RELÓGIO DO APOCALIPSE

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Chip Mondex e a Marca da Besta: realidade ou ficção das mais fantasiosas?


Há alguns anos, se originou na internet através de correntes de emails rumores de que o tal “Chip Mondex”, que é uma tecnologia de smartcards da MasterCard, pode ser considerado “A Marca da Besta”.

De acordo com essas informações que foram amplamente disseminadas por apresentações de PowerPoint, o Mondex é um chip que pode ser implantado sob a pele das pessoas, supostamente na região da mão direita ou no próprio rosto, com o objetivo de permitir que as pessoas possam ser identificadas e até mesmo realizem compras com dinheiro virtual – tudo com base nos dados contidos no microchip.

Alguns religiosos fizeram um paralelo das informações sobre o Mondex com trechos da Bíblia, especialmente no livro do Apocalipse, em que existem descrições da “Marca da Besta” – algo que pode ser entendido como um método de compras e vendas que só se tornará realidade com a aprovação de um governador mundial que deve ter sua marca registrada em todas as pessoas vivas, especialmente na mão ou no rosto delas.

Os profetas de plantão já avisaram

Com um suposto microchip implantado sob a pele e com esses trechos da Bíblia amplamente divulgados, você pode começar a entender por que muitas pessoas começaram a associar alguns fatos de modo errôneo e precipitado. Isso ocorreu principalmente porque muitas informações eram desencontradas e não batiam, o que gerou (e gera até hoje) bastante confusão.

Na verdade, chips do gênero já existem há algum tempo e são chamados de RFID ou NFC, sendo que fazem uso de sinais de rádio para passar informações e possuem inúmeras aplicações. O foco das apresentações em slides do Mondex que foram divulgadas há tempos (e que permanecem vivas no imaginário de muitos) caiu exclusivamente sobre o próprio Mondex, enquanto existem muitas outras aplicações e tipos de chips RFID ou NFC.

Como existem outros microchips que podem ser inseridos sob a pele das pessoas além do Mondex (como é o caso do VeriChip, capaz de conter dados médicos e geográficos dos seus donos em caso de emergência), não existe qualquer indício de que a mão direita ou o rosto são os lugares propícios para tal implante – eles podem ser implantados em outras regiões do corpo sem problemas.

Uma marca para toda a vida

Além disso, os rumores da “Marca da Besta” também afirmavam que o microchip não pode ser removido, já que pode explodir e contaminar o organismo do usuário com seus componentes químicos. Isso não foi comprovado, já que casos do gênero não foram identificados até o momento. E lembre-se do mais importante de tudo: esses microchips não são obrigatórios e o governo não quer implantá-los a força – deixe as teorias de conspiração de lado.

As pessoas que quiserem colocar um dispositivo do gênero podem fazer isso de livre e espontânea vontade, já que as aplicações variam conforme o seu objetivo – por exemplo, existem microchips que controlam os dados de diabetes de pessoas que sofrem com a doença. Inclusive, um redator do TecMundo implementou um microship em seu corpo, como você pode conferir aqui.

E, por último, frisamos novamente: o nome Mondex pertence à empresa MasterCard e se refere à tecnologia presente nos cartões smartcards e não possui relação com implantes de chips em seres humanos. Por isso, acalme-se, pois o Mondex parece ser só mais uma das lendas da internet.

fonte: Megacurioso

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Maçonaria entra na área da saúde


Sede do GOL em Lisboa: a obediência está a avaliar o seu património

A maçonaria prepara-se para entrar na área da saúde. O Grande Oriente Lusitano (GOL) vai lançar uma unidade de cuidados continuados e já tem um projecto definido. A estrutura deverá ter pelo menos 40 camas e será construída num terreno em Marvila, na Avenida Avelino Teixeira da Mota, que faz parte do património do GOL.

Projecto obriga a vender parte do património. GOL está a avaliar seis prédios e quatro terrenos que tem na zona de Lisboa.

“É a primeira vez, após o 25 de Abril – ou seja, em 40 anos de democracia –, que o GOL tem uma obra completa e grande de filantropia”, confirma ao SOL o grão-mestre, Fernando Lima, explicando que a ideia é ter uma instituição que preste serviços não só aos maçons, como a todos os cidadãos, especialmente aos residentes em Lisboa.

Para isso, o GOL terá de negociar com o Estado, nomeadamente com os ministros da Saúde e da Segurança Social, para fazer acordos com os hospitais do Serviço Nacional de Saúde que para ali possam enviar doentes.

A liderar o projecto estão alguns médicos maçons que integram actualmente a direcção do Internato de São João, uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), controlada pelo GOL. Entre eles, está o dirigente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), Mário Jorge das Neves, membro da Loja Salvador Allende.

“O projecto está a ser desenvolvido para se construir uma nova unidade em Lisboa, que tem uma grande carência deste tipo de assistência em cuidados continuados”, explica ao SOL Mário Jorge, adiantando que em muitos países, como o Brasil, é comum a maçonaria ter projectos sociais como este.

Neste momento, o projecto está em fase de conclusão, tendo já sido feitos vários estudos no local onde será construída a nova unidade, nomeadamente o levantamento topográfico.

Ao lado do futuro Hospital de Todos os Santos

Devido à localização, o novo projecto maçónico poderá ser valorizado com a construção do futuro Hospital de Lisboa Oriental, conhecido como Todos os Santos, previsto também para Marvila. Além disso, segundo Mário Jorge, o terreno em que o GOL quer erguer a estrutura de cuidados continuados tem limitações legais: “O que ali se construir tem de ter uma finalidade social”.

Para avançar com o projecto, o GOL terá, porém, de vender parte do seu património, nomeadamente imóveis que estão em estado de degradação.

Segundo o SOL apurou, a obediência possui, só na zona Grande Lisboa e através do Internato de São João, dez propriedades. Entre estas há seis prédios, nas zonas de Lapa, Pena, Praça da Figueira, Ajuda e Alcântara e também em Santa Marta, onde se situa, aliás, a sede da IPSS. A lista do património conta ainda com quatro terrenos: dois na capital, um na Parede e outro em Tercena.

Qualquer transacção implica, porém, autorização dos restantes maçons da obediência, que são todos associados do Internato de São João.

A ideia já foi transmitida aos membros das várias lojas maçónicas numa assembleias geral que decorreu no dia 30 de Março. Aqui ficou decidido que os ‘irmãos’ que dirigem o Internato de São João irão fazer, em breve, uma apresentação mais detalhada das estimativas orçamentais do projecto e o valor actualizado do património da obediência.

Neste momento, sabe o SOL, está a ser feita uma análise exaustiva do estado de conservação dos vários imóveis, dos custos das obras que terão de ser realizadas e o valor das rendas que será possível obter. Isto para decidir quais são as melhores propriedades para vender e encaixar as verbas necessárias à construção da nova unidade de saúde da maçonaria.

fonte: Sol

terça-feira, 14 de abril de 2015

As dicas de Snowden para criar passwords


Edward Snowden deu uma entrevista a John Oliver e falou de vários temas importantes. A meio, deixou ainda uma sugestão para uma password forte, que um computador não adivinhe tão rapidamente.

O ex-analista da NSA explica que passwords com até oito caracteres podem ser adivinhadas facilmente e em poucos segundos. O ideal, segundo Snowden, é criar uma password que seja uma frase e que um computador não consiga identificar, como por exemplo, margarettatcheris110%sexy, ou seja, Margaret Tatcher é 110% sexy.

Veja o vídeo, em inglês, com o segmento da entrevista em que Snowden fala sobre passwords.


fonte: EI

DARPA está a desenvolver software "vivo" que nunca fica desatualizado


Isto porque em vez de uma atualização tradicional por via remota, o software terá capacidade para se moldar às novas necessidades que lhe vão sendo exigidas. Ao fim de 100 anos o software ainda estará "atualizado".

A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos EUA (DARPA na sigla em inglês) está a trabalhar numa tipologia de software que não fica desatualizado. É a própria organização quem diz que o programa seria capaz de funcionar durante um século de forma segura e fiável. 

O objetivo é acabar com todos os problemas relacionados com a atualização de software, que podem ir desde o tempo de desenvolvimento da atualização, até ao não suporte de diversas máquinas. 

O programa de investigação BRASS, como é conhecido, vai ter a duração de quatro anos para descobrir os "fundamentos computacionais" e os requisitos ao nível dos algoritmos para criar um software que se mantém "robusto" e "funcional" mesmo após cem anos de utilização. 

Mas como é que a DARPA pretende criar um software centenário? Criando um programa que consegue adaptar-se de forma dinâmica às mudanças nos recursos do qual depende diretamente e de acordo com o ambiente em que opera, explica a entidade em comunicado

Quer isto dizer que o software desenvolvido teria a capacidade de perceber determinados parâmetros da sua utilização e adaptar as suas funcionalidades a esses requisitos ou tendência. Seria portanto algo parecido a um software "vivo", a um software que se adapta ao meio ambiente. 

"A incapacidade de responder a mudanças pode resultar em sistemas tecnicamente inferiores e potencialmente vulneráveis", salienta em nota de imprensa um dos elementos ligados ao programa BRASS, Suresh Jagannathan. 

Além da simplificação do processo de manutenção do software, a DARPA espera que esta nova metodologia possa contribuir para uma redução das despesas relacionadas com os programas. 

A agência ligada à área da defesa dos EUA está também a trabalhar numa alternativa ao sistema de localização GPS.

Ler mais AQUI

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Alerta de Emergência, causa pânico e confusão!!!


Bizarro...

Um teste nacional de "Sistema de Alerta de Emergência", americano foi visto por telespectadores esta manhã (30/03) em estados de todo o país, causando pânico e confusão.

O teste começou por volta das 11:00 EST e foi transmitido em Washington DC, Indiana, Kentucky, Maryland, Massachusetts, Rhode Island, Connecticut, Nova Jersey, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Virginia.

O alerta de emergência não continha detalhes e apenas divulgou os estados afetados e disse que o alerta seria executado a partir das 11 horas até à meia-noite. Em nenhum momento os telespectadores foram informados sobre o porquê do alerta.

Será apenas um "teste"? ou vem aí merda...

fonte: Infowars

segunda-feira, 23 de março de 2015

Escolhidos. Os portugueses convidados para o clube Bilderberg


O critério de escolha para entrar no restrito clube é simples: personalidades que tenham influência ou possam vir a tê-la. Com excepção de Passos Coelho, que chegou a ser convidado mas nunca participou, nos últimos 20 anos todos os primeiros-ministros foram convidados: António Guterres, Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e José Sócrates. Os participantes são, regra geral, figuras com peso no PSD e no PS ou influência no mundo dos negócios. Nesta lógica, Marcelo Rebelo de Sousa, António José Seguro, Manuela Ferreira Leite e António Vitorino já foram também convidados por Francisco Pinto Balsemão. Mas a lista não se fica pela política: o banqueiro Ricardo Salgado, que foi tido como um dos homens mais poderosos do país, participou duas vezes e o fundador destes encontros era amigo da família.

O i revela 15 personalidades que foram aos encontros de Bilderberg, o que faziam antes e o que fizeram a seguir

José Sócrates - Foi convidado em 2004, pouco tempo antes de ser eleito para a liderança do PS com 80% dos votos. No ano seguinte chegou a primeiro-ministro e ocupou o cargo durante seis anos. Quando foi convidado por Balsemão já era influente dentro do PS e apontado por alguns como sucessor de Ferro Rodrigues, que enfrentou grandes dificuldades na liderança devido ao caso Casa Pia. Actualmente, 
José Sócrates está preso preventivamente por suspeitas de fraude fiscal, corrupção e branqueamento de capitais.

Paulo Portas - Portas é um dos raros convidados do mundo da política que não pertencem nem ao PSD nem ao PS. O líder dos centristas foi convidado em 2013, juntamente com António José Seguro (Portugal tem, no máximo, três representantes no encontro). Portas foi ao encontro quando era ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.

António Costa - O actual líder do PS foi convidado para o encontro que junta a elite mundial em 2008. Um ano antes tinha sido eleito para a presidência da Câmara de Lisboa em eleições intercalares. No currículo já tinha os cargos de ministro da Justiça e da Administração Interna, entre outros. Há muitos anos que o seu nome é falado para a liderança do PS, mas Costa só avançou em 2014. O mais provável, de acordo com as sondagens, é que seja o próximo primeiro--ministro. Curiosamente, Costa foi convidado juntamente com Rui Rio, que era presidente da Câmara do Porto. A proximidade entre os dois tem alimentado especulações de que no futuro se poderão vir a entender para criar um governo do bloco central.

António José Seguro - Foi convidado em 2013. Era líder do PS há dois anos e na altura era forte a possibilidade de vir a ser o próximo primeiro--ministro. Mas, ao contrário de que muitos previam, não foi o governo a cair mas sim o líder do PS, que nunca conseguiu ultrapassar as divergências com alguns sectores dentro do PS. Um ano depois, após a vitória nas eleições europeias, foi desafiado por António Costa para disputar a liderança e foi derrotado. 
Saiu da liderança do PS e abandonou o lugar de deputado. Desde que deixou de ser líder do PS que não tem intervenção pública.

Paulo Macedo - O actual ministro da Saúde foi convidado por Francisco Pinto Balsemão no ano de 2014. Paulo Macedo ganhou notoriedade como director--geral dos Impostos, tendo conseguido bons resultados no combate à evasão fiscal. Foi também vice-presidente do conselho de administração executivo do Millennium BCP. 
Foi sempre um dos ministros mais populares deste governo e era até o preferido de alguns sectores da maioria, nomeadamente do CDS, para ministro das Finanças quando Vítor Gaspar se demitiu.

Marcelo Rebelo de Sousa - Foi convidado em 1998, quando liderava o PSD. Deixou a liderança dos sociais-democratas no ano seguinte, depois de entrar em ruptura com Paulo Portas, o que ditou o fim da aliança entre o PSD e o CDS. Não deixou, porém, de ter influência, sendo o comentador político mais ouvido do país. Quase 20 anos depois, Marcelo admite voltar à política, mas como candidato à Presidência da República, um dos candidatos mais fortes na área da direita. Marcelo contou à TVI, uns anos depois de ter participado no encontro, que não viu nada de “anormal” nessas reuniões. Descreveu o encontro como “muito interessante”, já que lhe permitiu “conhecer figuras importantes dos Estados Unidos da América e da Europa”. O professor está, porém, convicto de que destes encontros não resulta uma rede de ligação. “Eu não notei que tivesse ficado. Não tenho essa visão conspiratória.”

Vítor Constâncio - Foi governador do Banco de Portugal e participou no encontro em 1988, quando era secretário-geral do PS, e em 2010, ano em que deixou o Banco de Portugal para ocupar o cargo de vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), onde é responsável pela supervisão bancária.

Teixeira dos Santos - Teixeira dos Santos foi convidado quando era ministro das Finanças de José Sócrates. Um ano depois, o agora professor universitário entrou em ruptura com José Sócrates, quando decidiu acabar com as resistências do ex-primeiro-ministro à vinda da troika e assumiu que o país precisava de pedir ajuda externa. Actualmente é professor da Faculdade de Economia do Porto.

Ricardo Salgado - O banqueiro esteve duas vezes nos encontros de Bilderberg, em 1997 e 1999, quando a conferência se realizou no Hotel da Penha Longa, em Sintra (foi até hoje a única vez que se realizou em Portugal). O fundador destes encontros, Bernardo da Holanda, conta o livro “O Último Banqueiro”, das jornalistas Maria João Babo e Maria João Gago, era “visita assídua em casa de Manuel Espírito Santo, o tio--avô de Ricardo Salgado, que liderou o BES até 1973. Os convites a Salgado foram feitos por Balsemão “antes de as relações” entre os dois “se deteriorarem”, revela ainda o livro sobre o ex-presidente do BES.

Paulo Rangel - O eurodeputado do PSD participou na reunião em 2010. No mesmo ano foi candidato à liderança do partido, mas foi Passos Coelho quem ganhou. Actualmente, Paulo Rangel é deputado ao Parlamento Europeu.

Durão Barroso - Durão Barroso participou três vezes nas conferências do Bilderberg. A primeira foi em 1994 quando era ministro dos Negócios Estrangeiros. O cavaquismo estava a dar as últimas e já se começava a discutir o sucessor do homem que mais tempo governou o país. Um ano depois de entrar no restrito clube mundial, Durão candidatou-se à liderança do partido, mas perdeu para Fernando Nogueira. Não desistiu e em 1999 foi eleito líder do partido. Não demorou muito tempo a chegar ao governo. António Guterres demitiu-se e em Março de 2002 foi eleito primeiro-ministro. Foi nessa qualidade que, no ano seguinte, voltou a ser convidado para o encontro da elite mundial. Não foi a última vez.

Santana Lopes - Pedro Santana Lopes esteve no encontro em Junho de 2004. A reunião aconteceu três semanas antes da crise política em Portugal. Durão Barroso demitiu-se do governo, mas não partiu para o novo cargo na Comissão Europeia sem escolher o seu sucessor:Santana Lopes. O “enfant terrible” do PSD chegou a primeiro-ministro pouco tempo depois de ter participado no encontro, as nem um ano esteve na liderança do governo. Santana ainda concorreu nas legislativas, mas o vencedor foi José Sócrates, que também tinha participado no encontro de Bilderberg no mesmo ano. Santana não está actualmente na política activa, mas poderá ser candidato à Presidência da República nas próximas eleições. Actualmente é presidente da Santa Casa da Misericórdia.

Manuela Ferreira Leite - Era presidente do PSD quando foi convidada para participar na conferência do clube de Bilderberg, em 2009. Ao contrário de outros líderes da oposição, que já participaram nestas reuniões, nunca chegou à liderança do governo. Em Abril de 2010, após a derrota nas legislativas contra José Sócrates, Manuela Ferreira Leite deixou a presidência do PSD e foi substituída por Passos Coelho. Participou em vários governos, mas um dos cargos mais importantes que ocupou foi o de ministra das Finanças, no governo liderado por Durão Barroso. Actualmente Ferreira Leite está afastada da política activa, mas não deixa de ter influência através dos seus comentários políticos, que muitas vezes se traduzem em críticas ao governo de Passos Coelho. Foi um dos nomes falados para a Presidência da República, mas curiosamente a hipótese foi lançada pelo socialista Pedro Adão e Silva. Um desafio que Ferreira Leite dificilmente aceitará.

Inês de Medeiros - Foi convida em 2014 juntamente com Paulo Macedo. É deputada do PS. A actriz e realizadora está ligada no parlamento à área da cultura.

Rui Rio - Foi convidado em 2008, quando era presidente da Câmara do Porto, um cargo que exerceu até às últimas eleições autárquicas, em 2013. Desde essa data que está afastado da política activa, mas nem por isso deixou de ter uma intervenção pública permanente. O futuro poderá passar por uma candidatura à Presidência da República ou por uma candidatura à liderança do PSD, se Passos Coelho perder as próximas eleições legislativas. O ex-autarca do Porto participa com frequência em debates políticos e em conferências e é um adepto do bloco central. “Não será possível reformar o país sem consenso político e sem o entendimento, pelo menos, dos dois maiores partidos portugueses em matérias de regime”, defendeu Rio, numa biografia publicada no final do ano de 2014. Balsemão já admitiu que Rui Rio é o seu candidato preferido para Belém.

fonte: i online

terça-feira, 10 de março de 2015

Anonymous Portugal Operação Valquíria REVOLUÇÂO



Qual o poder do povo sobre o governo? Quem são os donos de Portugal? Deveria ser o povo...
Em Portugal o sistema de eleições por lista fechada obriga a que os eleitores escolham um partido, posteriormente o partido escolhe o seu representante para governar. Compreende-se que o eleitor vota num "partido" e não numa pessoa, que pode por este partido ser substituída quando o partido assim o entender...
Ora tal já se sucedeu -por exemplo quando o Dr. Pedro Santana Lopes sucedeu ao Dr. Durão Barroso.
Este sistema governamental, na Europa, só existe em Portugal e na Ucrânia.
O Povo não tem voz activa uma vez constituído governo. Note-se que os "partidos" servem interesses óbvios de grupos económicos, note-se também o controlo da Maçonaria sobre estes mesmos partidos -Ver referências sobre Isaltino Morais, Paulo Portas, Mário Soares, Etc, na maçonaria-, poderíamos nomear diversos políticos cujos interesses em defender o povo vão em mão contrária à sua participação nas sociedades secretas e ligações a grupos privados.


O GOVERNO DEVIA TER MEDO DO POVO E NÃO O POVO MEDO DO GOVERNO.

Nós não temos movimentos, não temos partido, somos uma IDEIA e o nosso objectivo nesta operação é devolver o PODER ao POVO e acabar com a actual corrupção partidária que impede o POVO de ser soberano e verdadeiramente livre de escolher o seu destino.

Unidos por um, divididos por zero, 
nós somos anonymous, 
nós somos legião, 
nós não perdoamos, 
nós não esquecemos,
ESPEREM-NOS!!!!

fonte: Youtube

CIA tenta espiar utilizadores da Apple há quase uma década


Fotografia © REUTERS/Chance Chan

Os serviços secretos norte-americanos começaram à procura de formas de espiar utilizadores da Apple antes do lançamento do primeiro iPhone.

A CIA está há quase uma década a trabalhar para quebrar os sistemas de segurança dos telemóveis e tablets da Apple, para poder espiar as comunicações dos seus utilizadores, segundo o The Intercept O site divulgou esta terça-feira documentos obtidos por Edward Snowden , o informador que denunciou as táticas de vigilância da internet da Agência de Segurança Nacional (NSA) norte-americana em 2013.

O relatório cita documentos secretos norte-americanos que sugerem que investigadores do governo dos EUA criaram uma versão de XCode, a ferramenta de desenvolvimento de softwareda Apple, para criar entradas secretas nos programas distribuídos na App Store.

O Intercept publicou no passado várias notícias a partir de documentos revelados por Snowden. Dois dos três editores da página são Glenn Greenwald e Laura Poitras, que ganharam um prémio Pulitzer pelo seu trabalho no caso Snowden,  na altura noGuardian e Washington Post. Poitras é também a realizadora do documentário Citizen Four, sobre Snowden, que ganhou que ganhou um Óscar.

Segundo o site, os documentos, que cobrem um período entre 2006 e 2013, não permitem perceber se os investigadores da CIA conseguiram quebrar a encriptação da Apple, que serve para proteger os dados e comunicações dos utilizadores.

Os esforços para quebrar as barreiras de segurança dos produtos da Apple começaram logo em 2006, um ano antes da Apple introduzir o primeiro iPhone, e continuaram até 2010 e depois.

Quebrar a segurança da Apple era um dos objetivos de um programa secreto do governo norte-americano, com a ajuda dos serviços secretos britânicos, para intercetar "comunicações seguras, tanto domésticas como estrangeiras", um programa que incluía também os telemóveis Android da Google, diz o site.

As empresas tecnológicas de Silicon Valley tentaram nos últimos meses restabelecer os laços de confiança com consumidores de todo o mundo, assegurando que os seus produtos não foram ferramentas para vigilância.

Em s etembro, a Apple reforçou os métodos de encriptação de dados no iPhone, garantindo que a mudança significa que a companhia deixava de poder extrair informação dos aparelhos, mesmo que o governo o ordenasse, com um mandato. A Google afirmou pouco depois que também planeava utilizar ferramentas de encriptação mais fortes.

Ambas as empresas afirmam que as medidas visam proteger a privacidade dos utilizadores dos seus produtos e que isto foi em parte uma resposta ao programa vigilância da internet do governo norte-americano revelado por Snowden em 2013.

Um porta-voz da Apple remeteu para declarações públicas do presidente da empresa sobre privacidade, mas não quis fazer mais comentários. "Quero que fique claro que nunca trabalhámos com nenhuma agência governamental de nenhum país para criar portas secretas em nenhum dos nossos produtos ou serviços", escreveu Tim Cook num comunicado sobre privacidade e segurança publicado no ano passado.

Líderes mundiais como o presidente norte-americano Barack Obama e o primeiro-ministro britânico David Cameron já afirmaram publicamente que temem que estas ferramentas, para proteger a privacidade dos cidadãos, impeçam governos de monitorizar extremistas.

A Reuters não conseguiu obter uma resposta da CIA.


sábado, 31 de janeiro de 2015

E se substituísse o cartão da empresa por um chip implantado na mão?


Imagem da reportagem da BBC no Epicenter Fotografia © BBC | Rory Cellan-Jones

No escritório sueco onde a tecnologia já foi adotada, o objetivo é "perceber bem esta tecnologia antes que as grandes empresas e os governos venham dizer-nos que toda a gente devia ter um chip".

Um núcleo de empresas na Suécia está a experimentar uma maneira inovadora de identificar os trabalhadores. Em vez de cartões de identificação ou códigos, o pessoal pode agora optar por receber um implante debaixo da pele da mão, com o qual pode abrir portas ou usar a fotocopiadora com apenas um movimento.

O chip, do tamanho de um grão de arroz, é implantado entre o polegar e o indicador. Serve para identificar aquele que recebeu o implante - trata-se de uma RFID (radio-frequency identification, ou seja, identificação por radiofrequência), e é reconhecido pelos sensores nas portas e outros aparelhos no edifício Epicenter, em Estocolmo, como se se tratasse de um cartão identificativo ou de um código.

"Já interagimos com a tecnologia a toda a hora", conta à BBC um membro do Swedish Biohacking Group, um grupo que se dedica a desenvolver formas de integrar as novas tecnologias no corpo humano. "Hoje em dia é um pouco confuso - precisamos de códigos pin e palavras-passe. Não seria mais fácil simplesmente tocar as coisas com a mão? É muito intuitivo", diz Hannes Sjoblad, responsável pela realização dos implantes.

No Epicenter, porém, nem todos são a favor da nova medida. O repórter da BBC entrevistou algumas pessoas e, embora algumas parecessem entusiasmadas com as possibilidades, outras rejeitavam a ideia de receber o implante, especialmente "apenas para abrir uma porta". Os trabalhadores do Epicenter não são obrigados a receber o chip, podendo optar por usar identificação mais tradicional.

Hannes Sjoblad, no entanto, diz que o objetivo é mais amplo do que apenas o de substituir os cartões. O Swedish Biohacking Group está a preparar-se para o futuro, para quando empresas e governos desejarem colocar implantes nas pessoas.

"Queremos perceber bem esta tecnologia antes que as grandes empresas e os governos venham dizer-nos que toda a gente devia ter um chip - o chip dos impostos, o chip do Google ou do Facebook". Para Sjoblad, é importante que a tecnologia seja estudada e experimentada antes por developers independentes como acontece no Epicenter.


quarta-feira, 12 de março de 2014

Estudo: Privacidade na internet estará reservada «apenas à elite» em 2025

Estudo: Privacidade na internet estará reservada «apenas à elite» em 2025

Duas instituições de investigação dos Estados Unidos preveem que, dentro de uma década, a privacidade na Internet seja algo reservado «apenas à elite».

Num documento a propósito do 25.º aniversário da world wide web, que se assinala hoje, investigadores do Pew e da Universidade Elon, em colaboração com especialistas em tecnologias, traçaram quinze cenários sobre o futuro da internet.

Segundo uma das suas teses, os utilizadores vão continuar a «privilegiar as vantagens» do imediatismo «sobre a privacidade».

A pesquisa conclui também que a troca de informação através da Internet estará «tão integrado na vida diária» em 2025 que se fará de forma «invisível, fluindo como a eletricidade».

Estas relações em rede poderão, porém, traduzir-se num aumento da desigualdade e provocar «ressentimento e eventual violência», alertam.

«A natureza humana não está a mudar: há apatia, intimidação, assédio, estupidez, pornografia, truques sujos e crimes, e aqueles que os praticam têm uma nova capacidade para tornar miserável a vida dos demais», realçam.

Os investigadores do Pew e da Elon antecipam que as organizações atuais possam não conseguir responder suficientemente rápido aos desafios colocados pela complexidade da rede global.

Mas há teses mais otimistas, como a que refere a «esperança» da Internet, que promoverá mais «relações à escala planetária» e aumentará as oportunidades de educação, resultando em «menos ignorância».

A 12 de março de 1989, o físico Tim Berners Lee, da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), publicou um artigo científico no qual propunha um novo sistema de gestão da informação e de partilha de informação entre computadores, difundindo o código para o fazer, gratuitamente, um ano depois.

Com o tempo, o sistema passou a ser conhecido como world wide web e converteu-se na ferramenta utilizada diariamente por milhões de pessoas em todo o mundo.


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