz parte Jorge Silva Carvalho, o ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED). Montenegro é membro da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Liberdades e Garantias, que tem investigado as irregularidades no SIED, que envolvem Jorge Silva Carvalho. Ou seja, investigador e investigado são colegas de avental numa loja que tem sido envolvida no tráfico de informações das secretas.

Esperemos que a investigação vá até ao fim. E que fique clara uma regra: o secretismo da Maçonaria (ou de qualquer outra organização do género) não tem proteção constitucional. Luís Montenegro está, por isso, obrigado a confirmar se pertence à Loja Mozart e se nela mantém algum tipo de relação com Jorge Silva Carvalho. Se sim, deve explicar porque não o declarou, como motivo evidente de incompatibilidade para se envolver neste caso. Interessa também saber se usou o seu poder no Parlamento e no grupo parlamentar do PSD para que o relatório preliminar sobre a investigação ao SIED fosse alterado e dele saíssem as alusões à relação entre a Maçonaria e as secretas. Sabendo que mentir ao Parlamento em matéria de facto é, apesar de comum, grave. Num caso desta importância, é gravíssimo.


Líder parlamentar do PSD e quadros da Ongoing juntos em encontro maçónico























Cabeçalho do email com o convite



Loja Mozart 49 tentou organizar em Junho um jantar-debate com os "membros da nossa casa", entre eles Vasconcellos, Mora e Silva Carvalho. 

Luís Montenegro, líder parlamentar do PSD, foi convidado em Junho passado para participar num jantar debate sobre Portugal, "reservado" a "membros da nossa casa", a loja maçónica Mozart49, e com o objectivo de interagir "com o mundo profano". Na lista de convidados, a que o PÚBLICO teve acesso, estão sete altos quadros da Ongoing, entre eles o presidente e vice-presidente, Nuno Vasconcelos e Rafael Mora, respectivamente, Jorge Silva Carvalho, ex-director do SIED, João Paulo Alfaro, ex-espião, Agostinho Branquinho, ex-deputado do PSD, e ainda os ex-parlamentares Pedro Duarte, do PSD, e Humberto Pacheco, do PS. 

Em Junho, Nuno Manalvo, ex-chefe de gabinete de Isaltino Morais na Câmara de Oeiras, através de emails onde utiliza uma linguagem claramente identificada com a maçonaria, convidou cerca de 40 personalidades a estarem presentes num jantar, no quadro de um grupo de reflexão designado Acreditar em Portugal. A iniciativa, "criada no nosso seio", podia ler-se num dos emails, era "reservada a membros da casa". O jantar tinha como orador Joaquim Aguiar, do Grupo Mello, e seria moderado por António Saraiva, presidente da CIP, tendo sido agendado para 4 de Julho, um mês depois das legislativas. O local era o restaurante Tasca da Esquina, "do nosso confrade Vítor Sobral". 

Para além de Montenegro, que anteontem garantiu subscrever as críticas à maçonaria vertidas no relatório do PSD sobre as secretas (depois de o PÚBLICO ter noticiado que as referências à maçonaria foram apagadas) e que não esclareceu se pertence ou não à Mozart49, constam dos emails várias personalidades, muitas delas conectadas com a loja fundada por Paulo Noguês, do Instituto Luso-Árabe e da Associação Portugal-EUA, e por Neto da Silva, ex-deputado do PSD. 

Na lista de emails enviados por Manalvo, a Ongoing aparece representada por uma comitiva de peso: além dos nomes já citados, constam ainda Vasco Rato e António Costa, este último director do Económico, propriedade da Ongoing. E ainda o vice-presidente da CIP, Armindo Monteiro, Álvaro Covões, produtor de espectáculos, António Lourenço dos Santos, ex-secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do PSD, Amândio Antunes, director-geral da Finaccount, Carlos Veiga, ex-presidente de Cabo Verde, Luís Carrilho, comandante da polícia em Timor-Leste, José Amaral Lopes, ex-secretário de Estado da Cultura do PSD, general José Cordeiro, da Indústria de Desmilitarização e Defesa, Filipe Costa, ex-chefe de gabinete de Alberto Costa e hoje no ICEP em Xangai, Ricardo Kendall, da Midas, o advogado Rogério Tavares, e Francisco Rodrigues, do SIRP (serviços secretos). 

Ao PÚBLICO, Manalvo começou por negar ter estado envolvido no jantar e afirmou desconhecer o evento. Perante o teor dos emails, admitiu que se tratou de uma mera iniciativa para criar um grupo destinado a discutir o futuro do país, embora não se tenha realizado. Manalvo não esclareceu, porém, por que razão os emails foram enviados a muitos nomes associados à loja Mozart49, nem se ele próprio era membro. E Saraiva justificou o encontro com a intenção de juntar profissionais para pensar o crescimento económico. Admitiu que partiu de si o convite a Aguiar, que conhece há muitos anos, mas "o jantar não se efectuou por falta de quórum", não explicando se o cancelamento se ficou a dever à ausência de interesse pelo tema ou se foi motivado pela escolha do orador. Saraiva negou que os convidados estejam ligados à Mozart49, questão que classificou "sem interesse jornalístico." Esta posição seria menos taxativa quando confrontado com a linguagem dos emails: "As respostas são dadas de acordo com a conveniência do entrevistado e, por isso, digo que desconheço o envolvimento da maçonaria", disse, recusando responder se tem ligações à maçonaria. 

Já Aguiar garantiu que foi "abordado" por Saraiva, desconhecendo "quem ia assistir". "Não se pode falar num convite e não dei importância". "Na altura, [Saraiva] disse que já não se ia realizar o encontro, pois o restaurante estava ocupado", contou. Num dos últimos emails enviados, em Junho, Manalvo (colega de Noguês na Associação Portugal-EUA e ex-assessor político do PSD) manifestava preocupação pelo facto de apenas "oito magníficos" terem, até então, tido "a cortesia de responder a esta iniciativa, honrando o lema de homens bons costumes". Aos que não responderam, escreveu que gostaria de "apelar mais uma vez aos vossos pergaminhos para que, pelo menos, se manifestem até à data-limite de segunda-feira, 27 de Junho, uma vez que sem quórum o jantar será cancelado". E terminou: "Subscrevo-me respeitosamente apresentando a todos e suas respectivas famílias, nos seus diversos graus e qualidades, os votos de um excelente fim-de-semana."

fonte: Público

Jantar entre Merkel e Sarkozy 'assalta' Internet



quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A gripe é uma arma


Há cinco anos, o H1N1 obrigou ao abate de aves em quase todo o mundo

Cientistas holandeses e americanos conseguiram fazer mutações ao vírus da gripe das aves. O alarme soou forte entre os militares norte-americanos, que querem os estudos em segredo

Pode ser um passo importante para uma vacina. Ou uma perigosa munição para uma arma química terrorista. Não há meio termo. Pelo menos, é o que pensam os alarmados serviços dos conselheiros de biossegurança norte-americanos, perante o anúncio recente saído dos laboratórios do Centro Médico Erasmo, em Roterdão (Holanda).

E que anúncio tão alarmante foi esse? Um grupo de cientistas, liderado por Ron Fouchier, conseguiu fazer mutações ao vírus H5N1, célebre há uns cinco anos por outro nome, mais prosaico, de gripe das aves.

Acontece que estas mutações transformam o H5N1 em algo que ele até agora não foi: rapidamente contagioso. E não é preciso acrescentar ‘mortal’ ao adjectivo anterior. Os receios de pandemia naquela época não se verificaram, mas 60% dos relativamente poucos seres humanos que contraíram esta forma de gripe – 600 pessoas desde 1996, quando o surto foi identificado entre as aves – acabaram por morrer.

Os serviços norte-americanos encararam este estudo como uma ameaça, não dos cientistas, mas de alguém que possa chegar aos segredos da mutação e ‘fabricar’ em laboratório uma poderosa arma química.

Alguns responsáveis ligados ao Governo de Barack Obama confessaram ao jornal britânico The Independent que «o pior cenário neste caso é mesmo o pior que se possa imaginar».

Fouchier, por seu lado, admitiu já em Setembro, numa conferência em Malta, que o seu trabalho é «mesmo, mesmo estúpido», mas que o estudo das mutações de vírus como este em laboratório pode servir também de arma poderosa para se encontrar uma vacina em caso de pandemia (epidemia global). Conhecer é sempre melhor do que ignorar, evidentemente, e é possível perceber como o vírus pode sofrer mutações em caso de alerta.

O problema é que o que se conseguiu em laboratório foi justamente a alteração genética que permite ao H5N1 ser transmitido por via aérea, e já não por um contacto físico muito próximo com quem está infectado.

Os norte-americanos sugerem agora que o trabalho de Fouchier pelo menos não seja publicado na íntegra, para não servir de manual de instruções para terroristas. E avisam um outro grupo de investigação, dividido entre os EUA e o Japão – que chegou aos mesmos resultados em experiências dos dois lados do Pacífico – que deve fazer o mesmo. Os estudos deveriam ter sido feitos em instalações militares, onde a informação é mais filtrada, concluem.

fonte: Sol

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Irão testa míssil de longo alcance
















O Irão testou esta segunda-feira com sucesso o míssil de longo alcance Qader, em mais uma jornada dos preparativos da máquina militar persa para uma eventual guerra.

O Qader, com um alcance de 200 km, foi disparado contra um alvo no Golfo Pérsico. O míssil conta com um radar integrado e é uma das mais modernas peças de armamento iraniano.

Recorde-se que na semana passada o vice-presidente iraniano, Mohammad Reza Rahimi, declarou que Teerão pondera encerrar o acesso naval ao Golfo Pérsico, principal região petrolífera do mundo, em represália pelas crescentes sanções económicas aplicadas pela comunidade internacional - estas em resposta ao programa nuclear iraniano.

Os mais recentes jogos de guerra de Teerão decorrem numa altura em que volta a crescer a expectativa em torno de um ataque militar israelita ao Irão, que no limite poderia envolver as forças ocidentais num novo conflito de larga escala no Médio Oriente.

fonte: Sol

Hackers querem criar rede de satélites para terem uma Internet livre


Um grupo de hackers está a planear colocar em órbita uma nova rede de satélites para conseguirem ter uma Internet livre de censura.

A estratégia foi divulgada pelo projecto Hackerspace Global Grid durante uma conferência de hacking que teve lugar recentemente em Berlim, avança a BBC. 

A iniciativa passa também por criar uma rede de estações de controlo, capaz de comunicar com os satélites, independente de qualquer tipo de organização oficial. 

Caso o projecto se concretize, a meta é criar uma Internet livre e que não seja controlada por nenhum governo ou organização. 

Citado pela estação britânica um dos promotores da ideia, Nick Farr, defende que «a primeira meta é ter uma Internet sem censura no espaço. Vamos tirar a Internet do controlo de entidades terrestres». 

Por enquanto já há alguns entusiastas que estão a trabalhar no desenvolvimento desta infra-estrutura de comunicações, nomeadamente na instalação de centros de controlo de baixo custo, que custam cerca de 100 euros e podem ser utilizados pelo projecto para monitorizar os satélites. 

Para Armin Bauer, um dos participantes no projecto citado pela BBC, este projecto acaba por ser «o contrário do GPS», pois «o GPS utiliza os satélites para calcular o local onde estamos e isto diz-nos onde é que estão os satélites. Nós podemos utilizar as coordenadas do GPS mas também melhorá-las ao utilizar locais fixos nos locais identificados de forma precisa». 

Este entusiasta de 26 anos prevê que os primeiros protótipos destas primeiras estações estejam instalados durante a primeira metade de 2012, para que no final do ano surjam os primeiros modelos de trabalho. 

Apesar das expectativas do grupo, há quem não acredite que este chegue a bom porto, sobretudo devido às questões técnicas. 

Esse é o caso de Alan Woodward, um professor do departamento de Computação da Universidade de Surrey, que refere à estação britânica que «satélite em órbita baixa como esses já são lançados por amadores há muito, mas não ficam muito tempo no mesmo local e orbitam normalmente a cada 90 minutos». 

Para este especialista «isto não quer dizer que não possam ser utilizados para comunicações, mas obviamente apenas para os períodos de tempo relativamente curtos durante os quais estão à nossa vista. É difícil ver como é que esses satélites podem ser utilizados como uma rede de comunicações viável, mesmo se houver um número [de satélites] significativo na constelação». 

Além desta nova forma de aceder à Internet, o projecto tem outros dois grandes objectivos: colocar um astronauta no espaço e desenvolver novos dispositivos electrónicos que possam aguentar em ambiente espacial.

fonte: Sol

domingo, 1 de janeiro de 2012

Moeda Única Mundial

Era uma vez um anúncio da Coca Cola e dois anúncios do povo

A Coca Cola escreve sobre o bom que é Portugal. Um YouTuber usam a mesma ideia para realçar a verdade de Portugal que a Coca Cola esconde.














Criado a 22 de Dezembro, a Coca Cola lançou um vídeo no YouTube enumerando como Portugal era um bom país usando frases como “Enquanto uns dizem que tudo está perdido mais de 200 000 casais querem ter um filho” ou “Por cada crime cometido em Portugal há três pessoas que se oferecem para o voluntariado”.

Numa semana este vídeo teve mais de 300.000 visualizações no YouTube.


Três dias depois, dia 26 de Dezembro, o YouTuber vascostmr colocou um vídeo de resposta a esse mesmo anúncio já com o metade das visualizações do vídeo da Coca Cola. Nesse vídeo pode-se ler as mesmas mensagens mas com um ponto de verdade no fim, por exemplo “Enquanto uns dizem que tudo está perdido mais de 200 000 casais querem ter um filho, a maioria não tem porque não possui condições económicas” ou “Quando Portugueses mostram a realidade de Portugal há quem invente vídeos para mascarar a verdade”.


Existe ainda outro vídeo criado no mesmo dia pelo YouTuber CGPInsurgente com o mesmo intuito e talvez um caráter mais político com frases como “Por cada fogo de artifício na Madeira há 1000 trabalhadores que ficam sem subsídio de Natal” ou “Por cada licenciado que arranja emprego na função pública há três que são forçados a emigrar para fugir aos impostos”.


Se juntarmos as visualizações dos dois vídeos feitos pelos Portugueses (e não por uma marca estrangeira ou multinacional) temos quase 65% das visualizações dos vídeos da Coca Cola.

Estes vídeos no entanto não têm por trás uma maquina financeira nem tão pouco uma marca e pessoas licenciadas em algo relacionado com marketing.

Existe sim uma coisa ainda melhor: a voz do povo.

fonte: Tugaleaks

Para reflectir

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