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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Peça do avião retirada sem vestígios de restos humanos


Fotografia © REUTERS/Andrew Kelly

A autoridades conseguiram retirar esta quarta-feira a peça do avião que se julga ser do atentado do 11 de setembro do terreno onde foi encontrada. O médico legista não encontrou vestígios de restos humanos.

A peça, que se julga pertencer a um dos aviões que embateu contra as Torres Gémeas a 11 de setembro de 2011, foi descoberta na semana passada num terreno entre dois edifícios situados nas proximidades do Word Trade Center.


Encontrada parte de avião do 11 de Setembro


Local onde terão sido encontrada uma peça de um avião que embateu no World Trade Center a 11 de Setembro de 2001Fotografia © REUTERS/Lucas Jackson

A polícia de Nova Iorque anunciou na sexta-feira ter encontrado perto do local dos atentados do 11 de Setembro uma peça de um dos aviões que se precipitou contra as torres gémeas do World Trade Center.

Uma parte de um trem de aterragem, que parece pertencer a um dos aviões de passageiros destruídos no 11 de Setembro, foi descoberta entalada nas traseiras" de dois edifícios de Manhattan, afirmou o porta-voz da polícia Paul Browne.

Os dois edifícios, o número 50 de Park Place e o número 50 da rua Murray estão localizados a dois quarteirões do World Trade Center.

Paul Browne acrescentou que a parte do avião possuía "um número de identificação Boeing claramente visível".

As autoridades não precisaram o tamanho, mas a cadeia de televisão local NBC refere uma peça de cerca de um metro e meio.


O espaço entre os dois imóveis é extremamente estreito, o que pode explicar como esta peça do avião escapou a todas as buscas durante perto de 12 anos.

A polícia "estabeleceu um perímetro de segurança em redor da área, como faz habitualmente para a cena de um crime, tirando fotografias e limitando o acesso", precisou Paul Browne num comunicado.

É possível que venha a ser tomada a decisão de inspecionar o solo em busca de possíveis restos humanos, acrescentou.

A peça do avião foi descoberta acidentalmente após uma inspeção na parte traseira do edifício de Park Place, a pedido do seu proprietário. Os inspetores chamaram a polícia depois de descobrirem o que pensaram ser uma máquina danificada.

Ao todo, 2.753 pessoas morreram nos atentados de 11 de Setembro em Nova Iorque, quando dois aviões de passageiros tomados por terroristas da Al-Qaida chocaram com as duas torres do World Trade Center.

Segundo os médicos legislas, não foi encontrado nenhum rasto de 1.122 pessoas desaparecidas num dilúvio de aço e fogo assim que as torres desabaram.

Ao todo foram encontrados 21.817 restos humanos, mas só 59% puderam ser identificados.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Coincidências sobre o atentado ao World Trade Center

O atentado ocorreu a dia 11 de 2001 .

O 11 de Setembro é o 254º dia do ano. 254 em Numerologia é 2+5+4 = 11.

Além disso, depois desse dia restam exactamente 111 dias para acabar o ano .

O primeiro avião que colidiu com o WTC foi o voo nº 11 da American Airlines.

O segundo avião foi o voo 77 ( 77 são = 11 vezes 7 ) da United Airlines.

As duas torres gémeas formam um número 11 ( II ).



Nova York é a 11ª colónia americana.


O então presidente norte-americano, George Bush, três dias depois do ocorrido, subiu em cima dos escombros do WTC e, ao lado de um oficial bombeiro, fez um pronunciamento para tranquilizar os americanos. Nada mais óbvio se não fosse o número do oficial bombeiro (Bob Beck) estampado no capacete: 164 ( 1+6+4 = 11 ).



Parece que muita gente sabia com anos de antecedência, que iria haver esse atentado. A Data 9/11 surge em diversas imagens subliminares.

Num episódio dos Simpsons em 9/27/1997 :



No filme MATRIX, o cartão de identidade de "Thomas Anderson" ( interpretado por Keanu Reeves ).



11 de Setembro de 2001



Filme Exterminador Implacável 2 : Dia do Julgamento . Imagens de uma cena : Cuidado 9'-11 .

Na Banda desenhada da "Wonder Woman" ( Mulher maravilha )



Numa banda desenhada espanhola de Mortadelo y Filemon ,publicada em 1993 :



Reparem que o avião não passa por trás das torres , não é ilusão óptica. Uma das torres está danificada, falta um pedaço, e o avião entra dentro do edifício e sai fumo.

Capa do album do grupo «The Coup », antes dos atentados. O Album foi proíbido de ser comercializado logo após os atentados.



Torres destruídas no filme Super Mario Brothers, 1993 :



domingo, 11 de setembro de 2011

11th September - 09/11/2001 (11'09''01)

A Farsa do World Trade Center





NY em alerta sobre ameaça terrorista em 11/09























A polícia de Nova York aumentou a segurança para o seu nível máximo, realizando inspeções de veículos, depois que as autoridades receberam informações que terroristas estão tramando um ataque à cidade, informou o website da NHK.

A tensão é crescente na cidade, próximo ao 10 º aniversário em memória à vítimas dos ataques terroristas de 11setembro, no domingo.

Na sexta-feira, a polícia montou postos de controle na Times Square e perto do local do World Trade Center, que entrou em colapso após os ataques de 2001.

Carros de patrulha e policiais foram mobilizados nas ruas, parando todos os veículos. Os motoristas tinham de mostrar as suas licenças e abrir os espaços de armazenamento de grandes caminhões de entrega.

Um motorista disse que nunca tinha visto antes engarrafamento até este ponto, mas que ele tem de entender com a espera por uma questão de segurança.

Um executivo japonês disse que se sente assustado com a segurança reforçada, acrescentando que ele vai tentar evitar sair no domingo.

O Presidente dos EUA, Barack Obama e o ex-presidente George W. Bush, estão programando participar do aniversário no domingo em Nova York.


Sites com informações sobre o 11 de Setembro:

Realidade Oculta / WTC



911 Experts speak out



Lista Youtube com videos «Reapen 911»

Veja a cidade de NY, visto a 360º do topo do WTC (imagem panorâmica 360º quando as torres ainda existiam)

11 de Setembro: teorias da conspiração ou realidade?























Uma das teorias da conspiração defende que teriam sido colocados explosivos nas torres do World Trade Center

Explosivos colocados nas torres, a encenação do voo 93 e os supostos quatro mil judeus que não foram trabalhar no dia do ataque são algumas das teorias da conspiração existentes.

Quando a realidade ultrapassa a ficção, como nos atentados de 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque, as explicações nunca são simples e as teorias da conspiração encontram terreno fértil.

A mão da administração de George W. Bush nos atentados, para justificar restrições draconianas às liberdades individuais e intervenções em países islâmicos, os atentados terem sido obra dos serviços secretos israelitas, ou o colapso das torres do World Trade Center ter sido provocado por explosivos e não pelo impacto de aviões sequestrados, estão entre as teorias da conspiração mais difundidas e persistentes sobre os ataques de há 10 anos.

A magnitude da catástrofe e o sentimento de vulnerabilidade que provocou parecem ter exigido outras explicações, mais obscuras e sinistras, para além de que uma organização terrorista, criada por um milionário saudita radical empenhado numa "guerra santa" contra o ocidente, tenha conseguido um golpe sem precedentes no coração da maior potência mundial parece não ser suficiente.

Drama do voo 93 seria encenado

Os factos apurados sobre os atentados indicam que a 11 de setembro de 2001 dois aviões pilotados por membros da Al-Qaida embateram nas torres gémeas, fazendo ruir os edifícios e matando 2753 pessoas. Um terceiro aparelho chocou com o Pentágono, em Washington, causando 184 mortes, e um quarto avião despenhou-se na Pensilvânia, matando mais 40 pessoas.

Uma das teorias da conspiração mais elaboradas defende que o drama do voo 93 - o quarto avião sequestrado, que se despenhou num campo depois de os passageiros terem lutado com os sequestradores - foi encenado.

A teoria da conspiração alega que o avião aterrou em segurança e que um outro avião, vazio, foi propositadamente despenhado. Os passageiros do voo 93 terão sido assassinados ou receberam novas identidades e foram enviados para outros países.

Factos oficiais vs "truthers" pela verdade

A exposição da vulnerabilidade dos Estados Unidos e da incapacidade de reação de alguns serviços foi dolorosa para uma população habituada à supremacia e as teorias da conspiração proliferaram e nasceram os grupos que se tornaram conhecidos como "truthers" ("pela verdade").

Grupos como o "Texanos do Norte pela Verdade de 9/11" - que reclama 50 membros oficiais e uma lista de pelo menos 200 pessoas que recebem um boletim informativo - continuam a realizar reuniões regulares para discutirem o colapso das torres gémeas.

Outros grupos ativos de "truthers" incluem o "Arquitetos pela Verdade de 9/11" e o "Académicos pela Verdade de 9/11".

Os valores da liberdade individual e do ceticismo e desconfiança em relação ao aparelho do Estado, fazem parte da genética dos Estados Unidos e em 2009 uma petição apelando para um inquérito independente às "verdadeiras causas" do colapso das torres do World Trade Center recolheu 80 mil assinaturas.

Apesar de refutadas, teorias da conspiração persistem

Ao contrário das teses da morte de Kennedy, que se desenvolveram ao longo de anos, as teorias sobre os atentados de 11 de setembro disseminaram-se quase instantaneamente através da Internet, alimentadas pela repetição das imagens traumáticas das torres a desmoronarem-se. E parecem ter longevidade garantida, apesar de terem sido desmanteladas por factos verificáveis.

Um dos "factos" que justificaria a tese de uma conspiração israelita seria o de que os 4000 judeus que trabalhavam nas torres gémeas tiraram folga no dia dos atentados.

Mas entre as vítimas mortais contaram-se 300 judeus e 100 muçulmanos. O número de 4000 judeus constava de uma lista do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel sobre o paradeiro de cidadãos israelitas que se encontravam na área na altura dos atentados.

Apesar de a realidade poder ultrapassar a ficção e de as teorias da conspiração serem sistematicamente invalidadas, estas perduram e perpetuam-se. Como todos os teóricos da conspiração insistirão sempre, "a completa falta de provas é a prova mais segura de que a conspiração existe e está a funcionar".

fonte: Expresso

Os dez anos do 11 de Setembro serão usados para ciberataques























Com o aproximar do dia 11 de Setembro e da passagem dos dez anos sobre o ataque ao World Trade Center é expectável o crescimento de ciberataques com a alusão a esta data

Segundo a empresa de segurança informática BitDefender esta data irá ser aproveitada para o lançamento de ataques informáticos em larga escala, com o recurso a várias plataformas, desde site Web às redes sociais, passando por mensagens de e-mail fraudulentas.

«Com os desenvolvimentos das tecnologias de hacking e spamming da última década, juntamente com o significado do aniversário e aumento da cobertura mediática, o 11 de Setembro deste ano pode bem ser catastrófico no que diz respeito ao malware», reconhece Catalin Cosoi, Chefe dos Laboratórios de Ameaças Online da BitDefender.

Para a empresa as formas de conseguir infectar os computadores irão passar por várias estratégias, desde a criação de sites maliciosos, ao envio de spam com supostas imagens inéditas dos ataques e até mesmo recorrendo a pedidos de ajuda para instituições de caridade, que se revelam fraudulentos.

fonte: Sol

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Casa Branca estabelece normas para as cerimónias do 11 de Setembro























Nova Iorque prepara-se para assinalar os ataques

A poucos dias do décimo aniversário dos atentados de 11 de Setembro, a Casa Branca enviou dois documentos normativos, um interno e outro destinado aos aliados estrangeiros, nos quais detalha a forma como deverão ser conduzidas as cerimónias em memória dos atentados que mudaram a face da América, em 2001.

Estes documentos têm como objectivo uma adopção uniforme do tom correcto a imprimir a todos os actos oficiais que terão lugar por altura das cerimónias de homenagem às vítimas dos atentados.

Para que as coisas corram da melhor forma, a Casa Branca decidiu criar dois tipos de regras normativas, para dois públicos diferentes: um interno e outro externo. 

Para o auditório interno o documento de uma página já foi enviado para todas as agências federais, de acordo com o “The New York Times”, que teve acesso ao memorando. “O tema mais importante é mostrar ao mundo que percebemos que o 11 de Setembro - os ataques e, genericamente, o extremismo violento - não é apenas ‘sobre nós’”, disse um dos funcionários de uma agência federal, sob anonimato, descrevendo o documento interno emitido pela Casa Branca e que se intitula “9/11 Anniversary Planning”.

O documento explica ainda que as cerimónias irão homenagear os americanos mortos no 11 de Setembro, mas igualmente “todas as vítimas de terrorismo, incluindo aquelas que foram alvejadas pela al-Qaeda e por grupos do género em todo mundo”.

Nas linhas orientadoras conta-se ainda que é esperado que os americanos queiram ouvir dos líderes governamentais que medidas estão a tomar para prevenirem ataques semelhantes. 

O documento refere ainda: “Centrar-nos-emos igualmente no espírito de unidade que prevaleceu logo após os atentados”.

No outro documento, dirigido aos aliados estrangeiros e cidadãos destes países e que foi enviado para as embaixadas e consulados americanos em todo o mundo, o objectivo é apresentar uma “narrativa positiva, a olhar para o futuro”, escreve o “The New York Times”.

Este documento indica que, o facto de al-Qaeda não ter tido um papel significante na chamada “Primavera Árabe”, revela que a rede terrorista está ultrapassada é uma coisa do passado, ao passo que as manifestações pacíficas no norte de África e Médio Oriente “representam o futuro”. 

Fica por abordar a questão de muitos dos líderes depostos terem sido aliados e parceiros dos EUA em operações antiterroristas. 

O facto de Osama bin Laden ter sido morto pelos serviços secretos norte-americanos é igualmente nomeado no documento como prova de que a rede terrorista se tem tornado cada vez mais “irrelevante”.

O documento encoraja ainda os funcionários públicos americanos a saudarem os esforços dos parceiros estrangeiros na luta contra o extremismo violento.

“Numa altura em que nos lembramos dos cidadãos de 90 países que morreram nos ataques de 11 de Setembro, homenageamos todas as vítimas de terrorismo, em cada nação do mundo”, indica o documento enviado para as embaixadas.

“Honramos e celebramos a resiliência de indivíduos, famílias e comunidades em cada continente, quer seja em Nova Iorque, Nairobi, Bali, Belfast, Bombaim ou Manila, Lahore ou Londres”, indica o documento.

Pontos comuns aos dois documentos: a “resiliência” dos americanos e o facto de não estar afastada a hipótese de poder haver um segundo atentado. “A resiliência toma muitas formas, incluindo a dedicação e a coragem de seguir em frente [...] Ao passo que nunca nos poderemos esquecer daqueles que perdemos, teremos que fazer mais do que simplesmente nos lembrarmos deles - teremos de suster a nossa resiliência e continuarmos unidos a fim de prevenirmos novos ataques e novas vítimas”.

Numa altura em que a Casa Branca afina as mensagens para as homenagens, as autoridades fazem saber igualmente que estão a redobrar os esforços para detectarem indícios de planos terroristas, internos ou externos, por altura do aniversário. Até ao momento não foram detectados complots nem aumentaram as ameaças, garantiram as mesmas autoridades. 

Durante as celebrações de homenagem ao décimo aniversário do 11 de Setembro, o Presidente Barack Obama irá começar a fazer algumas aparições relacionadas com a tragédia quando faltarem escassos dias para o dia D. No passado sábado, Obama indicou que o aniversário deste ano será de “homenagem e lembrança”. Alguns especialistas envolvidos nas discussões pré-décimo aniversário do 11 de Setembro estimam que os EUA deveriam reconhecer, nos seus actos públicos, que as medidas adoptadas pelos EUA no rescaldo dos ataques originaram fúria em diversos países, por causa de decisões como a invasão do Iraque, detenções ilegais e interrogatórios com uso de técnicas que violavam os direitos humanos.

fonte: Público

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

11 Setembro: EUA vão assinalar décimo aniversário do dia que 'mudou tudo' para a América
















Os Estados Unidos assinalam no próximo mês o décimo aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, um dia que mudou o país, com a inauguração de um memorial, na 'zona zero' de Nova Iorque, às 2977 vítimas dos ataques.

A 11 de Setembro de 2001, dois aviões pilotados por membros da al-Qaida embateram nas 'torres gémeas' do World Trade Center em Nova Iorque, matando 2753 pessoas; um terceiro aparelho chocou com o Pentágono, em Washington, causando 184 mortes; e um quarto avião despenhou-se na Pensilvânia, matando mais 40 pessoas.

Em 2003, o então vice-Presidente Dick Cheney disse numa entrevista à televisão NBC que 'o 11 de Setembro mudou tudo'.

«Mudou a forma como pensamos nas ameaças aos Estados Unidos. Mudou a percepção das nossas vulnerabilidades. Mudou o tipo de estratégia de segurança nacional».

Num discurso perante o Congresso após os ataques, o então Presidente George W. Bush prometeu: os EUA «não vão desistir, não vão vacilar, não vão falhar» naquilo que designou como a «guerra contra o terrorismo».

Ainda em 2001, os Estados Unidos, com aliados da NATO, invadiram o Afeganistão para derrubar o regime talibã e destruir os campos da al-Qaida. Bush redefiniu as prioridades de política externa dos EUA, apontando um «eixo do mal» (Iraque, Irão e Coreia do Norte) de patrocinadores do terrorismo.

Em 2003, com o apoio de uma coligação menos ampla e perante grande contestação internacional, os EUA invadiram o Iraque e derrubaram Saddam Hussein.

Apesar da rapidez com que as forças norte-americanas derrotaram os seus adversários, tanto o Afeganistão como o Iraque continuam em estado de guerra civil e, em 2011, os EUA mantêm substanciais contingentes militares nos dois países.

A criação do campo de detenção de Guantanamo, à revelia da convenção de Genebra, as denúncias de tortura de suspeitos de terrorismo e os abusos de prisioneiros iraquianos na cadeia de Abu Ghraib lançaram nos EUA um debate sobre o ponto de equilíbrio entre a segurança e as liberdades individuais.

No plano interno, foram aprovadas leis reforçando o papel do Estado no combate ao terrorismo, particularmente os pacotes Patriot Act 1 e 2, e administração Bush instituiu o Departamento de Segurança Interna ('homeland security') - o primeiro novo ministério criado nos EUA desde 1989.

O aspecto mais visível e mais global das novas imposições de segurança terão sido as alterações no transporte aéreo. Os passageiros habituaram-se a tirar os sapatos antes de embarcar, a revistas frequentes e intrusivas e a listas de indivíduos impedidos de voar.

Essas medidas não impediram contudo novos atentados em grande escala – em Bali (2002, 202 mortos), em Madrid (2004, 191 mortos), em Londres (2005, 56 mortos), e uma grande quantidade de outras chacinas no Paquistão, no Afeganistão ou no Iraque.

No entanto, se o 11 de Setembro «mudou tudo», nem todas as mudanças globais no século XXI tiveram relação directa com os ataques.

A ascensão da China e de outras potências emergentes é um fenómeno anterior. O mesmo se passou com a crise financeira global ou as alterações climáticas.

Mesmo a 'primavera árabe' que abalou uma série de regimes autoritários este ano tem relações muito ténues com os acontecimentos de 2001.

A al-Qaida, de resto, não foi protagonista das revoluções no mundo árabe e o seu líder, em fuga durante quase uma década, foi morto em Maio no Paquistão por comandos norte-americanos.

A morte de Osama bin Laden pode parecer um capítulo final para o que começou em 2001. Mas o actual Presidente norte-americano não concorda. «Não há dúvida de que a al-Qaida vai continuar a tentar atacar-nos», disse Barack Obama.

fonte: Sol

segunda-feira, 7 de março de 2011

Vídeo mostra novas imagens do 11 de Setembro


As imagens foram captadas por um helicóptero e divulgadas pelo site Cryptome.


O site Cryptome divulgou um vídeo com imagens inéditas do ataque às Torres Gémeas, no dia 11 de Setembro de 2001, desta feita captadas por um helicóptero.

De acordo com o site responsável pela divulgação do vídeo, as imagens foram obtidas pelo Instituto Nacional de Tecnologia (NIST).

fonte: DN

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