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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Casa Branca estabelece normas para as cerimónias do 11 de Setembro























Nova Iorque prepara-se para assinalar os ataques

A poucos dias do décimo aniversário dos atentados de 11 de Setembro, a Casa Branca enviou dois documentos normativos, um interno e outro destinado aos aliados estrangeiros, nos quais detalha a forma como deverão ser conduzidas as cerimónias em memória dos atentados que mudaram a face da América, em 2001.

Estes documentos têm como objectivo uma adopção uniforme do tom correcto a imprimir a todos os actos oficiais que terão lugar por altura das cerimónias de homenagem às vítimas dos atentados.

Para que as coisas corram da melhor forma, a Casa Branca decidiu criar dois tipos de regras normativas, para dois públicos diferentes: um interno e outro externo. 

Para o auditório interno o documento de uma página já foi enviado para todas as agências federais, de acordo com o “The New York Times”, que teve acesso ao memorando. “O tema mais importante é mostrar ao mundo que percebemos que o 11 de Setembro - os ataques e, genericamente, o extremismo violento - não é apenas ‘sobre nós’”, disse um dos funcionários de uma agência federal, sob anonimato, descrevendo o documento interno emitido pela Casa Branca e que se intitula “9/11 Anniversary Planning”.

O documento explica ainda que as cerimónias irão homenagear os americanos mortos no 11 de Setembro, mas igualmente “todas as vítimas de terrorismo, incluindo aquelas que foram alvejadas pela al-Qaeda e por grupos do género em todo mundo”.

Nas linhas orientadoras conta-se ainda que é esperado que os americanos queiram ouvir dos líderes governamentais que medidas estão a tomar para prevenirem ataques semelhantes. 

O documento refere ainda: “Centrar-nos-emos igualmente no espírito de unidade que prevaleceu logo após os atentados”.

No outro documento, dirigido aos aliados estrangeiros e cidadãos destes países e que foi enviado para as embaixadas e consulados americanos em todo o mundo, o objectivo é apresentar uma “narrativa positiva, a olhar para o futuro”, escreve o “The New York Times”.

Este documento indica que, o facto de al-Qaeda não ter tido um papel significante na chamada “Primavera Árabe”, revela que a rede terrorista está ultrapassada é uma coisa do passado, ao passo que as manifestações pacíficas no norte de África e Médio Oriente “representam o futuro”. 

Fica por abordar a questão de muitos dos líderes depostos terem sido aliados e parceiros dos EUA em operações antiterroristas. 

O facto de Osama bin Laden ter sido morto pelos serviços secretos norte-americanos é igualmente nomeado no documento como prova de que a rede terrorista se tem tornado cada vez mais “irrelevante”.

O documento encoraja ainda os funcionários públicos americanos a saudarem os esforços dos parceiros estrangeiros na luta contra o extremismo violento.

“Numa altura em que nos lembramos dos cidadãos de 90 países que morreram nos ataques de 11 de Setembro, homenageamos todas as vítimas de terrorismo, em cada nação do mundo”, indica o documento enviado para as embaixadas.

“Honramos e celebramos a resiliência de indivíduos, famílias e comunidades em cada continente, quer seja em Nova Iorque, Nairobi, Bali, Belfast, Bombaim ou Manila, Lahore ou Londres”, indica o documento.

Pontos comuns aos dois documentos: a “resiliência” dos americanos e o facto de não estar afastada a hipótese de poder haver um segundo atentado. “A resiliência toma muitas formas, incluindo a dedicação e a coragem de seguir em frente [...] Ao passo que nunca nos poderemos esquecer daqueles que perdemos, teremos que fazer mais do que simplesmente nos lembrarmos deles - teremos de suster a nossa resiliência e continuarmos unidos a fim de prevenirmos novos ataques e novas vítimas”.

Numa altura em que a Casa Branca afina as mensagens para as homenagens, as autoridades fazem saber igualmente que estão a redobrar os esforços para detectarem indícios de planos terroristas, internos ou externos, por altura do aniversário. Até ao momento não foram detectados complots nem aumentaram as ameaças, garantiram as mesmas autoridades. 

Durante as celebrações de homenagem ao décimo aniversário do 11 de Setembro, o Presidente Barack Obama irá começar a fazer algumas aparições relacionadas com a tragédia quando faltarem escassos dias para o dia D. No passado sábado, Obama indicou que o aniversário deste ano será de “homenagem e lembrança”. Alguns especialistas envolvidos nas discussões pré-décimo aniversário do 11 de Setembro estimam que os EUA deveriam reconhecer, nos seus actos públicos, que as medidas adoptadas pelos EUA no rescaldo dos ataques originaram fúria em diversos países, por causa de decisões como a invasão do Iraque, detenções ilegais e interrogatórios com uso de técnicas que violavam os direitos humanos.

fonte: Público

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Leyen defende criação dos "Estados Unidos da Europa"
























A ministra do Trabalho alemã, a cristã-democrata Ursula von der Leyen, considera que a crise da zona euro só pode ser superada fortalecendo a união política do continente com a criação dos "Estados Unidos da Europa".

"O meu objectivo são os Estados Unidos da Europa, seguindo o exemplo de outros estados federais como a Suíça, Alemanha ou os Estados Unidos de América", afirma Ursula von der Leyen na edição de hoje da revista alemã Der Spiegel.

Uma união política permitiria, segundo a governante, unificar questões importantes em matéria de política financeira, fiscal e económica, "aproveitando as vantagens da dimensão da Europa".

No entender da ministra do Trabalho alemã e vice-presidente do partido da chanceler Angela Merkel, a União Democrata Cristã (CDU), a moeda única europeia não é suficiente para fazer face à competição global.

Ursula von der Leyen também defendeu esta semana a exigência da Finlândia de que os países que beneficiam da ajuda do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) apresentem como caução desses empréstimos as reservas de ouro que possuam ou as participações que detenham em empresas estatais.

Em declarações à televisão pública ARD, a governante - que é apontada pela imprensa alemã como uma possivel sucessora de Angela Merkel - argumentou que só assim esses Estados "continuarão a envidar esforços para consolidar as finanças públicas".

fonte: DN

Pequim quer acabar com rumores na Internet
















O Governo chinês está a obrigar um serviço local, semelhante ao Twitter, a suspender as contas dos utilizadores que publiquem informações que possam ser consideradas rumores falsos

O caso começou quando a Sina Corporation, empresa dona do Weibo, um serviço de micro-blogues semelhante ao norte-americano Twitter, enviou mensagens aos cerca de 200 milhões de utilizadores sobre as novas regras, que prevêem o cancelamento das contas de quem divulgar informações falsas.

De acordo com a agência Efe são vários os fóruns on-line chineses que estão a afirmar que estas novas regras foram impostas pelo Governo chinês, no âmbito de uma campanha para controlar ainda mais os conteúdos na Internet, nascida com receio de que surjam eventos semelhantes aos da Primavera árabe no país.

A medida está também a ser bastante criticada, com muitos bloggers a considerarem que a posição governamental é uma «vergonha e inaceitável».

Os primeiros casos que já levaram utilizadores a ficarem sem conta no Weibo diziam respeito a uma mensagem onde a responsabilidade da morte de uma jovem de 19 anos era atribuída às autoridades de Wuhan e uma denúncia de que lotes de sangue provenientes da Cruz Vermelha estavam a ser revendidos em vários hospitais de Pequim.

Além do cancelamento das duas contas, as mensagens em causa foram apagadas.

fonte: Sol

Documentos do Wikileaks publicados on-line podem conter nome de fontes


O anonimato de algumas fontes do Wikileaks poderá estar em risco, depois ter surgido na Internet um ficheiro com um conjunto de telegramas diplomáticos não censurados.

Conhecido por divulgar fugas de informação através do site Wikileaks, desta vez ocorreu o contrário a Julian Assange.

De acordo com informação avançada pela revista alemã Der Spiegel, tudo terá acontecido quando o criador do Wikileaks deu a password para um ficheiro encriptado, que continha cerca de 250 mil telegramas diplomáticos dos EUA, a alguém que considerava ser de confiança.

Essa pessoa utilizou então a password para desbloquear a protecção do ficheiro, que surgiu agora on-line.

Apesar de grande parte dos telegramas deste conjunto já ter sido publicada anteriormente pelo site, a diferença deste ficheiro reside no facto de estes telegramas não terem sido censurados, o que permite identificar alguns elementos que foram apagados nos documentos originais, como a identidade das supostas fontes do Wikileaks do Departamento de Estado dos EUA.

Ainda não se sabe quem terá sido o responsável pela fuga de informação, mas há vários analistas que defendem que este percalço poderá custar muito à credibilidade do projecto de Julian Assange.

fonte: Sol

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

FAO alerta para eventual ressurgimento da gripe das aves


A agência da ONU para a Agricultura e a Alimentação (FAO) recomendou hoje "uma vigilância reforçada" do vírus da gripe das aves, num momento em que uma estirpe mutante do vírus H5N1 foi identificada na Ásia.

"O último caso mortal ocorreu no início do mês no Camboja, onde foram registados este ano oito casos de infeção humana, todos mortais", referiu a FAO num comunicado divulgado em Roma (sede da organização).

Na nota, a mesma agência das Nações Unidas e evocou "os riscos imprevisíveis [do vírus] para a saúde humana", admitindo um eventual ressurgimento de um novo surto da doença.

Desde 2003, ano em que foi identificado o primeiro caso, 565 pessoas foram infetadas pelo vírus H5N1, das quais 331 não resistiram e morreram, recordou a FAO, citando dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A presença do vírus obrigou também as autoridades a abaterem mais de 400 milhões de aves em todos o mundo desde 2003.

A erradicação do vírus, que chegou a afetar 63 países em 2006, o apogeu da epidemia, provocou prejuízos na ordem dos 20 mil milhões de dólares (cerca de 13 mil milhões de euros) em todo o mundo.

A FAO informou agora que os surtos de gripe das aves têm vindo a aumentar desde 2008, ano que marca o início de uma nova expansão geográfica do vírus H1N5, tanto em aves selvagens como em aves domésticas.

"As aves selvagens podem introduzir o vírus, mas a atuação das pessoas ao nível da produção avícola e da respetiva comercialização pode determinar a sua propagação", referiu o chefe de veterinários da FAO, Juan Lubroth, que responsabiliza os fluxos migratórios das aves pelo ressurgimento do H5N1 nos últimos 24 meses em países que estavam livres do vírus há vários anos.

Segundo Lubroth, outro motivo de preocupação é o aparecimento na China e no Vietname de uma variante do vírus que é aparentemente capaz de "desviar" as defesas que fornecem as atuais vacinas.

Os serviços veterinários do Vietname estão em estado de alerta, uma vez que a propagação desta variante do vírus poderá representar uma ameaça direta para outros países, como o Camboja, a Tailândia, a Malásia e o Japão.

"A tendência geral desde o declínio progressivo do vírus observado entre 2004 e 2008 poderá significar o desenvolvimento de um novo surto do H5N1 neste outono ou inverno", concluiu Juan Lubroth.

fonte: Jornal i

domingo, 28 de agosto de 2011

Provérbios Modernos


- Quem ri por último… …é de compreensão lenta.


- Os últimos são sempre… …desclassificados.


- Quem o feio ama… …tem que ir ao oculista.


- Deitar cedo e cedo erguer… …dá muito sono!


- Filho de peixe… …é tão feio como o pai.


- Quem não arrisca… …não se lixa.


- O pior cego… …é o que não quer cão nem bengala.


- Quem dá aos pobres… …fica mais teso.


- Há males que vêm… …e ficam.


- Gato escaldado… …geralmente esta morto.


- Mais vale tarde… …que muito mais tarde.


- Cada macaco… …com a sua macaca.


- Águas passadas… …já passaram.


- Depois da tempestade… …vem a gripe.


- Vale mais um pássaro na mão …que uma cagadela na cabeça.

fonte: PPLWARE

Medidas de contenção impostas pelo FMI



sexta-feira, 26 de agosto de 2011

TERRÁQUEOS (Earthlings)




TERRÁQUEOS (Earthlings) é um filme-documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em relação aos animais (para estimação, alimentação, vestuário, diversão e desenvolvimento científico), mas também ilustra nosso completo desrespeito para com os assim chamados "provedores não-humanos". Este filme é narrado por Joaquin Phoenix (GLADIADOR) e possui trilha sonora composta pelo artista Moby. Com um profundo estudo dentro das pet-shops, criatórios de filhotes e abrigos de animais, bem como em fazendas industriais, no comércio de couro e peles, indústria de desporte e entreterimento, e finalmente na carreira médica e científica, TERRÁQUEOS usa câmeras escondidas e filmagens inéditas para narrar as práticas diárias de algumas das maiores indústrias do mundo, as quais dependem de animais para lucrar. Impactante, informativo e provocando reflexões, TERRÁQUEOS é de longe o mais completo documentário jamais produzido sobre a conexão entre natureza, animais, e interesses económicos. Há vários filmes importantes sobre os direitos dos animais, mas este supera os demais. TERRÁQUEOS tem que ser assistido. Altamente recomendado!


Anomalias Encontradas em Marte através do Google Mars

Fundador da IKEA com fortes ligações a grupos nazis
















O fundador da IKEA, Ingvar Kamprad, teve fortes ligações a grupos nazis ao longo da sua juventude, revela o mais recente livro da conceituada autora sueca Elisabeth Asbrink.

Segundo escreve Asbrink no livro «E em Wienerwald Permanecem as Árvores» (tradução livre), o pai da ‘gigante’ do mobiliário teve uma intensa ligação ao regime nazi e tinha mesmo ficha nos serviços secretos suecos.


Em 1943, com 17 anos, Kamprad juntou-se ao Partido Nazi Sueco, o que levou as autoridades a criarem um arquivo sobre ele. Segundo o livro, os contactos com os nazis duraram até 1950.

Kamprad já havia admitido ter sido simpatizante do fascista Per Engdahl e ter estado presente em reuniões nazis entre 1945 e 1948.

O porta-voz do fundador da IKEA, Per Heggenes, veio agora reiterar que Kamprad vê hoje o seu envolvimento com o regime nazi como o «maior erro» da sua vida, mas não quer comentar mais detalhes sobre o assunto.





fonte: Sol

Wikileaks divulga telegramas sobre Portugal e países lusófonos


O Governo de José Sócrates, a comunidade muçulmana em Portugal e o investimento chinês em Angola foram tema de comunicações norte-americanas divulgadas pelo Wikileaks.

Na sua conta no Twitter, a organização anunciou cerca das 19h30 desta quinta-feira a divulgação de 97.152 comunicações diplomáticas norte-americanas. Entre este lote de informação secreta ou classificada encontram-se telegramas originários das embaixadas dos Estados Unidos em Lisboa, Luanda, Maputo e Dili.

O segundo Governo de Sócrates

De Lisboa surge um telegrama sobre o anúncio do último Governo de José Sócrates, com os perfis dos então novos ministros António Mendonça, António Serrano, Gabriela Canavilhas, Helena André, Isabel Alçada, Dulce Pássaro e Alberto Martins. A embaixada antevia já em Outubro de 2009 que o Executivo de Sócrates iria enfrentar«numerosos desafios enquanto Governo minoritário».

Basílio Horta mediou contactos entre farmacêuticas e Executivo

Outra comunicação refere que a embaixada de Lisboa teve um papel activo na promoção de investimentos da indústria farmacêutica norte-americana, britânica, alemã e suíça em Portugal, e que Basílio Horta, então presidente da AICEP, ofereceu-se para agendar um encontro entre as farmacêuticas e o recém-reeleito Governo socialista. O encontro, terá sugerido, deveria acontecer logo após a tomada de posse, para aproveitar o período de definição das políticas governamentais na área da Economia e Saúde.

Casamento homossexual

Os diplomatas norte-americanos em Lisboa trocam ainda informações sobre a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, apontado a «transição de um país profundamente católico para um liberalismo mais tolerante». 

Muçulmanos em Portugal

É também revelado que os Estados Unidos requisitaram informação sobre o número de muçulmanos em Portugal. São cerca de 50 mil pessoas, menos de 1% da população nacional, indica a embaixada em Lisboa a 14 de Janeiro de 2010. «A maioria são de ascendência indo-paquistanesa ou imigrantes das antigas colónias portuguesas de Moçambique e Guiné-Bissau. A principal mesquita situa-se em Lisboa, com vários espaços de oração espalhados pelo país. Os muçulmanos em Portugal não são activamente políticos enquanto 'muçulmanos' e mantêm um perfil discreto», informam os diplomatas norte-americanos.

Terrorismo

Sobre o terrorismo, a embaixada de Lisboa não refere a 24 de Dezembro de 2009 qualquer ameaça e sublinha que «não existem grupos terroristas domésticos» em Portugal. A dissuasão à instalação de grupos extremistas estrangeiros no país é o principal objectivo das estruturas portuguesas de combate ao terrorismo, refere-se.

Médicos cubanos

Os norte-americanos enviam outro telegrama sobre a contratação de médicos cubanos por parte do Estado português. A 7 de Dezembro de 2009 é referido que tal não é percepcionado como«uma mudança da política portuguesa em relação a Cuba»mas antes como uma resposta à «continuada escassez de médicos de família» em Portugal. «Uma resposta mais abrangente terá requerer um maior investimento no ensino de saúde para gerar mais médicos formados no país», é comentado.

Ambiente

Noutra mensagem, é feita uma avaliação ambiental de Portugal:«boa qualidade do ar» e da água, alguma preocupação sobre os riscos ambientais representados pelo elevado tráfego marítimo, os incêndios e o nemátodo do pinheiro como maiores ameaças à floresta lusa e uma «forte aceitação pública» das energias renováveis alternativas.

Investimento chinês em Angola

De Luanda surge um curto relatório da embaixada norte-americana sobre o investimento chinês em Angola.

Trabalho infantil

O trabalho infantil é tema de uma comunicação de 3 de Fevereiro de 2009 onde é dito que Angola tem «parcos meios» para combater um flagelo associado à «pobreza extrema».

Crime em Luanda

A «elevada» criminalidade em Luanda era, em Dezembro de 2009, uma enorme preocupação para os diplomatas norte-americanos, devido a três incidentes violentos nas imediações da embaixada no dia 4 do mesmo mês, dois dos quais envolvendo um diplomata português e outro britânico. «Crime em Luanda: De Mal a Pior» é o título da comunicação.

O boato que varreu Angola

Noutra comunicação, é relatada uma insólita onda de rumores que varreu Luanda em Março de 2006. Na ausência do Presidente José Eduardo dos Santos e do primeiro-ministro Fernando da Piedade Dias dos Santos, que se encontravam em Portugal por ocasião da tomada de posse de Cavaco Silva, circulou a informação de que«algo estava prestes a acontecer», desde um motim numa prisão a um golpe militar. 

A 11 de Março, os rumores foram suficientemente fortes para, segundo os diplomatas norte-americanos, uma mensagem SMS circular entre vários embaixadores a garantir que «as forças armadas angolanas apoiam fortemente a liderança e a ordem constitucional». Enquanto os norte-americanos suspeitam que o SMS anónimo tenha sido enviado pela cúpula militar angolana para serenar os ânimos dos dignitários estrangeiros, a embaixada em Luanda jamais apurou a origem do rumor de um golpe de Estado.

Tráfico de crianças em Moçambique

Da embaixada em Maputo surge uma denúncia de uma ONG sul-africana sobre o tráfico de menores moçambicanos para a África do Sul. As vítimas serão sujeitas a trabalhos forçados em explorações agrícolas. Há ainda relatos não confirmados de exploração sexual e remoção de órgãos.

Veja mais:

Wikileaks: EUA criticam jornalistas e eurodeputados portugueses

Wikileaks: Suspeita de tráfico de crianças em Moçambique

Wikileaks: Basílio Horta mediou encontro entre farmacêuticas dos EUA e Governo de Sócrates

Wikileaks: EUA vigiam investimento chinês em Angola

fonte: Sol


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Suspeitas de participação do exército chinês nos ciberataques

Pyongyang não quer que população saiba da revolta árabe

Cerca de 200 norte-coreanos continuam a trabalhar na Líbia ao fim de cerca de seis meses de conflito, uma decisão de Pyongyang para evitar que divulguem notícias sobre as revoltas árabes na Coreia do Norte, noticiou a Yonhap.

Os norte-coreanos trabalham na Líbia como médicos, enfermeiros ou no sector da construção e aparentemente continuam naquele país devido ao receio de Pyongyang de que, se voltarem, falem na Coreia do Norte sobre as revoltas da "primavera árabe".

Os mais de seis meses de conflito na Líbia para derrubar o regime de Muammar Kadhafi e os protestos que fizeram cair governos autoritários como os da Tunísia e Egito são vistos com receio pelo regime de Kim Jong Il, escreve a agência de notícias sul-coreana.

A imprensa da Coreia do Sul noticiou em várias ocasiões que Pyongyang ordenou aos seus nacionais que não regressassem a casa, alegadamente para não divulgarem notícias sobre as revoltas no mundo árabe.

A maioria dos norte-coreanos na Líbia trabalha no deserto e em zonas rurais remotas, pelo que não deverá estar a ser afectada directamente pelo conflito armado, segundo a norte-americana Radio Free Asia, que cita diplomatas sul-coreanos em Tunes.

A Coreia do Norte estabeleceu relações diplomáticas com a Líbia em 1974, antes da Coreia do Sul, e em 1982 Kadhafi visitou Pyongyang, onde assinou um acordo de cooperação.

Várias fontes citadas pela Yonhap indicam que a Coreia do Norte mantém um grande controlo sobre as notícias provenientes do exterior, designadamente as que se referem aos países árabes, e a televisão estatal não informou das mudanças no Egito e na Tunísia.

fonte: DN

O Clube Bilderberg

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Os ditadores mais ricos do mundo

Esta semana Teodorin Obiang, o filho do Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, afirmou que comprou um iate que custou 380 milhões de dólares (263 milhões de euros). O dinheiro despendido é quase três vezes superior ao que a Guiné Equatorial gasta na saúde e educação da sua população todos os anos. A quantia utilizada são meros trocos para Obiang, sendo de realçar que este está ”apenas” no décimo lugar nesta lista dos ditadores mais ricos do mundo.































1. Hosni Mubarak, antigo presidente do Egipto – 70 mil milhões de dólares (48 mil milhões de euros). Se, Mubarak tem realmente 70 mil milhões escondidos como muitos afirmam, torna-se desta maneira o ditador mais rico do mundo com uma grande vantagem dos demais. Só para termos noção, Bill Gates tem uma fortuna avaliada em 53 mil milhões de dólares (36 mil milhões de euros)... Segundo a Global Financial Integrity, uma organização sem fins lucrativos que rastreia os fluxos financeiros ilícitos, 57 mil milhões de dólares (39 mil milhões de euros) desapareceram do Egipto entre 2000 e 2008. Suspeita-se que o dinheiro esteja escondido na Suíça, noutros bancos estrangeiros e em imóveis em Manhattan, Londres e Rodeo Drive em Beverly Hills.





2. Coronel Kadhafi, presidente da Líbia – pelo menos 35 mil milhões de dólares (24 mil milhões de euros). Desde o início do conflito, os Estados Unidos já confiscaram 30 mil milhões de dólares (20 mil milhões de euros) do líder líbio, o Canadá congelou 2,4 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros), a Áustria 1,7 mil milhões de dólares (1,17 mil milhões de euros) e o Reino Unido 1 mil milhões de dólares (0,69 mil milhões de euros), no entanto ninguém pode precisar qual a quantidade de dinheiro que a família Kadhafi tem escondida por todo o mundo. Os investimentos incluem propriedades em Londres, mais exactamente em West End avaliados em 455 milhões de dólares (315 milhões de euros) e 234 milhões de libras (370 milhões de euros) em acções da Pearson, empresa a que pertencem o jornal Financial Times e a editora Penguin books. O seu filho, Saif Kadhafi tem um investimento considerável na Áustria, onde vive numa luxuosa villa perto de Viena, cidade que guarda o seu tigre branco no zoo.





























3. Presidente Suharto, antigo presidente da Indonésia – 35 mil milhões de dólares (24 mil milhões de euros). A organização não governamental, Transparecy International que tem como principal objectivo a luta contra a corrupção, considerou Suharto como o líder mais corrupto do mundo. Ele esteve na presidência durante 31 anos, tempo em que apoderou-se de milhões de dólares. Uma investigação da revista Time, revelou que Suharto transferiu 9 mil milhões de dólares (6 mil milhões de euros) da Suíça para uma conta na Áustria, dias antes de demitir-se da presidência da Indonésia. 
























4. Rei Abdullah Bin Abdulaziz, rei da Arábia Saudita – 21 mil milhões de dólares (14 mil milhões de euros). Um rei com um gosto especial para o destaque, quando Abdullah decidiu ir para os Estados Unidos para realizar um tratamento às costas, levou consigo três aviões fretados com uma comitiva composta por seguranças e uma equipa de filmagens. Em Nova Iorque contou com 40 veículos, sendo que 20 desses veículos carregavam a sua bagagem. Depois no Presbyterian Hopital, o rei alugou parte do hospital para recuperar do seu tratamento.


5. Sultão Haji Hassanal Bolkiah, Sultão do Brunei – 20 mil milhões de dólares (13 mil milhões de euros). A riqueza do sultão é baseada no petróleo, gás natural e pelos investimentos realizados pela Brunei Investment Agency que possui hotéis luxuosos, como o Dorchester em Londres. Haji Hassanal não é conhecido por gastar grandes quantias de dinheiro de maneira extravagante, no entanto estima-se que ele tenha 3,667 carros, que custaram cerca de 789 milhões de dólares (547 milhões de euros).






  6. Sheikh Khalifa bin Zayed Al Nahyan, presidente dos Emirados Árabes Unidos e governador de Abu Dhabi – 19 mil milhões de dólares (13 mil milhões de euros). Khalifa que está a construir um palácio de seis andares nas Seychelles, não era grande fã do selo do passaporte oficial daquele país, que fazia lembrar umas nádegas, por isso alterou o carimbo para um simples quadrado. A sua saúde financeira é enorme, mas tem sido reduzida pelos tempos mais difíceis que o Dubai atravessa e pela queda do mercado de acções, estima-se que perdeu cerca de 5 mil milhões de dólares (3 mil milhões de euros).


7. Sheikh Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, governador do Dubai – 15 mil milhões de dólares (10 mil milhões de euros). O governador é um dos maiores proprietários de cavalos de corrida, tem cerca 68 garanhões e gere diferentes estábulos em seis países.


8. Zine el-Abidine Ben Ali, antigo presidente da Tunísia – 5 mil milhões de dólares (3 mil milhões de euros). A Suíça informou que vai congelar os bens do antigo presidente, que governou a Tunísia durante 23 anos, para que estes possam ser devidamente examinados, para saber quanto dinheiro é que este possui. Zine el-Abidine afirma que tem gardado 100 milhões de dólares (69 mil milhões de euros) nos cofres de um dos seus palácios.

9. Fidel Castro, antigo presidente de Cuba – 900 milhões de dólares (624 milhões de euros). Castro negou com grande veemência a sua boa saúde financeira, anunciada pela Forbes, ao acusarem a revista de ter inventado tal facto. A sua fortuna é calculada, tendo em conta, o facto de Fidel ser o grande benefeciário de todas as empresas estatais. O ex-presidente afirmou: “Será que eles pensam que eu sou Mobutu ou um dos muitos milionários, que aqueles ladrões e saquedores que o império (Washington) tem amamentado e protegido? ”


10. Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, presidente da Guiné Equatorial – 600 milhões de dólares (416 milhões de euros). Foi rotulado como o pior ditador de África, que supostamente depositou meio mil milhões de dólares do tesouro nacional para várias contas privadas da sua família em 2003 para “combater a corrupção”. Acredita-se que, Teodoro Obiang, controla as receitas do petróleo, reflectindo-se desta maneira na população, onde 70% vive apenas com dois dólares por dia (1,40 euros).


Anonymous anuncia início de "guerra cibernética"

























O grupo de ciberativistas conhecido como Anonymous divulgou um vídeo no Youtube em que anuncia o início de uma "guerra cibernética" na Venezuela e várias ações em prol da liberdade.


"Olá mundo, especialmente ao povo venezuelano, somos Anonymous, esta mensagem é dirigida aos habitantes da Venezuela e aos demais membros de Anonymous a nível mundial para dar a conhecer que estamos presentes na Venezuela", começa por explicar.

No vídeo surge um indivíduo com a tradicional máscara de Guy Fawkes que se dirige ao Governo do presidente Hugo Chávez e aos venezuelanos e anuncia que "a guerra cibernética acaba de começar, só é a calma antes da tempestade".

Sem deixar claro quando iniciará a primeira actividade na Venezuela, o vídeo explica que "o conhecimento é livre e todo aquele que tente monopolizá-lo estará a atacar os nossos direitos".

Por outro lado, anuncia o início da "operação tempestade de papel", apelando aos venezuelanos para imprimirem e colarem panfletos com os ideais do grupo.

fonte: DN

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

HAARP: o projecto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica

Futuro da comunicação ou arma de destruição em massa? Saiba o que envolve um dos projectos mais polémicos do governo americano.

Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projecto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Activa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

Segundo relatos oficiais, o projecto tem como objectivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e eléctricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.























Fonte da imagem: HAARP

Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.

Outro factor que pendeu para que os investigaores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados  no alto de algumas montanhas. Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: iões e mais iões

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrões com facilidade, o que a deixa em constante carregamento eléctrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direcção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos iões.


































Fonte da imagem: Wikipédia

A densidade dos iões livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenómeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos eléctrões e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os investigadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados actualmente.O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o facto de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozono, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.























Fonte da imagem: HAARP

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contactar o sector: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.
























Fonte da imagem: HAARP

As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projecto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.























Fonte da imagem: HAARP

Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Numa espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações

Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projecto.

Arma geofísica: a denúncia russa

E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.


Fonte da imagem: Kremlin

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectónicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozono.

Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti

Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectónicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.


























Caso esteja a perguntar os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no médio  oriente seria suicídio comercial.

Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial económico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Bloqueio militar

Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.

Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria numa completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.


























Fonte da imagem: Marku 1988

Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.

Controle mental

Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.

Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente colectiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

























Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irão. O governo actual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Nota sobre as teorias conspiratórias

É necessário lembrar que estas teorias são originadas em fontes que, muitas vezes, não possuem informações concretas sobre os assuntos tratados. Logo, a utilização delas neste artigo possui fins ilustrativos e não devem ser encaradas com verdades absolutas.

Pura ficção?

No desenho animado G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projecto numa arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.

Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.

Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada numa antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.



















Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão a ser utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projecto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.

O que você pensa sobre tudo isso? Será mesmo que as intenções do governo americano são baseadas nos estudos dos benefícios da ionosfera para as comunicações ou isso é apenas álibi para pesquisas sobre armas geofísicas? Deixe um comentário contando o que pensa sobre este poderoso projecto situado no Alasca.

fonte: Tecmundo

11 Setembro: EUA vão assinalar décimo aniversário do dia que 'mudou tudo' para a América
















Os Estados Unidos assinalam no próximo mês o décimo aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, um dia que mudou o país, com a inauguração de um memorial, na 'zona zero' de Nova Iorque, às 2977 vítimas dos ataques.

A 11 de Setembro de 2001, dois aviões pilotados por membros da al-Qaida embateram nas 'torres gémeas' do World Trade Center em Nova Iorque, matando 2753 pessoas; um terceiro aparelho chocou com o Pentágono, em Washington, causando 184 mortes; e um quarto avião despenhou-se na Pensilvânia, matando mais 40 pessoas.

Em 2003, o então vice-Presidente Dick Cheney disse numa entrevista à televisão NBC que 'o 11 de Setembro mudou tudo'.

«Mudou a forma como pensamos nas ameaças aos Estados Unidos. Mudou a percepção das nossas vulnerabilidades. Mudou o tipo de estratégia de segurança nacional».

Num discurso perante o Congresso após os ataques, o então Presidente George W. Bush prometeu: os EUA «não vão desistir, não vão vacilar, não vão falhar» naquilo que designou como a «guerra contra o terrorismo».

Ainda em 2001, os Estados Unidos, com aliados da NATO, invadiram o Afeganistão para derrubar o regime talibã e destruir os campos da al-Qaida. Bush redefiniu as prioridades de política externa dos EUA, apontando um «eixo do mal» (Iraque, Irão e Coreia do Norte) de patrocinadores do terrorismo.

Em 2003, com o apoio de uma coligação menos ampla e perante grande contestação internacional, os EUA invadiram o Iraque e derrubaram Saddam Hussein.

Apesar da rapidez com que as forças norte-americanas derrotaram os seus adversários, tanto o Afeganistão como o Iraque continuam em estado de guerra civil e, em 2011, os EUA mantêm substanciais contingentes militares nos dois países.

A criação do campo de detenção de Guantanamo, à revelia da convenção de Genebra, as denúncias de tortura de suspeitos de terrorismo e os abusos de prisioneiros iraquianos na cadeia de Abu Ghraib lançaram nos EUA um debate sobre o ponto de equilíbrio entre a segurança e as liberdades individuais.

No plano interno, foram aprovadas leis reforçando o papel do Estado no combate ao terrorismo, particularmente os pacotes Patriot Act 1 e 2, e administração Bush instituiu o Departamento de Segurança Interna ('homeland security') - o primeiro novo ministério criado nos EUA desde 1989.

O aspecto mais visível e mais global das novas imposições de segurança terão sido as alterações no transporte aéreo. Os passageiros habituaram-se a tirar os sapatos antes de embarcar, a revistas frequentes e intrusivas e a listas de indivíduos impedidos de voar.

Essas medidas não impediram contudo novos atentados em grande escala – em Bali (2002, 202 mortos), em Madrid (2004, 191 mortos), em Londres (2005, 56 mortos), e uma grande quantidade de outras chacinas no Paquistão, no Afeganistão ou no Iraque.

No entanto, se o 11 de Setembro «mudou tudo», nem todas as mudanças globais no século XXI tiveram relação directa com os ataques.

A ascensão da China e de outras potências emergentes é um fenómeno anterior. O mesmo se passou com a crise financeira global ou as alterações climáticas.

Mesmo a 'primavera árabe' que abalou uma série de regimes autoritários este ano tem relações muito ténues com os acontecimentos de 2001.

A al-Qaida, de resto, não foi protagonista das revoluções no mundo árabe e o seu líder, em fuga durante quase uma década, foi morto em Maio no Paquistão por comandos norte-americanos.

A morte de Osama bin Laden pode parecer um capítulo final para o que começou em 2001. Mas o actual Presidente norte-americano não concorda. «Não há dúvida de que a al-Qaida vai continuar a tentar atacar-nos», disse Barack Obama.

fonte: Sol

domingo, 21 de agosto de 2011

Nave-mãe google Sky

Mais uma carta que se concretizou


Mais uma carta do «Illuminati new world Order the game», the Steve Jackson, que se tornou realidade…

















Qual será o próximo evento? Cometa ELENIN


























Frota de Ovnis na Coreia



Fim de três bancos aumenta para 68 o número de falências da banca nos EUA


Os reguladores do sector bancário norte-americano encerraram na sexta-feira três bancos na Flórida, Geórgia e Illinois, elevando para 68 o total de bancos declarados falidos este ano.

A Federal Deposit Insurance, fundo de garantia dos depósitos bancários norte-americanos, assumiu o Lydian Private Bank, com sede em Palm Beach, na Flórida, que detinha 1.700 milhões de dólares em ativos e 1.240 milhões de dólares em depósitos, indica num comunicado.

Os reguladores fecharam ainda duas instituições mais pequenas: a First Southern National Bank na Geórgia e o First Choice Bank no Illinois.

Segundo o canal MSNBC, em 2008, ano em que estalou a crise financeira nos Estados Unidos, 25 bancos declararam falência.

Apesar dos 68 encerramentos este ano, verifica-se uma diminuição face a 2010, atendendo a que no mesmo período do ano passado foram fechados 118 bancos, refere o MSNBC.

fonte: Sol

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

"Χρεοκρατία" (Dividocracia), em Português


Na Internet, toda a gente fala do documentário sobre a crise grega preparado pelos jornalistas Katerina Kitidi e Aris Hatzistefanou e que tem por título "Debtocracy". Rodado com dinheiro próprio e com donativos de alguns amigos, o filme tem exibição gratuita em http://www.debtocracy.gr. Em menos de dez dias, foi visto por 600 mil utilizadores. Todos os dias, defensores e adversários do documentário apresentam os respetivos pontos de vista no Facebook, no Twitter e em blogues.

Os principais atores do documentário (cerca de 200 pessoas) assinam um pedido de criação de uma comissão internacional de auditoria, que teria por missão especificar os motivos da acumulação da dívida soberana e condenar os responsáveis. No caso vertente, a Grécia tem direito a recusar o reembolso da sua "dívida injustificada", ou seja, da dívida criada através de atos de corrupção contra o interesse da sociedade.

"Debtocracy" é uma ação política. Apresenta um ponto de vista sobre a análise dos acontecimentos que arrastaram a Grécia para uma situação preocupante. As opiniões vão todas no mesmo sentido, sem contraponto. Foi essa a opção dos autores, que apresentam a sua maneira de ver as coisas, logo nos primeiros minutos: "Em cerca de 40 anos, dois partidos, três famílias políticas e alguns grandes patrões levaram a Grécia à falência. Deixaram de pagar aos cidadãos para salvar os credores".
Os "cúmplices" da falência perderam o direito à palavra.

Os autores do documentário não dão a palavra àqueles que consideram "cúmplices" da falência. Os primeiros-ministros e ministros das Finanças gregos dos últimos dez anos são apresentados como elos de uma cadeia de cúmplices que arrastaram o país para o abismo.

O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que se apresentou aos gregos como o médico do país, é comparado ao ditador Georges Papadopoulos [primeiro-ministro sob o regime dos coronéis, de 1967 a 1974]. O paralelo é estabelecido com uma facilidade notável desde o início do documentário mas não é dado ao personagem relevante (DSK) o direito a usar da palavra.

À pergunta "Porque não fazer intervir as pessoas apontadas a dedo", um dos autores, Kateina Kitidi, responde que se trata de "uma pergunta que deve ser feita a muitos órgãos de comunicação que, nos últimos tempos, difundem permanentemente um único ponto de vista sobre a situação. Nós consideramos que estamos a apresentar uma abordagem diferente, que faz falta há muito tempo". O público garante a independência do filme.

Para o seu colega Aris Hatzistefanou, o que conta é a independência do documentário. "Não tínhamos outra hipótese", explica. "Para evitar as limitações quanto ao conteúdo do filme, que as empresas [de produção], as instituições ou os partidos teriam imposto, apelámos ao público para garantir as despesas de produção. Portanto, o documentário pertence aos nossos 'produtores associados', que fizeram donativos na Internet e é por isso que não há problemas de direitos. De qualquer modo, o nosso objetivo é difundi-lo o mais amplamente possível."

O documentário utiliza os exemplos do Equador e da Argentina para suportar o argumento segundo o qual o relatório de uma comissão de auditoria pode ser utilizado como instrumento de negociação, para eliminar uma parte da dívida e do congelamento dos salários e pensões de reforma.

"Tentamos pegar em exemplos de países como a Argentina e o Equador, que disseram não ao FMI e aos credores estrangeiros que, ainda que parcialmente, puseram de joelhos os cidadãos. Para tal, falámos com as pessoas que realizaram uma auditoria no Equador e provaram que uma grande parte da dívida era ilegal", acrescenta Katerina Kitidi. Contudo, "Debtocracy" evita sublinhar algumas diferenças de peso e evidentes entre o Equador e a Grécia. Entre elas, o facto de o Equador ter petróleo.

fonte: youtube

Fonte original do vídeo:

http://www.debtocracy.gr
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