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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Empresas britânicas querem implantar microchips nos funcionários


Empresas do Reino Unido estão a estudar a hipótese de implementarem chips nos funcionários. Chips podem ser usados para patrões controlarem a vida dos trabalhadores, defendem sindicatos.

Alguns dos maiores empregadores do Reino Unido estão a estudar a hipótese de implementar uma medida que fez soar muitos alarmes depois de sugerir a hipótese de as empresas britânicas implantarem microchips nos seus trabalhadores, sob a justificação de melhorarem a segurança dos empregados.

O CBI, que representa 190.000 negócios no Reino Unido, já mostrou preocupações com a hipótese de os trabalhadores serem sujeitos a esta inovação, afirmando que as empresas se devem preocupar mais com "prioridades mais imediatas e em satisfazer as necessidades dos seus trabalhadores".

A empresa britânica BioTeq, que cria e vende esses dipositivos a empresas e privados, já implantou 150 chips no Reino Unido, embora maior parte dos mesmos tenham sido a particulares individuais. Os dispositivos em causa são implantados na área muscular entre o indicador e o polegar de uma das mãos e permitem às pessoas abrir a porta da frente, ligar a ignição do carro ou até dar informações pessoais no médico ou noutra situação que tal.

Uma das empresas que cria esses dispositivos, a sueca Biohax, contou ao Sunday Telegraph que está a discutir com várias empresas britânicas a possibilidade de implementar os chips nos trabalhadores das mesmas. Segundo os suecos, estão mesmo em negociações com empresas com milhares de trabalhadores.

O representante dos direitos dos trabalhadores da TUC mostrou preocupações com a possibilidade de as empresas obrigarem os seus trabalhadores a se submeterem à implementação destes dispositivos, dizendo: "Microchippar vai dar mais poder aos patrões e dar um controlo ainda maior sobre o trabalho dos empregados". "Os empregadores não devem deixar de lado os riscos envolvidos ou pressionar o seu pessoal a serem chipados."

Os chips da BioTeq custam entre os 80 e os 300 euros (70 a 260 libras) por pessoa. O director da empresa e todos os membros da direcção têm chips já implantados.


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Microchips debaixo da pele estão a substituir cartões e BI na Suécia

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Cerca de 3500 suecos já inseriram microchips no seu corpo para tornar mais fácil o seu dia a dia, já que passam a não precisar de andar com o cartões. 

O sistema é mesmo mais completo do que isso e permite inclusive substituir bilhetes de comboio ou o cartão de entrada em hotéis. 

Com o tamanho de um pequeno grão de arroz por baixo da pele, o sistema está a ser testado desde 2015 na Suécia e o ano passado passou a estar disponível de ser usado como bilhete de comboio para a rede nacional de ferrovia. Para funcionar tem de ser passado um scanner pela mão dos passageiros com os chips biométricos.

A agência AFP cita mesmo uma utilizadora de 28 anos, Ulrika Celsing, que passou a deixar de usar o cartão de entrada no ginásio e no escritório, já que precisa apenas de passar a mão que tem o microchip numa pequena caixa e marcar um código para se identificar. 

A colocação do microchip é um processo idêntico à colocação de um piercing e envolve uma seringa para se injetar o chip. Uma possível desvantagem, indica a AFP, é que alguns implantes podem causar infeções ou reações ao sistema imunitário do corpo. 

Movimento sueco 

Todo este pequeno movimento de microchips na Suécia começou quando a empresa sueca do chamado biohacking, Bionyfiken, começou a organizar “festas de implantes”, onde grupos de pessoas colocavam chips nas suas mãos. A iniciativa chegou a países como os EUA, Reino Unido, França, Alemanha e México. 

A Suécia tem alguma predileção por este chamado biohacking, onde se colocam no corpo materiais biológicos. O próprio governo sueco também investiu fortemente na economia digital e o banco central local quer criar uma moeda digital chamada e-krona. 

O ano passado uma empresa de software norte-americana chamada Three Square Market aderiu à moda sueca e injetou alguns funcionários voluntários com microchips para puderem comprar produtos nas vending machines, autenticarem-se nos seus computadores ou usarem a fotocopiadora.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Empresa norte-americana vai colocar chips nos funcionários


Os chips, implantados debaixo da pele, vão permitir aos trabalhadores pagar no refeitório, ligar os computadores, utilizar diferentes máquinas, como as fotocopiadoras, e abrir portas

Uma empresa tecnológica de Wisconsin, nos Estados Unidos, vai colocar microchips, do tamanho de grãos de arroz, nos funcionários. A “Three Square Market” será pioneira nesta iniciativa, com início a 1 de agosto.

Segundo o jornal The Independent, a colocação do microchip é opcional, no entanto, a empresa espera uma adesão de mais de 50% dos trabalhadores. Aliás, a companhia afirma que 50 dos seus funcionários já se inscreverem voluntariamente para receber a nova tecnologia.

Os chips serão implantados debaixo da pele, entre o polegar e o indicador, e vão permitir o pagamento da comida e bebidas no refeitório, fazer o login nos computadores, viabilizar a utilização de máquinas e abrir portas dentro da empresa.

Através de um comunicado, o diretor-executivo da empresa, Todd Westby, explicou ainda que os chips podem ser utilizados para desbloquear telefones, trocar cartões de visita e armazenar informações médicas.

Eventualmente, esta tecnologia tornar-se-á padronizada, permitindo a qualquer um usá-la como seu passaporte, passe de transporte público ou para fazer compras”, acrescentou Todd, num comunicado de imprensa, de acordo com o The Independent.

Mais experiências

A tecnologia e informação biométrica estão a tornar-se cada vez mais populares. No início deste ano, uma empresa ferroviária sueca começou a oferecer a opção, aos seus passageiros, de usarem um chip, implantado na mão, em vez de um bilhete de papel.

Na última semana, o banco britânico TSB anunciou que irá disponibilizar em setembro uma aplicação para smartphones que reconhece a íris do olho do cliente e lhe permite aceder às suas contas bancárias.

O mercado internacional está aberto e acreditamos que a trajetória futura da participação será conduzida por quem capturar primeiro essa área”, considera Patrick McMullan, um dos responsáveis de empresa norte-americana “Three Square Market”.

fonte: TVI24

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