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sábado, 5 de dezembro de 2015

MICROSOFT OFERECE AOS SEUS USUÁRIOS APLICATIVO “ILLUMINATI”. VEJAM O QUE CONTÉM NO APLICATIVO!


A Microsoft, líder mundial em softwares e tecnologia da Informação - liderada pelo bilionário Bill Gates - disponibilizou oficialmente em 2015 um aplicativo com o título ILLUMINATI.



"Quer saber tudo à respeito dos Illuminati? O aplicativo Illuminati é tudo que você precisa.

Este útil aplicativo irá lhe oferecer todos os segredos ocultos que você sempre quis saber sobre os Illuminati."

Como se fosse uma revista de fofocas de novelas, o APP convida as pessoas a estarem conectados e "por dentro" de notícias (ocultas à mídia comum), curiosidades e até algumas agendas referentes à Nova Ordem Mundial.

O APP conta uma breve "história" sobre como supostamente teria surgido os Illuminati, de maneira sucinta e bastante superficial.


Informa que tratam-se de pessoas "ricas e poderosas", e que não exitariam em matar quem se opusesse aos seus desígnios. Para a minha surpresa, revela abertamente que a intenção dos Illuminatis é, de fato, estabelecer um governo único mundial - confirmando o que a bíblia nos fala sobre o tempo do anticristo.

"E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.

E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.

Se alguém tem ouvidos, ouça."

Apocalipse 13:7-9

Outra coisa interessante, o APP faz um alerta:

"Pessoas Anti Nova Ordem Mundial e que falam contra os Illuminati (como eu, por exemplo) serão assassinadas, da mesma forma que estrelas famosas como o Rapper Tupac (2Pac na imagem) e Michael Jackson."


Eles explicam que Tupac e M Jackson foram assassinados porque alertaram o mundo contra os Illuminati. 


Tupac inclusive chegou a lançar um álbum com o título: "O Domínio Illuminati: a Teotia dos 7 dias"... onde o título estava como KILLUMINATI - fazendo um trocadilho com a palavra Kill (morte) com Illuminati.

Percorrendo o aplicativo, temos acesso à Illuminati's ilustres e famosos, onde são citados nomes como Angelina Jolie, Britney Spears e Rihanna.... bem como uma agenda de atividades onde são listados - entre outras coisas - o Bohemian Groove.


Para aqueles que acham isso tudo uma grande bobagem, Bohemian Groove - por exemplo - é um clube localizado no meio de uma floresta, num local isolado na Califórnia altamente guarnecido, onde políticos e pessoas poderosas da elite global se reúnem para rituais de ocultismo, adoração ao deus pagão Moloch (imagem da estátua da foto), invocação de demônios e até rituais de sacrifícios humanos, como o que foi flagrado na imagem abaixo.


Para os que duvidam, acessem a wikipédia ou mesmo consultem em nossos arquivos, basta procurar: 


Conclusão

O inimigo de Deus sabe que a sua hora está chegando, que Jesus Cristo está voltando para buscar a sua igreja... por isso passou a se apresentar abertamente para as pessoas, facilitando o acesso ao ocultismo através de jogos de videogame, filmes, músicas (inclui clipes musicais) e agora aplicativos de Smartfones, afim de conquistar cada vez mais simpatizantes e pessoas que o adorem com convicção.... negando à Deus e blasfemando contra a Sua Palavra.

Enquanto tem muito crente brincando de ser cristão, com um pé na igreja e outro no mundo, fazendo as coisas pra Deus de qualquer jeito e achando que "na última hora" vai se salvar pois Deus é misericordioso e "nos entende"..... Nosso inimigo não brica em serviço!!

Ele está em guerra constante, nos rodeando, buscando nos atingir de todas as maneiras, nos afastar de Deus através do pecado... e seu objetivo é matar, roubar e destruir.

Salvação é coisa séria!!

fonte: Libertar

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Espalha a mensagem

Anonymous declara ciberguerra ao Estado Islâmico


“Não se enganem: #Anonymous está em guerra com o #Daesh. Não pararemos de nos opor ao #IslamicState. Somos também melhores hackers.”

Anonymous, o colectivo de hackers activistas, fixou a mira dos seus membros espalhados pelo mundo nos militantes do Daesh, e garante que nos próximos tempos vai desencadear um conjunto de actos de retaliação face aos ataques da passada sexta-feira em Paris. Trata-se de uma declaração de guerra cibernética, sendo que o campo virtual tem sido crucial na estratégia da organização terrorista que eclipsou a Al-Qaeda, o auto-proclamado Estado Islâmico (Daesh).

Os radicais sunitas que controlam largas faixas de território na Síria e no Iraque servem-se da internet e das redes sociais não apenas para espalhar a sua propaganda e recrutar novos membros, mas também como meio de coordenar as suas acções terroristas.

Num vídeo divulgado no YouTube – que em poucas horas superou o milhão de visualizações – um homem encapuçado e envergando a icónica máscara de Guy Fawkes (uasada no filme “V de Vingaça”) faz o anúncio em francês após o habitual pomposo e hollywoodesco genérico que ocupa boa parte do vídeo de dois minutos e meio.

O porta-voz reage à sofisticada operação de três equipas de terroristas do Daesh – que ao longo de três horas serviram o terror na capital francesa, massacrando pelo menos 129 pessoas –, prometendo que será “lançada a maior operação de sempre” contra os jihadistas. Tendo em conta o impressionante currículo dos hacktivistas neste tipo de acções, e especificamente nos ataques a alvos da rede dos extremistas na internet, a ameaça merece ser levada a sério. O Daesh deverá “esperar ciberataques massivos”, diz o mascarado. “Não se enganem: #Anonymous está em guerra com o #Daesh. Não pararemos de nos opor ao #IslamicState. Somos também melhores hackers.”

O Anonymous é uma espécie de arquitectura volátil, uma confluência de esforços de pessoas que começaram por se encontrar em cantos recônditos da internet, fóruns de difícil acesso onde estes hackers colaboravam ocasionalmente numa espécie de vandalismo cibernético que estava longe de prenunciar a tomada de partido em guerras reais. O grupo alcançou notoriedade por ataques informáticos algo aleatórios, militantemente apolíticos, mas cada vez mais organizados durante meados da década passada. 

Com o tempo, as operações dos Anonymous começaram a focar-se, e os seus ataques passaram a ser usados como forma de protestar ou castigar os constrangimentos à liberdade na internet. Em 2010, o grupo retaliou contra a decisão da PayPal por, entre outras coisas, suspender as contribuições dos seus utilizadores à WikiLeaks depois desta ter divulgado uma batelada de documentos secretos norte-americanos. Os hacktivistas não pararam desde então de tomar posições cada vez mais fortes, e estiveram ao lado do movimento Occupy Wall Street e dos protestos da Primavera Árabe.


fonte: i online

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Filme de Michael Moore é para maiores de 17 - e uma das cenas polémicas é sobre Portugal


Michael Moore em Portugal com a CGTP no último 1.º de Maio 


Where to invade next


Where to invade next

Realizador contesta a classificação da MPAA, que detalha quatro casos no filme, um dos quais sobre a droga em Portugal, e rejeita mudar o documentário. “Não vou fazer quaisquer cortes".

A classificação do novo filme de Michael Moore nos EUA torna obrigatório que os adolescentes sejam acompanhados por um adulto para o ver. E uma das cenas que motiva o Rated R pela Motion Picture Association of America, que o realizador contesta, é referente a Portugal e à descriminalização da aquisição, posse e consumo de drogas no país. “Não vou fazer quaisquer cortes. Não acreditamos em censura neste país”, diz Moore sobre o seu filme e os EUA, e “não pode haver qualquer transigência neste tipo de coisas”.

Esta semana, a Motion Picture Association of America (MPAA), responsável pela classificação etária dos filmes estreados nos EUA, atribuiu a Where to invade next a classificação R – Restricted, que restringe o acesso à sala de cinema de espectadores com menos de 17 anos aos que sejam acompanhados por um dos pais ou um adulto.

Não sendo a mais restritiva das classificações – é a segunda mais restritiva, sendo a NC-17 aquela que interdita mesmo a entrada de menores de 17 -, tem o potencial de diminuir a audiência do filme mas também de gerar notícias e conversas sobre ele. Moore rejeita a classificação e vai recorrer da decisão do painel, com o qual já se debateu no passado, nomeadamente com o seu primeiro filme, Roger e Eu (1989), o oscarizado Bowling for Columbine (2002). “É espantoso como passaram 25 anos – inventámos a Internet, o casamento gay é legal e elegemos um afro-americano Presidente dos EUA, mas a MPAA ainda censura imagens que estão disponíveis em qualquer programa noticioso nocturno.”


A decisão da MPAA é sustentada por ter identificado “linguagem forte, algumas imagens violentas, uso de drogas e breve nudez explícita”. É aqui que entra Portugal, como Moore explicou nas últimas horas de segunda-feira à revista Variety. Quando a MPAA refere que o documentário mostra imagens de consumo de drogas, trata-se do excerto em que Moore viaja até Portugal e debate, fazendo entrevistas, a decisão de 2001 de descriminalizar a compra, posse e consumo no país. Em Portugal, Moore falou com polícias e sobre os índices de decréscimo do consumo de estupefacientes, com um dos responsáveis da Comissão para a Dissuasão da Toxicodependência de Lisboa e sobre outros temas (esteve na manifestação da CGTP no 1.º de Maio, por exemplo) – no fundo, servindo o propósito do documentário, que visa mostrar aos EUA formas alternativas de gerir ou encarar questões sociais.

Where to invade next é então um documentário filmado em registo de viagem que escolhe uma abordagem satírica – exemplificada pelo próprio título – para ir buscar exemplos a vários países, da Islândia à Alemanha, passando pela Finlândia ou Portugal, de formas alternativas à norte-americana de lidar com problemas sociais e económicos partilhados por vários países do ocidente. Prisões, drogas, cuidados de saúde, raça. Muito disputado pelos distribuidores no Festival de Toronto em Setembro, é o mais recente filme de Moore, cujo Fahrenheit 9/11 continua a ser o documentário mais rentável de sempre. 

A cena de nudez de que fala a MPAA são “dois segundos de alemães nus a entrar num jacuzzi”, explica Moore sobre um pedaço da história em que os tratamentos em termas ou spas podem ser comparticipados pelo Estado (neste caso alemão); a presença de palavrões diz respeito ao uso da palavra “fuck” num protesto contra o colapso dos bancos da Islândia durante a crise, em 2009; e a violência é o vídeo da detenção violenta, que se revelaria fatal, de Eric Garner por agentes da polícia e que originou uma das vagas mais recentes de contestação sobre a brutalidade policial e raça nos EUA.

“Gostava que a MPAA simplesmente fosse honesta e espetasse uma etiqueta nos meus filmes a dizer: ‘Este filme contém ideias perigosas que os 99% podem considerar perturbadoras e levá-los a revoltar-se’”, escreve Michael Moore numa nota enviada à imprensa especializada norte-americana.

E, em entrevista à Variety, acrescenta: “A MPAA não quer que os adolescentes vejam estas coisas sem supervisão parental. O meu conselho aos adolescentes da América é que vocês sabem o que fazer e sabem como entrar” nos cinemas. “Vejo filmes PG-13 [que avisa os pais que alguns conteúdos podem não ser apropriados para crianças com menos de 13 anos] onde literalmente centenas de personagens são ceifadas com armas ou bombas”.

Os distribuidores do filme nos EUA também concordam que a classificação significa que para a MPAA os estudantes de liceu “simplesmente não são suficientemente maduros para lidar com ou discutir assuntos importantes que afectam directamente a sua busca do sonho americano”.

O filme estreia-se a 23 de Dezembro nos EUA, estando assim apto a poder ser seleccionado para a temporada de prémios de 2016, sendo que pode ser lançado sem a classificação – mas muitos cinemas rejeitam exibir filmes sem esse selo. 

fonte: Público

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Mais um escândalo abala o Vaticano: fuga de documentos oficiais

Mais um escândalo abala o Vaticano: fuga de documentos oficiais

Há mais um escândalo a abalar o Vaticano, a envolver documentos secretos e fugas de informação. Desta vez, a Santa Sé anunciou hoje a detenção de dois funcionários da Cúria por terem divulgado documentos confidenciais a órgãos de comunicação social. Monsenhor Lucio Angel Vallejo Balda e Francesca Chaouqu estavam a ser investigados há alguns meses no âmbito de um processo de «subtração e divulgação de notícias e documentos confidenciais».

Os dois colaboradores do Papa trabalhavam numa comissão criada em julho de 2013 pelo Papa Francisco para estudar a reorganização dos serviços económicos e administrativos da Santa Sé

Os dois colaboradores do Papa trabalhavam numa comissão criada em julho de 2013 pelo Papa Francisco para estudar a reorganização dos serviços económicos e administrativos da Santa Sé e são agora suspeitos de ter passado informações secretas que estão na origem de dois livros que serão publicados brevemente.

Os dois foram chamados durante detidos e interrogados durante o fim de semana e já esta manhã o departamento do promotor de justiça do Vaticano validou a prisão de Vallejo Ballda e decidiu libertar Francesca Chaouqu, sem medidas cautelares, uma vez que esta colaborou com a investigação.

Os dois livros “Via Crucis”, de Gianluigi Nuzzi, e “Avareza”, de Emiliano Fittipaldi prometem revelar informações secretas sobre as finanças do Vaticano. De acordo com o comunicado divulgado hoje pela sala de imprensa da Santa Sé, as duas publicações podem vir também a ser alvo de processos judiciais.

Como o caso já não é inédito, o Vaticano vem sublinhar que «[os livros] são fruto de uma grave traição da confiança atribuída pelo Papa e, em relação aos autores, de uma ação para tirar vantagem de um ato gravemente ilícito de entrega de documentação confidencial».

fonte: Sol

domingo, 25 de outubro de 2015

Vídeo bizarro e assustador é novo quebra-cabeça da internet


Um redator do site Gadgetzz recebeu um CD via correio de um remetente anónimo da Polónia. Se isso não fosse estranho o bastante para 2015, espere para conhecer o conteúdo: um vídeo bizarro e sem sentido que dá medo e um enigma que está quebrando a cabeça de boa parte da internet.

O clipe tem um som que parece interferência pura e tem como única imagem uma pessoa misteriosa numa fantasia que parece a de médicos que atendiam pacientes durante a época da Peste Negra. O local parece um galpão abandonado.

Você consegue achar alguma pista só assistindo ao vídeo acima?
O mistério do CD

O Reddit, o 4chan e os leitores do próprio site que recebeu o CD começaram uma saga sem fim para analisar o material e buscar pistas. Ao colocar o clipe em um espectrograma, é possível notar a mensagem "You are already dead" (Você já está morto) e uma sequência de imagens sem nexo.

Algumas imagens bastante gráficas de violência também foram encontradas por esse método e é possível até achar as coordenadas da Casa Branca analisando um dos frames. Um dos códigos encontrados é "RED LISPLIFE (ou LIPSLIKE) TENTH". Ele pode ser um anagrama para "Kill the President" (Mate o presidente).


Outras descobertas incluem o fato de que o vídeo foi postado pela primeira vez em maio de 2015 (aparentemente no 4chan), já que algumas pessoas encontraram a ISO em CDs espalhados em praças ao redor do mundo.

Os usuários já tentaram de tudo: buscar o local em que o vídeo foi gravado, procurar algum padrão (tipo código Morse) na luz emitida pela mão do sujeito e até rastrear o autor. Será publicidade para um filme? Uma mensagem sem propósito? Um recado illuminati? Fique de olho no tópico do Reddit para saber de todas as novidades.

fonte: Tecmundo

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Imagens e mensagens nas redes sociais sobre explosão na China foram censuradas


VÍDEO. Redes sociais controladas, televisões chinesas que continuaram a transmitir telenovelas e jornalistas estrangeiros com trabalho limitado são algumas das queixas conhecidas.

O governo chinês tentou censurar muita da informação sobre a explosão em Tiajin, na China, principalmente a que estava a ser transmitida através das redes sociais. Segundo a BBC, o site freeweibo.com - que regista o conteúdo que é apagado do weibo, rede social chinesa idêntica ao Twitter - diz que os quatro assuntos com mais mensagens apagadas eram sobre o que estava a acontecer em Tiajin.

E enquanto se verificava censura nas redes sociais, as televisões também não estavam a fazer a cobertura do que estava a acontecer. A opção terá sido passar telenovelas. O The Global Times escreve que somam-se as críticas ao governo chinês, dando o exemplo que a televisão de Tiajin "continuava a passar telenovelas coreanas dez horas após o incidente".

O The Guardian avança que uma base de dados online da empresa envolvida na explosão que matou pelo menos 50 pessoas, aparenta ter sido desativada, tornando impossível identificar os responsáveis.

Também os jornalistas estrangeiros não tiveram vida fácil. O exemplo mais notório acabou por ser o da CNN, quando o repórter foi rodeado por alguns homens durante um direto, sendo obrigado a interromper a transmissão, quando estava no hospital de Tiajin (ver vídeo a partir do 1:40 minuto).

Há ainda relatos que também os fotógrafos viram o seu trabalho limitado, com as autoridades a não permitir imagens ou então a forçarem que as fotografias já tiradas fossem apagadas.


domingo, 12 de julho de 2015

Associação de Psicologia dos EUA 'pactuou' com programa de tortura do Governo


Fotografia © REUTERS/Bob Strong

Relatório diz que associação elaborou diretrizes para apoiar as técnicas de interrogatório usadas após os ataques de 11 de setembro de 2001.

A maior associação de psicologia dos EUA 'pactuou' com o Pentágono e a CIA ao elaborar diretrizes para apoiar as técnicas de interrogatório usadas após os ataques de 11 de setembro de 2001, consideradas como tortura, indica um relatório.

A Associação Americana de Psicologia (AAP) tentou "adoçar" as autoridades da defesa ao emitir diretrizes éticas em concordância com as técnicas de interrogatório do Governo, após o 11 de setembro, como 'waterboarding' (afogamento simulado) e privação de sono, indica um relatório encomendado pela direção do organismo.

A associação pactuou com várias agências governamentais, incluindo o Pentágono e a CIA, para elaborar as diretrizes para o programa, criado durante a presidência de George W. Bush, de acordo com o documento de 542 páginas.

As agências do Governo "queriam, alegadamente, diretrizes de ética permissivas, para que os seus psicólogos pudessem continuar a participar em técnicas de interrogatório severas e abusivas, usadas por estas agências depois dos ataques de 11 de setembro", diz o relatório.

Estes dados surgem depois de ter sido divulgado um relatório, em dezembro, com detalhes de técnicas brutais de interrogatórios, usadas pela CIA em suspeitos da Al-Qaeda.

Em resposta a este relatório, a AAP disse, na sexta-feira, que irá rever as suas políticas e proibiu os seus psicológicos de participarem diretamente em interrogatórios.

"A intenção da organização não era permitir técnicas de interrogatório abusivas ou contribuir para a violação dos direitos humanos, mas esse pode ter sido o resultado", disse Nadine Kaslow, que liderou a comissão de investigação independente.

"Lamentamos profundamente e pedimos desculpa pelo comportamento e as consequências que dele decorreram", afirmou.


quarta-feira, 24 de junho de 2015

A crise foi planeada pelo clube Bilderberg

Cristina Martín Jiménez, a jornalista espanhola e autora do livro «O Clube Secreto dos Poderosos - Os Planos Ocultos de Bilderberg», explica, em entrevista à TSF, o trabalho desenvolvido há cerca de dez anos sobre o clube «secreto» que pretende «criar um governo mundial único, em mãos privadas» e que «em Portugal, Espanha e Grécia governou através da Troika».

Para a autora, o «secretismo» em torno das reuniões anuais de Bilderberg, nas quais já marcaram presença Barack Obama, Bill Clinton, Tony Blair, mas também José Sócrates, Durão Barroso ou Cavaco Silva, é «muito diferente de outro tipo de organizações que possam reunir-se em segredo».

Direitos Reservados


Capa do livro «O Clube Secreto dos Poderosos - Os Planos Ocultos de Bilderberg»

Cristina Martín Jiménez, que sublinha ter tido «vários problemas durante a investigação ao clube Bilderberg», sustenta que o grupo, que reúne «políticos, a aristocracia e a realeza europeias, proprietários de grandes bancos internacionais, catedráticos» ou organizações como «a NATO, o FMI, o Banco Mundial e a ONU» dirige os destinos da política internacional «como se fosse um tabuleiro de xadrez».

Dando o exemplo europeu, a autora e jornalista espanhola, que passou por meios de comunicação como a Telecinco, a revista GC, a Cuatro Televisión ou o Canal Sur TV afirma que o Tratado de Lisboa, «que foi promulgado antes da crise», foi desenhado para que «tanto a soberania como o dinheiro dos contribuintes acabassem em instituições supranacionais ou em organismos ou pessoas ou multinacionais».

Cristina Martín Jiménez lança críticas ao «clube secreto», no qual participam «presidentes e funcionários da União Europeia», que se reúnem em segredo e que «não dão conta disso aos cidadãos».

O livro «O Clube Secreto dos Poderosos - Os Planos Ocultos de Bilderberg» já está disponível em Portugal, com o selo da Matéria-Prima.

João Alexandre

fonte: TSF

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Conheça a nova rede social criptografada 'anti-Facebook "apoiada pelos Anonymous


Uma nova rede social que promete mais transparência, segurança e privacidade que o Facebook e outros gigantes da indústria foi colocada em marcha. Apoiada pelo grupo 'hacktivista' Anonymous, criptografará todas as mensagens dos seus usuários, protegendo-os de governos e anunciantes.

À primeira vista, Minds.com parece como qualquer outra rede social, permitindo que um usuário enviar atualizações para os seus seguidores, comentar e compartilhar mensagens. A principal diferença é que esta nova rede social criptografada não busca lucro através da recolha de dados de seus usuários. 

Tanto é assim que o seu objectivo é o oposto: criptografará todas as mensagens para não poderem ser lidas e utilizadas por governos ou anunciantes. "Nossa posição é que os usuários merecem o controle das redes sociais em todos os sentidos", disse o fundador da Minds, Bill Ottman, a Business Insider .

Outra diferença é que esta rede vai premiar os usuários com base no seu nível de interacção, seja por votação, comentando ou fazendo upload de conteúdo, de modo que aqueles que são mais activos terão seus 'posts' promovidos pela rede. "É um novo paradigma na web que dá voz a todos ", diz Minds.

Assim, o conteúdo vai ser conduzido usando um algoritmo transparente, em oposição ao método do Facebook, que permanece em grande parte um mistério. Além disso, Minds tem uma fonte completamente aberta, permitindo que a qualquer contribuir para a criação e manutenção da rede.

"Muitas empresas afirmam ter privacidade e criptografia. Mas não é uma criptografia real, já que não temos nenhuma maneira de inspecionar o código para verificar se há portas de fundo", diz Ottman.

"Anonymous lançou um apelo aos hackers, designers, artistas e programadores (...) Trabalhar em conjunto num código Minds.com e construir um site que é verdadeiramente superior, pelo povo e para o povo ", publicou Anonymous ART da Revolução no seu Facebook.

A rede social já está totalmente activa e há um aplicativo para o Android e iOS.

fonte: RT

terça-feira, 16 de junho de 2015

CIA violou normas internas sobre experiências médicas em humanos


Fotografia © REUTERS/Larry Downing

Em causa estão os interrogatórios a suspeitos de terrorismo.

A agência de informações norte-americana CIA violou alegadamente as suas próprias normas sobre investigação médica com humanos durante os interrogatórios a suspeitos de terrorismo, publicou hoje o diário britânico The Guardian.

Um documento interno divulgado pelo jornal confirma que a CIA se rege por uma norma, geral para este tipo de agências norte-americanas, que proíbe "promover, contratar ou conduzir investigações com sujeitos humanos", exceto quando estas integram as práticas recomendadas pelo Departamento de Saúde.

No texto, a CIA detalha ao seu pessoal que práticas estão vedadas pela designada Ordem Executiva 12333, emitida em 1987, durante o mandato do Presidente Ronald Reagan, sobre "experimentações com humanos".

Em particular, é sublinhado que qualquer pessoa submetida a práticas médicas deverá ter dado o seu consentimento prévio e atribui ao diretor da agência a prerrogativa de "aprovar, modificar ou desaprovar qualquer proposta em relação à investigação com sujeitos humanos".

Analistas consultados pelo The Guardian apontaram que os limites estabelecidos pela própria agência podem ter sido violados, pelo seu pessoal médico, durante os interrogatórios a presumíveis terroristas, depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.

Os médicos do designado Gabinete de Serviços Médicos da CIA estiveram presentes nessas sessões para aconselhar os agentes sobre a resistência física e psicológica dos sujeitos interrogados, de acordo com o relatório do comité senatorial de Informações, que revelou em 2014 as torturas praticadas pela CIA.

Esta agência de informações, que não admitiu formalmente que tivesse havido tortura durante estas sessões, argumentou que a presença de médicos nos interrogatórios garantia que qualquer atuação era feita com rigor clínico.

Em resposta à informação publicada pelo The Guardian, um porta-voz desta agência, disse que "a CIA manteve diretrizes internas que interpretam a Ordem Executiva 12333 de forma continuada desde 1987 até ao presente".


Quatro maneiras que a elite do mundo tem para comprar a imortalidade


Vários cientistas sugerem que nos próximos 15 ou 20 anos, a tecnologia médica será capaz de "parar o relógio biológico". No entanto, devido aos custos da tecnologia, somente a elite multimilionária do mundo poderá pagar.

Nós apresentamos quatro caminhos para a imortalidade a ser desenvolvida graças ao investimento da oligarquia moderna, que anseia prolongar a sua vida de riqueza e poder, de acordo com o site de notícias AlterNet


1. Avatares e cérebros artificiais

O cientista russo Dmitri Itskov recebe doações de ricos, que promete resolver o problema da morte dentro de 30 anos de aplicação da personalidade de um indivíduo num robô ou outro avatar.

O investigador procura perceber 'como descarregar' a mente de uma pessoa num "chip" e, em seguida, incluí-la num cérebro artificial. 


2. O fim do cancro e doenças

Em 10 anos aparecerão as empresas de biotecnologia para curar o cancro e todas as doenças virais. Além disso, no mesmo período de tempo, a humanidade terá uma compreensão mais clara do que é o envelhecimento, e qual a causa e como começar a detê-lo, destaca o artigo.


3. Engenharia Genética

Modificações genéticas podem ajudar a manter a vida eterna. Um exemplo ilustrativo deste facto é a de que através da implantação de um gene em 2001 (conhecido como "SIR2 ') numa lombriga, cientistas conseguiram aumentar a sua vida numa semana (um terço de toda a sua vida). De acordo com o artigo, "isso é apenas o começo", porque, como alguns cientistas dizem que em breve será possível "geneticamente erradicar o processo de envelhecimento." 


4. Criogenia

Este método envolve o congelamento do corpo, esperar até que a ciência descobra uma cura para a doença do paciente e, em seguida, novamente descongela-las para a curar.

Alcor uma empresa de criogenia diz no seu website: "Nós acreditamos que a tecnologia médica vai avançar ainda mais nas próximas décadas do que nos séculos passados, permitindo tratar os danos aos níveis celulares e moleculares e restaurar a saúde física e mental".

fonte: RT

Guerra Secreta contra o Dinheiro: Clube Bilderberg discutiu a abolição do dinheiro físico


Vários especialistas dizem que durante o encontro na Áustria, os membros dos Bilderberg abordaram questões secretas e poderosas, como a abolição do dinheiro físico e a imposição de controle sobre os rendimentos dos cidadãos no mundo.

De acordo com o analista ´´Infowars`` Paul Joseph Watson, o fórum secreto já está se preparando para lançar uma guerra contra o dinheiro, que pode acabar com este.

Watson acredita que os participantes querem restringir e punir a circulação de dinheiro físico, e implementar um controle sobre os rendimentos de cada pessoa, usando uma moeda digital argumentando que tal medida irá ajudar a evitar o colapso económico e a fuga de capital.

Segundo ele, durante a conferência, o clube de Bilderberg definiu as restrições económicas de consenso sob a justificativa para interromper com o financiamento de grupos terroristas como o Estado Islâmico. O grupo também discutiu novos controles sobre a venda de metais preciosos na Europa.

"Isso certamente é a marca da besta (...) um mundo no qual os homens livres estão proibidos, e o cumprimento é o único método aceitável de pagamento", diz Watson.

fonte: RT

sábado, 13 de junho de 2015

Vídeo Único: Nas entranhas do Clube Bilderberg


Esta semana realizou-se na cidade austríaca de Telfs a reunião anual do exclusivo clube de Bilderberg. Enquanto os organizadores querem manter em segredo os detalhes do evento, os jornalistas da organização We Are Change ("nós somos mudança ') conseguiram mostrar o local da reunião alguns dias antes que teve lugar.

Embora sem transcender a lista dos participantes da reunião e discutir as principais questões, as conclusões deste Fórum nunca são tornadas públicas. Da mesma forma, os jornalistas não têm acesso ao local onde a reunião tem lugar Clube Bilderberg.

No entanto, um membro da organização nós somos mudança , Luke Rudkowski, conseguiu passar alguns dias no hotel que será o cenário do evento. Uma vez lá dentro, ele gravou um vídeo mostrando o ambiente em que o fórum vai passar: os quartos luxuosos, salas para fumadores ou o território do hotel, rodeado por um grande número de policias. O jornalista também revela outros detalhes.


fonte: RT

O Clube Bilderberg utiliza alta tecnologia para impedir a cobertura da sua reunião na Áustria



O Clube Bilderberg implantou um sistema de interferência de alta tecnologia, a fim de cortar as comunicações e evitar a cobertura da mídia sobre a reunião dos membros do grupo secreto realizada quinta-feira num hotel de luxo na Áustria.

Depois de visitar um lugar próximo ao hotel Interalpen que permanece acessível à equipe Infowars conseguiu captar um caminhão propriedade do Ministério Federal de Comunicações dos Transportes e Tecnologia austríaco. Também pode ser visto no topo do hotel várias antenas de grandes dimensões, e um mastro gigante recentemente construído complexo próximo da floresta. O Infowars disse a cobertura móvel local, na área ao redor do hotel desapareceu assim como a torre que foi erguida.




Infowars considera que todos estes dispositivos estão a ser utilizados como bloqueadores que impedem o telemóvel receber sinais de estações de base. Ressalta-se que este tipo de tecnologia é tecnicamente ilegal nos países da UE .Somente a presença de bloqueadores explica a razão "repórteres do Infowars Rob Orvalho e Josh Owens não têm sido capazes de transmitir ao vivo via Skype a partir de qualquer área que circunda o hotel Interalpen".

"Aparentemente, Bilderberg tem tanto medo da cobertura dos meios de comunicação que até mesmo a polícia tem checkpoints localizados a vários quilómetros de distância são suficientes, e agora têm recorrido à instalação de dispositivos de comunicação caros que bloqueiam, provavelmente às custas do contribuinte ", diz o artigo.

Os bloqueadores poderiam ser usados "para restringir as comunicações entre manifestantes contra os Bilderbergers, e dificultar as transmissões ao vivo que os membros do [o Clube] Bilderberg que chegam e partem [do Hotel] ", acrescenta. 

A polícia informou que qualquer pessoa surpreendida dentro do perímetro de segurança ao redor do hotel Interalpen enfrenta uma multa de 500 euros e duas semanas preso.


fonte: RT

'Espiões' ganham poderes

'Espiões' ganham poderes

Os agentes poderão ainda pedir o acesso à localização de um telemóvel ou à lista de telefonemas que determinada pessoa fez e recebeu

Os agentes dos serviços de informações estão em vias de serem autorizados a fazer acções de acompanhamento e vigilância “em espaço público ou privado de acesso público” e a dispor de identidades falsas, com direito à emissão de “documentos legais de identidade alternativa”. Poderão ainda aceder a informação bancária, dados fiscais e ficheiros da Administração Pública, como os registos comerciais, de identificação civil, criminais ou das Finanças.

Jorge Lacão confirmou ao SOL terem existido contactos prévios do Governo com o principal partido da oposição para reforçar a capacidade operacional dos serviços de informações.

Mas estas não são as únicas novidades da proposta de lei, que terá de ser aprovada na Assembleia da República e a que o SOL teve acesso. Os agentes poderão ainda pedir o acesso à localização de um telemóvel ou à lista de telefonemas que determinada pessoa fez e recebeu. Ao contrário do que avançou Marques Guedes, ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, no final do Conselho de Ministros em que a proposta foi aprovada, na semana passada, esse acesso será possível não apenas em casos de terrorismo, mas em praticamente todas as áreas em que os serviços de informações actuam. O preâmbulo do diploma refere terrorismo, sabotagem, criminalidade altamente organizada e espionagem clássica e económica. O artigo que clarifica o acesso aos dados é ainda mais aberto: “Sempre que sejam necessários, adequados e proporcionais (...) para o cumprimento das atribuições legais dos serviços de informações”. 

PS disponível para aprovar

Muitas destas práticas não estavam previstas no regime legal em vigor mas integravam o manual de procedimentos que definia as regras dos agentes das 'secretas'. Agora, os partidos da maioria e o PS estão disponíveis para chegarem a um consenso e mudarem as regras dos serviços de informações, impedindo que os 'espiões' continuem a trabalhar fora da lei.

O deputado socialista Jorge Lacão confirmou ao SOL terem existido contactos prévios do Governo com o principal partido da oposição para reforçar a capacidade operacional dos serviços de informações. Lacão e Vitalino Canas foram os interlocutores do lado socialista. “Houve da parte do Governo disponibilidade para aceitar as nossas observações. Reservámos sempre uma apreciação de especialidade para os trabalhos parlamentares, mas sem embargo de que haverá da nossa parte uma atitude muito disponível para chegarmos a um consenso” - explica Lacão, adiantando que a discussão do diploma deverá ser agendada para o início de Julho. Não ser aprovado até ao fim da legislatura nem é visto como possibilidade: “Obviamente, esta iniciativa faz-se num quadro de disponibilidade de a concretizarmos até ao fim da legislatura. Nem faria sentido de outra maneira “.

As mudanças implicam o acesso aos chamados metadados, conservados pelas operadoras de telecomunicações. Os oficiais de informações do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) poderão saber a fonte e o destino das comunicações telefónicas, a data e a hora a que foram feitas, quanto tempo duraram, pedir a identificação do equipamento e a sua localização.

Sempre que o acesso seja susceptível de colidir com a reserva da intimidade da vida privada, este só será permitido depois da concordância da Comissão de Controlo Prévio, composta por três juízes-conselheiros em funções no Supremo Tribunal de Justiça há pelo menos três anos e que serão designados pelo Conselho Superior da Magistratura. O pedido deve ser feito pelo director do SIS ou do SIED, identificar os visados e ter a “indicação concreta da acção operacional” em causa e dos objectivos.

A decisão caberá ao juiz a quem tenha sido distribuído o pedido. Só em matérias de particular complexidade a decisão passará a ser não de um juiz, mas do colectivo. A partir do momento em que recebe o pedido, o magistrado terá 72 horas para deliberar; em situações de urgência, o prazo será reduzido a 24 horas.

Escutas continuam vedadas

Esta Comissão de Controlo Prévio será também a responsável por decidir se os oficiais de informações do SIS e do SIED devem ou não ser autorizados a aceder a informação bancária e fiscal. Já a decisão sobre se devem ter acesso a ficheiros de entidades públicas e “relevantes para a prossecução das suas competências” passa para a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD). Neste caso, estas informações só poderão ser solicitadas pelos dirigentes superiores.

Apesar de o manual de procedimentos do SIS prever escutas ambientais (feitas por intermédio de microfones ou de dispositivos instalados nos telemóveis) e a intercepção de dados através de meios electrónicos, as escutas telefónicas manter-se-ão barradas aos serviços de informações.

As mudanças prevêem o acesso ao rasto das telecomunicações, mas não ao seu conteúdo. Segundo a proposta, pretende-se “não um acesso a conteúdos de comunicações (escritas ou de voz), por intrusão ou ingerência nas comunicações, mas o acesso autorizado a dados (de base, de localização e de tráfego) que serão solicitados às entidades legitimamente responsáveis pelo seu tratamento” e fornecidos após consentimento dos juízes.

O acesso dos agentes das 'secretas' a dados que até agora lhes eram vedados pela lei motivou de imediato críticas da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) e da CNPD. Ambos entendem que a matéria deve ser alvo de amplo debate público, pois estão em causa dados sensíveis e o acesso aos mesmos pode pôr em causa o princípio constitucional da reserva da vida privada.

Mas nem todos são contra a proposta de lei que quer reforçar os poderes legais do Serviço de Informações da República Portuguesa (SIRP). António Martins, ex-presidente da ASJP, há anos que defende não fazer sentido que as 'secretas' portuguesas sejam as únicos na Europa sem acesso legal a determinadas informações. “Sabemos que existe uma realidade que vai para além daquela que são as circunstâncias legais deste serviço. É preferível que as coisas sejam claras, que haja responsabilização do cumprimento de regras claras e que estas permitam que o sistema funcione com controlo judicial, e não em roda livre”, explica ao SOL António Martins. O magistrado nem sequer é contra a possibilidade de se fazerem escutas, desde que com controlo judicial. “Enquanto cidadão, prefiro estar num país em que o funcionamento destes serviços tem regras”.

O diploma do Governo revê também o enquadramento legal do estatuto de pessoal e remuneratório. O objectivo é derrubar um estatuto em vigor desde 1991 e aprovar um novo em que os salários e a progressão na carreira se aproximarão mais dos que já vigoram na Polícia Judiciária e no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Além do salário, os 'espiões' terão direito a um suplemento que integrará a remuneração de base e será pago 14 vezes por ano.

Perda de direitos em caso de acusação criminal

Para evitar situações como a de Silva Carvalho - o ex-director do SIED acusado de passar informações secretas a uma empresa privada e que paralelamente reivindica nos tribunais o direito a ser reintegrado na Presidência de Conselho de Ministros -, o diploma prevê que, quando for movida uma acusação contra um agente por crime sujeito a pena superior a três anos, esse direito à integração perde-se automaticamente. 

fonte: Sol

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O novo senhor Bilderberg

O novo senhor Bilderberg

Durão Barroso vai ocupar o lugar de Francisco Pinto Balsemão no comité de diretores de um dos clubes mais influentes e secretos do mundo: o Bilderberg. Mas o ex-líder da Comissão Europeia é um homem da casa.

No dia 11 de junho, quando entrar na sala do Hotel Interalpen, nos Alpes austríacos, para participar na 63.ª reunião do Clube Bilderberg, José Manuel Durão Barroso não será um desconhecido nem para os convidados, que seguiram o seu percurso na presidência da Comissão Europeia, nem para o conselho de diretores (steering committee) do grupo, que chegaram a escolhê-lo para orador. Na verdade, esta será a quinta ou sexta presença (há informações dúbias sobre o ano de 2007) do antigo primeiro-ministro naquele fórum, lado a lado com alguns dos homens e mulheres mais influentes do mundo. A primeira de todas foi em 1994, ainda como ministro dos Negócios Estrangeiros. Tinha 38 anos.

Francisco Pinto Balsemão tomou a decisão de abandonar a direção do clube aos 77 anos, 33 reuniões e mais de 30 anos depois de ter iniciado funções, e escolheu Durão Barroso, de 59, para seu sucessor. "Achei que era altura de dar lugar a outro português", disse, sem mais explicações, o militante número 1 do PSD, que cumpriu oito mandatos de quatro anos, tornando-se um dos membros mais antigos do comité.

A passagem de testemunho era fácil de prever. "Eles têm uma relação próxima, fruto de admiração mútua. Por isso, para mim, faz todo o sentido. Não haveria outro português melhor para ser escolhido", reflete Nuno Morais Sarmento, ex-ministro da Presidência e ele próprio um 'bilderberger'. Acresce que de acordo com listas oficiosas de participantes, nenhum outro 'bilderberger' português, à exceção do próprio patrão da Impresa, participou em tantas reuniões como Durão.

Vítor Constâncio foi três vezes convidado (duas delas antes do consulado Balsemão, 1978 e 1979). E só outros sete portugueses é que repetiram a proeza, entre eles Medeiros Ferreira (1977, 1980 e 1981), António Guterres (1990 e 2005) e Ricardo Salgado (1997 e 1999).

No livro O Último Banqueiro lê-se que o fundador destes encontros, Bernardo da Holanda, era "visita assídua em casa de Manuel Espírito Santo, o tio-avô de Ricardo Salgado, que liderou o BES até 1973". Manuel foi, aliás, um dos únicos três portugueses que, antes de 1974, participou nestas reuniões.

A origem do grupo

As cimeiras deste clube de poderosos a quem já chamaram um "governo-sombra mundial" começaram na Holanda, em 1954, no Hotel Bilderberg (é daí que vem o nome). Na página oficial do grupo na internet lê-se que "Bilderberg é uma conferência anual de três dias que fomenta o diálogo entre a América do Norte e a Europa".

Ano após ano, uma média entre 120 ou 150 chefes de Estado, governantes, militares, empresários, banqueiros, jornalistas e até ambientalistas juntam-se neste fórum para discutirem temas atuais, "de dimensão internacional", como diz Morais Sarmento. Sempre com um grau de interesse superior. "O nível de informação de cada um dos presentes é a garantia de que qualquer tema ali discutido vai ter interesse, dimensão e novidade."

As reuniões são restritas, não implicam votações ou quaisquer resoluções políticas e o seu conteúdo é secreto. A regra de sigilo que se aplica a Bilderberg chama-se ?Clatham House Rule e diz que "os participantes são livres para usar a informação recebida, sem revelar a identidade do orador ou de qualquer outro participante".

Em fevereiro de 2010, foram divulgadas as listas, ano a ano, com os nomes de todos os participantes nos encontros, desde sempre, e respetivos locais das reuniões. A recolha da informação foi feita por investigadores de um site chamado Public Intelligence. Os nomes são imponentes: Christinne Lagarde, Jean Claude-Trichet, Mario Draghi, Bill Clinton, Tony Blair, Paul Wolfowitz, Bill Gates, Margaret Thatcher, David Cameron, Gerard, Schröeder, John Kerry, Angela Merkel, entre muitos outros. E alguns são repetentes.

Durante muitos anos, as reuniões de Bilderberg eram secretas, mas atualmente já são divulgados os pontos de ordem dos encontros.

A reunião portuguesa

Foi só a meio dos seus mandatos que Francisco Pinto Balsemão conseguiu trazer os 'bilderbergers' a Portugal. O encontro realizou-se de 3 a 6 de junho de 1999, no Hotel Penha Longa (Sintra). Ao todo, foram dez os portugueses a participar na cimeira. Como sempre, o autor dos convites [Balsemão], esforçou-se por ter personalidades do arco da governação e dos setores mais proeminentes da sociedade, em equilíbrio.

Daniel Estulin, um jornalista espanhol que editou um livro com as suas teorias da conspiração sobre o clube, diz que o militante número um do PSD é "o mais importante 'bilderberger' português" e um "membro-chave do comité de decisão" do clube. "Presidentes e primeiros-ministros vão e vêm, mas Balsemão permanece", disse Estulin em entrevista ao jornal Semanário, em 2006.

Morais Sarmento conta que Durão Barroso costumava dizer, ainda antes de chegar à Comissão Europeia, que havia alguns portugueses importantes na cena internacional por circunstâncias políticas, outros económicas, mas que nenhum existia, lá fora, como Balsemão.

'O senhor Bilderberg' português não costuma falar sobre o assunto. Mas em 2013, no programa da SIC Quem Diria, explicou os critérios subjacentes à escolha dos convidados. "Cada membro do comité diretor tem os critérios. Procuramos convidar pessoas que ou já têm influência ou que nós entendemos que poderão vir a ter relevância política, social, cultural", justificou.

A verdade é que todos os que, em Portugal, foram, são ou têm perspetivas para virem a ser alguém relevante passaram por uma reunião do Clube Bilderberg. É preciso muito faro para escolher os convidados. "Estou certo de que Durão Barroso também vai ter a sensibilidade para saber fazer essa leitura", antecipa Nuno Morais Sarmento.

Ausências notadas

Ainda na SIC, Balsemão confidenciou que o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho já foi convidado para uma reunião, mas "não pôde ir". O mesmo confirma o ex-líder da JSD na sua mais recente biografia consentida 'Somos o que escolhemos ser', da autoria de Sofia Aureliano.

Desde 1983, altura em que o patrão da Impresa entrou para o clube, só outros dois primeiros-ministros (além de Passos) não foram a Bilderberg: Mário Soares e ?Cavaco Silva. O que não deixa de ser estranho, já que vários ministros dos seus governos passaram por lá.

Carlos Pimenta, ex-eurodeputado e antigo secretário de Estado do Ambiente, foi um dos governantes cavaquistas a ir a uma reunião, em 1991, em Baden Baden, na Alemanha. "Participei numa reunião há 25 anos. O mundo mudou tanto (ainda existia União Soviética nessa altura) que as minhas memórias já são só isso mesmo, memórias", disse à VISÃO, que lhe pediu um testemunho sobre o novo senhor Bilderberg.

Sobre Balsemão, Carlos Pimenta ainda acrescentou que é "das figuras públicas" que mais admira em Portugal, como tem dito em várias ocasiões. E escusou-se a qualquer outro comentário. "Mais não gostaria de dizer, pois entraríamos num campo meramente subjetivo."

Considerações sobre o clube

Outro português 'bilderberger', Marcelo Rebelo de Sousa, falou sobre o clube em 2011, respondendo a questões dos telespetadores do canal TVI24. "Fui convidado, tal como dois gestores portugueses, quando era presidente do PSD. Sei que antes de mim tinha sido convidado António Guterres e sei que líderes da oposição, primeiros-ministros e figuras da vida económica e empresarial também têm sido convidadas".

Sobre os objetivos das reuniões, Marcelo disse apenas que a ideia é conhecer melhor quem tem protagonismo em cada país e permitir-lhe participar em debates interessantes sobre a atualidade. "Perguntam: há qualquer coisa de especial, de patológico, que se passe? Eu não notei. Fica algum vínculo de rede americana? Também não notei."

A contrariar a ideia de que há uma rede viva a ligar os 'bilderbergers', António Nogueira Leite, que participou no encontro de 2011, assume à VISÃO que ainda "não fazia ideia da saída do dr. Balsemão". Sobre o sucessor, não tem reservas. "De qualquer modo, a indicação do dr. Barroso parece-me particularmente acertada, em função do seu vasto curriculum na cena internacional."

O novo 'senhor bilderberg' português toma posse na próxima reunião do clube, de 11 a 14 de junho, nos Alpes.

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Lista de todos os portugueses que participaram nas reuniões do clube desde 1983: Só Balsemão esteve em todas. A informação, oficiosa, é do site Public Intelligence

1983: Bernardino Gomes, Rogério Martins e José Luiz Gomes
1984: André Gonçalves Pereira e Rui Vilar
1985: Torres Couto e Ernâni Lopes
1986: Leonardo Mathias e Artur S. Silva
1987: José Eduardo Moniz e Faria de Oliveira
1988: Vítor Constâncio e Lucas Pires
1989: Rui Machete e Jorge Sampaio
1990: João de Deus Pinheiro e António Guterres
1991: Carlos Monjardino e Carlos Pimenta
1992: António Barreto e Roberto Carneiro
1993: Nuno Brederode Santos e Faria de Oliveira
1994: Durão Barroso e Miguel Veiga
1995: Mira Amaral e Maria Carrilho
1996: Margarida Marante e António Vitorino
1997: António Borges e Galvão Teles
1998: Vasco Pereira Coutinho, Marcelo Rebelo de Sousa e Miguel Horta e Costa
1999: Ferreira do Amaral, João Cravinho, Marçal Grilo, Vasco de Mello, Murteira Nabo, Ricardo Salgado, Jorge Sampaio, Artur S. Silva e Nicolau Santos
2000: Teresa Patrício Gouveia
2001: Guilherme d'Oliveira Martins e Vasco Graça Moura
2002: António Borges e Elisa Ferreira
2003: Durão Barroso e Ferro Rodrigues
2004: P. Santana Lopes e José Sócrates
2005: Nuno Morais Sarmento, António Guterres e Durão Barroso
2006: Aguiar Branco e Augusto Santos Silva
2007: Leonor Beleza e Durão Barroso (não confirmado)
2008: Rui Rio e António Costa
2009: Manuela Ferreira Leite e Manuel Pinho
2010: Paulo Rangel e Teixeira dos Santos
2011: António Nogueira Leite e Clara Ferreira Alves
2012: Luís Amado e Jorge Moreira da Silva
2013: Paulo Portas e António José Seguro
2014: Paulo Macedo e Inês de Medeiros

fonte: Visão

quinta-feira, 4 de junho de 2015

FBI está a usar aviões para espiar americanos


Segundo a Associated Press, o FBI está a usar uma frota de pequenos aviões capazes de voar a baixas altitudes, com tecnologia de vigilância. A operação decorre com recurso a várias empresas fictícias

Fontes das autoridades norte-americanas confirmaram, pela primeira vez, o uso de aviões com equipamento de vigilância. Em 30 dias, o FBI vigiou mais de 30 cidades em 11 estados, segundo a Associated Press.

"O programa de aviação do FBI não é secreto", reagiu o porta-voz Christopher Allen, em comunicado. "Aviões específicos e as suas capacidades são protegidos por razões de segurança operacional", acrescentou, sublinhando que os aparelhos "não foram equipados, concebidos ou usados para vigilância de massas",

De acordo com a agência noticiosa, por detrás dos aviões estão, pelo menos, 13 empresas falsas, como a FVX Research, a KQM Aviation, a NBR Aviation e a PXW Services, mas as fontes do FBI pediram que não fossem revelados os nomes das companhias, sob pena de sobrecarregar os contribuintes com o custo de criar novas empresas fictícias para encobrir o envolvimento do Governo e de colocar em risco os próprios aviões. A AP, no entanto, recusou o pedido, alegando que os nomes estão listados em documentos públicos e bases de dados governamentais.

Alguns dos aviões podem também ter tecnologia capaz de identificar milhares de pessoas através dos seus telemóveis, mesmo que não estejam a fazer a uma chamada e mesmo sem estarem em público. 

A AP identificou pelo menos 50 aparelhos e mais de 100 voos desde o final de abril, tanto em grandes cidades como em zonas rurais.

Ainda segundo a agência, o secretismo em torno deste programa de vigilância é de tal ordem que os procuradores são encorajados a desistirem dos casos em vez de revelarem abertamente o uso da tecnologia para a obtenção de provas.

fonte: Visão

segunda-feira, 1 de junho de 2015

NSA quer identificar pessoas através dos toques nos ecrãs de telemóveis



O swipe é uma popular forma de desbloqueio do smartphone. A NSA tem em marcha o desenvolvimento de tecnologias que permitam associar cada gesto a um utilizador.

A NSA está a colaborar com a Lockheed IT and Security Solutions para desenvolver uma tecnologia de reconhecimento de gestos, como o swipe ou a escrita no ecrã tátil. A agência de espionagem pretende que este método seja usado para identificar os utilizadores, noticia o Hacker News.

O desenvolvimento da tecnologia foi confirmado por executivos da Lockheed que adiantaram o nome de código do projeto, Mandrake. «Ninguém tem o mesmo toque. É possível forjar a escrita de uma pessoa em duas dimensões, mas não é possível fazê-lo em três ou quatro dimensões», disse John Mears.

A terceira dimensão é a pressão exercida sobre o ecrã e a quarta dimensão é o tempo. Será difícil, se não impossível, forjar o swipe de um utilizador, se estas quatro dimensões estiverem a ser analisadas.

Mears explica que a tecnologia está pronta a ser colocada no mercado e que até pode já estar a ser usada pela NSA como parte do programa de vigilância e de recolha de dados.

Ainda não há confirmações oficiais por parte da NSA ou de agências como o FBI sobre se este tipo de tecnologias já existe e se está a ser usado na vida real.

fonte: EI

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