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sábado, 25 de junho de 2011

Lei anti-downloads francesa atrai adeptos fora do país


O modelo adoptado pelo Governo francês para lidar com os downloads ilegais, que prevê o corte no acesso à Internet, está a ser estudado e poderá ser implementado nos EUA

A ideia é das indústrias discográfica e cinematográfica dos EUA, que estão a analisar apresentar um modelo semelhante ao gaulês em conjunto com as operadoras locais.

A informação está a ser avançada pelo portal Cnet News, que refere que um acordo entre os estúdios de cinema e música e as principais operadoras de telecomunicações norte-americanas nesse sentido poderá ser anunciado ainda durante este mês.

O objectivo deste acordo é estabelecer um modelo semelhante ao francês, em que os cibernautas que realizam downloads de forma ilegal vão recebendo alertas sobre esta prática, sendo que ao terceiro ficam sem acesso à Internet.

A única diferença no caso dos EUA é que a iniciativa está a ser analisada por entidades privadas e não pelo Governo, como aconteceu em França, apesar de a Casa Branca já ter aprovado a sua execução.

Ao que tudo indica tanto os estúdios como os operadores estão dispostos a ficar com os custos desta iniciativa, que passa pela monitorização do tráfego para detectar os downloads ilegais e tentar acabar com a prática.

fonte: Sol

Aplicação para iPhone permite espiar teclados de PC com Windows


Foi colocada à venda no iTunes uma aplicação para iPhone que permite espiar o comportamento de utilizadores de um computador baseado em Windows

Denominada Spykey, a polémica aplicação foi identificada pelo site Gizmodo, que se afirma surpreendido por ter encontrado um programa keylogger (um software que permite registar tudo o que é feito num teclado de computador) na loja de aplicações da Apple.

Com um preço de 4.99 dólares, a aplicação é definida pelos seus autores como «a única que permite monitorizar a actividade do teclado do PC em tempo real»,

Na mesma mensagem surgem algumas sugestões para a utilização da aplicação, nomeadamente «para fins de controlo parental, para proteger os seus filhos para falar com estranhos» ou para «espiar o marido ou esposa infiel».

A SpyKey apenas funciona em computadores com Windows XP, Vista e 7 e com as definições em inglês, segundo a descrição.

fonte: Sol

segunda-feira, 20 de junho de 2011

ERC condena divulgação de homicídio na TVI e no CM


A Entidade Reguladora para a Comunicação Social instaurou um processo contraordenacional à TVI e uma recomendação ao Correio da Manhã pela divulgação de um vídeo que mostrava o homicídio de um homem num parque público em Oliveira do Bairro.

Em declarações à Lusa, o presidente da ERC disse que determinados valores básicos "estão a ser espezinhados", considerando “indigno que um órgão de comunicação social argumente com liberdade de imprensa quando está a violar grosseiramente as regras básicas que resultam do seu estatuto”.

“O que há aqui é uma exploração grosseira do interesse comercial disfarçado de defesa da liberdade. É altura de se dizer isto porque estamos sempre a discutir a liberdade quando o que está em causa é o interesse comercial”, disse.

No caso do Correio da Manhã, a publicação de fotos e a disponibilização no site do jornal do vídeo do homicídio, valeram uma recomendação da ERC em que é “reprovada veementemente” a conduta do matutino.

Na sua deliberação, tomada por unanimidade, o Conselho Regulador “entende que a exibição do vídeo na edição eletrónica do jornal e a publicação das imagens na edição impressa não são justificadas por interesse público noticioso, tendo antes consistido na exploração de um acontecimento dramático, violento e chocante, com a finalidade de impressionar os leitores/espectadores”.

A ERC entende que o Correio da Manhã violou “de modo flagrante os limites da liberdade de imprensa” estabelecidos no artigo 2º da Lei de Imprensa determinando assim a publicação nas próximas 48 horas da recomendação da Entidade Reguladora numa das cinco primeiras paginas da edição do jornal.

Relativamente à TVI, a ERC decidiu instaurar um processo contraordenacional por violação do ponto 3 do artigo 27º da Lei da Televisão punível com coima de 75 mil a 375 mil euros.

No artigo 27º, nº 3 da Lei da Televisão é referido que não é permitida a emissão televisiva de programas suscetíveis de prejudicar manifesta, séria e gravemente a livre formação da personalidade de crianças e adolescentes, designadamente os que contenham pornografia, no serviço de programas de acesso não condicionado ou violência gratuita.

A decisão surge na sequência de duas participações de cidadãos contra a edição de 22 de fevereiro do Jornal Nacional da TVI, que transmitiu um vídeo que mostra o homicídio de um homem num parque público em Mamarrosa, Oliveira do Bairro.

Para o Conselho Regulador da ERC “o momento da morte constitui uma das circunstâncias mais privadas experienciadas por qualquer ser humano”, defendendo ainda o Conselho que “as imagens do homicídio não eram jornalisticamente necessárias, pois nada acrescentavam à notícia, nem enquadráveis em qualquer critério jornalístico, ético ou deontológico”.

fonte: Sol

Espancado por denunciar tortura por agência de espionagem


Waqar Kiani foi brutalmente agredido pela segunda vez alegadamente por membros ligados às forças de segurança do Paquistão. O jornalista do The Guardian investigou há algum tempo a detenção ilegal e tortura de militantes islamistas por parte de uma agência de espionagem paquistanesa, em colaboração com os serviços secretos do Reino Unido.

No sábado à noite, homens armados e vestidos com uniformes da polícia pararam o repórter de 32 anos, quando este conduzia em Islamabad, e ordenaram que saísse do seu carro. Os quatro homens agrediram Waqar Kiano com murros, bastões de madeira e um chicote. "Eles disseram 'Queres ser um herói? Vamos fazer de ti um herói. Vamos fazer um exemplo de ti'", contou o repórter, em recuperação. Há três anos, outro jornalista, Saleem Shahzad, foi espancado até à morte depois de ter desaparecido da capital, recorda o The Guardian.

O Paquistão é um dos países mais perigosos do mundo para a comunicação social. Em Julho de 2008, Kiani foi raptado, vendado e levado para uma casa segura, onde foi interrogado, espancado e queimado com cigarros. Foi libertado 15 horas depois, a quase 200km da capital do país, e ameaçado de que a sua mulher seria violada e o vídeo publicado no Youtube caso ele contasse a alguém o que lhe acontecera. Nessa altura, o repórter investigava a captura, detenção ilegal e tortura de militantes islamistas por parte da principal agência civil de espionagem do Paquistão, em colaboração com o britânico MI5, serviços para a segurança interna.

Nessa altura, Kiani percebeu que os homens trabalhavam para as autoridades oficiais porque conheciam detalhes da sua vida pessoal, nomeadamente os movimentos na sua conta bancária, e os encontros com outros jornalistas do The Guardian. O jornal britânico publicou a história sobre o que se passou com o repórter apenas há uma semana. Kiani deu depois uma entrevista a uma televisão local. Seguiu-se novo espancamento, neste sábado, e o jornalista tem a certeza que os factos estão relacionados.

fonte: DN 

domingo, 19 de junho de 2011

EUA ajudam activistas de regimes autocráticos a contornarem a censura


Estima-se que até final deste ano o Departamento de Estado norte-americano gaste cerca de 70 milhões de dólares neste tipo de iniciativas

A Administração Obama pôs em marcha um esforço internacional de criação de “redes-fantasma” de Internet e sistemas alternativos de telefonia móvel que os dissidentes possam usar para contornarem os regimes ditatoriais e censórios.

De acordo com o “The New York Times” - que avança esta notícia depois de ter levado a cabo dezenas de entrevistas e após o acesso a alguns documentos diplomáticos secretos -, este esforço americano estende-se por vários programas que não variando de escala, de custo e de sofisticação.

Estima-se que até final deste ano o Departamento de Estado norte-americano gaste cerca de 70 milhões de dólares neste tipo de iniciativas, de acordo com dados do próprio departamento citados pelo jornal norte-americano.

Um dos programas, por exemplo, gira em torno da criação de redes de telemóvel independentes em países estrangeiros, nomeadamente no Afeganistão. Os EUA já terão gastado pelo menos 50 milhões de dólares na criação de uma rede independente para telemóveis usando torres em bases protegidas pelos militares. O objectivo é impedir que os taliban usem as infra-estruturas do país, que aparentemente conseguem usar em seu benefício sempre que queiram, deixando enormes fatias da população sem acesso às redes de telemóvel.

Outro programa é conhecido pelo nome de “Internet numa mala” e está a ser desenvolvido por programadores e antigos hackers a partir de um quinto andar da Rua L em Washington.

Financiado em dois milhões de euros pelo Departamento de Estado norte-americano, este programa “Internet numa mala” poderia facilmente ser introduzido em países que aplicam uma apertada censura à Internet e permitir comunicações sem fios a uma área alargada com uma ligação directa à Internet global, sem passar pela rede do país censório.

Este projecto da “mala” poderá transformar aparelhos como telemóveis e computadores pessoais em instrumentos de criação de uma rede invisível sem fios e sem um ponto centralizador. Por outras palavras, ficheiros como uma fotografia e um vídeo de um activista a ser espancado pelas forças do regime, por exemplo, poderiam ser partilhados directamente entre estes aparelhos modificados - cada um deles actuando como uma “torre” e um telefone - e contornar assim a rede oficial.

Cada “mala” estaria equipada com pequenas antenas sem fios que ajudariam a aumentar a área de cobertura da rede; CD’s para espalhar o software por mais dispositivos e outros materiais como cabos Ethernet.

Sistemas como este permitiriam a comunicação entre activistas em países como o Irão, a Síria e a Líbia, de acordo com vários participantes nestes projectos, citados pelo NY Times.

Este esforço tem vindo a fazer cada vez mais sentido desde que o ex-Presidente egípcio Hosni Mubarak “desligou” a Internet no Egipto nos dias que antecederam a queda do seu regime.

Mais recentemente, o governo sírio também desactivou temporariamente a Internet no país. A mesma que estava a ajudar à mobilização dos activistas.

É bem conhecido o papel jogado pela Internet e pelas redes sociais no movimento da Primavera Árabe, que conduziu até agora à queda dos regimes ditatoriais tunisino e egípcio.

Esta iniciativa da Administração Obama é, em certa medida, uma fronteira avançada da diplomacia nacional que luta pela democracia, pela liberdade de expressão e pelos direitos humanos.

Durante décadas, os EUA enviaram locutores e jornalistas para países autocráticos através do programa Voice of America. Mais recentemente, Washington apoiou a criação de software que preserva o anonimato de activistas em locais como a China e tem treinado cidadãos que queiram passar informações através da Internet censurada sem serem apanhados.

Estas iniciativas encontraram uma defensora na secretária de Estado da Defesa, Hillary Rodham Clinton, cujo departamento supervisiona este tipo de programas: “Vemos mais e mais pessoas em todo o mundo a usarem a Internet, os telefones móveis e outras tecnologias para fazerem as suas vozes serem ouvidas ao protestarem contra a injustiça e ao tentarem concretizar as suas aspirações”, disse Clinton num e-mail enviado ao “The New York Times”. “Há uma oportunidade histórica para se dar uma mudança positiva, mudança essa que a América apoia (...) Por isso estamos concentrados em ajudá-los [aos activistas] a fazer isso, em ajudá-los a falarem uns com os outros, com as suas comunidades, com os seus governos e ao Mundo”, disse ainda a secretária de Estado.Mas alguns analistas consideram que esta posição dos EUA é delicada. O país sempre tentou enquadrar este tipo de iniciativas no âmbito dos direitos humanos e da liberdade de expressão, mas de acordo com alguns especialistas em Internet e nos media social, como por exemplo Clay Shirky, professor assistente na Universidade de Nova Iorque, não é possível dizerem-se coisas como: “Tudo o que queremos é que as pessoas possam dizer o que pensam; e não deitar abaixo regimes autocráticos”. “Isto é uma e a mesma coisa”, sublinhou o professor.

Clay Shirky disse ainda que os Estados Unidos correm o risco de serem acusados de hipocrisia se o Departamento de Estado mantiver o seu apoio - tácito ou de outra natureza - a governos autocráticos como da Arábia Saudita e do Bahrain, ao mesmo tempo que enviam para lá tecnologia que retira poder a esses governos.

fonte: Público

sábado, 18 de junho de 2011

Comissão Europeia gastou 8 milhões de euros em extravagâncias


Numa altura em que pedia aos 27 para reduzirem custos por causa da crise, a Comissão Europeia gastou oito milhões de euros em jactos privados, festas “cocktail” e férias em resorts de luxo em locais exóticos, avança o Jornal de Negócios.

As comitivas com destino a Papua Nova Guiné, Gana ou Vietname, chegaram a incluir mais de quarenta pessoas. Já Durão Barroso e mais oito assistentes, pagaram 28 mil euros por quatro noites em Nova Iorque, em 2009.

Os dados foram divulgados pelo jornal britânico “Daily Telegraph”, que cita uma investigação do Bureau of Investigative Journalism, uma iniciativa sem fins lucrativos que se dedica a promover a investigação jornalística. Segundo os dados recolhidos, foram gastos 7,5 milhões de euros só em viagens de avião privado.

O Jornal de Negócios adianta ainda que em festas de luxo foram gastos cerca de 300 mil euros. Nestes eventos foram contratadas orquestras de topo, que depois eram brindadas com jóias da prestigiada marca Tiffany. A deslocação dos comissários neste tipo de eventos foi feita de limusina e custou 110 mil euros.

Por via da participação na Cimeira da ONU para as Mudanças Climáticas, em Nova Iorque, Durão Barroso pagou 780€ por noite no hotel New York Península, quando o limite para estadia está definido, nos regulamentos da comissão, em 275€ por noite.

Contactada, a Comissão considerou que o valor é razoável porque os preços foram inflacionados pela Cimeira.

Depois da divulgação destes valores, uma onda de criticas surgiu no Reino Unido, sendo que vários ministros reagiram “furiosamente” aos gastos extravagantes. O ministro britânico para a Europa, David Lidington, disse que “é bastante evidente que a Comissão Europeia pode poupar antes de vir pedir aos governos mais dinheiro”.

A Comissão Europeia decidiu aumentar em 4,9% o seu orçamento para 2012 face ao actual, o que só no Reino Unido vai significar um aumento de três mil milhões de euros em impostos.

fonte: Destak

Há dois milhões de pobres em Portugal


Um quinto dos portugueses vive com menos de 360 euros por mês. E 32% da população activa entre os 16 e os 34 anos seria pobre se dependesse só do seu trabalho.

Os números são alarmantes. Um terço da população activa (entre os 16 e os 64 anos) seria pobre se dependesse apenas dos rendimentos do trabalho, de capital e de transferências privadas.

De acordo com as estatísticas ontem publicadas pelo INE, sem as pensões de reforma e as transferências sociais do Estado, mais de quatro milhões de portugueses estariam em risco de pobreza. “É a própria concepção do Estado social que fomenta esta dependência das pessoas face ao Estado”, aponta o economista João César das Neves. “As pessoas pagam ao Estado para terem acesso a pensões de reforma e depois esperam, obviamente, receber”, acrescenta.

O professor da Universidade Católica aponta que esta tendência nasceu com o fim da ditadura em Portugal e a criação da Segurança Social moderna. “Antes, Portugal tinha das mais altas taxas de poupança do mundo porque as pessoas não contavam com o dinheiro do Estado”, conclui o economista.

Mesmo assim, e apesar das pensões de reforma e de sobrevivência e das transferências sociais do Estado português, há dois milhões de portugueses no limiar da pobreza, ou seja, com um rendimento de cerca de 360 euros mensais ou 4.321 euros anuais. O estudo do INE e refere-se ao ano de 2005, apesar de esta ser uma tendência que se mantém há mais de dez anos, mais precisamente desde 1996, de acordo com João César das Neves.

O fosso entre pobres e ricos em Portugal é, além disso, o maior no conjunto dos países da União Europeia. O rendimento dos dois milhões de portugueses mais ricos do país é quase sete vezes maior do que o rendimento dos dois milhões de pessoas mais pobres.

“A situação é alarmante”, garante Fernando Nobre, presidente da AMI (Assistência Médica Internacional). “No último ano, os cem portugueses mais ricos viram a sua fortuna aumentar cerca de um terço [33%], quando a média da população portuguesa só conseguiu aumentar o seu rendimento em cerca de 2% ou 2,5%”, conta o médico fundador da associação.

Aos dois milhões de portugueses em risco de pobreza corresponde apenas 7% do rendimento líquido das famílias. Por outro lado, o grupo de dois milhões de pessoas com mais dinheiro em Portugal reúne 45% do rendimento monetário líquido das famílias a nível nacional.

“A responsabilidade social das elites da sociedade portuguesa não é praticada e nem sequer é assumida”, acusa o presidente da AMI. “A situação é bastante grave: já se sabe, quanto maior é o índice de desigualdade de um país, menor é o seu índice de desenvolvimento”, remata Fernando Nobre.

As pessoas que estão mais perto do limiar da pobreza em Portugal são os idosos que vivem sozinhos e as famílias constituídas por dois adultos com três ou mais filhos. Em contraponto, os portugueses mais ricos do país correspondem, em regra, a famílias com apenas um filho ou a um casal sem crianças dependentes.

Portugal entre os dez com maior risco de pobreza da UE

O relatório do Instituto Nacional de Estatística é taxativo: Portugal faz parte da lista negra dos países com uma taxa de pobreza superior à média europeia de 16%. A lista dos Estados com maior risco de pobreza é liderada pela Polónia e pelos três países bálticos – Estónia, Letónia e Lituânia, com valores entre os 18 e os 21%. Seguem-se Espanha, Grécia e Irlanda com um quinto da população em risco de pobreza e Portugal e Reino Unido, com uma taxa de limiar de pobreza de 19% e 18%, respectivamente. Os países com menos pessoas em risco de pobreza são precisamente os escandinavos (Suécia, Finlândia e Dinamarca), a República Checa e a Eslováquia.

Os apoios do Estado aos mais desfavorecidos

Mais de cem famílias portuguesas dependem actualmente do Rendimento Social de Inserção (RSI). Este apoio nasceu há dez anos, sob o nome de Rendimento Mínimo Garantido e tinha como objectivo acabar com a pobreza em Portugal. No Orçamento da Segurança Social para 2008, está prevista uma despesa com o RSI de 371 milhões de euros, verificando-se um aumento de 2,8% face a 2007. Também a despesa com o Complemento Solidário para Idosos, disponível desde Fevereiro de 2006 e que é pago a mais de 50 mil idosos irá mais do que duplicar no próximo ano, para 139,5 milhões (mais 111,4% que em 2007). Este aumento está relacionado com o alargamento do âmbito da prestação a todos os cidadãos com mais de 65 anos.
 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

União Europeia volta a centralizar dados


A União Europeia vai centralizar numa única agência três bases de dados com informação sensível

O conselho de ministros europeu aprovou a criação de uma agência para gerir as bases de dados do Sistema de Informação Schengen, do Sistema de Informação de Vistos e do EURODAC, que é o sistema de registo e comparação de impressões digitais dos requerentes de asilo e emigrantes ilegais.

A nova agência deverá ser criada em 2012 e o regulamento elaborado pelo Parlamento Europeu para a sua criação e funcionamento tem o apoio do conselho de ministros da União.

A nova agência deve assegurar não só o acesso, a qualquer momento, a estas bases de dados, mas também certificar-se que os dados estão protegidos de forma eficaz, evitando que os mesmos sejam acedidos por quem não tem permissão para tal.

Está ainda em análise a possibilidade desta nova agência ser também responsável por outras bases de dados europeias, na área da justiça, da segurança e da liberdade e garantia de circulação e permanência no espaço europeu.

fonte: Sol

terça-feira, 14 de junho de 2011

Salários na RTP


Recebi isto por email, mas pesquisei um pouco e vi que foi notícia de capa no jornal 24 Horas em 24 de Fevereiro de 2009. Alguns dos salários até considero razoáveis, mas a maior parte deles...

Já agora, sendo esta notícia de Fevereiro de 2009, os valores podem pecar por defeito.

O jornal 24 Horas diz-nos que José Alberto Carvalho tem como vencimento ilíquido e sem contar com as ajudas de custos a quantia de 15.999 euros por mês, como director de informação. A directora-adjunta. Judite de Sousa, 14.720 euros. José Rodrigues dos Santos recebe como pivôt 14.644 euros por mês. O director-adjunto do Porto, Carlos Daniel aufere 10.188 euros brutos, remunerações estas que não contemplam ajudas de custos, viaturas Audi de serviço e mais o cartão de combustíveis Frota Galp.

De salientar que o Presidente da República recebe mensalmente o salário ilíquido de 10.381 euros e o primeiro-ministro José Sócrates recebe 7.786 euros

Outros escândalos:

- Director de Programas, José Fragoso: 12.836 euros

- Directora de Produção, Maria José Nunes: 10.594

- Pivôt João Adelino Faria: 9.736

- Director Financeiro, Teixeira de Bastos: 8.500

- Director de Compras, Pedro Reis: 5.200

- Director do Gabinete Institucional (?), Afonso Rato: 4.000

- Paulo Dentinho, jornalista: 5.330

- Rosa Veloso, jornalista: 3.984

- Ana Gaivotas, relações públicas: 3.984

- Rui Lagartinho, repórter: 2.530

- Rui Lopes da Silva, jornalista: 1900

- Isabel Damásio, jornalista: 2.450

- Patrícia Galo, jornalista: 2.846

- Maria João Gama, RTP Memória: 2.350

- Ana Fischer, ex-directora do pessoal: 5.800

- Margarida Neves de Sousa, jornalista: 2.393

- Helder Conduto, jornalista: 4.000

- Ana Ribeiro, jornalista: 2.950

- Marisa Garrido, directora de pessoal: 7.300

- Jacinto Godinho, jornalista: 4.100

- Patrícia Lucas, jornalista: 2.100

- Anabela Saint-Maurice: 2.800

- Jaime Fernandes, assessor da direcção: 6.162

- João Tomé de Carvalho, pivôt: 3.550

- António Simas, director de meios: 6.200

- Alexandre Simas, jornalista nos Açores: 4.800

- António Esteves Martins, jornalista em Bruxelas: 2.986 (sem ajudas)

- Margarida Metelo, jornalista: 3.200
 


E depois pedem sacrifícios ao povo


Diário da República nº 28 – I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 – RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010.

Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica:

1 – Vencimento de Deputados ………………………12 milhões 349 mil Euros

2 – Ajudas de Custo de Deputados……………………2 milhões 724 mil Euros

3 – Transportes de Deputados ………………………3 milhões 869 mil Euros

4 – Deslocações e Estadas …………………………2 milhões 363 mil Euros

5 – Assistência Técnica (??) ………………………2 milhões 948 mil Euros

6 – Outros Trabalhos Especializados (??) ……………3 milhões 593 mil Euros

7 – RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA…………..961 mil Euros

8 – Subvenções aos Grupos Parlamentares……………..970 mil Euros

9 – Equipamento de Informática …………………….2 milhões 110 mil Euros

10- Outros Investimentos (??) ……………………..2 milhões 420 mil Euros

11- Edifícios ……………………………………2 milhões 686 mil Euros

12- Transfer’s (??) Diversos (??)………………….13 milhões 506 mil Euros

13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R. ………16 milhões 977 mil Euros

14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS ….73 milhões 798 mil Euros

Em resumo e NO TOTAL a DESPESA ORÇAMENTADA para o ANO de 2010, é : € 191 405 356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos) – Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 – 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010. Poderão aceder através do site http://www.dre.pt/

Vamos lá então ver se isto agora já o começa a incomodar um “bocadinho”. Repare:

Cada deputado, em vencimentos e encargos directos e indirectos custa ao País, cerca de 700.000 Euros por ano. Ou seja cerca de 60.000 Euros/mês.

Já os funcionários não deputados que trabalham na Assembleia têm um subsídio equivalente a 80 % do seu vencimento? Isto é, se cá fora ganhasse € 1000,00 lá dentro ganharia € 1800,00.

Porquê? Profissão de desgaste rápido? E por que é que os jornais não falam disto?

Veja mais aqui

fonte: O Meu País Centralista

Negociações secretas para prolongar presença dos EUA


Os governos dos EUA e do Afeganistão estão em negociações secretas que visam prolongar a presença norte-americana naquele país asiático após a saída de 130 mil militares em 2014. No terreno ficariam algumas tropas, espiões e poder aéreo.

De acordo com o The Guardian, as negociações decorrem secretamente há mais de um mês, apesar de publicamente o assunto mediático ser a saída das tropas regulares no final de 2014. Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, admitiu recentemente que o seu país não quer ter bases militares permanentes no Afeganistão, mas fontes diplomáticas norte-americanas salientam que essas palavras não fecham as portas a outros formas de os EUA estarem presentes no terreno. "Há tropas norte-americanas em vários países, por períodos de tempo consideráveis, que não estão lá permanentemente", explicou uma fonte oficial ao jornal britânico.

Tropas britânicas também vão permanecer no Afeganistão após 2014, para treinar e orientar o exército afegão, admitem fontes da NATO. Mesmo não sendo tropas de combate, os orientadores poderão vir a combater ao lado das tropas afegãs em algumas operações. Até porque, admite a NATO, os talibãs insurgentes vão continuar a actuar após 2014.

fonte: DN

terça-feira, 7 de junho de 2011

YES, WE CAN

A cada cinco minutos é assassinado um cristão


Cento e cinco mil cristãos são assassinados anualmente devido às convicções religiosas, o que indica que em cada cinco minutos morre um cristão por causa da fé, alerta o perito em temas de liberdade religiosa Massimo Introvigne.

O responsável, citado hoje pela Rádio Vaticano, falava na Conferência Internacional sobre o Diálogo Inter-religioso entre Cristãos, Judeus e Muçulmanos, realizada em Budapeste, na Hungria.

"A cada cinco minutos morre um cristão por causa da sua fé", disse Massimo Introvigne, sociólogo italiano, que representava na Conferência a OSCE, Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa.

"Se essas cifras não gritarem ao mundo, se não se detiver esta praga, se não se reconhecer que a perseguição dos cristãos é a primeira emergência mundial em matéria de violência e de discriminação religiosa, o diálogo entre religiões só produzirá congressos estupendos, mas nenhum resultado concreto", afirmou Massimo Introvigne.

O arcebispo de Budapeste, cardeal Peter Erdö, disse, também citado pela Rádio Vaticano, que muitas comunidades cristãs no Oriente Médio morrerão porque terão de fugir. "Que a Europa se prepare para uma nova onda imigratória, desta vez de cristãos que fogem da perseguição", advertiu.

Na Conferência, organizada pelo governo da Hungria, participaram outras autoridades religiosas e civis, como o diplomata egípcio Aly Mahmoud, que afirmou que no Egito estão a registar-se ataques muito graves contra as Igrejas Coptas.

No entanto, disse, serão promulgadas leis que proibirão os imãs muçulmanos de realizar discursos incitando ao ódio e às manifestações hostis junto aos templos das minorias, especialmente a cristã.

Segundo o boletim italiano pró-vida INFOVITAE, pelo menos um milhão dos cristãos perseguidos no mundo são crianças.

fonte: DN

Estudo indica que a Internet em Portugal é pouco livre


Um estudo publicado pelo site OWNI, onde é feita uma análise à liberdade da Internet nos 27 Estados Membros, Noruega, Islândia e Suíça, coloca Portugal entre os países onde a Rede tem mais restrições

O estudo foi publicado pelo site francês OWNI e apresenta um mapa europeu onde os países são identificados por cores, consoante a liberdade na Internet.

Neste mapa, Portugal surge no segundo grupo de países onde a Internet é menos livre, ao lado de Espanha, Itália, Bélgica, Reino Unido ou Irlanda.

Pior que estes Estados membros apenas se encontra a França, que ocupa isolada a cor vermelha, a cor relativa aos países onde há menos liberdade na Internet.

Pelo contrário a Islândia e a Estónia são os países onde há mais liberdade na Web.

Para criarem este estudo os responsáveis pelo site analisaram seis pontos, desde a defesa da propriedade intelectual à retenção de dados, passando pela luta contra a pornografia infantil e contra a pirataria de conteúdos.

fonte: Sol

França "censura" Twitter e Facebook


Rádios e televisões francesas estão proibidas de citar as respectivas páginais nas principais redes sociais, Twitter e Facebook

fonte: Sol


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