RELÓGIO DO APOCALIPSE

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Nibiru a 17 de Agosto?


Em vários videos youtube e em alguns blogs na internet, circula uma notícia sobre a aparição de Nibiru nos céus, a 17 de Agosto já «será visível» no céu.

Ao que parece a informação foi divulgada por um insider , John Moore.

Na minha opinião isso é mais uma mega-Campanha de desinformação, tal como foi o cometa Elenin.

A CIA e o FBI, os illuminatis, a Elite, esses senhores do poder, são cada vez mais espertos, uma das tácticas antigas é espalhar enormes quantidades de informação na internet (diga-se DESINFORMAÇÃO) para nos manterem ocupados a pesquisar e a escrever sobre assuntos errados, para nos distrairem.

Eu acredito que NIBIRU (também conhecido como Hercólubus e planeta x) existe, há evidências astronómicas sobre esse astro, porém ainda se encontra para além de Plutão, tem desestabilizado a órbita de plutão, mas ainda não está perto de nós ao ponto de ser visível nos céus a 17 de Agosto, além disso nem poderá ser visível a olho nú, porque trata-se de uma anã-castanha, não reflecte praticamente luz solar.

Só poderia ser visto com telescópios de infra-vermelhos, como o WISE.

Além do mais, se Nibiru estivesse pertinho da Terra, já estaríamos neste momento com uma inversão dos pólos, mega-terramotos, erupções vulcânicas e enormes terramotos.

Segundo consta, NIBIRU seria entre 3 a 6 vezes maior que Júpiter, com um campo magnético muito forte.

Se estivesse perto de nós, já teríamos visto os efeitos.

As fotos que existem na internet, de um "segundo sol", são apenas reflexos nas lentes das câmeras fotográficas.

domingo, 2 de outubro de 2011

CNN retira página sobre Elenin

A CNN tinha no site, na secção “Ireport”, um artigo sobre o cometa ELENIN, mas já retiraram a página do ar. No entanto, várias pessoas fizeram cópia do texto e colocaram os videos no youtube…





quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Erupção solar de domingo chega hoje à Terra

Fenómeno não é grave para o planeta, podendo apenas provocar auroras boreais nos pólos


A explosão de domingo foi a mais violenta do actual ciclo solar

No último domingo foi registada a maior explosão solar do actual ciclo da nossa estrela. A explosão provocou propagação de ondas de rádio (que foram ouvidas nos transmissores de onda curta), raios-x e raios gama. Os efeitos deste fenómeno serão sentidos até 150 milhões de quilómetros de distância, mas não serão graves para a Terra.

A intensa explosão de radiação ultravioleta foi registada pelo Observatório SDO, da NASA, em metade da superfície do sol. A erupção lançou para o espaço milhões de toneladas de partículas de plasma a uma velocidade superior a um milhão e meio de quilómetros por hora.

Segundo se explica no site «Spaceweather», a explosão chegará à Terra durante o dia de hoje e quinta-feira, pelo que é possível que se consigam ver auroras boreais nos pólos. No entanto, as comunicações por satélite e as redes de energia não vão sofrer qualquer dano.

O problema das explosões solares é que quando as partículas carregadas chegam à Terra interagem com o seu campo magnético, o que pode criar uma tempestade geomagnética.

Os cientistas estão muito interessados neste tipo de fenómenos, já que as violentas tempestades solares que se esperam para os próximos anos podem danificar os sistemas de comunicações e de energia.

Apesar de os investigadores disporem de equipamentos tecnológicos avançados, não são capazes de prever todas as erupções solares, sendo que uma em cada três surge sem aviso.


domingo, 30 de janeiro de 2011

Haverá dois sóis em 2012


Uma segunda estrela pode aparecer no céu já em 2012, revelou Brad Carter, professor de Física da Universidade Southern Queensland, na Austrália.

Segundo o investigador, uma explosão dez milhões de vezes mais brilhante que o sol formar-se-á e aparecerá Betelgeuse - uma estrela em fim de ciclo devido ao fim do combustível no seu centro.

Brad Carter frisa que, com a explosão na nebulosa de Orion, «a terra receberá de imediato um intenso brilho durante um breve período de tempo, cerca de duas semanas, vindo a desvanecer-se posteriormente e podendo não ser visível em todos os pontos da terra». Outros investigadores, contudo, são adversos a esta teoria, defendendo que a explosão pode provocar um buraco negro a uma distância de 1.300 anos luz do nosso planeta.

A detonação da velha estrela do céu nocturno - Betelgeuse - fará com que se possa observar uma chuva de neutrinos, iluminando o céu de noite. Esta explosão não afectará a vida na terra, já que a Betelgeuse é formada por elementos existentes na terra como alcatrão, ouro, prata e urânio.

Brad Carter afirma que a presença desta nova estrela só irá beneficiar a Terra já que «fornecerá elementos necessários para a sobrevivência e continuidade da espécie animal». Após a explosão, a mistura dos componentes da nova estrela farão com que a noite na terra seja 99 por cento iluminada, tornando-se também em dia.

Esta notícia, segundo o news.com.au, está a ser encarada como um presságio do apocalipse. Associado ao «Star Wars», a provável explosão da Betelgeuse já está a despertar o pânico entre algumas pessoas, provocando a procura a produtos enlatados e locais onde se possam abrigar.

fonte: TVI 24

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Atividade solar pode causar desastres naturais na Terra

 Ligação entre aumento das tempestades solares e mudanças no clima na Terra já é conhecida por cientistas

Tempestades no Brasil, na Austrália, nos Estados Unidos... e no Sol? O aumento da atividade solar pode ter ligação com os desastres naturais que atingem diversos países desde o fim de 2010, já que o Sol passa por um momento de intensificação de sua atividade.


A agência espacial norte-americana (Nasa), havia previsto para 2010 ou 2011 o solar maximum, período em que a atividade solar atinge seu máximo, as explosões e tempestades solares são muito mais frequentes e intensas e as manchas solares reaparecem. No entanto, a agência adiou a previsão para 2012, o que significa que, embora este ano o Sol ainda não esteja no máximo de sua atividade, ele já está se aproximando do ápice.

A ligação entre os ciclos de atividade solar e o clima na Terra já foi reconhecida e, portanto, a grande atividade solar registada neste ano (encaminhando-se para o solar maximum), pode ter ligação com os recentes desastres naturais no Brasil e na Austrália.

A atividade solar oscila entre dois extremos conhecidos como solar minimum e solar maximum, em ciclos de cerca de 11 anos (embora seja impossível prever quando exatamente o solar maximum vai começar). Durante o solar minimum, a baixa atividade é percebida pela ausência das manchas na superfície da estrela, além dá baixa incidência de tempestades solares.


Uma tempestade solar ocorre quando a enorme quantidade de energia que se vai acumulando na atmosfera solar é libertada repentinamente. Essa radiação emitida abrange todo o espectro eletromagnético, desde raios X até raios gama e a quantidade de energia libertada é equivalente a 100 bombas de hidrogénio explodindo ao mesmo tempo.

Embora os cientistas não conheçam o exato mecanismo responsável pela correlação entre a atividade solar e o clima terrestre, há evidências comprovadas como a relação entre o maior período de inatividade do Sol (chamado de Maunder Minimum) e a chamada "pequena era do gelo", que ocorreram de 1500 a 1850. É importante destacar que tempestades solares individualmente não têm relação com o clima na terra, apenas os ciclos do Sol como um todo.

Além da questão climática, períodos de grande atividade solar têm ligação registada com a aurora boreal intensificada, com a perda da vida útil de satélites, entre outros fenómenos.


quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Cientistas voltam atenções para a actividade solar


Previsões indicam que sol despertará de fase de baixa actividade, em 2011

O próximo ano será marcante para o clima no espaço, pois o Sol despertará de uma fase de baixa actividade, dando início a um anunciado período de turbulência, possivelmente destrutivo.

Muitas pessoas podem surpreender-se ao saber que o Sol, ao invés de queimar com uma consistência ininterrupta, oscila em momentos de calmaria e agitação.

Mas após dois séculos de observação das manchas solares - marcas escuras, relativamente frias na superfície do sol, vinculadas com poderosas forças magnéticas - revelaram que a nossa estrela obedece a ciclos de comportamento de cerca de 11 anos.

O último começou em 1996 e por motivos que ainda permanecem obscuros, levou mais tempo que o previsto para terminar.

Agora, no entanto, há cada vez mais indícios de que o Sol está deixando o seu torpor e intensificando sua actividade enquanto avança para aquilo que os cientistas convencionaram chamar de "Solar Max" ou clímax cíclico, afirmaram especialistas.

"A última previsão indica meados de 2013 como a fase pico do ciclo solar", antecipou Joe Kunches, do Centro de Previsões do Clima Espacial da Nasa.

Mas há um período prolongado de alta actividade, "mais como uma estação, com duração de cerca de dois anos e meio" para cada fase do pico, alertou.

Em seu período mais intenso, o sol pode lançar ondas de radiação eletromagnética e matéria carregada conhecida como ejeções de massas coronais (CMEs).

Esta onda de choque pode levar alguns dias para alcançar a Terra. Quando chega ao nosso planeta, condensa seu campo protetor magnético, libertando energia visível em altas latitudes na forma de auroras, boreal e austral - as famosas Luzes do Norte e do Sul.

Mas as CMEs não são apenas belos eventos. Elas podem desencadear descargas estáticas e tempestades geomagnéticas capazes de romper ou até mesmo causar panes na infraestrutura electrónica da qual depende nossa sociedade urbanizada e obsecada por se manter conectada.

Menos temidos, porém igualmente problemáticos, são os flares solares ou erupções de protões supercarregados que alcançam a Terra em questão de minutos.

Na linha de frente estão os satélites de telecomunicações em órbita geoestacionária, a uma altitude de 36.000 km, e os satélites do Sistema de Posicionamento Global (GPS), dos quais dependem os aviões e os navios modernos para navegação e que orbitam a 20.000 km.

Em Janeiro de 1994, descargas de electricidade estática provocaram uma pane de 5 meses no satélite de telecomunicações canadense Anik-E2, uma falha que custou 50 milhões de dólares.

Em Abril de 2010, a Intelsat perdeu o Galaxy 15, usado no serviço de comunicações na América do Norte, depois que o link com o controle de solo foi cortado, aparentemente devido à actividade solar.

"Estas são falhas totais nas quais todos nós pensamos", disse Philippe Calvel, engenheiro da empresa francesa Thales. "Ambas foram causadas por CMEs", emendou.

Em 2005, raios-X de uma tempestade solar cortaram a comunicação entre o satélite e o solo e os sinais de GPS por cerca de 10 minutos.

Para dar conta da fúria solar, projectistas de satélites escolhem componentes robustos, testados e experimentados, bem como protecção para o equipamento, mesmo que isto o deixe mais pesado e volumoso, e portanto mais caro de se lançar, disse Thierry Duhamel, da fabricante de satélites Astrium.

Outra precaução é a redundância, isto é, ter sistemas de backup para casos de mau funcionamento.

Na Terra, linhas de transmissão, conexões de dados e até mesmo oleodutos e gasodutos são potencialmente vulneráveis.

Um alerta remoto de risco remonta a 1859, quando a maior CME já observada ocasionou auroras avermelhadas, roxas e verdes mesmo em latitudes tropicais.

A então recém-desenvolvida tecnologia do telégrafo enlouqueceu. Correntes induzidas geomagneticamente nos cabos deram choques em operações de telégrafos chegaram a incendiar os telegramas.

Em 1989, um fenómeno bem mais subtil cortou a energia do gerador da canadense Hydro Quebec, provocando um blecaute de nove horas que afectou seis milhões de pessoas.

"Há muito o que desconhecemos sobre o sol. Mesmo no suposto declínio ou fase de calmaria, podemos ter campos magnéticos no sol que são muito concentrados e energizados por um tempo, e podemos ter actividade eruptiva atípica. Para resumir, temos uma estrela variável", concluiu Kunches.

fonte: Último Segundo

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