RELÓGIO DO APOCALIPSE

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Obama encontra-se com Sarkozy e Merkel antes do G20


O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai encontrar-se com a chanceler alemã Angela Merkel e com o presidente francês Nicolas Sarkozy, em reuniões bilaterais antes da próxima cimeira do G20, anunciou hoje a Casa Branca.

"Estas são, obviamente, as duas maiores economias da zona euro e dois líderes com quem o Presidente tem estado em contacto muito próximo nas últimas semanas e meses", disse Ben Rhodes, conselheiro adjunto dos Estados Unidos para a Segurança Nacional. A cimeira do G20 - o grupo das principais economias mundiais -, que decorre sob presidência francesa, deverá ter como principal assunto os esforços europeus para combater a crise da dívida e evitar que se espalhe ao resto do mundo.

"Serão encontros muito importantes, para Obama trocar ideias com estes líderes, antes do início do G20", acrescentou Ben Rhodes. Washington já admitiu que o principal objectivo da participação dos Estados Unidos na cimeira do G20, em Cannes, na quinta e na sexta-feira, é insistir com os países europeus para que adoptem medidas concertadas que permitam evitar o contágio da crise europeia de dívida soberana para as economias globais.

Obama deverá deixar Washington, na quarta-feira, para chegar a França na quinta-feira, quando arranca a cimeira. Na sexta-feira, depois do final da cimeira, o presidente dos Estados Unidos agendou já um encontro bilateral com Cristina Kirchner, a presidente da Argentina, país que é também membro do grupo das 20 maiores economias mundiais.

fonte: DN

Algumas coisas acerca de Kadafi









segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Morte de Kadhafi usada para espalhar vírus


A morte de Muammar Kadhafi está a ser utilizada como isco para espalhar vírus na Internet, nomeadamente através de hiperligações colocadas em redes sociais, alertou hoje a empresa BitDefender.

«A maior parte destas fraudes está a ser distribuída através das redes sociais como o Twitter, onde os ciberdelinquentes criaram falsos perfis para enviar mensagens que contêm links maliciosos», refere a empresa de software de segurança na Internet.

De acordo com a BitDefender, «as mensagens anunciam a morte de Kadhafi e incluem um link que, em teoria, daria acesso ao vídeo onde se mostra como morreu Kadhafi. Na realidade, contudo, esses links conduzem ao download de diferentes exemplares de malware».

«O uso de notícias sobre a morte - real ou não - de personalidades famosas é uma das tendências mais claras no mundo dos ciberdelinquentes nos últimos meses. Assim, os criadores de ‘malware’ aproveitaram a morte de Amy Winehouse, Steve Jobs ou uma falsa notícia sobre o falecimento de Lady Gaga para infetar os computadores dos utilizadores», salienta a empresa.

A BitDefender aconselha os utilizadores a, perante notícias sensacionalistas, aumentarem as precauções, analisando o endereço do link antes de fazer clique.

Caso cheguem a uma página em que é pedido para descarregar algum complemento para visualizar um vídeo, a empresa recomenda que os utilizadores «a abandonem de imediato, já que, provavelmente, se trata de uma página maliciosa».

fonte: Sol

Grupo Anonymous ataca site de pedofilia e divulga lista de utilizadores


O grupo de ciber-activistas Anonymous lançou um ataque contra um site com conteúdos de pedofilia e divulgou uma lista com dados de quase 1600 utilizadores

O site Lolita City tornou-se o último alvo das actividades do colectivo Anonymous, que conseguiu desactivar a página ilegal, onde eram partilhados conteúdos de pornografia infantil, e aceder a uma lista com os dados de 1589 utilizadores.

Tal como já aconteceu no passado esta lista acabou por ser publicada na Internet, numa iniciativa baptizada pelos activistas como Operação Darknet, algo como rede escura em tradução literal.

Em comunicado o grupo Anonymous revela ainda que o objectivo desta acção foi lutar contra a partilha deste tipo de conteúdos na Internet, através de uma rede denominada Tor, desactivando um site onde estavam alojados mais de 100 GB de ficheiros de pedofilia.

Esta rede Tor é uma rede privada utilizada não só por cibernautas e activistas que pretendam escapar a mecanismos de censura governamentais, como é o caso da Grande Firewall da China, mas também por pedófilos para partilharem conteúdos ilegais, pois garante o anonimato dos utilizadores.

Antes de terem desactivado e roubado a base de dados dos utilizadores do site, os ciber-activistas afirmam que lançaram ultimatos aos administradores da página para cessarem actividade, mas como estas mensagens foram ignoradas, decidiram atacar o site.

Um dos principais defensores da rede Tor, o activista Jacob Applebaum, foi um dos primeiros a congratular a iniciativa dos membros do Anonymous, através da sua conta pessoal no Twitter.

Mesmo assim há quem defenda que este tipo de acções deve ser feita com cautela, como é o caso de um investigador da empresa de segurança informática Sophos, que argumenta que apesar «das intenções deles [o grupo Anonymous] poderem ser boas, desactivar sites ilegais ou redes de partilha deve ser feito pelas autoridades, e não por vigilantes».

Citado pelo portal The Register Graham Cluley acrescenta que «quando 'amadores' atacam há sempre o risco de estarem a comprometer uma investigação em curso, evitando que a polícia consiga reunir provas necessárias para avançar com uma queixa com sucesso ou dificultar a argumentação de que as provas não foram corrompidas por hackers».

fonte: Sol

Wikileaks deixa de publicar novos documentos


O site Wikileaks anunciou que vai deixar de publicar novos documentos por falta de financiamento

O anúncio foi feito hoje pela organização liderada por Julian Assange, que revela que pretende reunir fundos para garantir que o site continue acessível no futuro.

Com esta decisão o site resolveu suspender a publicação de novos documentos, tal como tinha vindo a fazer nos últimos meses.

Citado pela BBC Julian Assange afirma que desde o final do ano passado que o site estava a ser alvo de um «bloqueio financeiro arbitrário e ilegal» por parte de várias empresas norte-americanas, entre as quais refere Bank of America, Visa, MasterCard, PayPal e a Western Union.

O líder do Wikileaks sublinha que este «ataque destruiu 95 por cento das nossas receitas», resultante do impedimento de receber «dezenas de milhões de dólares em doações».

Para Julian Assange «um punhado de empresas financeiras dos EUA não pode ser autorizada a decidir a forma como o resto do mundo vota com o seu bolso».

A suspensão da publicação de novos documentos surge poucos meses depois de o site ter começado a divulgar um conjunto de telegramas diplomáticos norte-americanos, que revelavam alguns segredos de bastidores da diplomacia dos EUA.

Em resposta a este bloqueio o responsável máximo pelo site já revelou que pediu uma investigação à Comissão Europeia, assim como em vários países.

Agora, Assange defende que o Wikileaks tem de «se financiar agressivamente para poder responder a este bloqueio e aos seus defensores».

fonte: Sol

domingo, 23 de outubro de 2011

Reactor nuclear próximo de Portugal pára por razões de segurança


A central nuclear de Almaraz II, que fica a 100 quilómetros de Portugal, em Cáceres, comunicou ao conselho de segurança nuclear espanhol que parou a produção de um reactor devido à presença de "altas temperaturas" numa das bombas de refrigeração.

Segundo a agência espanhola EFE, esta decisão surge como medida preventiva, "e antes que se alcance um valor que pare automaticamente o reactor", os responsáveis da central decidiram parar programadamente a produção de electricidade.

Segundo um comunicado da central nuclear de Almaraz, "os sistemas de segurança actuaram correctamente e a central encontra-se parada".

Esta paragem, informou a central, "não coloca em risco nem as pessoas nem o meio ambiente" e classifica-se, "de forma preliminar", como nível 0 na escala internacional de sucedidos nucleares.

Já na Suécia, outro reactor nuclear foi fechado após um incêndio. O porta-voz da central OKG, Anders Ostberg, afirmou que o incêndio "começou numa turbina do reactor 2 por volta da meia-noite de sábado, mas foi rapidamente extinto pelas equipas no local".

Anders Ostberg disse hoje que o incêndio "parece ter sido causado pelo óleo que vazou para uma superfície quente", no entanto, acrescentou que são necessárias mais investigações para "determinar o que causou a fuga de óleo".

A OKG opera três reactores nucleares na cidade de Oskarshamn, a Sul da Suécia.

O país nórdico obtém quase a metade da sua electricidade a partir de dez reactores nucleares e, recentemente, abandonou os planos de desmantelá-los após grande polémica no país por causa dos acontecimentos no Japão, na central de Fukushima.

fonte: Sol

Novo vídeo de Kadhafi mostra agressões antes da morte


Quatro dias depois da sua morte, a agência de notícias líbia Freedom Group divulgou neste domingo uma nova filmagem de Muammar Kadhafi, instantes antes de ser morto. As imagens, mais nítidas que os anteriores vídeos, mostram que o ex-líder do país foi agredido com violência antes de morrer.

Neste domingo, soube-se que as novas autoridades líbias vão devolver o corpo de Kadhafi aos seus familiares, depois de este ter sido autopsiado este domingo de manhã.

Ao contrário do que tinha sido anunciado, Kadhafi foi autopsiado e o chefe da patologia forense líbia, Othman al-Zintani confirmou que o ex-dirigente líbio morreu com um tiro na cabeça.


The American Dream - O Sonho Americano

O HOMEM QUE DISSE TODA A VERDADE NA TELEVISÃO

Descoberto vírus informático semelhante ao que afectou centrais nucleares iranianas


O Stuxnet foi descoberto em centrais nucleares iranianas

Foram descobertos em computadores na Europa ficheiros informáticos de software malicioso com código semelhante ao do Stuxnet, o vírus que no ano passado tinha infectado centrais nucleares iranianas.

O caso foi divulgado pela multinacional de segurança Symantec, à qual os ficheiros foram entregues por um laboratório de investigação internacional que não foi identificado.

O novo software malicioso, que foi chamado Duqu (por criar ficheiros com o prefixo DQ), tem “partes idênticas ao Stuxnet”, mas, de acordo com a Symantec, foi concebido “com um propósito completamente diferente”.

O Stuxnet, encontrado em infra-estruturas informáticas iranianas, incluindo em centrais nucleares, tinha sido criado para efeitos de sabotagem. Os autores não são conhecidos, embora vários especialistas tenham apontado Israel e os EUA como a origem do vírus. Segundo a Symantec, o Duqu não foi programado para levar a cabo um ataque, mas antes para recolher informação útil para preparar uma potencial ofensiva.

“O Duqu é essencialmente o precursor de um ataque do estilo Stuxnet”, explicou a empresa. “A ameaça [informática] parece ter sido escrita pelos mesmos autores (ou por quem tenha tido acesso ao código-fonte do Stuxnet). Os atacantes estão a procurar informação (...) que possa ajudá-los a preparar um futuro ataque a uma estrutura industrial”.

No entanto, contrariamente ao que acontecia com o Stuxnet, o Duqu não inclui qualquer código destinado a controlar sistemas industriais e não se auto-replica.

O Duqu foi encontrado "num número limitado de organizações, incluindo algumas envolvidas na produção de sistemas de controlo industrial".

fonte: Público

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