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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Os ditadores mais ricos do mundo

Esta semana Teodorin Obiang, o filho do Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, afirmou que comprou um iate que custou 380 milhões de dólares (263 milhões de euros). O dinheiro despendido é quase três vezes superior ao que a Guiné Equatorial gasta na saúde e educação da sua população todos os anos. A quantia utilizada são meros trocos para Obiang, sendo de realçar que este está ”apenas” no décimo lugar nesta lista dos ditadores mais ricos do mundo.































1. Hosni Mubarak, antigo presidente do Egipto – 70 mil milhões de dólares (48 mil milhões de euros). Se, Mubarak tem realmente 70 mil milhões escondidos como muitos afirmam, torna-se desta maneira o ditador mais rico do mundo com uma grande vantagem dos demais. Só para termos noção, Bill Gates tem uma fortuna avaliada em 53 mil milhões de dólares (36 mil milhões de euros)... Segundo a Global Financial Integrity, uma organização sem fins lucrativos que rastreia os fluxos financeiros ilícitos, 57 mil milhões de dólares (39 mil milhões de euros) desapareceram do Egipto entre 2000 e 2008. Suspeita-se que o dinheiro esteja escondido na Suíça, noutros bancos estrangeiros e em imóveis em Manhattan, Londres e Rodeo Drive em Beverly Hills.





2. Coronel Kadhafi, presidente da Líbia – pelo menos 35 mil milhões de dólares (24 mil milhões de euros). Desde o início do conflito, os Estados Unidos já confiscaram 30 mil milhões de dólares (20 mil milhões de euros) do líder líbio, o Canadá congelou 2,4 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros), a Áustria 1,7 mil milhões de dólares (1,17 mil milhões de euros) e o Reino Unido 1 mil milhões de dólares (0,69 mil milhões de euros), no entanto ninguém pode precisar qual a quantidade de dinheiro que a família Kadhafi tem escondida por todo o mundo. Os investimentos incluem propriedades em Londres, mais exactamente em West End avaliados em 455 milhões de dólares (315 milhões de euros) e 234 milhões de libras (370 milhões de euros) em acções da Pearson, empresa a que pertencem o jornal Financial Times e a editora Penguin books. O seu filho, Saif Kadhafi tem um investimento considerável na Áustria, onde vive numa luxuosa villa perto de Viena, cidade que guarda o seu tigre branco no zoo.





























3. Presidente Suharto, antigo presidente da Indonésia – 35 mil milhões de dólares (24 mil milhões de euros). A organização não governamental, Transparecy International que tem como principal objectivo a luta contra a corrupção, considerou Suharto como o líder mais corrupto do mundo. Ele esteve na presidência durante 31 anos, tempo em que apoderou-se de milhões de dólares. Uma investigação da revista Time, revelou que Suharto transferiu 9 mil milhões de dólares (6 mil milhões de euros) da Suíça para uma conta na Áustria, dias antes de demitir-se da presidência da Indonésia. 
























4. Rei Abdullah Bin Abdulaziz, rei da Arábia Saudita – 21 mil milhões de dólares (14 mil milhões de euros). Um rei com um gosto especial para o destaque, quando Abdullah decidiu ir para os Estados Unidos para realizar um tratamento às costas, levou consigo três aviões fretados com uma comitiva composta por seguranças e uma equipa de filmagens. Em Nova Iorque contou com 40 veículos, sendo que 20 desses veículos carregavam a sua bagagem. Depois no Presbyterian Hopital, o rei alugou parte do hospital para recuperar do seu tratamento.


5. Sultão Haji Hassanal Bolkiah, Sultão do Brunei – 20 mil milhões de dólares (13 mil milhões de euros). A riqueza do sultão é baseada no petróleo, gás natural e pelos investimentos realizados pela Brunei Investment Agency que possui hotéis luxuosos, como o Dorchester em Londres. Haji Hassanal não é conhecido por gastar grandes quantias de dinheiro de maneira extravagante, no entanto estima-se que ele tenha 3,667 carros, que custaram cerca de 789 milhões de dólares (547 milhões de euros).






  6. Sheikh Khalifa bin Zayed Al Nahyan, presidente dos Emirados Árabes Unidos e governador de Abu Dhabi – 19 mil milhões de dólares (13 mil milhões de euros). Khalifa que está a construir um palácio de seis andares nas Seychelles, não era grande fã do selo do passaporte oficial daquele país, que fazia lembrar umas nádegas, por isso alterou o carimbo para um simples quadrado. A sua saúde financeira é enorme, mas tem sido reduzida pelos tempos mais difíceis que o Dubai atravessa e pela queda do mercado de acções, estima-se que perdeu cerca de 5 mil milhões de dólares (3 mil milhões de euros).


7. Sheikh Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, governador do Dubai – 15 mil milhões de dólares (10 mil milhões de euros). O governador é um dos maiores proprietários de cavalos de corrida, tem cerca 68 garanhões e gere diferentes estábulos em seis países.


8. Zine el-Abidine Ben Ali, antigo presidente da Tunísia – 5 mil milhões de dólares (3 mil milhões de euros). A Suíça informou que vai congelar os bens do antigo presidente, que governou a Tunísia durante 23 anos, para que estes possam ser devidamente examinados, para saber quanto dinheiro é que este possui. Zine el-Abidine afirma que tem gardado 100 milhões de dólares (69 mil milhões de euros) nos cofres de um dos seus palácios.

9. Fidel Castro, antigo presidente de Cuba – 900 milhões de dólares (624 milhões de euros). Castro negou com grande veemência a sua boa saúde financeira, anunciada pela Forbes, ao acusarem a revista de ter inventado tal facto. A sua fortuna é calculada, tendo em conta, o facto de Fidel ser o grande benefeciário de todas as empresas estatais. O ex-presidente afirmou: “Será que eles pensam que eu sou Mobutu ou um dos muitos milionários, que aqueles ladrões e saquedores que o império (Washington) tem amamentado e protegido? ”


10. Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, presidente da Guiné Equatorial – 600 milhões de dólares (416 milhões de euros). Foi rotulado como o pior ditador de África, que supostamente depositou meio mil milhões de dólares do tesouro nacional para várias contas privadas da sua família em 2003 para “combater a corrupção”. Acredita-se que, Teodoro Obiang, controla as receitas do petróleo, reflectindo-se desta maneira na população, onde 70% vive apenas com dois dólares por dia (1,40 euros).


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