RELÓGIO DO APOCALIPSE
domingo, 15 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Maçonaria e Opus Dei são vizinhos

O Palacete de Sant'Ana será a futura sede da maçonaria regular. Na mesma rua fica o terreno que acolherá as instalações do Colégio Mira Rio ©José Sérgio/SOL
A maçonaria e o Opus Dei vão passar a ser vizinhos, em Telheiras. A Grande Loja Legal de Portugal (GLLP) comprou por um milhão de euros o Palacete da Quinta de Sant’Ana, na Estrada de Telheiras. E a Socei – Cooperativa de Equipamentos de Centros de Ensino (que detém os quatro colégios ligados ao Opus Dei) adquiriu por quatro milhões e 200 mil euros a Quinta do Convento, na mesma rua.
Os dois imóveis foram comprados à Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) e faziam parte de um lote que esteve em leilão, em Dezembro, mas no qual não apareceram licitadores. As duas compras, confirmou ao SOL o administrador da EPUL, Luís Bento, foram feitas na altura «por carta fechada» .
«Eram os dois imóveis mais emblemáticos da hasta pública. Mas o estatuto permitia que, se houvessem interessados, fossem retirados do leilão do início da sessão. E foi o que aconteceu» , recorda o responsável.
A GLLP – que na semana passada fez a escritura do imóvel, através do Montepio – vai transferir para aquele Palacete a sua sede, que actualmente se situa num edifício antigo em Alvalade. Além disso, a GLLP quer construir aqui um Museu da Maçonaria.
Já a cooperativa ligada ao Opus Dei, segundo apurou o SOL junto de fonte oficial da instituição, irá aproveitar o imóvel para ali transferir o Colégio Mira Rio – uma escola feminina que actualmente funciona em duas moradias no Restelo: uma na Avenida do Restelo (para as alunas mais novas do pré-escolar ao 5.º ano) e outra na Avenida Vasco da Gama para as estudantes do 6.º ao 12.º anos.
Edifícios simbólicos
«Estes dois imóveis, devido ao seu simbolismo, serviram para chamar a atenção para o leilão de Dezembro» , conta Luís Bento, acrescentando que a EPUL já conseguiu arrecadar, ao todo, 12 milhões e 800 mil euros com a venda de 70% dos imóveis que, em Dezembro, estiveram em hasta pública. «Mas nenhum foi vendido no leilão» , esclarece, explicando que devido à actual situação do país «muitas pessoas têm vergonha de levantar o braço e dar a conhecer que têm capital próprio» .
É que, ao contrário da GLLP (que recorreu ao Montepio Geral) e da Cooperativa ligada ao Opus Dei (que pediu ajuda o Banco Popular), as restantes vendas foram feitas a pessoas com capitais próprios, «sem recurso ao crédito da banca» , segundo Luís Bento.
A venda destes dois imóveis históricos necessitou da autorização da Câmara Municipal de Lisboa (CML). «E no caso da Quinta do Convento foi uma autorização reforçada porque pedimos autorização para ali serem construídas habitações, mas foi recusado. A CML exigiu que se destinasse a um equipamento como estava previsto e isso limitou a venda» – diz o administrador da EPUL, sublinhando que a construção de um colégio cumpre as regras impostas.
Sonhos antigos
«A ideia é passar o colégio para Telheiras. Vai ainda ser construído no terreno que foi adquirido , confirmou ao SOL fonte oficial da instituição de ensino, lembrando que esse era um «sonho antigo» . Até porque o colégio masculino do Opus Dei, o Planalto, «já funciona em Telheiras e em óptimas instalações» . Além destes, a Cooperativa de Ensino tem mais dois colégios no Porto: o Cedros (para rapazes) e o Horizonte (para raparigas)
Também há muito que a GLLP procurava uma nova sede, estando em negociações com a CML. O objectivo era que a autarquia ‘cedesse’ um prédio devoluto e em troca a GLLP recuperaria e pagaria uma renda.
Mas até agora as negociações não deram frutos, pois os maçons não gostaram de nenhum dos edifícios propostos. Segundo fontes maçónicas, a negociação continua. «Precisamos na mesma de mais sítios para as nossas lojas» , diz um irmão da GLLP, explicando que a obediência vai manter o edifício em Alvalade para que algumas lojas aqui possam reunir. De resto, a maçonaria regular tem, ainda em Lisboa, edifícios no Chiado, na Praça de Espanha e no Bairro Alto, onde os ‘irmãos’ se podem reunir. E também em Cascais, Sintra e Oeiras.
A direcção da GLLP vai agora fazer obras no Palacete de Sant’Ana – nomeadamente, para a sua adaptação aos rituais maçónicos, que obrigam a ter salas com determinados requisitos (como o chão, por exemplo, com azulejos pretos e brancos).
fonte: Sol
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segunda-feira, 9 de abril de 2012
insurance.aes256: O arquivo do 'apocalipse virtual' foi detectado?
O que guarda o insurance? Piada, realidade ou a chave do Armagedom cibernético?
Na aparente sede do mundo ufológico por mais informações sobre os cables que o polémico WikiLeaks
daria a conhecer, até o momento nada há de útil no âmbito em questão, além de mera citação no jornal norueguês AftenPosten e algumas outras que nada trouxeram de novidades. Ou, ao menos, não havia.
Logo depois da recente notícia de hackeamento do site da Força Aérea Argentina (FAA), com aparente denúncia de queda de UFO na província de Mendoza em janeiro de 1985, acaba de surgir algo inusitado e, definitivamente, possível grande valor.
Conforme diversas matérias sobre Julian Paul Assange, editor-chefe e homem forte do site de vazamentos Wikileaks, o mesmo possuiria uma espécie de "seguro de vida virtual", um arquivo repleto de documentos sigilosos e comprometedores ao extremo, que garantiria sua integridade física de possíveis represálias.
O investigador peruano Marco Barraza, através de fontes ligadas aos sete parceiros de mídia de Assange - The New York Times, The Guardian, El País, Le Monde, revista Der Spiegel, Folha de São Paulo e O Globo possuem acesso exclusivo ao material, repassando depois para a mídia mundial - revelou o arquivo intitulado insurance.aes256.
Possuindo tamanho de 1.39 GB e circulando pelas redes P2P, até o momento não pôde ser aberto e lido, já que se trata de arquivo criptografado e várias vezes encriptado, cuja chave secreta, segundo Barraza, "só viria à público no caso de Julian Assange sofrer algo mais grave".
"insurance.aes256 hoje é o delírio dos hackers que buscam de toda forma romper os códigos de acesso e adentrar ao conteúdo", disse Barraza. "Algumas pessoas teriam verificado que aparenta estar em formato PDF, mas um PDF em 1.39 GB?", questionou o invetigador.
Seria esta uma das cartas na manga de Assange? Barraza acredita que sim e refere-se ao insurance [Seguro, em inglês] como um arquivo conhecido por "espelho", que enquanto mostra um lado, estaria correndo outro, ao mesmo tempo e de maneira oculta no computador, armazenando datas e se valendo de nossos IP's para serem utilizados como servidores conjuntos (similar ao programa ARES para compartilhar música).
"Não poderá ler, mas estará correndo em seu PC como no de milhares de outros. Quem se anima a baixá-lo?", ironizou ele. "Se você é daqueles acomodados que esperam sempre por tudo em mãos, tudo bem, está numa posição muito cômoda e fácil, mas saiba que pode ajudar de verdade", discorreu.
Para descarregar o insurance.aes256, basta clicar aqui, ou caso tenha o utorrent ou bittorrent, clique Aqui.
Não pergunte o que pode fazer o Fenómeno UFO por ti, questione o que pode fazer tu pelo Fenómeno UFO. Pesquise", completou.
Estaremos permanentemente atentos sobre o desenrolar deste suposto "mega-cable". Tomara contenha realmente assuntos de interesse à Comunidade Ufológica. Alguns integrantes da Equipa UFO baixaram o insurance, mas de facto, a partir de certo ponto, são necessárias chaves, códigos e senhas, indisponíveis.
Fonte: www.ufo.com.br
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
Anonymous reclama ciberataque contra páginas do Governo

O grupo anónimo de piratas informáticos da Anonymous na China levou a cabo nos últimos dias ciberataques contra centenas de páginas do Governo chinês, deixando mensagens a pedir aos internautas para se "levantarem contra a tirania".
Na sua conta de Twitter, a Anonymous China explicou que nos últimos dias desenvolveu um ataque contra páginas da Internet do Governo e empresas chinesas, tendo publicado uma lista com mais de 300 sítios alegadamente atacados pelos seus piratas informáticos.
Aquele grupo também divulgou uma mensagem em que reivindica o ciberataque, justificado com o facto de "o Governo chinês ter submetido durante anos o seu povo a leis injustas".
"Todos os que sofrem com a tirania desse regime, lutem pela justiça, liberdade e democracia!", refere a mensagem dos piratas informáticos publicada em inglês e mandarim.
fonte: DN
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sexta-feira, 23 de março de 2012
Vídeos mostram carga policial sobre manifestantes e agressão a jornalista
Vídeos colocados no Youtube mostram o início da carga policial sobre os manifestantes, quinta-feira, em Lisboa. Num dos filmes, é visível a agressão à jornalista da AFP, aparentemente já depois da primeira carga policial.
Em dois dos vídeos consegue ver-se um manifestante aparentemente a lançar uma chávena na direção de alguns elementos da polícia. Os manifestantes gritam palavras de ordem, com insultos à mistura, frente aos agentes que bloqueiam uma rua, quando aparece a polícia de intervenção, vinda de outra artéria, e carrega sobre os manifestantes.
Um outro vídeo mostra a mesma carga policial, vista de um ângulo ligeiramente diferente.
As imagens captadas por outro utilizador indiciam que a agressão à jornalista da AFP, Patrícia de Melo Morereira, ocorreu já depois da primeira carga policial. Do local de onde é filmado, vê-se o que parece ser a esplanada onde tudo começou, com as pessoas já a jusante do local.
Num outro vídeo, dois polícias agridem uma senhora, que aparentemente só ia a passar. Um afasta-a de forma vigorosa e outro empurra-a com violência para o chão.
fonte: JN
segunda-feira, 19 de março de 2012
PJ faz busca na casa do criador do TugaLeaks
O responsável pelo site TugaLeaks foi inquirido em casa por quatro inspetores da Polícia Judiciária (PJ). Rui Cruz diz ter sido constituído arguido
A operação policial teve lugar na manhã de 8 de março, mas só agora foi divulgada na página pessoal de Rui Cruz. O jovem informático que criou o TugaLeaks com o objetivo de dar a conhecer matérias que alegadamente não são difundidas nos meios de comunicação social revela que o inquérito demorou quatro horas, tendo os quatro agentes policiais procedido à busca de provas dentro da sua residência.
No texto que publicou na Internet, Rui Cruz reitera não ter feito nada de ilegal. E deixa um repto à comunidade virtual: «Se o tema te interessa, comenta – pode ser até que me possas indicar o “crime” que alegadamente cometi, porque os factos todos nem eu os sei como arguido – e partilha este texto nas redes sociais».
A Exame Informática contactou Rui Cruz, mas o criador do TugaLeaks invocou o segredo de justiça para não fornecer detalhes sobre os motivos levaram a PJ a constituí-lo arguido.
Inspirado pelo portal WikiLeaks, TugaLeaks tornou-se, no final de 2011, num dos portais de referência no que toca à divulgação de atividades e ataques levados a cabo por grupos de hackers como os Anonymous e os LulzSec contra empresas e instituições nacionais.
fonte: Exame Informática
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terça-feira, 13 de março de 2012
Repórteres Sem Fronteiras criticam EUA e Europa por restrições de acesso à Internet
Protestos em Lisboa contra o ACTA, um acordo internacional criticado pela organização
Por entre as críticas aos habituais “inimigos da Internet” – China, Cuba, Irão –, surgem no relatório deste ano dos Repórteres Sem Fronteiras acusações aos EUA e à Europa pelas medidas cibersegurança e protecção de direitos de autor.
“Alguns países democráticos estão longe de não ter culpas”, aponta a organização, argumentando que “a livre circulação de notícias e informação online muitas vezes perde para a segurança interna, para a guerra ao terrorismo e ao cibercrime e até para a protecção de propriedade intelectual”.
Os Repórteres Sem Fronteiras indicam o que consideram ser vários casos preocupantes. Lembram, por exemplo, os motins em Londres, que levaram a canadiana Research In Motion, fabricante dos BlackBerry (cujo sistema de mensagens foi usado para convocar distúrbios), a entregar à polícia, “sem ordem prévia de um tribunal”, dados pessoais de alguns utilizadores.
O relatório condena também as propostas de lei americana SOPA e PIPA (destinadas a combater as infracções de propriedade intelectual), que “sacrificavam a liberdade da Internet em favor da protecção dos direitos de autor”. E diz ainda ter de ser “mantida a vigilância” sobre o polémico ACTA, um acordo internacional anti-contrafacção, estabelecido entre vários países e que ainda não foi ratificado nos estados-membros da União Europeia.
O documento critica ainda legislação aprovada no Canadá destinada ao combate à pedofilia online e que, para os Repórteres Sem Fronteiras, é “repressiva”; observa que a Índia aumentou as medidas de vigilância da informação online na sequência dos ataques a Bombaim (e colocou o país na lista dos “sob vigilância”); e aponta o dedo à França, nomeadamente pela Lei Hadopi, que estabelece um sistema progressivo de avisos antes de encaminhar para tribunal quem partilha ficheiros ilegalmente.
Os inimigos do costume
No rol de países “inimigos da Internet”, os Repórteres Sem Fronteiras mantêm Burma, China, Cuba, Irão, Coreia do Norte, Arábia Saudita, Síria, Turquemenistão, Uzebequistão e Vietname, todos presença habitual neste género de listas. A estes, juntam-se agora o Bahrain e a Bielorrússia.
Estes países “combinam frequentemente filtros drásticos de conteúdos com restrições de acesso, vigilância de ciberdissidentes e propaganda online”. O Irão e a China são destacados por terem “reforçado a sua capacidade técnica em 2011” e, no caso da China, também por ter aumentado a pressão para que as empresas privadas colaborem na cibervigilância do Governo.
Da lista de países sob vigilância saíram a Líbia, devido à queda do regime de Khadafi, e a Venezuela – aqui, porém, a organização nota que a relação entre o Governo e os media críticos do executivo é “tensa”.
fonte: Público
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domingo, 11 de março de 2012
Pirâmide de 13 andares na nota de 500 euros
A nota de 500 euros é uma daquelas que poucos portugueses têm a oportunidade de ver no dia-a-dia. É superior ao ordenado mínimo nacional e, segundo alguns, encerra um segredo maçónico: reproduz uma pirâmide de 13 andares!
Saiba como:
fonte: Jornal do Incrível
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quarta-feira, 7 de março de 2012
"Anonymous" bloqueou site do Vaticano
A página eletrónica do Vaticano foi bloqueada por ativistas do "Anonymous". O grupo de piratas informáticos (hackers) justifica a ação alegando que se trata de um castigo contra a "corrupção" da Igreja Católica.
"Hoje (quarta-feira) o Anonymous decidiu bloquear a vossa web em resposta às doutrinas, às liturgias e a outros preceitos absurdos e anacrónicos que a vossa organização propaga e difunde ao mundo inteiro com o objetivo do lucro", lê-se em anonnews.blogspot.com, o blogue oficial de Anonymous.
O grupo alega que o bloqueio foi justificado pelos "numerosos" pecados que atribui à Igreja Católica: desde "ter negado teorias consideradas universalmente válidas ou plausíveis" até ser responsável "por ter reduzido à escravatura povoações inteiras, usando como pretexto a vossa missão evangelizadora", passando por ter lançado à fogueira livros de imenso valor literário e histórico ou "ter ajudado criminais nazis a encontrar refúgio em outros países e ter, assim, fugido à justiça internacional".
«Vocês têm imóveis e atividades comerciais no valor de bilhões de euros, sobre os quais têm fortes isenções fiscais», acusam os hackers, criticando também a tolerância do Estado italiano.
O grupo não deixa de citar os muitos casos de pedofilia que recentemente abalaram a Igreja Católica e a "ingerência" na vida social e pública, nomeadamente ao ser contra a utilização do preservativo e o aborto clínico. "Sois uns retrógrados, um dos últimos baluartes de uma época que, felizmente, passou e que está destinada a não se repetir", concluem.
O Vaticano reconheceu os ataques ao seu site (www.vatican.va) e informou que o problema está em vias de ser solucionado.
fonte: JN
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Descoberta forma de fazer escutas em smartphones encriptados
Os processadores utilizados nos smartphones podem estar a emitir sinais de rádio que podem ser captados e usados para revelar informação sensível, mesmo que esteja encriptada.
Os sinais são emitidos pelos processadores de smartphones, tablets ou equipamentos como o iPod Touch. Na conferência RSA, Gary Kenworthy, da Cryptography Research, conseguiu captar o padrão de sinais que estavam a ser emitidos por um iPod Touch com uma antena e um software de computador. O padrão detectado, explicou Kenworthy, revela a chave de encriptação usada por uma app e pode ser decifrada para espiar comunicações.
De acordo com notícia da Technology Review, que cita vários engenheiros presentes na conferência, todos os aparelhos com processador emitem estes sinais quando estão ativos. Este sinal pode ser sempre captado por alguém mal intencionado, que pode acabar por decifrar as chaves de encriptação usadas e conseguir espiar as comunicações de qualquer utilizador.
No caso do iPod Touch, o “espião” poderia estar a 300 metros da vítima e conseguir igualmente captar as comunicações. Há equipamentos que poderiam exigir que o atacante estivesse mais próximo e, neste caso, poderiam ser utilizados chips NFC (de Near Field Technology) adulterados para se conseguir ter acesso aos dados.
Esta falha já foi apresentada aos fabricantes e, segundo Kenworthy, os investigadores estão a trabalhar com uma marca de tablets e smartphones, para corrigir esta falha.
fonte: Exame Informática
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