"O sistema de justiça português é constituído por lojas maçónicas e controlado pela maçonaria. Além de controlar as decisões dos processos - incluindo os casos da Universidade Moderna, Portucale, Casa Pia, Apito Dourado e Isaltino Morais -, controla igualmente a carreira dos juízes e dos magistrados do Ministério Público e dos altos funcionários do Estado", diz José da Costa Pimenta, em carta para a actual ministra e os principais protagonistas do sector.
As acusações vão surgir em livro. Eis os vários processos:
CTT: (Citações do Ministério Público) Em escutas telefónicas, um indivíduo faz alusões à sua condição de maçom para obter informações do caso da venda de prédios
Moderna: (Citações do Ministério Público) Uma conspiração maçónica, com a Moderna como ponto de reunião, para tomar conta das estruturas do poder em Portugal, é revelada num documento de Nandim de Carvalho.
Portucale: (Citações de Abel Pinheiro) Nos governos de Guterres, o GOL era conhecido por o "gabinete", dado o número de socialistas por metro quadrado. (...) É uma rede de relações humanas única.
Miguel Relvas, um dos ministros mais influentes, Carlos Zorrinho, líder da bancada do PS, autarcas como Moita Flores ou Isaltino Morais, ex-ministros como Rui Pereira, ex-presidentes da AR como Almeida Santos, empresários como Jorge Coelho, deputados e muitas personalidades da sociedade fazem parte desta organização semi-secreta. As figuras, a história, os valores, as cerimónias e as polémicas.
A partir de hoje e até segunda-feira, o DN publica um trabalho que desvenda o lado oculto da maçonaria.
Descubra quem são os maçons, o que fazem e como se relacionam. Como os próprios 'irmãos' assumem, uma coisa é certa: "Há maçons em todo o lado".
Um grande debate na tarde de segunda-feira, no Auditório do DN, fecha esta Grande Investigação sobre a maçonaria. O painel de oradores desta conferência-debate inclui figuras da maçonaria portuguesa. Realiza-se entre as 17.00 e as 19.00 e será transmitido em directo no site www.dn.pt.
O livro "O Estado da Saúde" - que resulta de uma investigação publicada no DN entre 1 e 4 de Julho - será lançado a 29 de Novembro. É já o terceiro livro da equipa de investigação do DN, depois de "O Estado a Que o Estado Chegou" e "O Estado do Parlamento".
Níveis reduzidos de radiação foram esta sexta-feira detectados na República Checa. A Agência Internacional para a Energia Nuclear (IAEA) já colocou de parte a hipótese da radiação provir do Japão, e os especialistas checos dizem estar «100 por cento seguros» de que a radiação não teve origem no país.
A Alemanha também já revelou que foram detectados indícios de radiação no norte do país.
A IAEA avançou que os níveis de iodo-131 detectados na atmosfera checa são «muito reduzidos» e vão-se dissipar ao fim de aproximadamente oito dias. «A IAEA acredita que a radiação detectada não representa qualquer perigo para a saúde pública e que esta não foi causada pelo acidente na central nuclear de Fukushima», lê-se no comunicado divulgado pela agência.
Mas a detecção dos níveis de radioactividade na atmosfera da República Checa está a inquietar tanto os especialistas checos.
A BBC citou uma responsável do gabinete checo para a Segurança Nuclear, Dana Drabova, que disse ter «100 por cento de certezas» que a radiação não tem origem em nenhuma das centrais nucleares do país. A responsável sugeriu que o iodo detectado pode ter sido originado por uma fuga na produção de radiofármacos.
A mesma postura foi reiterada pelo ministro do Ambiente do país, ao vincar também que a radiação não foi originada por nenhuma das centrais nucleares da República Checa.
Afinal, o Big Brother existe mesmo. Pertence aos serviços secretos norte-amercianos, CIA, que controlam diariamente milhões de mensagens partilhadas através de redes sociais como o Twitter e o Facebook.
Os serviços secretos norte-americanos controlam diariamente cinco milhões de mensagens enviadas através do serviço de microbloging Twitter. Mas há mais. A rede social Facebook, sites noticiosos e de canais de televisão, estações de rádio e salas de conversação em tempo real (chat rooms) também estão na mira da CIA.
A notícia foi hoje avançada pela agência de notícias norte-americana Associated Press, que, pela primeira vez, visitou as instalações fabris na Virgínia, EUA, que servem de quartel-general aos ciberespiões da CIA.
A informação que recolhem online é posteriormente cruzada com outros dados obtidos, por exemplo, através de escutas telefónicas, com o objetivo de caracterizar o ambiente em determinadas regiões. Foi o que aconteceu nos dias que se seguiram à morte de Osama Bin Laden, abatido numa operação dos SEAL.
Bibliotecários poliglotas
As recentes revoluções no mundo árabe também foram acompanhadas a par e passo peloOpen Source Centre , assim se chama o big brother da CIA, e os responsáveis por esta estrutura até garantiram à AP que conseguiram prever a revolução egípcia.
Criada na sequência dos ataques do 11 de setembro, o Open Source Centre tem como principal missão o contraterrorismo, mas as centenas de analistas de informação que aqui trabalham (o número exato é confidencial) também monitorizam, por exemplo, os internautas chineses.
Os mestres em Ciências da Documentação e Informação que falem diversas línguas estrangeiras têm mais hipóteses de se tornarem ciberespiões, explicou à AP o diretor do Open Source Centre, Doug Naquin.
5 de novembro foi a data marcada por alguns membros do grupo Anonymous para atacar e destruir o Facebook. No entanto, a operação não conta com apoio unânime dentro da organização.
A máscara de Guy Fawkes tornou-se um dois mais emblemáticos símbolos da Anonymous
Na altura, membros do grupo afirmaram a intenção de destruir o Facebook para criarem espaço para a sua própria rede social, a AnonPlus, criada após a organização ter sido expulsa do Google+ (que apenas aceita utilizadores individuais que utilizem o seu nome real).
Segundo os “anons” responsáveis pela operação Facebook, a AnonPlus seria uma rede “onde não existe medo” de remoção de conteúdos ou censura. Mas já na altura a principal conta de Twitter da Anonymous afirmou que a operação não era apoiada por todos os elementos da organização e apenas alguns “anons” estariam a participar.
Resta agora saber se a ameaça ao Facebook é credível e se, de facto, a rede de Mark Zuckerberg vai ser alvo, este sábado, de um ataque. Se assim for, é improvável que o ataque seja bem-sucedido devido à falta do elemento surpresa.
Por outro lado, é de notar que a organização não tem uma liderança central ou estrutura de organização ortodoxa, o que torna mais difícil ataques de larga escala sem que estejam envolvidos a maioria dos membros, ou pelo menos uma porção significativa.
Será também relevante notar que a organização está de momento dividida em inúmeras frentes de batalha, desde a já antiga escaramuça com a Igreja da Cientologia aos ataques que tem recentemente desencadeado contra redes de pornografia infantil na Internet.
A chegada do movimento Occupy Wall Street também pode ter alterado a agenda da organização, que cedo se envolveu nos protestos e chegou a revelar o nome e dados de agentes policiais que haviam usado de força excessiva contra protestantes pacíficos.
Recentemente, a Anonymous declarou ainda guerra ao cartel de droga mexicano Las Zetas, depois deste ter raptado um dos seus “anons”. O grupo exigiu, num dos muitos (alegados) canais que deterá no YouTube, que caso o cartel não soltasse o membro sequestrado até ao dia 5 de novembro, a Anonymous revelaria as identidades de jornalistas, polícias, políticos e outros colaboradores da organização no México.