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terça-feira, 31 de maio de 2011

Teerão poderá estar a criar uma Internet fechada


O Governo do Irão poderá estar a planear criar uma Internet fechada, para impedir que os cibernautas do país possam aceder a conteúdos oriundos estrangeiros

A informação está a ser avançada pelo Wall Street Journal, que refere que o objectivo do regime iraniano é reforçar a censura da Internet no país, evitando o acesso a conteúdos de sites internacionais.

O diário norte-americano adianta ainda que o projecto é defendido pelas autoridades locais como uma iniciativa para defender os princípios da revolução islâmica.

De fora ficam só algumas instituições governamentais e bancárias, que vão poder continuar a aceder à Internet normal, censurada pelo regime.

Caso o projecto seja implementado, e tudo indica que já esteja a ser posto em prática, o Irão segue as pisadas de Cuba que também tem uma Internet aberta ao exterior, para os turistas e entidades governamentais, e uma Rede fechada para os cidadãos.

A notícia do Wall Street Journal surge poucos dias depois de outros relatos na imprensa local terem referido que o Governo do Irão estava a preparar também o desenvolvimento de um sistema operativo próprio.

fonte: Sol

Preços dos alimentos vão mais que duplicar até 2030


Vastas regiões do planeta poderão entrar numa crise de alimentos profunda se os governos não tomarem medidas urgentes para reformar o actual sistema alimentar mundial. Se estes passos não forem dados, os preços dos alimentos vão mais do que duplicar até 2030.

O alerta é deixado pela organização não governamental britânica (ONG) Oxfam no relatório 'Growing a Better Future'. De acordo com este estudo, citado pelo El Mundo e pelo The Guardian, nas próximas duas décadas o custo médio dos produtos agrícolas básicos vai aumentar entre 120 e 180%.

Um cenário que causará problemas em vastas regiões do planeta, como mostram as consequências dos aumentos de preços dos últimos anos. Um dos motivos que levou às revoltas árabes contra os regimes ditatoriais foi o custo dos alimentos, que em Abril estava 36% acima do valor registado 12 meses antes.

A Oxfam alerta também para a situação na Guatemala, onde o Estado não investiu nos pequenos agricultores e 'ajudou' a que 865 mil pessoas estejam totalmente dependentes da importação de alimentos. Na Índia, cada pessoa despende mais do dobro dos seus rendimentos em comida quando comparada com um britânico. No Azerbeijão, o mau tempo destruiu 33% da produção de trigo no ano passado e o país foi obrigado a comprar cereais à Rússia e Cazaquistão, inflacionando os preços em 20%. No Leste de África é a seca que tem deixado oito milhões de pessoas expostas a escassez crónica de alimentos.

"É preciso reformar o sistema alimentar se queremos superar os desafios cada vez mais acutilantes das alterações climáticas, combater a espiral de preços e a escassez de terra, água e energia", vincou em comunicado a directora executiva da ONG britânica, Barbara Stockman, um fundo especial mundial para ajudar a proteger as populações que venham a ser mais afectadas.

Não são só as alterações climáticas que estão a provocar o aumento dos preços. O mercado internacional de matérias primas e os mercados de futuros dos produtos agrícolas (a bolsa para os alimentos) são também responsáveis pela instabilidade. A Oxfam propõe aos governos que adoptem medidas urgentes para aumentar a transparência destes mercados, aumentem as reservas alimentares, deixem de promover os biocombustíveis e apoiem os pequenos agricultores, em especial as mulheres.

fonte: DN

quinta-feira, 26 de maio de 2011

EUA já acusaram 32 executivos de topo


Instituições financeiras e executivos foram acusados e aplicadas multas na ordem dos 1,34 mil milhões de dólares nos Estados Unidos pela Securities and Exchange Comission (SEC), por condutas impróprias que provocaram ou agravaram a crise financeira.

Até ao dia 05 de Maio, foram formalizadas acusações contra 66 pessoas e entidades, dos quais 32 executivos de topo, incluindo presidentes executivos e administradores financeiros, de acordo com os dados disponibilizados pela entidade que regula os mercados financeiros nos Estados Unidos.

A SEC (sigla em inglês) aplicou um total de 1,34 mil milhões de dólares (cerca de 950 milhões de euros à taxa de câmbio actual) em multas e outras penalidades, consistindo as multas na maior fatia deste bolo, 900 milhões de dólares.

Entre os processos mais mediáticos levados a cabo pela autoridade esteve a acusação ao banco de investimento norte-americano Goldman Sachs por ter «defraudado os investidores ao expor de forma errada e omitir factos sobre um produto financeiro ligado a hipotecas subprime» numa altura em que os problemas no mercado imobiliário norte-americano começavam a ser evidentes.

O processo contra o Goldman Sachs estava relacionado com um derivado financeiro, uma collateralized Debt Obligation (CDO), composto de hipotecas subprime, que ficou provado que a empresa conhecia o seu real valor e problemas, mas que terá omitido aos seus clientes.

Por este processo, o Goldman Sachs pagou 550 milhões de euros e aceitou «rever as suas práticas de gestão».

O presidente executivo da Countrywide (que entretanto foi à falência) também foi acusado, juntamente com outros dois executivos, de enganar os seus investidores quanto aos riscos significativos tomados pela empresa, e ainda acusado de insider trading, tendo chegado a acordo com a SEC, em troca de uma multa de 22,5 milhões de dólares e de ser banido permanentemente de qualquer função de gestão.

Citigroup, Wachovia, Indymac ou Bank of America também se encontram entre os processos originados pelo regulador dos mercados dos Estados Unidos por diversos tipos de más práticas que poderão ter provocado a crise financeira, ou a potenciado ainda mais, que os Estados Unidos vivem desde 2007.

Entre as acusações surgem também bancos que tentaram enganar a administração norte-americana para receber capital do fundo de resgate de activos tóxicos, o TARP (Toxic Asset Relief Program) que foi criado em 2008 após a queda do Lehman Brothers para injetar liquidez nos mercados e evitar uma queda em cascata do sistema financeiro da maior economia do mundo.

fonte: Sol

Prisioneiros chineses forçados a jogar online


Os prisioneiros dos campos de trabalhos forçados chineses estão a ser obrigados a jogar online

Depois de passarem um dia de trabalho duro os prisioneiros são forçados a passar as noites em claro para jogarem online, com o objectivo de conseguirem mais créditos para os guardas.

A notícia é avançada pelo jornal britânico Guardian, que falou com um ex-prisioneiro do campo de trabalho Jixi, que referiu que os guardas trocam depois esses créditos por dinheiro real.

Os guardas forçam os prisioneiros a ganhar créditos para que eles possam vendê-los a outros jogadores e assim obter proveitos económicos. Esta prática é considerada ilegal, mas por norma os jogadores dos países em desenvolvimento acabam por recorrer à mesma e a vender esses créditos a jogadores europeus e norte-americanos.

Segundo o prisioneiro que falou com o Guardian os trabalhos no campo duram cerca de 12 horas diárias, mas é nos jogos online que os responsáveis pelos campos conseguem mais dinheiro, pelo que havia cerca de 300 presos que eram forçados a jogar à noite.

fonte: Sol

G8 reúne-se em Deauville


Os líderes das oito maiores potências mundiais (G8) iniciam hoje em Deauville, norte de França, uma cimeira de dois dias para debater, entre outros temas, segurança nuclear, recuperação económica e as revoltas no mundo árabe.

Um dos temas dominantes da agenda de trabalhos do encontro do G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia) serão as revoltas populares no mundo árabe e muçulmano.

Em cima da mesa estará uma proposta da presidência francesa que defende um mecanismo de apoio e consolidação da transição democrática nos países envolvidos na onda de contestação, seja a nível institucional ou económico, através de entidades como o Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (BERD).

Na quarta-feira, durante a deslocação do Presidente norte-americano Barack Obama ao Reino Unido, Londres e Washington anunciaram que vão igualmente promover um “programa de apoio” político e económico à “primavera árabe”.

O Banco Mundial anunciou esta semana um pacote de auxílio financeiro de seis mil milhões de dólares para o Egipto e a Tunísia, que deverá ser formalizado na cimeira.

Os chefes de Estado e de Governo do G8, responsáveis da ONU e de organismos financeiros internacionais irão receber na sexta-feira os primeiros-ministros do Egipto e da Tunísia.

A segurança nuclear também consta do alinhamento da cimeira, com particular atenção para o desastre na central japonesa de Fukushima, danificada por um violento sismo e um tsunami a 11 de Março, que causaram perto de 25.000 mortos e desaparecidos no nordeste do Japão.

No almoço que irá marcar o arranque da cimeira, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, vai apresentar dados sobre a actual situação na central.

O actual panorama económico mundial, especialmente a crise na zona euro e os níveis de endividamento dos países mais ricos, será igualmente abordado pelos parceiros do G8.

Ainda neste capítulo, os líderes irão avaliar a sucessão de Dominique Strauss-Kahn na direcção do Fundo Internacional Monetário (FMI) e a candidatura formal da ministra das Finanças francesa, Christine Lagarde.

As negociações de paz no Médio Oriente, as sanções contra a Síria, o conflito líbio, o processo de transição no Afeganistão após a morte do Usama bin Laden (líder da Al-Qaida), o controverso dossier iraniano e a regulação da Internet serão outros dos temas em debate.

Por último, será realizado um encontro entre os líderes do G8 e da Nova Parceria para o Desenvolvimento de África (NEPAD), que integra a Argélia, Egipto, Etiópia, Nigéria, Senegal e África do Sul.

Os Presidentes da Costa do Marfim, do Níger e da Guiné-Conacri, recentemente eleitos, serão os convidados especiais deste encontro.

fonte: Sol

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cartão do Cidadão permite falsificar assinaturas desde 2007


O alerta acaba de ser lançado por um investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC): o Cartão do Cidadão tem falhas de segurança, que permitem falsificar assinaturas digitais.

Em declarações recolhidas pela Agência Lusa, o investigador Fernando Rente informa que o Cartão do Cidadão (CC) tem uma falha ao nível do software que permite desbloquear assinaturas digitais e proceder à falsificação das mesmas. A vulnerabilidade foi detetada no software criado inicialmente para integrar os serviços dos portais das Finanças, do Cidadão e da Empresa.

O investigador, que também é coordenador do Computer Security Incident Response Team (CERT/IPN), diz que a falha de segurança se deve ao facto de a arquitetura do software usado pelo CC ter sido criada sem ter em conta eventuais infeções nos computadores dos utilizadores, que poderiam ser aproveitadas por hackers para obter o PIN que desbloqueia as assinaturas digitais.

Fernando Rente acrescenta que alertou a Agência de Modernização Administrativa (AMA) para a falha em 2007, mas reitera que nada terá sido feito depois desse alerta.

A vulnerabilidade, que já foi confirmada por outros especialistas em segurança eletrónica, não será a única.

Ricardo Mendes, outro especialista em segurança eletrónica que analisou o CC, diz que este documento apresenta ainda uma vulnerabilidade quando usado em sistemas operativos Linux, disponibilizando uma caixa de texto para a inserção do PIN, em vez do teclado virtual, que já se banalizou nos serviços de banca online. Esta vulnerabilidade já terá sido encaminhada para a AMA há cerca de dois meses.

A Agência que gere o CC já reagiu aos alertas, reiterando que, até à data, ainda não foi detetado qualquer vulnerabilidade no software do CC.

A AMA acrescenta que desconhece qualquer alerta dos investigadores da FCTUC e lembra ainda que os sistemas, o software e as infraestruturas usadas pelo CC são auditadas periodicamente por entidades externas.


terça-feira, 24 de maio de 2011

Governo ordena que YouTube censure vídeos de protesto


Num exemplo assustador de como o Estado está a apertar as suas garras em torno da Internet livre, verificou-se que o YouTube está cumprindo com milhares de pedidos de governos para censurar e remover os vídeos que mostrem protestos e outros exemplos de cidadãos simplesmente fazendo valer os seus direitos, enquanto também excluem termos de busca por mandato governamental.

O exemplo mais recente é o cumprimento do YouTube com um pedido do governo britânico para censurar cenas de protesto contra o Grupo de Rebelião Leal contra a Constituição britânica, durante a qual eles tentaram civilmente prender o juiz Michael Peake no tribunal do condado de Birkenhead.

Peake estava se pronunciando sobre um caso envolvendo Roger Hayes, um ex-membro do UKIP, que se recusou a pagar o imposto municipal, como um protesto contra as atividades de traição do governo em sacrificar a Grã-Bretanha aos interesses globalistas e, como resultado de Hayes provando claramente que o imposto municipal é ilegal.

Quando os espectadores do Reino Unido tentaram assistir os vídeos do protesto, eles se depararam com a mensagem dizendo "Este conteúdo não está disponível no seu país devido a um pedido de remoção do governo."

O comportamento do YouTube é mais desprezível do que os comunistas chineses, que são, pelo menos, abertos sobre as suas políticas de censura, enquanto que o YouTube se esconde atrás de uma desculpa acobertadora e nem sequer diz qual lei foi violada.

A verdadeira razão para a remoção é o facto de que o governo britânico está, obviamente, petrificado de ver um grupo de cidadãos focados e educados, negros, brancos, velhos e jovens, homens e mulheres, irem de cabeça a cabeça contra o sistema corrupto com seus próprios pés.

Outros países, como a China, também censuram vídeos na internet.

sábado, 21 de maio de 2011

Partido Pirata quer tornar downloads legais em Portugal


O movimento Partido Pirata Português está a juntar assinaturas para se tornar um partido político e propor a legalização da partilha de música, filmes e livros na Internet.

O movimento Partido Pirata Português está a juntar assinaturas de cidadãos para se tornar um partido político e propor a legalização da partilha de música, filmes e livros na Internet, disse à Lusa um dos fundadores.

"Estamos em fase de recolha de assinaturas", disse André Rosa, lembrando que são precisas 7.500 assinaturas para constituir um partido político em Portugal, como já aconteceu em 40 outros países do mundo.

Para já o movimento conta apenas com "200 e tal assinaturas", mas já defende aquilo que chama 'bandeiras-chave'.

"Defendemos a reformulação dos direitos de autor para [encarnar os princípios que tinha] quando foram criados, a abolição das patentes e a transparência política", referiu o responsável.

Downloads legais

Uma posição que, na prática, visa tornar legais os downloads de músicas, filmes ou livros porque "a cultura deve ser partilhada", defende André Rosa.

Ainda assim, o movimento ressalva acreditar que os artistas devem ser remunerados pelo seu trabalho, sublinhando que, com a Internet, quem deixa de receber não são os autores mas as editoras.

"Os artistas nunca ganharam muito dinheiro porque as editoras é que ficam com ele"

"Os artistas nunca ganharam muito dinheiro porque as editoras é que ficam com ele. Muitas vezes até quem tem os direitos de autor são as editoras e não os próprios artistas", explica o promotor do Partido Pirata.

A questão "é que a Internet veio substituir as editoras e hoje um artista pode colocar à venda a sua própria música no seu próprio site e os que já o fizeram receberam muito mais dinheiro com concertos e 'merchadising' do que os que têm editoras por trás", disse.

Partido Pirata vs ACAPOR

O Partido Pirata Português tornou-se mais conhecido a partir do final do ano passado, quando contestou as denúncias de downloads ilegais feitas pela Associação de Comércio Audiovisual, de Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR).

Esta associação privada anunciou em dezembro passado que pretendia fazer mil denúncias por mês à Procuradoria-Geral da República para acabar com a impunidade dos que fazem download ilegais, sendo que, segundo a associação, são realizados anualmente cerca de 50 milhões de downloads por clientes das operadoras nacionais de Internet.

"O problema não é denunciar, é a forma como arranjaram as provas", criticou André Rosa, adiantando que "o IP [endereço que indica o local de um nó da Internet] é pessoal e, por si só, não identifica uma pessoa".

Por isso, acrescentou, "ou a ACAPOR tem software que espia as pessoas ou eles próprios andaram a piratear. De qualquer das formas houve recolha ilegal de dados de pessoas".

fonte: Expresso

quinta-feira, 19 de maio de 2011

"É UM TRABALHO SUJO MAS ALGUÉM TEM O FAZER" - FUTURO SLOGAN DO FMI

Bruxelas ameaça levar Portugal a tribunal

EUA apresentam plano global para segurança informática


O Governo dos EUA apresentou um novo plano de cibersegurança, através do qual pretende promover a colaboração com os seus aliados nesta área. O documento está a causar alguma polémica

Denominado «Estratégia Internacional para o Ciberespaço», o documento está a causar alguma polémica, devido à inclusão de propostas consideradas por analistas como bastante severas.

O principal alvo de queixas é uma proposta que prevê a resposta militar ou a imposição de bloqueios económicos contra países que sejam identificados como responsáveis por ataques informáticos.

A apresentação da estratégia foi feita por Howard Schmidt, o responsável pela Cibersegurança na Casa Branca, que segundo avança a agência Bloomberg defendeu que «queremos que as nações estejam unidas debaixo de uma perspectiva como esta, para que possamos enviar uma mensagem clara aos maus agentes de que não vão ter nenhum lugar onde operar na esfera internacional».

fonte: Sol

domingo, 8 de maio de 2011

Verdadeiro discurso do Obama

Senhoras e senhores, com vocês, a versão reduzida do histórico discurso de Barack Obama…



quinta-feira, 5 de maio de 2011

Obama não autorizou divulgação da imagem do cadáver de bin Laden


No entanto, são já conhecidas as fotografias de três homens mortos no ataque à casa do líder da Al-Qaeda. As imagens poderão incomodar as pessoas mais sensíveis.

fonte: RTP

domingo, 1 de maio de 2011

Karotz: O Coelho RFID que vai monitorar sua casa


"Essa coisa tem um microfone, uma webcam, um chip de RFID, capacidade wireless ... tudo muito bonito necessários para monitorar seus movimentos e enviar essa informação em algum lugar. Aqui está um anúncio para o produto. "


Você viu o que eu vi?



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