RELÓGIO DO APOCALIPSE

terça-feira, 16 de junho de 2015

CIA violou normas internas sobre experiências médicas em humanos


Fotografia © REUTERS/Larry Downing

Em causa estão os interrogatórios a suspeitos de terrorismo.

A agência de informações norte-americana CIA violou alegadamente as suas próprias normas sobre investigação médica com humanos durante os interrogatórios a suspeitos de terrorismo, publicou hoje o diário britânico The Guardian.

Um documento interno divulgado pelo jornal confirma que a CIA se rege por uma norma, geral para este tipo de agências norte-americanas, que proíbe "promover, contratar ou conduzir investigações com sujeitos humanos", exceto quando estas integram as práticas recomendadas pelo Departamento de Saúde.

No texto, a CIA detalha ao seu pessoal que práticas estão vedadas pela designada Ordem Executiva 12333, emitida em 1987, durante o mandato do Presidente Ronald Reagan, sobre "experimentações com humanos".

Em particular, é sublinhado que qualquer pessoa submetida a práticas médicas deverá ter dado o seu consentimento prévio e atribui ao diretor da agência a prerrogativa de "aprovar, modificar ou desaprovar qualquer proposta em relação à investigação com sujeitos humanos".

Analistas consultados pelo The Guardian apontaram que os limites estabelecidos pela própria agência podem ter sido violados, pelo seu pessoal médico, durante os interrogatórios a presumíveis terroristas, depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.

Os médicos do designado Gabinete de Serviços Médicos da CIA estiveram presentes nessas sessões para aconselhar os agentes sobre a resistência física e psicológica dos sujeitos interrogados, de acordo com o relatório do comité senatorial de Informações, que revelou em 2014 as torturas praticadas pela CIA.

Esta agência de informações, que não admitiu formalmente que tivesse havido tortura durante estas sessões, argumentou que a presença de médicos nos interrogatórios garantia que qualquer atuação era feita com rigor clínico.

Em resposta à informação publicada pelo The Guardian, um porta-voz desta agência, disse que "a CIA manteve diretrizes internas que interpretam a Ordem Executiva 12333 de forma continuada desde 1987 até ao presente".


Quatro maneiras que a elite do mundo tem para comprar a imortalidade


Vários cientistas sugerem que nos próximos 15 ou 20 anos, a tecnologia médica será capaz de "parar o relógio biológico". No entanto, devido aos custos da tecnologia, somente a elite multimilionária do mundo poderá pagar.

Nós apresentamos quatro caminhos para a imortalidade a ser desenvolvida graças ao investimento da oligarquia moderna, que anseia prolongar a sua vida de riqueza e poder, de acordo com o site de notícias AlterNet


1. Avatares e cérebros artificiais

O cientista russo Dmitri Itskov recebe doações de ricos, que promete resolver o problema da morte dentro de 30 anos de aplicação da personalidade de um indivíduo num robô ou outro avatar.

O investigador procura perceber 'como descarregar' a mente de uma pessoa num "chip" e, em seguida, incluí-la num cérebro artificial. 


2. O fim do cancro e doenças

Em 10 anos aparecerão as empresas de biotecnologia para curar o cancro e todas as doenças virais. Além disso, no mesmo período de tempo, a humanidade terá uma compreensão mais clara do que é o envelhecimento, e qual a causa e como começar a detê-lo, destaca o artigo.


3. Engenharia Genética

Modificações genéticas podem ajudar a manter a vida eterna. Um exemplo ilustrativo deste facto é a de que através da implantação de um gene em 2001 (conhecido como "SIR2 ') numa lombriga, cientistas conseguiram aumentar a sua vida numa semana (um terço de toda a sua vida). De acordo com o artigo, "isso é apenas o começo", porque, como alguns cientistas dizem que em breve será possível "geneticamente erradicar o processo de envelhecimento." 


4. Criogenia

Este método envolve o congelamento do corpo, esperar até que a ciência descobra uma cura para a doença do paciente e, em seguida, novamente descongela-las para a curar.

Alcor uma empresa de criogenia diz no seu website: "Nós acreditamos que a tecnologia médica vai avançar ainda mais nas próximas décadas do que nos séculos passados, permitindo tratar os danos aos níveis celulares e moleculares e restaurar a saúde física e mental".

fonte: RT

Guerra Secreta contra o Dinheiro: Clube Bilderberg discutiu a abolição do dinheiro físico


Vários especialistas dizem que durante o encontro na Áustria, os membros dos Bilderberg abordaram questões secretas e poderosas, como a abolição do dinheiro físico e a imposição de controle sobre os rendimentos dos cidadãos no mundo.

De acordo com o analista ´´Infowars`` Paul Joseph Watson, o fórum secreto já está se preparando para lançar uma guerra contra o dinheiro, que pode acabar com este.

Watson acredita que os participantes querem restringir e punir a circulação de dinheiro físico, e implementar um controle sobre os rendimentos de cada pessoa, usando uma moeda digital argumentando que tal medida irá ajudar a evitar o colapso económico e a fuga de capital.

Segundo ele, durante a conferência, o clube de Bilderberg definiu as restrições económicas de consenso sob a justificativa para interromper com o financiamento de grupos terroristas como o Estado Islâmico. O grupo também discutiu novos controles sobre a venda de metais preciosos na Europa.

"Isso certamente é a marca da besta (...) um mundo no qual os homens livres estão proibidos, e o cumprimento é o único método aceitável de pagamento", diz Watson.

fonte: RT

sábado, 13 de junho de 2015

Vídeo Único: Nas entranhas do Clube Bilderberg


Esta semana realizou-se na cidade austríaca de Telfs a reunião anual do exclusivo clube de Bilderberg. Enquanto os organizadores querem manter em segredo os detalhes do evento, os jornalistas da organização We Are Change ("nós somos mudança ') conseguiram mostrar o local da reunião alguns dias antes que teve lugar.

Embora sem transcender a lista dos participantes da reunião e discutir as principais questões, as conclusões deste Fórum nunca são tornadas públicas. Da mesma forma, os jornalistas não têm acesso ao local onde a reunião tem lugar Clube Bilderberg.

No entanto, um membro da organização nós somos mudança , Luke Rudkowski, conseguiu passar alguns dias no hotel que será o cenário do evento. Uma vez lá dentro, ele gravou um vídeo mostrando o ambiente em que o fórum vai passar: os quartos luxuosos, salas para fumadores ou o território do hotel, rodeado por um grande número de policias. O jornalista também revela outros detalhes.


fonte: RT

O Clube Bilderberg utiliza alta tecnologia para impedir a cobertura da sua reunião na Áustria



O Clube Bilderberg implantou um sistema de interferência de alta tecnologia, a fim de cortar as comunicações e evitar a cobertura da mídia sobre a reunião dos membros do grupo secreto realizada quinta-feira num hotel de luxo na Áustria.

Depois de visitar um lugar próximo ao hotel Interalpen que permanece acessível à equipe Infowars conseguiu captar um caminhão propriedade do Ministério Federal de Comunicações dos Transportes e Tecnologia austríaco. Também pode ser visto no topo do hotel várias antenas de grandes dimensões, e um mastro gigante recentemente construído complexo próximo da floresta. O Infowars disse a cobertura móvel local, na área ao redor do hotel desapareceu assim como a torre que foi erguida.




Infowars considera que todos estes dispositivos estão a ser utilizados como bloqueadores que impedem o telemóvel receber sinais de estações de base. Ressalta-se que este tipo de tecnologia é tecnicamente ilegal nos países da UE .Somente a presença de bloqueadores explica a razão "repórteres do Infowars Rob Orvalho e Josh Owens não têm sido capazes de transmitir ao vivo via Skype a partir de qualquer área que circunda o hotel Interalpen".

"Aparentemente, Bilderberg tem tanto medo da cobertura dos meios de comunicação que até mesmo a polícia tem checkpoints localizados a vários quilómetros de distância são suficientes, e agora têm recorrido à instalação de dispositivos de comunicação caros que bloqueiam, provavelmente às custas do contribuinte ", diz o artigo.

Os bloqueadores poderiam ser usados "para restringir as comunicações entre manifestantes contra os Bilderbergers, e dificultar as transmissões ao vivo que os membros do [o Clube] Bilderberg que chegam e partem [do Hotel] ", acrescenta. 

A polícia informou que qualquer pessoa surpreendida dentro do perímetro de segurança ao redor do hotel Interalpen enfrenta uma multa de 500 euros e duas semanas preso.


fonte: RT

'Espiões' ganham poderes

'Espiões' ganham poderes

Os agentes poderão ainda pedir o acesso à localização de um telemóvel ou à lista de telefonemas que determinada pessoa fez e recebeu

Os agentes dos serviços de informações estão em vias de serem autorizados a fazer acções de acompanhamento e vigilância “em espaço público ou privado de acesso público” e a dispor de identidades falsas, com direito à emissão de “documentos legais de identidade alternativa”. Poderão ainda aceder a informação bancária, dados fiscais e ficheiros da Administração Pública, como os registos comerciais, de identificação civil, criminais ou das Finanças.

Jorge Lacão confirmou ao SOL terem existido contactos prévios do Governo com o principal partido da oposição para reforçar a capacidade operacional dos serviços de informações.

Mas estas não são as únicas novidades da proposta de lei, que terá de ser aprovada na Assembleia da República e a que o SOL teve acesso. Os agentes poderão ainda pedir o acesso à localização de um telemóvel ou à lista de telefonemas que determinada pessoa fez e recebeu. Ao contrário do que avançou Marques Guedes, ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, no final do Conselho de Ministros em que a proposta foi aprovada, na semana passada, esse acesso será possível não apenas em casos de terrorismo, mas em praticamente todas as áreas em que os serviços de informações actuam. O preâmbulo do diploma refere terrorismo, sabotagem, criminalidade altamente organizada e espionagem clássica e económica. O artigo que clarifica o acesso aos dados é ainda mais aberto: “Sempre que sejam necessários, adequados e proporcionais (...) para o cumprimento das atribuições legais dos serviços de informações”. 

PS disponível para aprovar

Muitas destas práticas não estavam previstas no regime legal em vigor mas integravam o manual de procedimentos que definia as regras dos agentes das 'secretas'. Agora, os partidos da maioria e o PS estão disponíveis para chegarem a um consenso e mudarem as regras dos serviços de informações, impedindo que os 'espiões' continuem a trabalhar fora da lei.

O deputado socialista Jorge Lacão confirmou ao SOL terem existido contactos prévios do Governo com o principal partido da oposição para reforçar a capacidade operacional dos serviços de informações. Lacão e Vitalino Canas foram os interlocutores do lado socialista. “Houve da parte do Governo disponibilidade para aceitar as nossas observações. Reservámos sempre uma apreciação de especialidade para os trabalhos parlamentares, mas sem embargo de que haverá da nossa parte uma atitude muito disponível para chegarmos a um consenso” - explica Lacão, adiantando que a discussão do diploma deverá ser agendada para o início de Julho. Não ser aprovado até ao fim da legislatura nem é visto como possibilidade: “Obviamente, esta iniciativa faz-se num quadro de disponibilidade de a concretizarmos até ao fim da legislatura. Nem faria sentido de outra maneira “.

As mudanças implicam o acesso aos chamados metadados, conservados pelas operadoras de telecomunicações. Os oficiais de informações do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) poderão saber a fonte e o destino das comunicações telefónicas, a data e a hora a que foram feitas, quanto tempo duraram, pedir a identificação do equipamento e a sua localização.

Sempre que o acesso seja susceptível de colidir com a reserva da intimidade da vida privada, este só será permitido depois da concordância da Comissão de Controlo Prévio, composta por três juízes-conselheiros em funções no Supremo Tribunal de Justiça há pelo menos três anos e que serão designados pelo Conselho Superior da Magistratura. O pedido deve ser feito pelo director do SIS ou do SIED, identificar os visados e ter a “indicação concreta da acção operacional” em causa e dos objectivos.

A decisão caberá ao juiz a quem tenha sido distribuído o pedido. Só em matérias de particular complexidade a decisão passará a ser não de um juiz, mas do colectivo. A partir do momento em que recebe o pedido, o magistrado terá 72 horas para deliberar; em situações de urgência, o prazo será reduzido a 24 horas.

Escutas continuam vedadas

Esta Comissão de Controlo Prévio será também a responsável por decidir se os oficiais de informações do SIS e do SIED devem ou não ser autorizados a aceder a informação bancária e fiscal. Já a decisão sobre se devem ter acesso a ficheiros de entidades públicas e “relevantes para a prossecução das suas competências” passa para a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD). Neste caso, estas informações só poderão ser solicitadas pelos dirigentes superiores.

Apesar de o manual de procedimentos do SIS prever escutas ambientais (feitas por intermédio de microfones ou de dispositivos instalados nos telemóveis) e a intercepção de dados através de meios electrónicos, as escutas telefónicas manter-se-ão barradas aos serviços de informações.

As mudanças prevêem o acesso ao rasto das telecomunicações, mas não ao seu conteúdo. Segundo a proposta, pretende-se “não um acesso a conteúdos de comunicações (escritas ou de voz), por intrusão ou ingerência nas comunicações, mas o acesso autorizado a dados (de base, de localização e de tráfego) que serão solicitados às entidades legitimamente responsáveis pelo seu tratamento” e fornecidos após consentimento dos juízes.

O acesso dos agentes das 'secretas' a dados que até agora lhes eram vedados pela lei motivou de imediato críticas da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) e da CNPD. Ambos entendem que a matéria deve ser alvo de amplo debate público, pois estão em causa dados sensíveis e o acesso aos mesmos pode pôr em causa o princípio constitucional da reserva da vida privada.

Mas nem todos são contra a proposta de lei que quer reforçar os poderes legais do Serviço de Informações da República Portuguesa (SIRP). António Martins, ex-presidente da ASJP, há anos que defende não fazer sentido que as 'secretas' portuguesas sejam as únicos na Europa sem acesso legal a determinadas informações. “Sabemos que existe uma realidade que vai para além daquela que são as circunstâncias legais deste serviço. É preferível que as coisas sejam claras, que haja responsabilização do cumprimento de regras claras e que estas permitam que o sistema funcione com controlo judicial, e não em roda livre”, explica ao SOL António Martins. O magistrado nem sequer é contra a possibilidade de se fazerem escutas, desde que com controlo judicial. “Enquanto cidadão, prefiro estar num país em que o funcionamento destes serviços tem regras”.

O diploma do Governo revê também o enquadramento legal do estatuto de pessoal e remuneratório. O objectivo é derrubar um estatuto em vigor desde 1991 e aprovar um novo em que os salários e a progressão na carreira se aproximarão mais dos que já vigoram na Polícia Judiciária e no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Além do salário, os 'espiões' terão direito a um suplemento que integrará a remuneração de base e será pago 14 vezes por ano.

Perda de direitos em caso de acusação criminal

Para evitar situações como a de Silva Carvalho - o ex-director do SIED acusado de passar informações secretas a uma empresa privada e que paralelamente reivindica nos tribunais o direito a ser reintegrado na Presidência de Conselho de Ministros -, o diploma prevê que, quando for movida uma acusação contra um agente por crime sujeito a pena superior a três anos, esse direito à integração perde-se automaticamente. 

fonte: Sol

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