RELÓGIO DO APOCALIPSE

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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Publicada a receita que tornou o vírus da gripe das aves transmissível entre mamíferos


O vírus da gripe das aves foi submetido a mutações em laboratório para infectar facilmente os mamíferos 

Quatro mutações genéticas separam o mundo de uma pandemia provocada pelo perigoso vírus da gripe das aves? Não se sabe. Mas a equipa de Yoshihiro Kawaoka, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, conseguiu adaptar a “antena” do vírus H5N1 para infectar as células de mamíferos, de modo a ser potencialmente transmissível entre pessoas. 

A receita, que permitiu criar em laboratório um H5N1, foi publicada hoje na revista Nature, depois de uma polémica de meses sobre se devia ou não ser divulgada. A equipa diz que pode ajudar a antecipar ocorrências de vírus na natureza com potencial pandémico. 

O H5N1 já infectou 602 pessoas desde 1996, quando foi descoberto. Estes doentes contraíram a gripe em contacto muito próximo com as aves — o hospedeiro natural deste vírus. Apesar de não terem transmitido o H5N1 a outras pessoas, 355 dos doentes morreram, o que equivale a 60% de mortes. Um número brutal quando comparado com a gripe suína H1N1, que em 2009 fez as parangonas noticiosas, mas causou a morte a muito menos doentes: 0,01%. 

Várias equipas já tinham tentado perceber como é que o vírus pode transmitir-se entre pessoas. Kawaoka deu o passo decisivo e em Agosto de 2011 apresentou o estudo àNature. A demora da publicação deveu-se à polémica gerada: temia-se que o trabalho fosse usado para produzir armas biológicas. Só depois de se avaliarem os prós e contras da divulgação desta investigação é que o Governo dos EUA deixou sair o artigo.

Quatro mutações

Os vírus são uma cápsula de proteínas que protege um pedaço de material genético. Ligam-se às células para injectarem este material usando uma proteína específica, uma espécie de “antena” que reconhece a célula certa. Depois, a maquinaria celular faz o resto do trabalho: multiplica o material genético do vírus, produz as suas proteínas e, de um momento para o outro, novos vírus ficam prontos para atacarem outras células. 

No caso da gripe, a “antena” do vírus é a hemaglutinina, ou HA, que pode ter variações como H1 e H2. A H5 do vírus da gripe das aves é perfeita para infectar o tecido respiratório delas, mas nos humanos não infecta as células das vias respiratórias superiores. E é esta característica que torna o vírus transmissível entre pessoas. Mas teme-se que ocorram mutações na natureza que façam com que o vírus se adapte aos humanos.

Ora, a equipa de Kawaoka conseguiu isso no laboratório. Provocou mutações aleatórias na região da proteína H5 que está em contacto com os receptores, ou portas de entrada, das células. “Antes de iniciarmos a experiência, sabíamos que a especificidade do receptor era importante”, disse Kawaoka à Nature. “Mas não sabíamos o que mais era necessário.”

Uma das 2,1 milhões de proteínas resultantes das experiências tinha duas mutações, que a tornaram específica para as células das vias respiratórias superiores. Depois, os cientistas fabricaram um novo vírus H5N1, que inclui o gene que comanda a produção da nova H5 e ainda mais sete genes do vírus H1N1 da gripe suína. Com o novo vírus, infectaram furões, o modelo preferido para estudar a gripe. Ao fim de algum tempo, gerou-se um H5N1 com mais duas mutações na H5, que o tornou facilmente transmissível entre os furões através de gotículas aéreas.

Embora o novo vírus não seja letal nos furões, ninguém sabe se aparecerá na natureza. A vantagem, diz Kawaoka, é que se identificaram os mecanismos pelos quais o vírus passou a ser transmissível em mamíferos, o que ajudará a perceber se a próxima pandemia está a chegar.

Sobre a possibilidade de o artigo poder ter sido censurado e, caso isso tivesse acontecido, a informação só chegar a alguns investigadores, o editor da revista Nature, Philip Campbell, numa conversa com a BBC News, questionou essa opção: "Se vamos pela via da censura, como é que se decide quais os investigadores que recebem informação sensível? E como é que se pode assegurar, de uma forma realista, que uma vez que a informação chegue ao ambiente universitário, não vá mais longe?"

fonte: Público

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A gripe é uma arma


Há cinco anos, o H1N1 obrigou ao abate de aves em quase todo o mundo

Cientistas holandeses e americanos conseguiram fazer mutações ao vírus da gripe das aves. O alarme soou forte entre os militares norte-americanos, que querem os estudos em segredo

Pode ser um passo importante para uma vacina. Ou uma perigosa munição para uma arma química terrorista. Não há meio termo. Pelo menos, é o que pensam os alarmados serviços dos conselheiros de biossegurança norte-americanos, perante o anúncio recente saído dos laboratórios do Centro Médico Erasmo, em Roterdão (Holanda).

E que anúncio tão alarmante foi esse? Um grupo de cientistas, liderado por Ron Fouchier, conseguiu fazer mutações ao vírus H5N1, célebre há uns cinco anos por outro nome, mais prosaico, de gripe das aves.

Acontece que estas mutações transformam o H5N1 em algo que ele até agora não foi: rapidamente contagioso. E não é preciso acrescentar ‘mortal’ ao adjectivo anterior. Os receios de pandemia naquela época não se verificaram, mas 60% dos relativamente poucos seres humanos que contraíram esta forma de gripe – 600 pessoas desde 1996, quando o surto foi identificado entre as aves – acabaram por morrer.

Os serviços norte-americanos encararam este estudo como uma ameaça, não dos cientistas, mas de alguém que possa chegar aos segredos da mutação e ‘fabricar’ em laboratório uma poderosa arma química.

Alguns responsáveis ligados ao Governo de Barack Obama confessaram ao jornal britânico The Independent que «o pior cenário neste caso é mesmo o pior que se possa imaginar».

Fouchier, por seu lado, admitiu já em Setembro, numa conferência em Malta, que o seu trabalho é «mesmo, mesmo estúpido», mas que o estudo das mutações de vírus como este em laboratório pode servir também de arma poderosa para se encontrar uma vacina em caso de pandemia (epidemia global). Conhecer é sempre melhor do que ignorar, evidentemente, e é possível perceber como o vírus pode sofrer mutações em caso de alerta.

O problema é que o que se conseguiu em laboratório foi justamente a alteração genética que permite ao H5N1 ser transmitido por via aérea, e já não por um contacto físico muito próximo com quem está infectado.

Os norte-americanos sugerem agora que o trabalho de Fouchier pelo menos não seja publicado na íntegra, para não servir de manual de instruções para terroristas. E avisam um outro grupo de investigação, dividido entre os EUA e o Japão – que chegou aos mesmos resultados em experiências dos dois lados do Pacífico – que deve fazer o mesmo. Os estudos deveriam ter sido feitos em instalações militares, onde a informação é mais filtrada, concluem.

fonte: Sol

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Relação entre vacina da gripe A e narcolepsia não detectada


A Agência Europeia do Medicamento (EMA) concluiu que não há dados suficientes para relacionar os casos de narcolepsia notificados em crianças e adolescentes com a vacina contra a gripe A, segundo uma comunicação oficial.

A narcolepsia é um estado patológico que desencadeia acessos irresistíveis de sono a qualquer momento do dia.

O Comité de Medicamentos de Uso Humano da EMA analisou os dados adicionais obtidos na Finlândia e concluiu "que ainda não são suficientes para estabelecer uma relação causal entre a vacina e a narcolepsia", segundo um comunicado divulgado no site do Infarmed - a autoridade portuguesa para o sector.

"Não sendo ainda possível chegar a uma conclusão definitiva, a EMA considera não ser necessário, neste momento, alterar o perfil de utilização da vacina Pandemrix", refere o documento. Contudo, a nota adianta que os novos dados reforçam a preocupação das autoridades em relação aos casos notificados na Finlândia e na Suécia.

Em Portugal foi registado um caso de narcolepsia em crianças e adolescentes que foram vacinados contra a gripe A (H1N1), mas não foi determinada casualidade.

fonte: DN

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

OMS detectou casos de narcolepsia associados à vacina contra gripe A em pelo menos 12 países


Há um caso registado em Portugal pelo Infarmed

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou hoje que pelo menos 12 países registaram casos de narcolepsia em crianças e adolescentes que previamente tinham sido vacinados contra a gripe A (H1N1), entre os quais Portugal.

O Comité Consultivo Mundial da Segurança de Vacinas da OMS publicou um comunicado no qual precisa que “desde Agosto de 2010 e depois de vacinações maciças contra o vírus da gripe A (H1N1) em 2009, se detectaram casos de narcolepsia em crianças e adolescentes em pelo menos 12 países”.

O grupo sublinhou que é necessária “mais investigação” para determinar a relação exacta entre os casos de narcolepsia e a vacinação contra a gripe, tanto com a vacina Pandermix ou com outra.

A narcolepsia é um distúrbio raro do sono em que as pessoas adormecem de forma súbita e inesperada, a sua causa é desconhecida, mas poderá ser desencadeada por factores genéticos e ambientais.

O estudo completo e definitivo sobre a relação entre a narcolepsia e esta vacina será divulgado a 31 de Agosto.

Na semana passada, a OMS anunciou que estava a investigar um aumento de casos de narcolepsia na Finlândia que podia estar relacionado com a vacina Pandermix do fabricante Glaxo, dado que todos os afectados pareciam ter sido imunizados com o mesmo produto.

O governo da Finlândia informou que tinha identificado casos de narcolepsia entre vacinados contra a gripe A (H1N1) com idades entre quatro e 19 anos. O Infarmed tem registo de um caso em Portugal, divulgado em Setembro.

Em Helsínquia, o Instituto de Saúde e Bem-estar da Finlândia (THL) publicou um estudo segundo o qual a vacina contra a gripe A (H1N1) Pandermix, fabricada pela companhia farmacêutica GlaxoSmithKline, multiplica o risco de contrair narcolepsia infantil.

Segundo aquele estudo, entre 2009 e 2010 foram diagnosticados 60 casos de narcolepsia em crianças e adolescentes finlandeses com idades entre os quatro e os 19 anos, dos quais 52 (quase 90 por cento) tinham sido vacinados com Pandermix.

O fenómeno levou as autoridades sanitárias finlandesas a interromper a utilização desta vacina de forma preventiva até determinar os eventuais efeitos secundários.

Mais de 31 milhões de doses de Pandemrix foram já administradas em 47 países, até Agosto Portugal tinha administrado cerca de 700 mil. No mundo houve um total de 162 casos de narcolepsia em pessoas vacinadas.

A OMS doou 36 milhões de doses de Pandermix a 18 países em desenvolvimento, incluindo três da América Latina, mas até ao momento não houve notícias de quaisquer casos de narcolepsia.

Os 18 países são: Arménia, Azerbeijão, Bangladesh, Bolívia, Burkina Faso, Cuba, Coreia do Norte, El Salvador, Etiópia, Gana, Namíbia, Filipinas, Tajaquistão, Togo, Ruanda, Quénia, Mongólia e Senegal.

fonte: Público

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DGS aconselha vacina da Gripe A, apesar de casos de narcolepsia


A Direção-Geral da Saúde manteve hoje a recomendação para as pessoas se vacinarem contra a gripe A, apesar do recente aumento do número de casos de narcolepsia em pessoas vacinadas, com menos de 19 anos, na Finlândia, Suécia e Islândia.

«Uma vez que a associação vacina Pandemrix [contra a gripe pandémica] e narcolepsia não está provada e que o benefício de vacinação é superior ao risco de adquirir narcolepsia, a DGS mantém as Orientações de vacinação para a época gripal 2010/2011», refere a Direcção-geral da Saúde em comunicado publicado no site.

A vacina Pandemrix tem sido usada em várias dezenas de países de todo o mundo, incluindo Portugal, desde a época gripal 2009/2010.

«Foi observado, recentemente, o aumento do número de casos de narcolepsia [distúrbio de sono caracterizado por sonolência diurna excessiva] em indivíduos vacinados, com menos de 19 anos de idade, na Finlândia, Suécia e Islândia», refere a DGS.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), em colaboração com alguns Estados-membros da União Europeia, está a coordenar um estudo sobre narcolepsia e vacinas pandémicas.

A Agência Europeia do Medicamento considera também necessário desenvolver mais estudos para avaliar aquela possível associação.

A Organização Mundial de Saúde já está a investigar o aumento de casos de narcolepsia na Finlândia e a sua eventual relação com a vacina contra a gripe A (H1N1).

fonte: Sol

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Alemanha: gripe H1N1 causa primeiras duas vítimas mortais em 2011


H1N1

Duas pessoas morreram hoje em Goettingen, na Alemanha, depois de contraírem o vírus da gripe H1N1, que ressurgiu também em Hamburgo, contaminando pelo menos mais 10 pessoas.

As duas mortes, de uma menina de três anos e de um homem de 51 anos, verificaram-se na clínica universitária de Goettingen e ambas as vítimas já sofriam de outras doenças.

As autoridades sanitárias já garantiram não haver indícios de que a gripe se vá propagar mais do que em anos anteriores e mantiveram as suas recomendações quanto às vacinas a tomar.

A vacina atual contra a gripe é considerada trivalente, com partes dos três vírus de influenza mais propagados atualmente, e protege não só contra o H1N1, que no ano passado levou a Organização Mundial de Saúde a decretar a primeira pandemia do século XXI, mas também contra outros dois tipos de vírus.

Após os dois óbitos em Goettingen, na Baixa-saxónia, a direção-geral de saúde local advertiu contra um eventual pânico, mas apelou às pessoas que fazem parte dos grupos de risco para se vacinarem.

"Estamos a levar a questão muito a sério", disse o diretor da referida direção-geral, Matthias Pulz, em Hannover, a vários órgãos de comunicação alemães.

Pulz advertiu, no entanto, que os vírus da influenza são completamente imprevisíveis, e podem ser também mortais para pessoais saudáveis".

Desde finais de dezembro, o número de pessoas contaminadas com o vírus H1N1 na Alemanha tem aumentado continuadamente e o mapa de contágios deverá atingir o ponto alto em finais de janeiro ou princípios de fevereiro, segundo os especialistas.

No inverno passado, o receio de uma pandemia em grande escala levou vários países a encomendarem milhões de vacinas contra o vírus, a grande maioria das quais acabou por não ser ministrada.

"O mínimo que se pode dizer é que a chamada gripe suína foi um negócio ruinoso para o Estado, e muito lucrativo para a indústria farmacêutica", resumiu Christian Meyer, diretor do Instituto de Medicina Tropical de Hamburgo.

O mesmo especialista considera afastado o risco de a gripe H1N1 voltar a propagar-se largamente na Alemanha, nos próximos tempos e lembrou que todos os anos morrem entre 10 mil a 12 mil pessoas com gripes vulgares na Alemanha.

fonte: Jornal i

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Vírus da gripe A mantém cinco pessoas internadas em estado grave nos hospitais


Direcção-Geral de Saúde recomenda intensificação da vacinação 

Direcção-Geral de Saúde recomenda intensificação da campanha de vacinação, que se mantém baixa entre os profissionais de saúde.

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) tem registo de cinco pessoas internadas em hospitais portugueses com gripe A (H1N1), duas delas nos cuidados intensivos. "Não temos notificação de nenhum óbito, mas os casos que estão a ser tratados são muito graves", alertou o director-geral da Saúde, Francisco George, para quem é urgente intensificar a campanha de vacinação contra aquele vírus. "Cinco pessoas internadas devem constituir um sinal de alerta e de consciencialização para a necessidade da vacina", reforçou o pneumologista e consultor da DGS, Filipe Froes.

"A época gripal ainda está muito no começo e a vacina produz efeito duas semanas depois de ter sido administrada", sustentou Francisco George, considerando que "os casos [de gripe A] que estão a ser seguidos têm um padrão muito semelhante ao dos outros países europeus, onde, apesar da pouca actividade gripal, têm sido notificados casos graves".

No Reino Unido, por exemplo, 302 pessoas estavam em estado crítico por causa da gripe. Embora as autoridades de saúde locais não tenham conseguido perceber quantos dos doentes têm o H1N1 que se espalhou pelo mundo como uma pandemia a partir de 2009, os números oficiais mostram que 24 pessoas morreram nas últimas semanas com o vírus. Destas, nove eram crianças e nenhuma tinha 65 ou mais anos de idade: metade tinham asma ou doenças do foro cardíaco, mas aos restantes não foram detectados quaisquer factores de risco, segundo o jornal britânico “Guardian”. Além destas, morreram mais três pessoas com uma variante conhecida como vírus tipo B. Também em Espanha a gripe A fez duas vítimas mortais nas últimas semanas.

Face a estes números, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças considerou que a situação no Reino Unido devia servir de aviso aos restantes países europeus e invectivou os governos europeus a adoptarem medidas de incentivo à vacinação, mesmo das pessoas que contraíram o H1N1 o ano passado.

Mais pessoas vacinadas

Em Portugal, a adesão à vacina tem sido baixa mesmo entre os profissionais de saúde, conforme reconhece o director-geral da Saúde. Os únicos números disponíveis por enquanto são os do "Vacinómetro" - um sistema de monitorização em tempo real da taxa de cobertura da vacinação da população portuguesa, dinamizado pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia e pela Associação Portuguesa de Medicina Geral -, segundo o qual, até 14 de Dezembro, a taxa de vacinação era de 60 por cento entre os idosos com 65 ou mais anos de idade, descendo para os 49 por cento entre os portadores de doença crónica e para 50 por cento entre os profissionais de saúde.

São números ligeiramente superiores aos do ano passado, segundo adiantou Filipe Froes, o que não invalida que a taxa de vacinação continue muito aquém do desejável, nomeadamente entre os profissionais de saúde - que são, como sublinha o pneumologista, potenciais "vítimas e vectores" do vírus. "Não há nada que, com rigor científico, contra-indique a vacinação, na ausência de alergia aos constituintes ", diz Filipe Froes, equiparando a vacina a "um imperativo ético, científico e cívico" para médicos e enfermeiros.

Nos Estados Unidos, aliás, os profissionais de saúde que recusem a vacinação "arriscam-se a não ver renovado o contrato, porque, se acontecer um doente ser contagiado por um profissional de saúde, as indemnizações a pagar pelo hospital são brutais". Por cá não há sanções, embora a recusa da vacina por um profissional fique registada.

fonte: Público

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