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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Tugaleaks apresenta queixa contra a TVI na Entidade Reguladora para a Comunicação Social

Basta. Chegámos a um ponto onde qualquer cidadão que se sinta Português, não pode compactuar com tamanha afronta ao seu direito a uma correta informação. O Tugaleaks vê apenas “um só caminho”…
O fundador do Tugaleaks (porque não é possível a movimentos cívicos apresentarem queixas) apresentou às primeiras horas do dia de hoje, uma queixa contra a TVI por falta de rigor informativo, na sequência da reportagem de Passos Coelho na Feira do Livro.

A queixa foi entregue na ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social via o formulário online disponível no sitio de internet.

O Tugaleaks opõe-se à falta de informação desta estação de televisão, nas seguintes medidas (por favor consultar o vídeo da reportagem que está disponível online para melhor entender a queixa apresentada):

- Ao minuto 00:38 uma cidadã pergunta se o Primeiro Ministro pretende ir fazer um debate à “ocupação” do Parque que lá esteva há mais de 24 horas. A peça apenas mostra a resposta do Primeiro Ministro com o ênfase no “insulto” que os manifestantes estão a fazer. “Insulto” esse consagrado na lei, que permite a qualquer cidadão uma livre reunião para uma manifestação pacífica.

O Tugaleaks considera que “ladrão” não é um insulto. Nem “piegas”. São apenas palavras, um pouco fortes, e foram ditas dos dois lados (manifestantes e Passos Coelho) em tempos diferentes. A TVI resolveu mostrar apenas uma das partes da história e ignorar o pedido que os manifestantes fizeram a Passos Coelho, pedido esse que foi recusado pelo próprio.

- Durante a reportagem ouve-se como fundo “Passos, ladrão, o teu lugar è na prisão” e apenas durante cerca de 10 a 15 segundos se ouve “FMI fora daqui”. A jornalista ao minuto 2:05 anuncia que “os indignados a gritar FMI fora daqui” na mesma altura em que por baixo da voz da jornalista se ouvia outra coisa diferente, ou seja, “Passos, ladrão, o teu lugar é na prisão”.
A própria peça para quem a for ver com olhares atentos, está minada de informação parcial e totalmente favorável a um lado.

Existem ainda outras pequenas falhas, no entanto estas são as fundamentais.

O Tugaleaks remete os seus leitores para o Código Deontológico do Jornalista. Aprovado em 4 de Maio de 1993, este fornece linhas gerais sobre a actuação de um jornalista.
Devemos fazer uma leitura sobre os seguintes pontos:
1. O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. (…)
(…)
3. O jornalista deve lutar contra as restrições no acesso às fontes de informação e as tentativas de limitar a liberdade de expressão e o direito de informar.
(…)

Nada disto foi feito. Nada disto foi dito. A jornalista não falou com os manifestantes.

Não é a primeira vez que violações deste tipo acontecem na TVI

No nosso entender, não é a primeira e infelizmente não será a última vez que tal acontece.Neste vídeo no minuto 0:18 usaram imagens do Tugaleaks e não citaram a fonte. O Tugaleaks é gerido por uma licença que a TVI desrespeitou. Nesta situação o Tugaleaks já não pode apresentar queixa, uma vez que o prazo legal para o fazer já passou.

Fica a promesa de que o Tugaleaks vai lutar contra a desinformação e que este poderá ser uma das muitas queixas a apresentar. Reconhecemos que apresentar uma queixa onde o estado é favorecido a um organismo do estado contém pouco ou nenhum sucesso, mas o primeiro passo para a mudança é tentar mudar!

Estamos juntos, por um país mais justo!

fonte: Tugaleaks

terça-feira, 15 de maio de 2012

2012 - Começou A Revolução



Illuminati Card Game 1995 (526 Cards)





Chemtrails, uma guerra silenciosa


Sequência de imagens dos satélites modis terra e modis aqua em orbita sincronizada com o Sol a 835 Km de altura com imagens do satélite geo-estacionário meteo9 do Eumetsat a 36000 Km de altitude, de 15 de Abril a 2 de Maio.

Podemos observar que o que aparece a cinzento na imagem do meteo 9 é na realidade branco, e representa as partículas metálicas dispersadas pela operação cloverleaf.

A miséria é fruto de desenho, assim como a confusão é o propósito da propaganda, a forma como é continuada uma realidade falsa todos os dias faz com que não tenhamos reacção ao que vemos com os nossos próprios olhos.

Mais de 5000 aviões descolam e aterram em bases militares e dispersam de forma contínua partículas metálicas que secam o ar, destroem vegetação, culturas, extinguem diversas espécies sensíveis como as abelhas.

As últimas imagens são de radar virtual e mostram os aviões com nomes falsos dados de forma a parecer que são aviões de passageiros. Um deles partiu de Paris com destino a Roma e passou por Lisboa !

Platão escreveu a Republica e é nessa armadilha que hoje vivemos.

É suposto o socialismo ser um movimento dos povos contra o poder capitalista, mas como explica um documentário já um bocado antigo chamado "the capitalist conspiracy" quando vamos tentar perceber quem são os capitalistas, descobrimos que são socialistas ricos, e que enriqueceram sempre com a mentira ideológica com que atraiçoam o povo. De facto controlam totalmente a retórica nos seus meios de indoctrinação, pela repetição conseguiram convencer a maioria da população que estão em oposição uns aos outros, mas na realidade a retórica é a própria guerra contra a população.


Como explica Antony Sutton numa entrevista em Julho de 1999:

" KM - What do you see for the future?

Antony Sutton - Chaos, confusion and ultimately a battle between the individual and the State. The individual is the stronger; and will win. The state is a fiction sanctified by Hegel and his followers to CONTROL the individual. Sooner or later people will wake up. First we have to dump the trap of right and left, this is a Hegelian trap to divide and control. The battle is not between right and left; it is between us and them."

Acordem, estamos todos a ser vítimas de uma armadilha filosófica.

Vivemos sobre a guerra, começa no próprio entretenimento que foi desenhado para nos apagar.

fonte: Kafe Kultura

domingo, 13 de maio de 2012

'Primavera Global' começa hoje em todo o mundo


O movimento «indignados» organiza a partir de hoje e até terça-feira a Primavera Global em mais de 250 cidades em todo o mundo, incluindo sete cidades portuguesas, em protesto contra a crise e as medidas de austeridade.

Democracia real, mais justiça social, distribuição da riqueza, e ética pública são algumas das questões comuns aos vários movimentos que esperam mobilizar até ao dia 15 milhares de pessoas em todo o mundo.

Em Portugal, onde a manifestação de 12 de Março de 2011 da «geração à rasca» inspirou as concentrações em Espanha no mesmo ano, os desfiles, debates e assembleias populares vão realizar-se em Braga, Porto, Coimbra, Santarém, Lisboa, Évora e Faro.

Na Grécia onde a população está sujeita a drásticas medidas de austeridade e onde ainda se espera a formação de um novo governo, está prevista uma concentração na Praça Sintagma (Praça da Constituição) frente ao Parlamento organizada pelo Fórum Ágora de Atenas.

Em Espanha, os «indignados» têm previstas manifestações, reuniões e assembleias em diversas cidades do país, destacando-se a concentração marcada para hoje na praça Puerta del Sol em Madrid, onde no dia 15 de Maio de 2011 começou um acampamento de protesto e que deu origem ao movimento 15M e que juntou milhares de pessoas.

Na Alemanha, em Berlim os manifestantes vão tentar formar uma estrela de cinco pontas que parte depois para cinco pontos da cidade vindo mais tarde a reagrupar-se na Fonte de Neptuno, em Alexanderplatz e estão ainda marcadas manifestações em Dusseldorf, Frankfurt, Munique, Hannover, Gotinga, Erfurt e Bochum.

Em França, a manifestação dos indignados tem como mote: «Um vento de indignação corre por todo o mundo».

No centro de Paris, onde os manifestantes já difundiram a mensagem de que «votar não basta» vão realizar-se assembleias e debates sobre a educação, saúde, meios de comunicação social e justiça.

No Reino Unido, o movimento Occupy London convocou para a Praça de S. Paulo, na city londrina uma manifestação que vai percorrer toda a zona onde estão localizadas instituições bancárias que de acordo com os «indignados britânicos» constituem um por cento da população que provocou a crise económica e que continua a beneficiar da actual situação.

O movimento londrino apelou aos simpatizantes para levarem tendas e assegurou que os métodos de protesto vão ser «pacíficos e criativos».

Na Irlanda, o grupo Real Democracy Now Ireland convocou manifestações em Dublin e em Cork e está a pedir através das redes sociais a ocupação pacífica das ruas durante uma jornada que vai decorrer sob o lema «Não somos nem propriedade dos políticos nem dos banqueiros».

Em Itália, os «Indignados» convocaram uma manifestação em Roma a que chamam Olimpíada dos Direitos junto às ruínas do Coliseu onde vai realizar-se uma assembleia e debates de reflexão sobre o estado da democracia e o estado da economia.

Na Europa Central e de Leste estão planeadas concentrações, hoje, nas principais praças de Viena, Budapeste, Bratislava, Bucareste, Belgrado e Sofia.

Nos Estados Unidos, há marchas previstas em Detroit, Chicago e Nova Iorque, cidade onde em 2011 mais de 10.000 pessoas se manifestaram nas ruas do centro financeiro onde exigiram que a banca deve pagar pela crise que ela própria provocou.

fonte: Sol

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O que aconteceu ao dinheiro do BPN?



Fraude no BPN chegaria para pagar pelo menos três anos de subsídios de férias e natal aos portugueses.

Caso BPN: O que esconde Cavaco?


O país vai pagar mais de 5 mil milhões de euros pelo buraco das fraudes cometidas durante anos no Banco Português de Negócios. Nesta campanha, Cavaco Silva não condenou os administradores que afundaram o banco. São os mesmos que deram a ganhar à sua família 357 mil euros no esquema de acções para os amigos da SLN, cinco anos antes do banco ser nacionalizado.

YES WE CAMP!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Publicada a receita que tornou o vírus da gripe das aves transmissível entre mamíferos


O vírus da gripe das aves foi submetido a mutações em laboratório para infectar facilmente os mamíferos 

Quatro mutações genéticas separam o mundo de uma pandemia provocada pelo perigoso vírus da gripe das aves? Não se sabe. Mas a equipa de Yoshihiro Kawaoka, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, conseguiu adaptar a “antena” do vírus H5N1 para infectar as células de mamíferos, de modo a ser potencialmente transmissível entre pessoas. 

A receita, que permitiu criar em laboratório um H5N1, foi publicada hoje na revista Nature, depois de uma polémica de meses sobre se devia ou não ser divulgada. A equipa diz que pode ajudar a antecipar ocorrências de vírus na natureza com potencial pandémico. 

O H5N1 já infectou 602 pessoas desde 1996, quando foi descoberto. Estes doentes contraíram a gripe em contacto muito próximo com as aves — o hospedeiro natural deste vírus. Apesar de não terem transmitido o H5N1 a outras pessoas, 355 dos doentes morreram, o que equivale a 60% de mortes. Um número brutal quando comparado com a gripe suína H1N1, que em 2009 fez as parangonas noticiosas, mas causou a morte a muito menos doentes: 0,01%. 

Várias equipas já tinham tentado perceber como é que o vírus pode transmitir-se entre pessoas. Kawaoka deu o passo decisivo e em Agosto de 2011 apresentou o estudo àNature. A demora da publicação deveu-se à polémica gerada: temia-se que o trabalho fosse usado para produzir armas biológicas. Só depois de se avaliarem os prós e contras da divulgação desta investigação é que o Governo dos EUA deixou sair o artigo.

Quatro mutações

Os vírus são uma cápsula de proteínas que protege um pedaço de material genético. Ligam-se às células para injectarem este material usando uma proteína específica, uma espécie de “antena” que reconhece a célula certa. Depois, a maquinaria celular faz o resto do trabalho: multiplica o material genético do vírus, produz as suas proteínas e, de um momento para o outro, novos vírus ficam prontos para atacarem outras células. 

No caso da gripe, a “antena” do vírus é a hemaglutinina, ou HA, que pode ter variações como H1 e H2. A H5 do vírus da gripe das aves é perfeita para infectar o tecido respiratório delas, mas nos humanos não infecta as células das vias respiratórias superiores. E é esta característica que torna o vírus transmissível entre pessoas. Mas teme-se que ocorram mutações na natureza que façam com que o vírus se adapte aos humanos.

Ora, a equipa de Kawaoka conseguiu isso no laboratório. Provocou mutações aleatórias na região da proteína H5 que está em contacto com os receptores, ou portas de entrada, das células. “Antes de iniciarmos a experiência, sabíamos que a especificidade do receptor era importante”, disse Kawaoka à Nature. “Mas não sabíamos o que mais era necessário.”

Uma das 2,1 milhões de proteínas resultantes das experiências tinha duas mutações, que a tornaram específica para as células das vias respiratórias superiores. Depois, os cientistas fabricaram um novo vírus H5N1, que inclui o gene que comanda a produção da nova H5 e ainda mais sete genes do vírus H1N1 da gripe suína. Com o novo vírus, infectaram furões, o modelo preferido para estudar a gripe. Ao fim de algum tempo, gerou-se um H5N1 com mais duas mutações na H5, que o tornou facilmente transmissível entre os furões através de gotículas aéreas.

Embora o novo vírus não seja letal nos furões, ninguém sabe se aparecerá na natureza. A vantagem, diz Kawaoka, é que se identificaram os mecanismos pelos quais o vírus passou a ser transmissível em mamíferos, o que ajudará a perceber se a próxima pandemia está a chegar.

Sobre a possibilidade de o artigo poder ter sido censurado e, caso isso tivesse acontecido, a informação só chegar a alguns investigadores, o editor da revista Nature, Philip Campbell, numa conversa com a BBC News, questionou essa opção: "Se vamos pela via da censura, como é que se decide quais os investigadores que recebem informação sensível? E como é que se pode assegurar, de uma forma realista, que uma vez que a informação chegue ao ambiente universitário, não vá mais longe?"

fonte: Público

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