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sábado, 30 de abril de 2011

Surpresa: Príncipe William e Kate Middleton são primos distantes


William e Kate: primos

Por essa a realeza britânica não esperava. O Príncipe William e sua noiva, Kate Midlleton, são parentes. De acordo com o jornal inglês "Daily Mail", William e Kate são primos distantes.


Árvore genealógica

A revelação foi feita pelo próprio jornal ao analisar a árvore genealógica dos dois namorados. A publicação descobriu que ambos são descendentes de Sir Thomas Leighton, que foi soldado, diplomata e governador de uma província inglesa no final do século XVI, e morreu há exatamente 400 anos, em 1610.

Segundo o jornal, Leighton foi um tirano que governou com mão de ferro e que costumava agir com violência para reprimir o povo.

O ancestral teve duas filhas. Cada uma delas casaram, e a partir daí as famílias proliferaram. William é tataraneto de Leighton após doze gerações, através da família de sua mãe, Lady Di.

Kate por sua vez é descendente do ditador após onze gerações. O resultado é que os dois são primos de décimo-segundo grau.

A assessoria da realeza inglesa ainda não comentou a descoberta.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

FMI




Wikipedia bloqueia página sobre Sócrates


«Licenciado» ou «detentor de diploma de licenciatura»? As habilitações de José Sócrates estão a gerar polémica na Wikipedia, que acaba de bloquear a página do governante português.

A “entrada” relativa à biografia do primeiro-ministro português tem sido alvo de várias alterações na enciclopédia on-line, depois de conhecido o caso sobre a conclusão da licenciatura de engenharia civil na Universidade Independente. De acordo com o Público, o artigo correspondente a José Sócrates teve 70 versões durante as últimas duas semanas. Apesar da proliferação de versões, não foi possível chegar a um consenso: há quem advogue que o primeiro-ministro é «detentor de diploma de licenciatura» e outros que afirmam que é «licenciado». Esta última versão acabou por vingar, remetendo para notas de rodapé o imbróglio em torno de uma licenciatura obtida numa instituição onde recaem suspeitas de actos ilícitos (Universidade Independente). Para evitar mais polémicas, os editores da Wikipedia decidiram bloquear a página de José Sócrates, impedindo qualquer alteração. Justificaram esta decisão com o facto de a página ser alvo frequente de actos de “vandalismo” e inserção de “dados incorrectos”. Actualmente, a versão portuguesa da Wikipedia contém mais de 250 mil artigos. Cerca de 450 estão bloqueados e não podem ser alterados pela comunidade virtual.


terça-feira, 19 de abril de 2011

EUA apoiaram secretamente grupos anti-regime na Síria


A administração dos Estados Unidos da América terá apoiado secretamente grupos de oposição sírios, ajudando a criar um canal de televisão, o Barada TV, contra o regime de Bashar al-Assad. Desde 2006, terão sido transferidos cerca de 4,2 milhões de euros.

A informação foi avançada pelo diário norte-americano The Washington Post, que se baseia em relatórios divulgados pelo site do Wikileaks.

A transferência de fundos teria como objectivo financiar o Barada TV e as actividades de grupos de oposição ao regime na Síria, com o intuito de retirar o presidente Bashar al-Assad do poder que ocupa desde 2000.

Os fundos norte-americanos começaram a ser transferidos em 2006 ainda durante a presidência de George W. Bush, que em 2005 havia congelado as relações diplomatas com a Síria.

O apoio financeiro prosseguiu ainda sob a administração de Barack Obama, apesar dos esforços que têm sido incutidos para reatar das relações políticas com o regime de Bashar al-Assad.

Os relatórios do Wikileaks referem igualmente que em 2009 vários responsáveis norte-americanos preocuparam-se com a possibilidade dos serviços secretos sírios descobrirem a transferência de fundos.

Segundo os relatórios, os diplomatas dos EUA sabiam que as autoridades sírias «considerariam, sem margem para dúvidas, quaisquer fundos norte-americanos destinados a grupos políticos ilegais como o equivalente a apoiar uma queda do governo».

O Barada TV, sediado em Londres, começou a sua transmissão em 2009, e tem sido um dos principais canais televisivos que tem feito a cobertura dos protestos em massa que espoletaram no país no início de Março.

Desde que os protestos e manifestações começaram a encher as ruas na Síria, a administração de Barack Obama ainda não emitiu qualquer parecer sobre o futuro político do país, pronunciando apenas declarações públicas onde condena as mortes que têm ocorrido no país.

fonte: Sol

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Venda de armas cresce, mesmo com a crise!


A crise tem sido rigorosa e fatal para muitos, afetando a todos, até mesmo aqueles que pensavam ser imunes a este cenário. No entanto, existem algumas áreas em que a crise não se tem feito notar tanto, como, por exemplo, no negócio da compra e venda de armas. Foi esta a conclusão do último relatório do Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI) sobre esta indústria. Relatório este que calculou que, desde 2002, as 100 maiores empresas aumentaram as suas vendas em 59%, dados que resultam da medição das vendas diretas de bens e serviços militares a consumidores militares (forças armadas dos países). Segundo o mesmo documento, não existe uma relação causal entre a venda de armas e a emergência de conflitos. Mas, por outro lado, existem especialistas que sugerem que a aquisição de quantidades significativas de armas poderá, de alguma forma, potenciar o recurso às forças armadas, como forma de resolver disputas políticas.

EUA lideram na produção

O relatório acima mencionado explicou ainda que as 10 maiores produtoras de armas lucraram quase 170 mil milhões de euros, em 2009, representando 56,9% do volume global de vendas das 100 maiores. Só nos Estado Unidos da América e na Europa Ocidental estão localizadas 78 dessas empresas, as quais originaram vendas de 269 mil milhões de euros, ou seja, 91,7% das vendas globais das 100 maiores. Na Finlândia, na França, na Alemanha, na Itália, na Espanha, na Suíça, na Suécia e no Reino Unido estão instaladas 33 das 100 maiores empresas mundiais de armas, tendo estas gerado quase 88 mil milhões de euros em vendas, cerca de 30% do global das100 maiores.

“A despesa do Governo norte-americano em serviços e bens militares é um fator-chave no aumento da venda de armas: tanto para os produtores norte-americanos e empresas de serviços militares, como para as empresas da Europa Ocidental com um ponto de apoio no mercado das armas e serviços militares dos Estados Unidos”, explicou a especialista do SIPRI, Susan Jackson.

O domínio dos 5 fornecedores

O comércio internacional de armas tem sido o domínio global de cinco fornecedores, isto na perspetiva de Paul Holtom, diretor do programa de transferências de armamento do SIPRI. “Entre 2005 e 2009, os cinco maiores exportadores de armas convencionais foram os EUA (30%), a Rússia (29%), a Alemanha (11%), a França (8%) e o Reino Unido (4%). Coletivamente, representam 76% das exportações”, adiantou ainda o mesmo. Já do lado dos compradores de armas, os que se destacaram, de 2005 a 2009, foram: a China com 9%; a Índia com 7%; a Coreia do Sul e os Emirados Árabes Unidos com 6%; a Grécia com 4%; representando os cinco 32% do investimento global.


domingo, 17 de abril de 2011

O país mais feliz do Mundo


AINDA TEMOS MUITO PARA ANDAR PARA CHEGARMOS AO NIVEL DA DINAMARCA.

COM A POLITICA, POLITICOS, MENTALIDADE MESQUINHA QUE TEMOS, NÃO SEI SE VAMOS CONSEGUIR.

ISTO SÓ SE CONSEGUE, SE TIVERMOS OUTRA FORMA DE ESTAR NA VIDA.

TEMOS DE DEIXAR DE OLHAR PARA O NOSSO UMBIGO, E PASSARMOS A OLHAR PARA AS COISAS COM OUTROS OLHOS.

TEMOS DE ENFRENTAR A REALIDADE E DIZERMOS, CHEGA, ESTÁ NA HORA DE MUDAR.

PORTUGAL TEM DE MUDAR.

NÓS TEMOS DE MUDAR.

Lucro da Monsanto cresce 15%


A multinacional do sector agrícola Monsanto indicou ontem que o seu resultado líquido cresceu cerca de 15% no segundo trimestre, impulsionado pelas fortes vendas de sementes de milho para as plantações de Primavera e pela melhoria das suas margens de lucro.

Desta forma, os resultados superaram as estimativas dos analistas, com o lucro líquido do trimestre terminado a 28 de Fevereiro a fixar-se nos mil milhões de dólares (704,2 milhões de euros), ou 1,88 dólares por acção, em alta face aos 887 milhões de dólares (624,6 milhões de euros), ou 1,60 dólares por título, apurados um ano antes. Os analistas do sector antecipavam ganhos de 1,84 dólares por acção, de acordo com a média das estimativas recolhidas pela Thomson Reuters.

A subida dos resultados da maior produtora mundial de sementes surgem numa altura em que os agricultores norte-americanos se estão a preparar para as plantações de Primavera, projectando plantar quantidades recorde de colheitas chave, num quadro de redução dos fornecimentos globais e de forte procura. A receita trimestral totalizou 4,1 mil milhões de dólares (2,8 mil milhões de euros), acima dos 3,8 mil milhões de dólares (2,6 mil milhões de euros) de há um ano.

Sublinhe-se que o segundo trimestre é fulcral para a Monsanto, com as compras de ingredientes para as plantações de Primavera por parte dos agricultores a representarem mais de metade dos resultados anuais da empresa norte-americana. A Monsanto registou ainda lucros brutos mais elevados nas sementes de milho nos EUA, bem como um crescimento sustentado das vendas de milho na América Latina.

fonte: Oje

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Rómulo Machado no Congresso Xuxa-lista

'O FMI não é solução' para Portugal - Lula da Silva



O ex-presidente brasileiro Lula da Silva afirmou hoje que «o FMI [Fundo Monetário Internacional] não resolve o problema de Portugal», considerando que, «se quiser, a Europa vai encontrar soluções» para os problemas do país.

«O FMI não resolve o problema de Portugal, como não resolveu o problema do Brasil, como não resolveu outros problemas. Toda a vez que o FMI tentou cuidar das dívidas dos países, o FMI criou mais problemas para os países do que soluções», afirmou o ex-presidente do Brasil.

À margem de um jantar informal com o primeiro-ministro demissionário, José Sócrates, a decorrer esta noite em Lisboa, Lula da Silva disse ainda que «a Europa é muito grande» e que, «se a Europa quiser, vai encontrar soluções para Portugal, para a Grécia, para Espanha».

Questionado sobre se o Brasil vai ou não comprar dívida portuguesa, o ex-presidente do Brasil remeteu essa questão para a actual presidente brasileira, Dilma Rousseff, que chega terça-feira a Lisboa, mas deixou um recado: «Eu acho que tudo o que devêssemos fazer para ajudar Portugal deveríamos fazer. Acho que Portugal merece essa compreensão do Brasil», afirmou.

No entanto, para Lula da Silva «é importante que [o primeiro-ministro, José] Sócrates e Cavaco Silva, Presidente da República, conversem com a presidente do Brasil para ver o que é possível fazer».

Em relação à crise política com que Portugal se debate, o ex-presidente brasileiro disse acreditar que «o povo português terá sabedoria suficiente para resolver o problema da crise política».

«É importante que as pessoas tenham maturidade para compreender as razões da crise económica, detetar corretamente quem é o causador desta crise e sabemos que a atitude mais correta é todo o mundo assumir as responsabilidades para encontrar uma solução para a crise», afirmou Lula da Silva.

Por sua vez, o primeiro-ministro demissionário, José Sócrates, escusou-se a comentar «os assuntos domésticos» de Portugal, afirmando apenas que «os problemas de Portugal resolvem-se com a confiança dos mercados», sublinhando que essa é «a única ajuda de que Portugal precisa» e que é nisso que o país está a trabalhar.

José Sócrates destacou ainda «a excelente relação» de Lula da Silva e do Brasil com Portugal: «O presidente Lula foi um grande amigo do nosso país, que se empenhou desde sempre, desde que iniciou as suas funções [de presidente] em estreitar as relações não apenas políticas, culturais e históricas mas também económicas entre Portugal e o Brasil», afirmou Sócrates.

fonte: Sol

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Posted at julho 21, 2004 01:10 AM

O Fundo Monetário Internacional tem um tom bonito e internacionalista, que cria noções de altruismo e solidariedade para com países em tempos de necessidade. De facto, nada poderia ser mais longe da verdade. A verdade é que o FMI não formece e não pode fornecer um serviço financeiro para remediar as enfermidades duma economia doente. O FMI é nada senão outro utensílio utilizado por Washington para deliberadamente desestabilizar mais economias já instaveis, tornar economias doentes ainda mais doentes e criar dependência financeira, económica e política em Washington, em países que não podem pagar a factura.

Se uma economia precisa de candidatar-se para financiamento externo, é porque já se encontra com problemas, dado que não há força interna para atenuar os males. Em providenciar financiamento externo, o FMI corre um risco enorme (se é que não é de propósito) de criar o que se chama um perigo moral, o que quer dizer que está a actuar numa economia sem saber exatamente como essa economia irá comportar-se.

O FMI assim contribui para criar um clima em que a informação assimétrica seria mais fluida que a informação perfeita, criando um cenário de instabilidade que poderia levar a uma crise bancária e a seguir, outra crise cambial, criando a necessidade de pedir emprestado ainda mais dinheiro para adiar o desastre.

Enquanto a economia derrete, as visitas à porta do FMI são cada vez mais frequentes, resultando numa dívida externa massiva que por sua vez leva ao FMI ditar a política económica e estratégia financeira do país em dívida. Por FMI, substitui “Washington”.

Onde a instabilidade ainda não existe, é facil de criar, através de ataques especulativos, através de provocar fluxos de capital voláteis ou por instabilidade política, causando crises imprevisiveis nos mercados e levando a condições favoraveis para a existência de mais ataques especulativos, uma vez que o comportamento do sistema interno económico e financeiro e os níveis das reservas tenham sido calculados.

Em resumo, é um círculo perfeito, e qualquer ponto do mesmo pode ser iniciado ou terminado a qualquer altura com o adequado planeamento e os meios apropriados. Há um vencedor só e para aqueles que comem da mão do FMI, é uma situação perdida.

O FMI talvez crie um período em que há um hiato numa situação de catástrofe, como uma crise bancária (por exemplo quando os bancos sub-capitalizados são obrigados a fecharem as portas por causa de levantamentos massivos, resultado de pânico que por sua vez resulta de campanhas de desinformação, muitas vezes lançadas pelos dadores). Porém, o eifito a longo prazo será uma prolongação da crise e uma passagem do controlo da iniciativa política e económica para jogadores externos e estrangeiros. E aí, todos os caminhos levam a Washington.

Longe de ser um exercício teórico, este artigo é uma revisão da história económica recente de inúmeros países na América Latina e na própria Rússia. São horas para os países fazerem um esforço para pagar de vez o que devem ao exterior para parar de sustentar pançudos, e são horas para considerar todas as alternativas antes de dar qualquer confiança a Washington ou aos seus lacaios.

Timothy BANCROFT-HINCHEY

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Curso de Político Gratuito


Tudo que precisa de saber para ser um político de sucesso em 10 simples lições.

fonte: oxe7

sábado, 9 de abril de 2011

ALEX JONES - A NOVA ORDEM MUNDIAL - [NEW WORLD ORDER 2009]


Alex Jones é um cineasta e radialista americano que vêm produzindo alguns dos mais interessantes e bem informados documentários sobre a Nova Ordem Mundial. Seu programa de rádio faz enorme sucesso no Texas e alguns de seus documentários sobre os planos dos globalistas ajudam a compreender os rumos totalitários que o mundo toma em nossa época. Chamado por muitos de Teórico da Conspiração, seus documentários derrubam essa tese pois trazem informações factuais, comprovadas por documentos e testemunhos. Alex Jones também dirigiu End Game, Obama Decepcion, Da Liberdade à Tirania, Dark Secrets in Bohemian Grove, A Queda da República entre outros. Imperdível!

[legendas em espanhol -srt]

BAIXAR ALEX JONES A NOVA ORDEM MUNDIAL [MEGAUPLOAD]

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fonte: Raros da Web

FILOSOFIA DA LIBERDADE



RTP é manipulada ?

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Em Portugal, é proibido partilhar o Wi-Fi com os vizinhos


Se costuma partilhar o seu acesso à Net por Wi-Fi com o vizinho, saiba que está a cometer uma ilegalidade - pelo menos, à luz dos contratos dos maiores operadores de telecomunicações portugueses.

Hoje, a lei que regula as telecomunicações em Portugal não faz qualquer menção quanto à possibilidade de redistribuir um acesso à Net por Wi-Fi. "A lei é omissa quanto ao assunto. Logo, os operadores são livres de permitir ou aplicar restrições", explicou fonte da Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom) quando inquirida pela Exame Informática.

Atualmente, basta ligar um computador num centro urbano com maior densidade populacional para descobrir uma rede Wi-Fi na vizinhança. A maioria desses acessos está protegida por sistemas criptográficos mais ou menos complexos, mas nada invalida que dois ou mais vizinhos aceitem partilhar um acesso à Net por Wi-Fi - sem terem de instalar calhas ou furar paredes, pois as normas 802.11 a/b/n distinguem-se precisamente por dispensarem qualquer cabo para distribuírem acessos à Net num raio de algumas dezenas de metros.

Os operadores tentam salvaguardar-se desta facilidade de redistribuição de acessos à Net com cláusulas contratuais que tentam impedir a partilha por Wi-Fi. Na PT, as Condições gerais de prestação de serviços de comunicações electrónicas estipulam que a utilização do serviço deve ser feita para "uso próprio, não podendo este ser cedido a terceiros, nem utilizado para exploração comercial".

O mesmo contrato da PT, que foi aprovado pela Anacom, acrescenta que "o cliente é responsável pela utilização do(s) serviço(s), a qual, ainda que efetuada por terceiros, com ou sem autorização do cliente, se presume, para todos os efeitos contratuais e legais, efetuada por este".

Na Zon, o contrato também impede a partilha do acesso à Net com vizinhos ou amigos e responsabiliza os assinantes por qualquer uso indevido. O que pressupõe que o cliente "se compromete a não utilizar os produtos, serviços, equipamentos e quaisquer outros materiais complementares/acessórios aos mesmos de forma ilícita. Salvo autorização expressa e prévia da Zon TV Cabo, os produtos, serviços e equipamentos e quaisquer outros materiais complementares/acessórios àqueles disponibilizados pela Zon TV Cabo são para uso próprio do cliente, não podendo ser cedidos a terceiros para fins comerciais ou outros, com ou sem benefícios".

Luís Pisco, jurista da associação de defesa dos consumidores Deco, considera razoável a inserção destas cláusulas que, no limite, podem impedir que uma simples visita use um acesso à Net doméstico: "Não desvirtua o serviço e permite respeitar o normal funcionamento dos operadores. Em contrapartida, só é legítimo exigir a um operador que garanta determinada qualidade de serviço se puder controlar minimamente os acessos e as instalações que são feitas".

O mais curioso é que os contratos poderão não ter muito mais força que aquela que o papel lhes confere: hoje, os operadores de telecomunicações não têm forma de fiscalizar uma eventual partilha de acessos à Net através de redes Wi-Fi - porque os custos dessa fiscalização são pura e simplesmente incomportáveis, tecnicamente falíveis e juridicamente questionáveis, se não mesmo proibidos.

Face a esta limitação, os operadores apenas podem reiterar que qualquer caso de pirataria, excesso de tráfego, ou atividades ilícitas são da exclusiva responsabilidade de quem assina o contrato - mesmo nos casos em que a segurança é negligenciada ou o utilizador é alvo de uma intrusão. Além disso, os operadores sabem que nem todos os utilizadores terão interesse em partilhar os respetivos acessos à Net porque receiam degradar a qualidade do serviço.

À semelhança da Deco, nunca chegou à Anacom qualquer reclamação ou pedido de alteração legislativa com o objetivo de tornar legal ou ilegal a partilha de acessos à Net por Wi-Fi.

Face ao atual cenário, os operadores têm preferido tirar partido das condições técnicas das redes sem fios para lançar novos serviços. Um exemplo: o Zon&Fon permite que assinantes da Zon revendam acessos à Net a utilizadores que não aderiram ao serviço ou partilhar gratuitamente os mesmos acessos com quem já faz parte do grupo de clientes que hoje conta com mais de 300 mil hotspots no País.

Com base na facilidade de partilha de acessos por Wi-Fi, os operadores têm vindo a apostar em soluções que fomentam o negócio. O que abriu caminho a condições contratuais específicas para cibercafés, empresas, clubes e edilidades, que determinam não só a indicação dos fins do acesso público, como também a identificação dos utilizadores e a distribuição de passwords a quem acede à Net por Wi-Fi.

Ainda nos acessos para grupos, há operadores que já disponibilizam pacotes comerciais para condomínios inteiros com custos repartidos - mas esta opção não está restrita ao Wi-Fi e geralmente contempla também serviços de TV e telefone.


Gigantes da Net desafiam lei francesa


O Google é uma das 20 empresas que avaçam com um processo contra o governo francês

Um grupo de grandes empresas da web, em que se incluem o Google e o Facebook, avançam esta semana com um processo sobre o governo francês, devido aos planos daquele país de manter os dados pessoais dos utilizadores por um ano.

O caso foi levantado pela Associação Francesa de Serviços de Internet (ASIC na sigla original) e será ouvido pelo Conselho de Estado, o mais elevado corpo judicial francês. O Google, Facebook, eBay ou o Dailymotion estão entre as 20 empresas envolvidas no caso.

A lei francesa prevê que os sites de e-commerce, serviços de vídeo e de música e fornecedores de webmail mantenham bases de dados com informações sobre os seus utilizadores. Estas informações incluem nomes completos, moradas, números de telefone e passwords. Esta informação deve ser entregue às autoridades francesas caso sejam solicitadas. Esta medida garante à polícia, serviços de fronteiras, impostos e de segurança social o direito ao acesso a estas informações.

A ASIC defende que esta alegada medida de segurança é desnecessária e que foi aprovada sem qualquer consulta à Comissão Europeia. A associação alega ainda que este seria um passo desnecessário, já a grande parte das empresas que integram a ASIC têm sede em diferentes países europeus.

Esta associação francesa defende que a manutenção das passwords dos utilizadores, por exemplo, constitui um problema de segurança, pelo que o processo judicial contra o governo francês tem por objectivo cancelar a mencionada lei.


Mais de mil denúncias de pirataria na Internet entregues na PGR


A Associação do Comércio Audiovisual, Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal entregou esta quinta-feira, na Procuradoria-Geral da República, mais mil denúncias criminais, identificando mais mil IP nacionais que "continuam a fazer partilha ilegal de obras culturais".

Esta foi a segunda vez que a Associação do Comércio Audiovisual, Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR) entregou denúncias na PGR, depois de, em Janeiro, ter lá deixado as primeiras mil.

"Este DVD contém mais mil denúncias de mais mil IP nacionais que continuam a fazer partilha ilegal de obras culturais, nomeadamente filmes", afirmou o presidente da ACAPOR, Nuno Pereira, à porta da PGR, em Lisboa, garantindo que a associação vai "continuar com esta operação".

Quanto às denúncias apresentadas em Janeiro, a ACAPOR ainda não recebeu "qualquer tipo de resposta", algo que Nuno Pereira considera "normal", já que passaram apenas três meses.

A ACAPOR espera apenas que o Ministério Público "cumpra a lei, abra inquérito e promova as investigações necessárias para descobrir as provas dos ilícitos praticados".

Em Janeiro, Nuno Pereira explicou à Lusa que "a (proibição da) partilha está mais explícita na lei mas na verdade o 'download' é ilícito e também ele deve ser feito com o consentimento do autor". Por outro lado, acrescentou, "ao fazer o 'download' numa rede 'Peer to Peer' (partilha de ficheiros em rede) ao mesmo tempo, o utilizador que descarrega está a disponibilizar esse ficheiro para partilha".

A apresentação de queixas por partilha ilegal de ficheiros na procuradoria não é inédita, uma vez que a AFP já o fez em 2006. Das 20 queixas apresentadas, apenas um utilizador foi condenado.

Em 2009, foi introduzida uma alteração no Código do Processo Penal, que permite às entidades judiciárias pedirem aos operadores de Internet a identificação dos utentes pelo crime de usurpação de direitos.

fonte: JN

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sócrates pergunta ao jornalista se está bonito em Directo



fonte: DJ PUTO_P

Portugal tem de pedir ajuda já, diz Teixeira dos Santos


O ministro das Finanças defende que Portugal tem de pedir ajuda já, avança o Jornal de Negócios. Em entrevista ao jornal, Teixeira dos Santos afirmou que é «é necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu».

O Jornal de Negócios perguntou ao ministro se «Portugal deve pedir ajuda já, conforme apelam os banqueiros e os economistas em geral» e se «a dimensão da dívida que se tem que pagar daqui a um ano» não preocupa o Governo.

Teixeira dos Santos respondeu ao jornal: «O país foi irresponsavelmente empurrado para uma situação muito difícil nos mercados financeiros. Perante esta difícil situação, que podia ter sido evitada, entendo que é necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu em termos adequados à actual situação política. Tal exigirá, também, o envolvimento e o comprometimento das principais forças e instituições políticas nacionais».

fonte: Sol

Hackers do grupo Anonymous atacam Sony


Membros dos Anonymous usam a máscara que é a imagem de marca do grupo

O grupo Anonymous, que ficou célebre durante os protestos pró-Wikileaks, atacou sites da Sony e o sistema usado pelos jogadores da consola PlayStation.

A acção é uma resposta aos processos legais abertos pela multinacional nipónica contra dois hackers que alegadamente criaram e distribuiram software capaz de contornar o dispositivo de segurança da PlayStation 3, o que permitiria aos utilizadores correr na consola software não autorizado, incluindo jogos pirateados.

Os hackers que levaram a cabo o ataque acusam a Sony, numa mensagem ameaçadora publicada online, de “ter abusado do sistema judicial numa tentativa de censurar informação sobre como os produtos [da Sony] funcionam”.

A empresa já sofreu um ataque distribuído de negação de serviço (normalmente conhecido pela sigla inglesa DDoS) no site Playstation.com. Este tipo de ataque inunda o site com pedidos de acesso, tornando-o muito lento e, eventualmente, levando – como acontece no momento de escrita deste artigo – a que fique em baixo.

Há também relatos de problemas no sistema usado pelos jogadores de PlayStation para jogarem online. A empresa atribui o facto a “manutenção esporádica”.

fonte: Público

domingo, 3 de abril de 2011

G20. Reforma do sistema monetário internacional paralisada na China


Washington e Pequim voltaram a colidir no seminário de alto nível do G20, em Nanquim. A "guerra" cambial está para durar

Foi uma reunião decepcionante para líderes mundiais, ministros das Finanças, governadores de bancos centrais e académicos do G20 que ontem se reuniram em Nanquim, na China para discutir a reforma do sistema monetário internacional: as duas potências económicas mundiais, China e Estados Unidos, colidiram quanto à soluções possíveis para corrigir os desequilíbrios do comércio global e reeditaram as suas versões opostas da actual guerra cambial.

As expectativas de Nicolas Sarkozy, que elegeu esse tema como a grande prioridade da sua presidência do G20 em 2011, saíram frustradas deste "seminário de alto nível" realizado na China. No final, o presidente francês lançou um apelo a Pequim, afirmando que "o G20 precisa da colaboração da China na agenda de reformas necessárias para evitar uma nova crise económica mundial.

Timothy Geithner, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, repetiu o argumentário de Washington ao identificar a assimetria entre moedas cujo valor flutua livremente e os "regimes apertados de taxas cambiais e de controlo de capitais de alguns mercados emergentes" como o maior problema do sistema monetário internacional. Foi uma referência evidente à política da China, país acusado de manter a sua moeda, o yuan, artificialmente subvalorizado de forma a potenciar as suas exportações. Só este ano, o yuan sofreu um depreciação de 5,2% face ao euro, embora tenha ganho 0,5% face ao dólar norte-americano no mesmo período.

"Esta assimetria nas políticas das taxas de câmbio cria uma enorme tensão. Intensifica os riscos de inflação nessas economias com taxas cambiais subvalorizadas. E, finalmente, potencia as pressões proteccionistas", defende o responsável norte-americano das finanças.

O vice-primeiro-ministro chinês, Wang Qishan, recorreu à típica linguagem diplomática de Pequim para dizer que a China encara "a reforma monetária global como um processo longo e complexo", que terá de avançar "gradualmente". Mas a verdade é que a China responsabiliza as políticas da Reserva Federal dos Estados Unidos (quantitative easing: emissão de moeda para compra de títulos e activos) como o principal factor de instabilidade cambial no mundo. A China, que é o maior detentor da dívida pública dos Estados Unidos e o país que tem um terço das reservas de moeda mundiais, foi gravemente atingida com a consequente depreciação do dólar norte-americano. De resto, Pequim defende que a política monetária de Washington é a principal causadora do aumento do preço das mercadorias e da subida da inflação. Uma vez que o dólar continua a ser a âncora do sistema monetário internacional, a China diz que está a ser forçada a importar inflação - que atingiu 4,9% em Fevereiro. A maioria dos analistas defende que a valorização do yuan permitiria a Pequim controlar a inflação e tornar as importações chinesas mais baratas. Além disso, iria favorecer a internacionalização da moeda chinesa, já que haveria um incentivo para que poderia tornar-se uma moeda de reserva estrangeira noutros países.

Apesar de tudo, a importância internacional do yuan é reconhecida por todos os parceiros do G20 que ontem decidiu estudar a hipótese de incluir a moeda chinesa no cabaz de moedas que compõem o Special Drawing Right (uma quase moeda usada pelo Fundo Monetário Internacional e os seus membros). Sarkozy e Geithner avançaram com os argumentos.

O presidente francês disse que "sem regras e supervisão, o mundo corre o risco de ser condenado a crises cada vez mais sérias e intensas" e "é evidente que temos de evoluir para um sistema mais flexível de taxas de câmbio que nos permita enfrentar os choques". O secretário do Tesouro dos Estados Unidos reforçou: "Acreditamos que as moedas das maiores economias amplamente utilizadas no comércio internacional e nas transacções financeiras deveriam ser incluídas do cabaz SDR". Mas para que isso aconteça "é necessário que os governos deixam flexibilizem o controlo das suas moedas, é precisam que existam bancos centrais independentes e que sejam permitida a liberdade dos fluxos de capitais", adiantou. A China entende que esta é uma condição inaceitável, imposta pelos Estados Unidos - que pode vetar a inclusão do yuan no cabaz SDR do FMI - para permitir a internacionalização da sua moeda e não está disposta a ceder às pressões de Washington. Foi por isso que, ontem mesmo, Pequim considerou ser cedo para o yuan ser integrado no cabaz.

fonte: Jornal i

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