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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

ONG querem questionar chefe da CIA sobre 'drones'


Organizações de defesa dos direitos humanos pediram, esta quarta-feira, ao Senado norte-americano para questionar o diretor da CIA indigitado, John Brennan, sobre os métodos interrogatórios e o uso de aviões não tripulados contra suspeitos de terrorismo.

Brennan, 57 anos, que exerce atualmente o cargo de assessor da Casa Branca na luta antiterrorismo, vai comparecer, esta quinta-feira, junto de uma comissão do Senado na numa audiência inserida no âmbito do processo de confirmação para dirigir a Agência Central de Inteligência.

O diretor da Amnistia Internacional nos Estados Unidos, Zeke Johnson, instou aquele comité do Senado a "pressionar" John Brennan, no sentido de clarificar "até que ponto tem estado envolvido" em políticas relacionadas com "a tortura, detenções indefinidas em Guantánamo e execuções extrajudiciais".

Zeke Johnson apontou que as últimas revelações acerca do uso por parte dos EUA de aviões não tripulados ('drones') para matar alegados líderes terroristas é "extremamente alarmante".

Neste âmbito, defendeu que Brennan, como membro integrante de equipa de assessores de segurança nacional do Presidente, Barack Obama, "tem a obrigação legal e moral de contar toda a verdade" sobre o programa de 'drones' diante do comité, apontando que o mesmo ainda "deve explicar o que pretende fazer de modo a garantir que não se voltem a cometer violações dos direitos humanos".

Por seu lado, a Human Rights First, citada pela agência noticiosa espanhola Efe, instou a comissão a considerar se Brennan ajudará a construir um "consenso duradouro" contra a tortura, cooperando da divulgação do relatório efetuado por uma comissão do Senado sobre as práticas de interrogatório da CIA.

Além disso, a organização reclama a divulgação de um relatório do Departamento de Justiça, cujo conteúdo foi parcialmente divulgado esta semana, sobre a justificação legal para executar no estrangeiro cidadãos norte-americanos suspeitos de serem líderes de movimentos terroristas.

A organização não-governamental propõe ainda que se questione ainda Brennan sobre outros assuntos "fundamentais" ao nível dos direitos humanos, como a prisão na base naval de Guantánamo, em Cuba.


Mini helicópteros já espiam ares do Afeganistão

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O Ministério da Defesa do Reino Unido encomendou 160 mini helicópteros espiões Black Hornet. Alguns destes já estão a sobrevoar os ares do Afeganistão e a apoiar as tropas britânicas naquele país.

O programa dos mini-copters Black Hornet faz parte de um concurso de 23 milhões de euros lançado pelo governo britânico. A norueguesa Marlborough Communications ofereceu a melhor proposta e já enviou as primeiras unidades destes pequenos drones espiões. Os Black Hornet mini-copter já estão a ser usados em cenários de guerra, como no Afeganistão.

Estes aparelhos têm a vantagem de conseguir captar vídeo e fotografias, operar a grandes alturas e em más condições atmosféricas e oferecem um apoio à navegação das tropas no solo.

Atualmente, o Ministério da Defesa no Reino Unido considera que este tipo de equipamentos é parte vital da estratégia de guerra do país e planeia investir mais 23 milhões de euros no seu desenvolvimento.


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