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terça-feira, 26 de julho de 2011

Vídeo "Moody's avalia isto" já faz furor no YouTube


Um vídeo destinado à agência de rating "Moody's", que colocou Portugal no nível lixo, promete atingir a popularidade de "O que os finlandeses não sabem sobre Portugal".


O vídeo começa com Obama a dizer que os EUA não são Portugal e com várias notícias do dia em que a Moody's colocou Portugal no nível lixo. Depois surgem as respostas. E em inglês, para toda a gente entender.

fonte: DN

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Terror regressa à Europa


Polícias carregam uma mulher gravemente ferida



Desde os atentados no Metro de Londres, em 2005, que a Europa não via nada assim. O centro de Oslo foi ontem transformado num cenário de guerra por duas explosões poderosas junto a edifícios ministeriais. Pouco depois, um atirador disfarçado de polícia disparou sobre participantes num encontro de juventude do Partido Trabalhista, na ilha de Utoya, arredores da capital. Registaram-se pelo menos sete mortos no atentado de Oslo e 10 a 20 no tiroteio.

O gabinete do primeiro-ministro, Jens Stoltenberg, foi arrasado por uma das explosões, que destruiu o edifício de 17 pisos. Nessa altura, o chefe de governo estava no encontro de jovens trabalhistas e presenciou o tiroteio. Em declarações à TV2 afirmou: "A situação em Utoya é muito crítica".

Segundo os relatos nas redes sociais, o pânico foi total. Na pequena ilha estavam centenas de jovens, muitos deles adolescentes. O atirador abriu fogo indiscriminadamente e, muitos, desesperados, lançaram-se à água para fugir às balas, outros subiram a árvores. A polícia afirmava ao final da noite que pelo menos dez jovens morreram mas fontes não oficiais falavam de dezenas de corpos espalhados no acampamento. Recorrendo a helicópteros, a polícia localizou e prendeu o atirador, descrito como um homem nórdico.

O grupo terrorista Ansar al-Jihad al-Alami reivindicou o atentado e adiantou, em comunicado, ter sido uma retaliação pela presença de tropas da Noruega no Afeganistão e publicação das caricaturas de Maomé na Noruega. Mas o governo não descartava a hipótese de terrorismo doméstico.

No centro de Oslo, quatro quarteirões em redor da zona atacada foram isolados por militares. Os habitantes que não saíram do centro da cidade no feriado que ontem se cumpriu foram instados a fazerem-no logo que possível.

Indícios encontrados revelaram que a explosão mais violenta foi causada por uma carrinha armadilhada estacionada junto ao Ministério do Petróleo. A bomba foi feita à base de fertilizante agrícola. A segunda explosão, pelas 14h55 (30 minutos após a primeira), terá acontecido num edifício muito próximo.

CLÉRIGO RADICAL INSPIRA MATANÇA

Após Dinamarca e Suécia, foi a vez de a Noruega conhecer o terrorismo. O atentado de ontem poderá estar relacionado com o processo movido contra o mullah Krekar, refugiado iraquiano que desde 2005 tem ordem de expulsão da Noruega e tem feito ameaças aos políticos.

GOVERNO PORTUGUÊS OFERECE COLABORAÇÃO

Os atentados em Oslo motivaram ontem uma reunião de emergência entre elementos do Executivo português, apurou o CM, mas a mesma não foi assumida oficialmente. Ao Correio da Manhã, o gabinete do Ministro da Administração Interna informou que "foram seguidos os procedimentos habituais nestas circunstâncias. O Ministro da Administração Interna enviou já uma carta ao seu homólogo norueguês a expressar a sua solidariedade e as suas condolências e colocando-se à disposição para qualquer colaboração entendida como necessária no âmbito da cooperação entre os dois países". Não foram divulgados mais pormenores sobre os assuntos discutidos nem se o nível de alerta das autoridades portuguesas foi elevado.

Contactada pelo CM, fonte oficial do Ministério da Defesa explicou que, por não se tratar de uma questão militar, qualquer medida excepcional de segurança "será sempre liderada" pelo MAI. Desde os atentados do 11 de Setembro em Nova Iorque que foram implementados planos suplementares de segurança e de combate ao terrorismo, que são accionados sempre que haja uma ameaça real ou um atentado, como o de ontem.


domingo, 17 de julho de 2011

Pentágono revela que em Março sofreu um dos maiores ciber-ataques da sua história


Muitos dos ciber-ataques infligidos aos EUA no passado foram atribuídos a países como a China e a Rússia

O Pentágono anunciou que sofreu um dos maiores ciber-ataques da sua história em Março passado, quando perdeu 24 mil ficheiros contendo dados confidenciais. O ataque terá tido origem num “governo estrangeiro” não identificado.

O anúncio foi feito pelo vice-secretário da Defesa, William Lynn, que especificou que os dados foram retirados de computadores de uma empresa contratual (não identificada) que serve a secretaria da Defesa norte-americana.

Lynn disse que o governo americano tem “uma ideia muito aproximada” de quem possa estar por detrás destes ataques, mas preferiu não entrar em detalhes.

Muitos dos ciber-ataques infligidos aos EUA no passado foram atribuídos a países como a China e a Rússia, e um dos temores do Pentágono é que dados confidenciais possam cair nas mãos de terroristas.

William Lynn falou do ataque de Março durante um discurso na National Defense University, em Washington, durante o qual sublinhou a importância de uma nova estratégia no domínio da ciber-segurança, afirmando que o ciber-espaço deverá ser encarado como mais uma fronteira de defesa, tal como o ar, o mar e a terra.

Há muito que o Pentágono se preocupa com a vulnerabilidade dos seus sistemas informáticos e com redes que estão ligadas à sua e que poderão ter sistemas defensivos menos poderosos.

Lynn indicou ainda que algumas das intrusões nos sistemas de defesa americanos durante os últimos anos comprometeram alguns dos sistemas mais sensíveis do Pentágono, incluindo nas áreas das tecnologias de vigilância e dos sistemas de comunicação por satélite.

No mês passado, numa audiência no Senado, o novo secretário da Defesa, Leon Panetta, disse que há “uma forte probabilidade de o novo Pearl Harbor” acontecer sob a forma de um ciber-ataque que incapacite a rede eléctrica norte-americana ou os sistemas financeiros e governamentais.

Alguns membros da cúpula militar norte-americana, bem como o próprio William Lynn, consideram que os EUA deverão tomar medidas mais ofensivas (e não tanto defensivas) neste domínio.

No início deste ano, o Presidente Barack Obama assinou leis que especificam até que ponto poderão os comandos militares americanos em todo o globo usar ciber-ataques e outras operações informáticas contra inimigos.

fonte: Público

sábado, 16 de julho de 2011

Portugal condenado por violar liberdade de expressão


O Estado português foi condenado 13 vezes pelo Tribunal Europeu de Direitos do Homem (TEDH) por violação do direito à liberdade de expressão, nos últimos onze anos, afirmou o advogado Francisco Teixeira da Mota. Segundo o advogado do jornal Público, que participou numa conferência sobre a Jurisprudência do TEDH: “essencialmente os casos são à volta de condenações de jornalistas ou políticos à volta de críticas políticas e de expressões violentas e contundentes utilizadas, como aldrabão ou grotesco. São expressões que os tribunais portugueses consideraram que deviam criminalizar, mas que o TEDH considerou que no âmbito do debate político e sendo sobre figuras públicas estavam protegidos pela liberdade de expressão”, explicou Francisco Teixeira da Mota.

Como evitar as multas?

Para o ministro da Justiça, que também participou na conferência organizada pelo Centro de Estudos Judiciários, os casos de condenação no TEDH são “relativamente reduzidos”, incluindo os casos de indemnizações pela reforma agrária e da morosidade da Justiça que “estão a ser resolvidos”. Quando questionado, pela agência Lusa, sobre como é que as condenações na área do direito da liberdade de expressão podem ser reduzidas, Alberto Martins disse que os processos podem ser limitados “fazendo com que os tribunais tenham uma visão mais protetora da liberdade de imprensa enquanto instrumento de uma sociedade democrática”.

Francisco Teixeira da Mota corroborou a opinião do ministro, lembrando que, em todas as condenações, o TEDH lembrou a importância da liberdade de expressão numa sociedade democrática: “a grande questão na liberdade de expressão é que deve permitir a circulação de informações tanto corretas como erradas, tanto inteligentes como estúpidas, tanto bonitas como feias, tanto agradáveis como incómodas”. “A liberdade de expressão não é um direito só individual, mas um direito de uma sociedade democrática, onde é preciso que haja liberdade de expressão e de opinião. Uma pessoa só pode ter uma opinião livre e esclarecida se ouvir muitas outras opiniões”, sublinhou o advogado.

A visão da Justiça

Questionado pelos jornalistas sobre que leitura fazia do estado da Justiça portuguesa perante estas condenações, o advogado considerou que “muitas vezes, os tribunais têm relativamente à liberdade de expressão uma visão minimalista, não é regra, porque muitos tribunais têm uma visão mais expansiva”. Das 13 condenações por violação do direito da liberdade de expressão, seis aconteceram em casos relacionados com política.


quarta-feira, 6 de julho de 2011

Serviços secretos dos EUA investigam invasão do Twitter


Os serviços secretos dos Estados Unidos informaram, esta segunda-feira, que vão investigar a invasão da conta do Twitter da Fox News, que noticiou que o presidente Barack Obama tinha morrido.

Piratas informáticos invadiram a conta do Twitter da estação de televisão norte americana, que tem mais de 34 mil seguidores, e anunciaram que Barack Obama tinha sido baleado na cidade de Iowa e que não tinha resistido aos ferimentos.

Pouco tempo depois, a Fox News emitiu um comunicado na sua página da Internet a dizer que o conteúdo das mensagens do Twitter era "malicioso e falso".

Entretanto, o vice-presidente e director-geral da Fox News Digital, Jeff Misenti, anunciou que pediu uma investigação para apurar responsabilidades e prevenir o acesso de pessoas não autorizadas à conta do Twitter daquele órgão de comunicação.

Os serviços secretos norte-americanos já responderam ao pedido e anunciaram uma investigação.

fonte: JN

'Drone' britânico matou civis no Afeganistão


Um ataque na província afegã de Helmand, contra um comandante talibã, causou a morte a quatro civis e feriu outros dois. Foi a primeira operação envolvendo um Reaper, avião britânico comandado à distância, em que se confirmou terem sido atingidos civis.

The acordo com o The Guardian, esta notícia confirma o receio que existe nos EUA e no Reino Unido relativamente ao uso cada vez mais frequente de 'drones' em zonas de guerra e ameaça os esforços dos comandantes britânicos naquela província em assegurar a confiança das populações antes da transição, ou seja, do momento em que as tropas estrangeiras vão ceder às afegãs o comando das operações de segurança.

Mas, diz o mesmo jornal, os militares britânicos continuam a apostar nos ataques com Reapers, comandados à distância, e consideram que estas mortes se deveram a uma falha de informação no terreno. O comandante talibã, que seguia num dos dois veículos atingidos, foi correctamente identificado e foi ordenado um ataque por um 'droide' que voava perto do local (comandado a partir das instalações da Força Aérea norte-americana, no Nevada, EUA).

Suspeita-se que um dos veículos transportava explosivos. Ambos foram destruídos e o comandante e outros combatentes talibãs foram mortos, mas pouco depois percebeu-se que nos veículos também viajavam civis.

fonte: DN

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