RELÓGIO DO APOCALIPSE

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Manifestantes são a figura do ano para a revista "Time"




























Capa da "Time"

A revista “Time” revelou a sua escolha da figura do ano e, desta vez, tem muitos rostos: o manifestante, que em 2011 saiu à rua em muitos locais do mundo para protestar contra a tirania, a corrupção, a crise e fazer revoluções.

“Houve um tempo em que multidões de cidadãos saíam às ruas sem armas para declarem a sua oposição”, escreve Kurt Andersen na revista norte-americana. “Nos anos de 1960, na América, marcharam pelos direitos civis e contra a guerra no Vietname; nos anos 1970, ergueram-se no Irão e em Portugal; nos anos 80, contra as armas nucleares nos EUA e na Europa, contra a ocupação da Cisjordânia e Gaza por Israel, contra a tirania comunista na Praça de Tiananmen e na Europa de Leste. O protesto era a continuação natural da política por outros meios. Mas depois veio o Fim da História, que Francis Fukuyama resumiu no influente ensaio de 1989 em que declarava que a humanidade tinha chegado ao “ponto final…da evolução ideológica” do “liberalismo ocidental” globalmente triunfante”.

As manifestações tornaram-se coisas do passado para os jovens: “Protesto maciço e eficaz e na rua tornou-se um paradoxo a nível global até que – de forma subida e chocante – há exactamente um ano, se tornou a verdadeira definição dos tempos que correm”, escreve Andersen, para explicar a escolha da revista. 

Tudo começou na Tunísia, a 17 de Dezembro de 2010, quando o vendedor ambulante Mohamed Bouazizi que se imolou na cidade de Sidi Bouzid, para recuperar a dignidade perdida após o último de muitos atentados das autoridades contra as suas tentativas de ganhar a vida. Passou para o Egipto, a Líbia, os protestos Occupy Wall Street nos Estados Unidos, as manifestações dos estudantes em Londres e os Indignados de Madrid, que se exportaram para outros países, a revolta na Rússia com os resultados das eleições legislativas, os protestos contra a corrupção na Índia. Tudo isto faz parte deste movimento global, diz a “Time”.

“É notável o quanto estas vanguardas de protesto partilham. Em todo o lado são sobretudo jovens, de classe média e com um certo nível de educação. Quase todos começam independentemente, sem grande encorajamento de partidos ou de políticos da oposição. Em todo o mundo, os manifestantes de 2011 partilham a fé de que os sistemas políticos e as economias dos seus países se tornaram disfuncionais e corruptos”, escreve a revista.

Em 2006 a “Time” tinha já feito uma escolha pouco ortodoxa para pessoa do ano: você, significando o “boom” da Web social, da presença dos cidadãos comuns na Internet, criando conteúdos online em vez de serem apenas meros consumidores.

fonte: Público

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Anonymous Portugal divulga "mensagem aos cidadãos"


Mensagem do grupo Anonymous Portugal, divulgada em vídeo, é clara: "Viemos para ficar. Não daremos tréguas a corruptos".

Em vésperas do Dia Mundial dos Direitos Humanos, o grupo Anonymous Portugal divulgou um vídeo com uma "mensagem aos cidadãos", onde citam o bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, e deixam claro que vieram "para ficar, unidos como Um, divididos por Zero". Sem "dar tréguas a corruptos".

O vídeo, com quase quatro minutos, começa com um trecho da intervenção de Marinho Pinto, na sessão solene de abertura do Ano Judicial de 2011. "Não é só na Justiça que as coisas vão mal. A generalidade dos cidadãos sente que o país vive um dos períodos mais difíceis da sua história", disse Marinho Pinto, em março deste ano.

"Temos a sensação de que o estado se dissolve e que as instituições se desmoronam. Ao longo dos anos, a corrupção alastrou a todos os níveis do aparelho de Estado", afirmou o bastonário da Ordem dos Advogados em nome de todos os cidadãos, frisando: "Houve as que acumularam fortunas gigantescas no exercício exclusivo das mais altas funções públicas, durante anos, à vista de toda a gente, sem que aparentemente ninguém se apercebesse ou se incomodasse com isso".

A "coragem e transparência" do bastonário da Ordem dos Advogados é saudada agora neste vídeo pelo grupo Anonymous Portugal, que diz representar "todos os cidadãos que há muito anseiam pela oportunidade de agir pacífica e proativamente".

O grupo deixa claro que é o início de uma "jornada contra a tirania e toda a forma de injustiça", porque é "urgente e justo questionar todos os lados". Com uma voz feminina, distorcida, o grupo passa uma mensagem de incentivo ao país para não cruzar os braços: "Apatia não é solução". 

fonte: Expresso

Saddam Hussein foi capturado há oito anos























Há oito anos, o exército norte-americano capturava Saddam Hussein, no Iraque, escondido num abrigo subterrâneo perto de Tikrit. Era o fim da invasão do Iraque e os EUA anunciavam a vitória ao mundo.

A 13 de Dezembro de 2003, Saddam Hussein era capturado vivo, num buraco onde estava escondido, perto de Tikrit, a norte de Bagdad, pelo exército norte-americano. O presidente dos EUA, George W. Bush, anuncia ao mundo a sua captura, afirmando que o ditador iraquiano iria agora "enfrentar a justiça que negou a milhões de pessoas".

Anuncio da captura de Saddam Hussein por George W. Bush:



A captura de Saddam Hussein:



fonte: DN

'Drone' americano despenha-se nas Seicheles



















Um avião não tripulado ('drone') norte-americano despenhou-se hoje nas Seicheles, um incidente que acontece uma semana depois de um destes aparelhos ter caido no Irão.

A Força Aérea dos EUA confirmou à Fox News que um 'drone' MQ-9, que não transportava armamento, caiu esta manhã no aeroporto internacional das Seicheles.

"Não se sabe ainda qual a causa do incidente, que está sob investigação", disse a Força Aérea em comunicado, acrescentando que o governo das Seicheles foi imediatamente notificado do caso e está a corrdenar com as autoridades norte-americanas o envio dos destroços para os EUA.

Já o aparelho que caiu no Irão - as autoridades iranianas afirmam tê-lo abatido, algo que os EUA não confirmam - continua na posse do regime de Teerão.

fonte: Público

Movimento Occupy Wall Street procurou bloquear portos na costa oeste dos EUA























Em Okland os manifestantes procuraram bloquear uma estrada de acesso ao porto

Depois de os seus acampamentos terem sido desmantelados pela polícia em várias cidades, o movimento Occupy Wall Street procurou bloquear os portos na costa Oeste dos Estados Unidos. Alguns terminais encerraram, as autoridades efectuaram algumas detenções mas não houve confrontos violentos.

O protesto começou nesta segunda-feira e afectou sobretudo os portos de Long Beach e Okland, na Califórnia, ou Portland, no estado de Oregon. O objectivo do movimento, que tem centrado o seu protesto no combate ao desemprego e à crise económica, era paralisar alguns portos da região, mas os manifestantes conseguiram apenas impedir o funcionamento de alguns terminais. 

Milhares de manifestantes juntaram-se em vários portos da costa Oeste, da Califórnia ao Alasca. Em Okland, cerca de 150 trabalhadores do porto acabaram por ser mandados para casa devido aos protestos, as operações portuárias foram interrompidas por cerca de mil manifestantes.

Scott Olsen, veterano do Exército que ficou ferido durante confrontos com a polícia nos protestos de Outubro em Okland, juntou-se à manifestação onde os activistas gritaram “De quem são os portos? São nossos!”

O principal protesto ocorreu em Okland. A presidente da autarquia local, Jean Quan, criticou a manifestação por considerar que prejudica “a cidade e os trabalhadores”. E adiantou: “As pessoas têm que pensar nas consequências desta paragem.”

As operações chegaram a estar interrompidas em sete terminais do porto, um porta-voz dos Occupy considerou a acção “um sucesso” e adiantou que apenas dois navios conseguiram atracar. Muitos camiões não puderam aproximar-se do local, mas o director executivo do porto, Omar Benjamin, disse ter havido apenas “interrupções esporádicas” e garantiu que o porto continuou operacional, adiantou a Reuters.

Junto ao porto, as opiniões dividiam-se. “Isto não é bom para a economia”, disse à Reuters Agustin Luna, de 39 anos, proprietário de um camião carregado de mercadorias que deveria fazer chegar a um navio. Outro camionista, Sean Martin, disse apoiar o bloqueio do porto. “Os salários têm caído constantemente”.

No porto de Long Beach juntaram-se cerca de 300 manifestantes, houve distúrbios e a polícia efectuou pelo menos duas detenções. Em San Diego também foram detidas quatro pessoas que tentavam bloquear uma estrada de acesso ao porto e em Seattle pelo menos 11 manifestantes foram detidos. Também em Bellingham foram detidas 16 pessoas que estariam a bloquear o acesso de comboios.

Os portos foram um alvo escolhido pelo movimento devido aos investimentos de empresas financeiras como a Goldman Sachs no sector portuário. Na convocatória pedia-se “um esforço coordenado para interromper a máquina económica que beneficia os indivíduos e as empresas mais ricas à custa da grande maioria de pessoas deste planeta”.

fonte: Público

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Anonymous avisam para 2012


O grupo de hacktivistas mais ativo do ano lançou um vídeo onde faz uma retrospetiva das iniciativas de 2011 e avisa "Preparem-se para 2012".



O LulzXmas (numa referência ao Natal) está aí. Para o celebrar, foi feita uma montagem de sete minutos com as atividades que mais impacto tiveram durante o ano de 2011, como o ataque ao site da CIA ou à Playstation Network.




Polícia britânica vai experimentar laser que provoca cegueira temporária





















A nova arma é similar às usadas pelas tropas britânicas e norte-americanas no Afeganistão

Os cientistas estão a fazer os últimos testes à SMU 100. Trata-se de uma arma laser que dispara um “muro de luz” que cega por instantes o alvo, como se este acabasse de olhar para o Sol. Tem um alcance de três metros e vai começar a ser testada por uma unidade da polícia britânica não nomeada.

A arma foi desenhada por um antigo comando da Marinha Real britânica. Originalmente concebida para ser usada contra piratas somalis, está agora a ser equacionado a sua utilização em tumultos como os que ocorrem no passado Verão no Reino Unido, conta a BBC, que dá a notícia.

O gás pimenta e os tasers, habitualmente usados nessas circunstâncias, são úteis à polícia quando os seus oponentes estão a distâncias curtas. O laser resolve esse problema às forças de segurança, uma vez que tem um alcance de 500 metros e – pelo menos em teoria – permite cegar temporariamente uma pequena multidão.

“O sistema daria à polícia um dissuasor visual intimidatório. Se não se consegue ver algo, não se pode atacá-lo”, resumiu Paul Kerr, director da Photonic Security Systems, empresa que desenhou a SMU 100, citado pela televisão pública britânica.

O “muro de luz” cega temporariamente quem o encara. A BBC explica que se trata do mesmo efeito que resulta de contemplar o Sol, antes de sermos obrigados a afastar o olhar. O que os cientistas querem saber é se este processo não produz efeitos secundários, o que será conhecido através dos testes que serão agora efectuados.

Cada arma destas custa 25 mil libras (cerca de 29.550 euros). Mas só depois destes testes será sugerida à Ministério britânico do Interior para ser usada pelas forças de segurança do país. As tropas britânicas, de resto, já recorreram a este tipo de lasers no Afeganistão, tal como as norte-americanas.

fonte: Público

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

TV francesa divulga vídeo de Strauss-Kahn no Sofitel























BFMTV.com divulgou imagens captadas pelas câmaras de videovigilância do hotel Sofitel em Nova Iorque no dia 14 de Maio.

A cadeia de televisão francesa BFMTV difundiu hoje (quinta-feira) as primeiras imagens captadas pelas câmaras de videovigilância do hotel Sofitel em Nova Iorque no dia 14 de Maio, as quais mostram o ex-director do FMI, Dominique Strauss-Kahn, bem como a empregada que depois o acusou de agressão sexual.


A BFMTV mostra as imagens captadas pelas câmaras do hotel no período que vai desde a saída de DSK do hotel às 12:27, hora de Nova Iorque, até à chegada da polícia às 14:10.

As imagens mostram o ex-director do FMI a fazer calmamente o check-out do hotel e a apanhar um taxi, depois de pagar a sua conta. Não parece estar com pressa. Na segunda sequência, vê-se Nafissatou Diallo, a empregada, a sair do elevador acompanhada de outros funcionários do Sofitel. A seguir, ela explica, gesticulando muito, como terá sido a agressão e um dos seguranças do hotel, Adrian Branch, telefona à polícia a avisar que uma empregada de limpeza fora alvo de agressão sexual por parte de um cliente.

As imagens mostram depois Nafissatou sentada, em silêncio.

A cadeia de televisão difunde em seguida a famosa sequência da comemoração, em que dois dos funcionários do Sofitel, Brian Yearwood e Derrik May, festejam e dançam numa divisão à parte. May chega mesmo a dançar. Esta cena durou 13 segundos e não três minutos, esclareceu na quarta-feira a New York Review of Books, corrigindo assim a informação anterior avançada pelo jornalista Edward Jay Epstein, no artigo de investigação que publicou no fim de Novembro.

Esse trabalho dava a entender que DSK, socialista e outrora o político mais bem posicionado para vencer as eleições presidenciais de 2012 em França, teria sido vítima de um complô organizado por rivais políticos. Leia-se a UMP, partido que apoia o Presidente Nicolas Sarkozy.

O grupo do Accor, proprietário do Sofitel, que já esclarecera que a comemoração dos empregados nada tinha que ver com o caso DSK, condenou ontem a divulgação do vídeo pelos media franceses.

Strauss-Kahn, preso a 14 de Maio, foi entretanto libertado e o procurador de Nova Iorque desistiu das acusações contra ele, por considerar que Nafissatou, natural da Guiné-Conacri, tinha entrado em contradição e não era credível nas suas acusações. Mesmo assim, ela apresentou queixa no civil, da qual DSK já recorreu. Aguarda-se a decisão final do tribunal do Bronx, que está a tratar do caso nos EUA.

fonte: DN

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Os Marretas. A Hollywood comunista tem uma nova arma para lavar cérebros infantis




















Canal Fox dedica episódio do programa de debate “Follow the Money” à agenda ultraliberal secreta dos comunistas em Hollywood

Alerta à navegação: nem o sapo Cocas mudou de verde para vermelho nem Os Marretas aparecem de foice na mão na nova produção da Disney que chega a Portugal em 2012 e que já está a agitar as águas conservadoras dos EUA. A história que faz renascer as personagens do surrealista Jim Henson no cinema e que estreou esta semana do outro lado do Atlântico é linear: o gangue de fantoches mais famoso de sempre tem de se reunir para, com a ajuda de três fãs, salvar o seu antigo teatro de um magnata do petróleo ganancioso. Sinopse suficiente para fazer tremer a conservadora Fox News, que dedicou a última rubrica de debates “Follow the Money” ao assunto.

“A Hollywood liberal a retratar um empresário de sucesso como mau, isto não é novidade”– foi esta a frase escolhida por Eric Bolling, apresentador, para inaugurar o episódio inteiramente dedicado a explorar a agenda secreta dos liberais comunistas para lavar o cérebro dos pequenos norte-americanos.

“É impressionante o quão longe a extrema-esquerda vai para manipular as crianças, para convencê-las, para lhes passar mensagens antimultinacionais”, disse Dan Gainor, membro do conservador Media Research Center e convidado do programa. “Há décadas que o fazem. Hollywood, a esquerda, os media, todos odeiam a indústria petrolífera. Eles odeiam a América empresarial. Então vemos estes filmes todos a atacá-la. Seja o “Cars2”, outro filme para crianças, seja o “Syriana” do George Clooney ou o “There Will Be Blood”, todos estes filmes atacam a indústria petrolífera, nenhum deles lembrando às pessoas o que o petróleo significa: combustível para iluminar um hospital, aquecer a sua casa, para a ambulância que os leva para o hospital se for preciso. E eles não querem contar essa história.”

O oráculo do programa acompanhou o devaneio: “Estarão os liberais a tentar lavar o cérebro dos seus filhos contra o capitalismo?” O nome do barão mauzão, Tex Richman, foi a cereja no topo da conspiração (Tex, palavra homófona de “tax”, imposto; Richman fala por si). Teoria para pôr muitas outras a um canto (quem matou John F. Kennedy?).

A discussão aqueceu ainda mais quando Gainor, embalado por Bolling, entrou pelo Occupy Wall Street adentro (não literalmente). “Isto é o que eles estão a ensinar aos nossos filhos! Perguntam-se porque é que temos um bando de pessoas do Occupy Wall Street a passear pelo país? Eles foram literalmente doutrinados durante anos por este tipo de coisas – que as grandes empresas são más, a indústria petrolífera é má e, em última instância, o que estão a dizer aos miúdos é o que nos disseram no The Matrix: que a humanidade é um vírus nesta pobre e velha mãe Terra.”

Pobre e velha mãe Terra conspirativa. O “Huffington Post” tentou falar com os Teletubbies (os Marretas deviam estar incontactáveis) sem sucesso. Estariam provavelmente a planear o próximo ataque às multinacionais.

fonte: Jornal i


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Projecto de videovigilância é inconstitucional


























A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) considera inconstitucional a proposta do Governo sobre a instalação de câmaras de videovigilância e que não garante os direitos fundamentais dos cidadãos quanto ao tratamento de dados pessoais.

«As alterações preconizadas no projecto traduzem-se numa diminuição inaceitável das garantias que o legislador constitucional pretendeu imprimir à tutela do direito fundamental da privacidade dos cidadãos face ao tratamento dos seus dados pessoais, padecendo o projecto em análise do vício de inconstitucionalidade material», refere a CNPD num parecer hoje aprovado.

A CNPD elaborou um parecer sobre a proposta de lei do Governo relativa à videovigilância em espaços públicos a pedido do ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.

A proposta do Governo, aprovada em Conselho de Ministro e enviada para Assembleia da República, sobre a utilização da videovigilância pelas forças de segurança, atribui ao ministro da Administração Interna o poder absoluto de decidir sobre a instalação e adequação destes sistemas em espaços públicos na prevenção da criminalidade.

fonte: Sol

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