RELÓGIO DO APOCALIPSE

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Grupo Anonymous ataca site de pedofilia e divulga lista de utilizadores


O grupo de ciber-activistas Anonymous lançou um ataque contra um site com conteúdos de pedofilia e divulgou uma lista com dados de quase 1600 utilizadores

O site Lolita City tornou-se o último alvo das actividades do colectivo Anonymous, que conseguiu desactivar a página ilegal, onde eram partilhados conteúdos de pornografia infantil, e aceder a uma lista com os dados de 1589 utilizadores.

Tal como já aconteceu no passado esta lista acabou por ser publicada na Internet, numa iniciativa baptizada pelos activistas como Operação Darknet, algo como rede escura em tradução literal.

Em comunicado o grupo Anonymous revela ainda que o objectivo desta acção foi lutar contra a partilha deste tipo de conteúdos na Internet, através de uma rede denominada Tor, desactivando um site onde estavam alojados mais de 100 GB de ficheiros de pedofilia.

Esta rede Tor é uma rede privada utilizada não só por cibernautas e activistas que pretendam escapar a mecanismos de censura governamentais, como é o caso da Grande Firewall da China, mas também por pedófilos para partilharem conteúdos ilegais, pois garante o anonimato dos utilizadores.

Antes de terem desactivado e roubado a base de dados dos utilizadores do site, os ciber-activistas afirmam que lançaram ultimatos aos administradores da página para cessarem actividade, mas como estas mensagens foram ignoradas, decidiram atacar o site.

Um dos principais defensores da rede Tor, o activista Jacob Applebaum, foi um dos primeiros a congratular a iniciativa dos membros do Anonymous, através da sua conta pessoal no Twitter.

Mesmo assim há quem defenda que este tipo de acções deve ser feita com cautela, como é o caso de um investigador da empresa de segurança informática Sophos, que argumenta que apesar «das intenções deles [o grupo Anonymous] poderem ser boas, desactivar sites ilegais ou redes de partilha deve ser feito pelas autoridades, e não por vigilantes».

Citado pelo portal The Register Graham Cluley acrescenta que «quando 'amadores' atacam há sempre o risco de estarem a comprometer uma investigação em curso, evitando que a polícia consiga reunir provas necessárias para avançar com uma queixa com sucesso ou dificultar a argumentação de que as provas não foram corrompidas por hackers».

fonte: Sol

Wikileaks deixa de publicar novos documentos


O site Wikileaks anunciou que vai deixar de publicar novos documentos por falta de financiamento

O anúncio foi feito hoje pela organização liderada por Julian Assange, que revela que pretende reunir fundos para garantir que o site continue acessível no futuro.

Com esta decisão o site resolveu suspender a publicação de novos documentos, tal como tinha vindo a fazer nos últimos meses.

Citado pela BBC Julian Assange afirma que desde o final do ano passado que o site estava a ser alvo de um «bloqueio financeiro arbitrário e ilegal» por parte de várias empresas norte-americanas, entre as quais refere Bank of America, Visa, MasterCard, PayPal e a Western Union.

O líder do Wikileaks sublinha que este «ataque destruiu 95 por cento das nossas receitas», resultante do impedimento de receber «dezenas de milhões de dólares em doações».

Para Julian Assange «um punhado de empresas financeiras dos EUA não pode ser autorizada a decidir a forma como o resto do mundo vota com o seu bolso».

A suspensão da publicação de novos documentos surge poucos meses depois de o site ter começado a divulgar um conjunto de telegramas diplomáticos norte-americanos, que revelavam alguns segredos de bastidores da diplomacia dos EUA.

Em resposta a este bloqueio o responsável máximo pelo site já revelou que pediu uma investigação à Comissão Europeia, assim como em vários países.

Agora, Assange defende que o Wikileaks tem de «se financiar agressivamente para poder responder a este bloqueio e aos seus defensores».

fonte: Sol

domingo, 23 de outubro de 2011

Reactor nuclear próximo de Portugal pára por razões de segurança


A central nuclear de Almaraz II, que fica a 100 quilómetros de Portugal, em Cáceres, comunicou ao conselho de segurança nuclear espanhol que parou a produção de um reactor devido à presença de "altas temperaturas" numa das bombas de refrigeração.

Segundo a agência espanhola EFE, esta decisão surge como medida preventiva, "e antes que se alcance um valor que pare automaticamente o reactor", os responsáveis da central decidiram parar programadamente a produção de electricidade.

Segundo um comunicado da central nuclear de Almaraz, "os sistemas de segurança actuaram correctamente e a central encontra-se parada".

Esta paragem, informou a central, "não coloca em risco nem as pessoas nem o meio ambiente" e classifica-se, "de forma preliminar", como nível 0 na escala internacional de sucedidos nucleares.

Já na Suécia, outro reactor nuclear foi fechado após um incêndio. O porta-voz da central OKG, Anders Ostberg, afirmou que o incêndio "começou numa turbina do reactor 2 por volta da meia-noite de sábado, mas foi rapidamente extinto pelas equipas no local".

Anders Ostberg disse hoje que o incêndio "parece ter sido causado pelo óleo que vazou para uma superfície quente", no entanto, acrescentou que são necessárias mais investigações para "determinar o que causou a fuga de óleo".

A OKG opera três reactores nucleares na cidade de Oskarshamn, a Sul da Suécia.

O país nórdico obtém quase a metade da sua electricidade a partir de dez reactores nucleares e, recentemente, abandonou os planos de desmantelá-los após grande polémica no país por causa dos acontecimentos no Japão, na central de Fukushima.

fonte: Sol

Novo vídeo de Kadhafi mostra agressões antes da morte


Quatro dias depois da sua morte, a agência de notícias líbia Freedom Group divulgou neste domingo uma nova filmagem de Muammar Kadhafi, instantes antes de ser morto. As imagens, mais nítidas que os anteriores vídeos, mostram que o ex-líder do país foi agredido com violência antes de morrer.

Neste domingo, soube-se que as novas autoridades líbias vão devolver o corpo de Kadhafi aos seus familiares, depois de este ter sido autopsiado este domingo de manhã.

Ao contrário do que tinha sido anunciado, Kadhafi foi autopsiado e o chefe da patologia forense líbia, Othman al-Zintani confirmou que o ex-dirigente líbio morreu com um tiro na cabeça.


The American Dream - O Sonho Americano

O HOMEM QUE DISSE TODA A VERDADE NA TELEVISÃO

Descoberto vírus informático semelhante ao que afectou centrais nucleares iranianas


O Stuxnet foi descoberto em centrais nucleares iranianas

Foram descobertos em computadores na Europa ficheiros informáticos de software malicioso com código semelhante ao do Stuxnet, o vírus que no ano passado tinha infectado centrais nucleares iranianas.

O caso foi divulgado pela multinacional de segurança Symantec, à qual os ficheiros foram entregues por um laboratório de investigação internacional que não foi identificado.

O novo software malicioso, que foi chamado Duqu (por criar ficheiros com o prefixo DQ), tem “partes idênticas ao Stuxnet”, mas, de acordo com a Symantec, foi concebido “com um propósito completamente diferente”.

O Stuxnet, encontrado em infra-estruturas informáticas iranianas, incluindo em centrais nucleares, tinha sido criado para efeitos de sabotagem. Os autores não são conhecidos, embora vários especialistas tenham apontado Israel e os EUA como a origem do vírus. Segundo a Symantec, o Duqu não foi programado para levar a cabo um ataque, mas antes para recolher informação útil para preparar uma potencial ofensiva.

“O Duqu é essencialmente o precursor de um ataque do estilo Stuxnet”, explicou a empresa. “A ameaça [informática] parece ter sido escrita pelos mesmos autores (ou por quem tenha tido acesso ao código-fonte do Stuxnet). Os atacantes estão a procurar informação (...) que possa ajudá-los a preparar um futuro ataque a uma estrutura industrial”.

No entanto, contrariamente ao que acontecia com o Stuxnet, o Duqu não inclui qualquer código destinado a controlar sistemas industriais e não se auto-replica.

O Duqu foi encontrado "num número limitado de organizações, incluindo algumas envolvidas na produção de sistemas de controlo industrial".

fonte: Público

sábado, 15 de outubro de 2011

Dia dos indignados minuto a minuto: manifestação em Lisboa começa a ganhar peso





Lisboa: "A nossa luta é internacional" é o primeiro slogan, agora que a manifestação arrancou do Marquês de Pombal. Nos cartazes lê-se: "Somos 99 por cento", oslogan de Wall Street, "Troika fora de Portugal" e "Propinem o Crato". (Miguel Gaspar)

16h22 Roma: Continuam os confrontos entre a polícia e os manifestantes. Polícia usa gás lacrimogénio e canhões de água.

16h13 Lisboa: a manifestação demorou 26 minutos a passar no cruzamento da Rua Castilho e da Rua Brancaamp. Aceitam-se palpites quanto ao número de participantes.

16h12 Coimbra: António Marinho Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados: "Estão aqui poucas centenas. As pessoas abdicaram do direito ao protesto. Estou indignado. Quem se apropria de um bem é obrigado a devolvê-lo em tribunal; as elites políticas deste país apropriaram-se de milhares e milhares de milhões. Deveriam ser responsabilizados e não são." (Graça Barbosa Ribeiro)

16h11 Lisboa: "A nossa luta é internacional" é o primeiro slogan, agora que a manifestação arrancou do Marquês de Pombal. Nos cartazes lê-se: "Somos 99 por cento", o slogan de Wall Street, "Troika fora de Portugal" e "Propinem o Crato". (Miguel Gaspar)

16h11 Porto: concentração na Batalha junta menos gente do que na manifestação do 12 de Março, segundo a polícia (Alexandra Campos)

16h10 Nova Iorque: manifestantes começam a marchar a direcção ao banco Chase. (Maria João Guiamrães)

16h05 Lisboa: ambiente festivo, com manifestantes a dançar e a tocar tambor. O clima é completamente pacífico. Ouve-se: "Back to 74" e "O Povo Unido Jamais Será Vencido" (Miguel Gaspar)

16h01 Coimbra: Elísio Estanque, sociólogo, na qualidade de indignado e de estudioso dos fenómenos sociais: "As pessoas ainda estão paralisadas pelo dramatismo das medidas anunciadas". (Graça Barbosa Ribeiro)

15h55 Braga: cerca de 150 manifestantes iniciam neste momento um desfile pelas principais artérias da cidade. (Samuel Silva)

15h35 Lisboa: cabeça da manifestação está no cruzamento da Rua Brancaamp e da Rua Castilho - "A rua é nossa" é outro slogan (Miguel Gaspar)

15h28 Lisboa: manifestação está a postos para subir a Rua Brancaamp. As pessoas continuam a chegar. (Miguel Gaspar)

15h25 Coimbra: começa a juntar-se mais gente. Talvez uma centena. Há pessoas de todas as idades. Um grupo de jovens traz cartazes do Bloco de Esquerda, sem o logótipo, pelo facto de o protesto ser apartidário. (Graça Barbosa Ribeiro)

15h20 Madrid: ao princípio desta tarde, duas colunas de indignados iniciaram a sua marcha até à Praça de Cibeles onde, às 18h, começa a manifestação rumo à Porta do Sol da capital espanhola. A primeira coluna a iniciar o seu movimento foi a sul, que partiu do município de Leganês, seguida de imediato pela que teve início no bairro popular de Vallecas. (Nuno Ribeiro)

15h19 Barcelona: na noite de sexta-feira, dezenas de indignados ocuparam a Faculdade de Geografia e História e os átrios dos principais hospitais da capital da Catalunha, Dos de Maig, San Pau e Bellvitge. As ocupações, que não provocaram incidentes, foram levadas a cabo como protesto pelos cortes em Educação e Saúde decididos pela Generalitat, o Governo Autónomo da Catalunha. (Nuno Ribeiro)

15h14 Braga: cerca de dez pessoas empunham cartazes. Mais umas 50 pessoas juntaram-se, curiosas, para ver o que se está a passar na Avenida Central. (Samuel Silva)

15h10 Coimbra: há quase tantos polícias nas imediações como polícias na praça. (Graça Barbosa Ribeiro)

15h08 Washington: num dos lados da Freedom Plaza há um comício com palco e tudo, com umas 300 pessoas, mas o pretexto é defender a elevação de DC a estado. Na ponta oposta um grupo de raparigas afro-americanas em tutus está a ensaiar a coreografia para uma marcha de tributo a Martin Luther King. As tendas dos contestatários estão no meio, mas não se vê quase ninguém. (Kathlenn Gomes)

15h05 Washington: há de facto gente e até um comício político no local dos protestos, mas nada comparável com o 15 de Outubro. (Kathleen Gomes)15h02 Lisboa: há pessoas concentradas no lado poente do Marquês de Pombal nas faixas laterais e no parque, mas o trânsito está a fluir sem obstáculos. (Miguel Gaspar)

14h58 Braga: quase sem sinais de manifestação, com apenas cinco pessoas na Avenida Central. (Samuel Silva)

14h56 Coimbra: neste momento estão menos de 20 pessoas no centro da Praça da República, que é o ponto de encontro. (Graça Barbosa Ribeiro)

14h55 Roma: dezenas de milhares de manifestantes, inspirados nos movimentos dos indignados em Wall Street e Espanha, começaram a desfilar em Roma, cujo centro foi bloqueado pela polícia. A manifestação acabou por sair mais cedo do que o previsto (15h em Portugal) devido ao número de manifestantes.

14h26 Lisboa: pouca gente no Marquês de Pombal, a meia hora do início da manifestação. (Miguel Gaspar)

fonte: Público

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Homenagens a Steve Jobs causam polémica na China























Pequim foi mais uma das cidades do mundo por onde passou a onda de comoção que atravessou o mundo
Nacionalistas chineses condenaram a invulgar onda de emoção causada na China pela morte de Steve Jobs, afirmando que o fundador da Apple "é americano e não merece tanto respeito".

"Será necessário tanto luto? Lembrem-se que ele é americano e não merece tanto respeito por parte dos chineses. Amem o vosso país", escreveu um internauta no Weibo, o Twitter chinês, citado hoje pelo jornal Global Times.

A morte de Steve Jobs foi o tema mais popular da rede Weibo, tendo gerado mais de 65 milhões de 'posts' até quinta-feira à noite, indicou a agência noticiosa oficial chinesa.

"Os pretensiosos fãs da Apple tornaram irritante um acontecimento solene", disse um grupo denominado Sociedade Progressiva num comunicado difundido também através do Weibo.

"Steve Jobs é o líder espiritual do nosso tempo", escreveu um bloguer chinês.

Os produtos criados por Steve Jobs "mudaram o mundo" e as suas ideias "influenciaram uma geração", disse Li Kaifu, antigo presidente do Google China.

Admiradores de Steve Jobs acorreram às lojas da Apple em Pequim e Xangai, onde deixaram ramos de flores, fotografias ou maças, acompanhadas, muitas vezes, por uma única palavra, em chinês ou inglês - "obrigado".

"A enorme vaga de luto que a morte de Steve Jobs suscitou entre o público chinês foi além dos produtos da Apple e, num certo sentido, reflecte a insatisfação de muitas pessoas acerca da própria realidade da China", diz o Global Times num editorial intitulado "A morte de Jobs evidencia a luta criativa da China".

"Jobs possuía muitas características que os chineses também advogam mas acham difícil aprender, como a rebeldia, a originalidade e a teimosia. Para uma potência industrial como a China, a falta de inovação pode ser fatal para o seu futuro", afirma o editorial.

O número de chineses que usam a internet já ultrapassou os 500 milhões e este ano, pela primeira vez, a China tornou-se o maior mercado mundial de computadores, ultrapassando os Estados Unidos.

Steve Jobs morreu na quarta-feira nos Estados Unidos vitimado por um cancro no pâncreas. Tinha 56 anos.

fonte: JN

Japoneses na Coreia do Norte para examinar vítimas de bombas atómicas

Uma equipa de seis médicos japoneses está na Coreia do Norte para estudar os efeitos das bombas atómicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki pelos Estados Unidos em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial.

De acordo com a Associated Press, os clínicos deverão ficar no país até sábado.

Este é um pequeno passo nas relações entre os dois países, depois do embargo nipónico em resposta aos testes nucleares de Pyongyang em 2006 e 2009.

Tóquio exige também a libertação de cidadãos japoneses raptados no passado.

Há três anos, os norte-coreanos que sobreviveram às bombas de 1945 exigiram indemnizações da parte do Japão, que está relutante sobretudo por temer que as compensações às vítimas sejam desviadas pelo Governo norte-coreano.

fonte: Sol

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