RELÓGIO DO APOCALIPSE

sábado, 28 de janeiro de 2012

Novo software vai prever movimentos sociais pela web




























Programa organiza informações relacionadas a consumo, mudanças em artigos da Wikipedia, conteúdos de blogs, mensagens de Twitter, entre outros indicadores

Se você e seus amigos estão tramando alguma ocupação ou, quem sabe, uma revolução contra o capitalismo num futuro próximo, saiba que uma máquina dentro de um laboratório nos Estados Unidos pode estar ciente de tudo. A organização sem fins lucrativos Open Source Indicators (Indicadores de Código Aberto) criou um software que filtra dados públicos na web para prever crises políticas e económicas, revoltas, migrações em massa e até epidemias. 

O programa organiza informações relacionadas a consumo, mudanças em artigos da Wikipedia, conteúdos de blogs, mensagens de Twitter, entre outros indicadores, para criar gráficos em tempo real que mostram os assuntos em voga. O sistema, então, separa os dados por categorias (como política, economia, meio ambiente) e cria projeções do que está por vir nessas áreas. 

O software ficará em teste nos próximos 3 anos, com financiamento da Iarpa, organização de pesquisa tecnológica do serviço de inteligência americano. Se, de facto, o programa funcionar, como garantir que não vire ferramenta de controle e manipulação? A porta-voz do projeto, Cherreka Montgomery, nega que isso venha a acontecer. “Estamos focados em criar alertas a favor da população, como informar pandemias e desastres naturais, e apenas com informações públicas. Não tratamos de indivíduos ou políticas específicas”, afirma. Será? Estamos de olho. E eles também. 


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O Lado Oculto do Facebook

Os perigos do Facebook

Soros alerta para confrontos nas ruas da América

























O empresário e multimilionário George Soros afirmou estarem próximos os confrontos nas ruas dos Estados Unidos e alertou para a possibilidade do colapso do sistema económico mundial.

Em entrevista à revista Newsweek, Soros, de 81 anos, afirmou que preferia sobreviver a ficar rico à medida que o mundo enfrenta um período "malévolo" e a Europa luta para evitar "cair no caos e no conflito".

O homem que apoiou o euro, comprou dois mil milhões de ações da Europa e insitiu que o clima económico é idêntico ao que se vivia na Grande Depressão de 1930, explicou que o euro tem de sobreviver porque a alternativa seria uma desintegração que nem a Europa nem o mundo suportaria.

O sobrevivente húngaro do Holocausto compara a atual crise económica ao colapso da União Siviética e diz que as pessoas não estão a perceber na totalidade o que se está a passar.

Em sua opinião, um colapso do euro poderá "reavivar os conflitos políticos que despedaçaram a Europa durante séculos" e aumentar o racismo.

fonte: DN

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Anonymous desencadearam "o maior ataque de sempre"























O encerramento do site de partilha de ficheiros Megaupload, ordenado pelo FBI, desencadeou a maior resposta de sempre, diz o grupo Anonymous: mais de 5600 pessoas estiveram na noite de quinta-feira para sexta envolvidos num ataque concertado a sites de entidades governamentais americanas e da indústria da música e do cinema. Um "bombardeamento" de pedidos de serviço que bloqueou sites como o do próprio FBI.

Os primeiros alvos foram o Departamento de Justiça norte-americano, bem como a RIAA e a MPAA, associações representativas das indústrias da música e do cinema, respectivamente.Justice.org, riaa.com e mpaa.org foram três dos sites que estavam, intermitentemente, em baixo, por volta da meia-noite (hora de Lisboa), tendo o grupo Anonymous reclamado a autoria dessas falhas através da conta no Twitter @YourAnonNews.

Por volta da 1h, também o site do FBI, responsável pela operação que levou ao encerramento do Megaupload, estava inacessível.

Segundo a conta de Twitter, trata-se de uma resposta "à altura" do grande golpe que o FBI norte-americano deu nesta quarta nos muitos utilizadores do site Megaupload, extremamente popular em todo o mundo, e que permitia a partilha de todo o tipo de ficheiros. É mesmo "o maior ataque de sempre", com o envolvimento de mais de 5600 pessoas.

"Tragam pipocas, vai ser uma noite longa de 'lulz'", escreveu o grupo no Twitter, quando eram 23 horas em Portugal continental, e usando uma expressão que é na Internet sinónima de "riso" e que foi em tempos adoptada pelo grupo de atacantes informáticos Lulzsec.

"O Governo fecha o Megaupload? Quinze minutos depois #Anonymous encerra sites governamentais e da indústria. Aguardem por nós", afirmou o grupo, em claro tom de retaliação, pouco tempo depois de ter sido noticiado o encerramento daquele popular site de partilha de ficheiros. 

Os Anonymous não são um grupo estruturado. Há um núcleo central de pessoas que normalmente incentiva os ataques, aos quais qualquer cibernauta se pode juntar, passando então a ser designado como Anonymous. Os vários ataques na história do movimento não são levados a cabo sempre pelas mesmas pessoas e o número de participantes varia.

Para tomar parte numa destas acções, basta usar um programa de computador que permite bombardear um site com múltiplos pedidos de acesso. Na sequência disso, o site torna-se lento a responder e pode ficar inacessível. Chamam-se ataques distribuídos de negação de serviço, são tão mais eficazes quanto mais pessoas participarem e não implicam perda ou roubo de dados.

O Departamento de Justiça dos EUA confirmou o problema, cerca de meia-noite, também através do Twitter: "O servidor do DOJ que aloja o justice.gov está a ter um aumento significativo de actividade, resultando numa degradação do serviço. O departamento está a trabalhar para que o site esteja disponível, enquanto investigamos as origens desta actividade, que está a ser tratada como um acto malicioso até que possamos identificar a identidade da causa da perturbação".

O FBI fechou na quarta-feira o Megaupload e deteve quatro suspeitos de infracções relacionadas com direitos de autor e lavagem de dinheiro. De acordo com uma nota emitida pelo Departamento de Justiça dos EUA, o Megaupload gerou de forma criminosa mais de 175 milhões de dólares (135 milhões de euros), “causando mais de 500 milhões em prejuízos para os detentores de direitos de autor”.

Os quatro suspeitos foram detidos na Nova Zelândia e o FBI suspeita ainda do envolvimento de três outras pessoas. A resposta, porém, não se fez esperar.

Estas movimentações acontecem numa altura em que nos Estados Unidos se discute a adopção de medidas legais para reforçar a protecção dos direitos de autor.

O encerramento do Megaupload também sucede um dia após o "apagão" que muitos sites de referência, como a Wikipedia em inglês, por exemplo, puseram em marcha, em protesto contra as propostas legislativas que estavam em cima da mesa no Senado e na Câmara dos Representantes – o Protect IP Act (PIPA) e o Stop Online Piracy Act (SOPA), respectivamente.Nos acontecimentos desta noite, o grupo Anonymous não deixou passar em claro essa disputa entre quem pretende apertar as regras através do SOPA e do PIPA e quem considera que essas propostas legislativas iriam muito para além da protecção dos direitos de autor.

"Megaupload foi apanhado sem o SOPA estar em vigor. Agora imaginem o que aconteceria se a lei passar. A Internet, tal como a conhecemos, acabará. Reajam!", vincou o grupo, acrescentando: "Não se pode censurar a Internet, não se pode intimar uma hashtag, não se pode deter uma ideia. Mas podem aguardar por nós."

Nos Estados Unidos, este dia 19 de Janeiro é Dia Nacional da Pipoca. Com uma nota de humor, o grupo assinala que ainda bem que assim é, porque "'A Internet contra-ataca' vai passar toda a noite".

fonte: Público

Megaupload, o site "ilegal" apoiado pelas maiores estrelas da música

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

SOPA (Stop Online Piracy Act)


Para quem não esteja ao corrente dos eventos, os EUA estão a ponderar a aprovação de duas novas leis: 

Protect IP e SOPA (Stop Online Piracy Act). 

Destas, a mais famosa é a SOPA, provavelmente por ser mais radical que a sua “irmã”, apesar de serem ambas semelhantes.

Estas leis têm por objectivo dar às empresas, neste caso às indústrias do entretenimento, música, cinematográfica e afins, formas de proteger as suas propriedades intelectuais.

A ideia á permitir que as empresas reportem violações das suas propriedades intelectuais, tal como já o fazem hoje em dia, mas que tenham o poder de bloquear o DNS do site. 

Ou seja, um site, mesmo que esteja alojado fora dos EUA, e portanto salvaguardado a nível legal, fica inacessível nos EUA.

Imagine que uma adolescente coloca um vídeo no YouTube de si mesma, em que se ouve no fundo uma música. Pode ser considerado pirataria. De acordo com a lei, o Youtube pode ser então bloqueado. Sites que vivem de conteúdo gerado por utilizadores correm sério risco de censura. 

Facebook, Reddit, Vimeo, YouTube, Digg e muitos outros podem vir a sofrer consequências.

Mas isto só afecta americanos, porque nos devemos nós portugueses, tão longe de tudo isto, preocupar-nos?

Ora, se os sites correm risco de censura, é normal que se auto-censurem primeiro, para evitar serem bloqueados. 

Imagine-se as pesquisas no Google a serem filtradas antes de chegarem a nós.

O nosso irá desaparecer das buscas e milhões de outros sites. E talvez desapareçam.

A Internet terá um lado obscuro.

Várias entidades, muitas das quais de grande importância já mostraram as suas posições contra e a favor. 

Wikipedia, Google, Facebook, e muitos outros. 

Há mesmo quem considere criar uma rede alternativa, baseada em proxies para contornar o sistema.

Entretanto a Amazon, Google, eBay, AOL e Facebook terão chegado a um consenso para desligar os seus servidores dia 23 de Janeiro em protesto contra esta lei anti-pirataria da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos mas tudo não passa de rumores.

As empresas que se poderiam juntar a estes protestos são: 

AOL, eBay, Etsy, Facebook, Foursquare, Google, IAC, LinkedIn, Mozilla, OpenDNS, PayPal, Twitter, Wikimedia Foundation, Yahoo! e Zynga.

Esperemos que esta lei não passe porque se passar a Internet não vai ser a mesma.

Por uma Internet Livre !!!

fonte: OXE

domingo, 15 de janeiro de 2012

Vejam este filme: Margin Call


Num período de 24 horas, um banco de investimentos e os seus funcionários lutam contra o que se aproximava a todo o gás: a crise financeira.

Este filme retrata como ocorreu a crise financeira, como empresas venderam acções sem valor algum. Como os grandes administradores de empresas lucram milhões, com a miséria dos outros.

No mundo real é assim.

Procurem na net o filme. 


Patrões querem poder cortar salários até 20%


























Meia hora está morta. Empresas propõem agora redução dos custos salariais

Os patrões estão determinados a reduzir os custos laborais das empresas. Entre as medidas que apresentaram ao Governo e aos restantes parceiros para substituir o aumento de 30 minutos do horário de trabalho, estará uma redução até 20% do tempo de trabalho e um corte de salário proporcional, bem como uma alteração do regime de compensação de faltas.

A meia hora está morta. A proposta de aumento do tempo de trabalho não agrada a sindicatos, nem a patrões, e o Governo parece estar disposto a desistir dela. No entanto, essa medida - que tinha como objetivo reforçar a competitividade da economia durante o período de ajustamento - terá de ser compensada por um aprofundamento das reformas de legislação laboral. Segundo apurou o DN/Dinheiro Vivo, uma das alternativas apresentadas pelas confederações patronais envolve possibilidade de as empresas avançarem com reduções de horário de trabalho, que incluem cortes salariais proporcionais, que poderão chegar aos 20%.

fonte: DN

Símbolos maçónicos comprados com dinheiro público





























Quando estava no Governo, José Magalhães adquiriu para o seu gabinete, no Ministério da Justiça, colunas de estuque imitando um templo maçónico que custaram 7500 euros ao Estado

O "Correio da Manhã" escreve que o anterior secretário de Estado da justiça, José Magalhães, pagou com dinheiros públicos a compra de símbolos da maçonaria para decorar o seu gabinete no Ministério. O gabinete de José Magalhães, que integrou os dois governos de José Sócrates, estava decorado com duas colunas de estuque imitando as colunas de um tempo maçónico, fotografias de símbolos alusivos a esta obediência secreta e espelhos.

As colunas custaram ao Ministério da Justiça 7500 euros e as facturas foram emitidas sobre um conjunto de obras de remodelação feitas no gabinete de José Magalhães.

fonte: DN

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