RELÓGIO DO APOCALIPSE

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

11 Setembro: EUA vão assinalar décimo aniversário do dia que 'mudou tudo' para a América
















Os Estados Unidos assinalam no próximo mês o décimo aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, um dia que mudou o país, com a inauguração de um memorial, na 'zona zero' de Nova Iorque, às 2977 vítimas dos ataques.

A 11 de Setembro de 2001, dois aviões pilotados por membros da al-Qaida embateram nas 'torres gémeas' do World Trade Center em Nova Iorque, matando 2753 pessoas; um terceiro aparelho chocou com o Pentágono, em Washington, causando 184 mortes; e um quarto avião despenhou-se na Pensilvânia, matando mais 40 pessoas.

Em 2003, o então vice-Presidente Dick Cheney disse numa entrevista à televisão NBC que 'o 11 de Setembro mudou tudo'.

«Mudou a forma como pensamos nas ameaças aos Estados Unidos. Mudou a percepção das nossas vulnerabilidades. Mudou o tipo de estratégia de segurança nacional».

Num discurso perante o Congresso após os ataques, o então Presidente George W. Bush prometeu: os EUA «não vão desistir, não vão vacilar, não vão falhar» naquilo que designou como a «guerra contra o terrorismo».

Ainda em 2001, os Estados Unidos, com aliados da NATO, invadiram o Afeganistão para derrubar o regime talibã e destruir os campos da al-Qaida. Bush redefiniu as prioridades de política externa dos EUA, apontando um «eixo do mal» (Iraque, Irão e Coreia do Norte) de patrocinadores do terrorismo.

Em 2003, com o apoio de uma coligação menos ampla e perante grande contestação internacional, os EUA invadiram o Iraque e derrubaram Saddam Hussein.

Apesar da rapidez com que as forças norte-americanas derrotaram os seus adversários, tanto o Afeganistão como o Iraque continuam em estado de guerra civil e, em 2011, os EUA mantêm substanciais contingentes militares nos dois países.

A criação do campo de detenção de Guantanamo, à revelia da convenção de Genebra, as denúncias de tortura de suspeitos de terrorismo e os abusos de prisioneiros iraquianos na cadeia de Abu Ghraib lançaram nos EUA um debate sobre o ponto de equilíbrio entre a segurança e as liberdades individuais.

No plano interno, foram aprovadas leis reforçando o papel do Estado no combate ao terrorismo, particularmente os pacotes Patriot Act 1 e 2, e administração Bush instituiu o Departamento de Segurança Interna ('homeland security') - o primeiro novo ministério criado nos EUA desde 1989.

O aspecto mais visível e mais global das novas imposições de segurança terão sido as alterações no transporte aéreo. Os passageiros habituaram-se a tirar os sapatos antes de embarcar, a revistas frequentes e intrusivas e a listas de indivíduos impedidos de voar.

Essas medidas não impediram contudo novos atentados em grande escala – em Bali (2002, 202 mortos), em Madrid (2004, 191 mortos), em Londres (2005, 56 mortos), e uma grande quantidade de outras chacinas no Paquistão, no Afeganistão ou no Iraque.

No entanto, se o 11 de Setembro «mudou tudo», nem todas as mudanças globais no século XXI tiveram relação directa com os ataques.

A ascensão da China e de outras potências emergentes é um fenómeno anterior. O mesmo se passou com a crise financeira global ou as alterações climáticas.

Mesmo a 'primavera árabe' que abalou uma série de regimes autoritários este ano tem relações muito ténues com os acontecimentos de 2001.

A al-Qaida, de resto, não foi protagonista das revoluções no mundo árabe e o seu líder, em fuga durante quase uma década, foi morto em Maio no Paquistão por comandos norte-americanos.

A morte de Osama bin Laden pode parecer um capítulo final para o que começou em 2001. Mas o actual Presidente norte-americano não concorda. «Não há dúvida de que a al-Qaida vai continuar a tentar atacar-nos», disse Barack Obama.

fonte: Sol

domingo, 21 de agosto de 2011

Nave-mãe google Sky

Mais uma carta que se concretizou


Mais uma carta do «Illuminati new world Order the game», the Steve Jackson, que se tornou realidade…

















Qual será o próximo evento? Cometa ELENIN


























Frota de Ovnis na Coreia



Fim de três bancos aumenta para 68 o número de falências da banca nos EUA


Os reguladores do sector bancário norte-americano encerraram na sexta-feira três bancos na Flórida, Geórgia e Illinois, elevando para 68 o total de bancos declarados falidos este ano.

A Federal Deposit Insurance, fundo de garantia dos depósitos bancários norte-americanos, assumiu o Lydian Private Bank, com sede em Palm Beach, na Flórida, que detinha 1.700 milhões de dólares em ativos e 1.240 milhões de dólares em depósitos, indica num comunicado.

Os reguladores fecharam ainda duas instituições mais pequenas: a First Southern National Bank na Geórgia e o First Choice Bank no Illinois.

Segundo o canal MSNBC, em 2008, ano em que estalou a crise financeira nos Estados Unidos, 25 bancos declararam falência.

Apesar dos 68 encerramentos este ano, verifica-se uma diminuição face a 2010, atendendo a que no mesmo período do ano passado foram fechados 118 bancos, refere o MSNBC.

fonte: Sol

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

"Χρεοκρατία" (Dividocracia), em Português


Na Internet, toda a gente fala do documentário sobre a crise grega preparado pelos jornalistas Katerina Kitidi e Aris Hatzistefanou e que tem por título "Debtocracy". Rodado com dinheiro próprio e com donativos de alguns amigos, o filme tem exibição gratuita em http://www.debtocracy.gr. Em menos de dez dias, foi visto por 600 mil utilizadores. Todos os dias, defensores e adversários do documentário apresentam os respetivos pontos de vista no Facebook, no Twitter e em blogues.

Os principais atores do documentário (cerca de 200 pessoas) assinam um pedido de criação de uma comissão internacional de auditoria, que teria por missão especificar os motivos da acumulação da dívida soberana e condenar os responsáveis. No caso vertente, a Grécia tem direito a recusar o reembolso da sua "dívida injustificada", ou seja, da dívida criada através de atos de corrupção contra o interesse da sociedade.

"Debtocracy" é uma ação política. Apresenta um ponto de vista sobre a análise dos acontecimentos que arrastaram a Grécia para uma situação preocupante. As opiniões vão todas no mesmo sentido, sem contraponto. Foi essa a opção dos autores, que apresentam a sua maneira de ver as coisas, logo nos primeiros minutos: "Em cerca de 40 anos, dois partidos, três famílias políticas e alguns grandes patrões levaram a Grécia à falência. Deixaram de pagar aos cidadãos para salvar os credores".
Os "cúmplices" da falência perderam o direito à palavra.

Os autores do documentário não dão a palavra àqueles que consideram "cúmplices" da falência. Os primeiros-ministros e ministros das Finanças gregos dos últimos dez anos são apresentados como elos de uma cadeia de cúmplices que arrastaram o país para o abismo.

O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que se apresentou aos gregos como o médico do país, é comparado ao ditador Georges Papadopoulos [primeiro-ministro sob o regime dos coronéis, de 1967 a 1974]. O paralelo é estabelecido com uma facilidade notável desde o início do documentário mas não é dado ao personagem relevante (DSK) o direito a usar da palavra.

À pergunta "Porque não fazer intervir as pessoas apontadas a dedo", um dos autores, Kateina Kitidi, responde que se trata de "uma pergunta que deve ser feita a muitos órgãos de comunicação que, nos últimos tempos, difundem permanentemente um único ponto de vista sobre a situação. Nós consideramos que estamos a apresentar uma abordagem diferente, que faz falta há muito tempo". O público garante a independência do filme.

Para o seu colega Aris Hatzistefanou, o que conta é a independência do documentário. "Não tínhamos outra hipótese", explica. "Para evitar as limitações quanto ao conteúdo do filme, que as empresas [de produção], as instituições ou os partidos teriam imposto, apelámos ao público para garantir as despesas de produção. Portanto, o documentário pertence aos nossos 'produtores associados', que fizeram donativos na Internet e é por isso que não há problemas de direitos. De qualquer modo, o nosso objetivo é difundi-lo o mais amplamente possível."

O documentário utiliza os exemplos do Equador e da Argentina para suportar o argumento segundo o qual o relatório de uma comissão de auditoria pode ser utilizado como instrumento de negociação, para eliminar uma parte da dívida e do congelamento dos salários e pensões de reforma.

"Tentamos pegar em exemplos de países como a Argentina e o Equador, que disseram não ao FMI e aos credores estrangeiros que, ainda que parcialmente, puseram de joelhos os cidadãos. Para tal, falámos com as pessoas que realizaram uma auditoria no Equador e provaram que uma grande parte da dívida era ilegal", acrescenta Katerina Kitidi. Contudo, "Debtocracy" evita sublinhar algumas diferenças de peso e evidentes entre o Equador e a Grécia. Entre elas, o facto de o Equador ter petróleo.

fonte: youtube

Fonte original do vídeo:

http://www.debtocracy.gr

Polícia apanha mensagens sobre planos de ataque nos Jogos Olímpicos em Londres
















A polícia britânica interceptou mensagens enviadas através do Twitter e de telefones Blackberry com vista a ataques em recintos desportivos onde se irão realizar os Jogos Olímpicos de Londres em 2012.

A comissária adjunta da Polícia Metropolitana, Lynne Owens, afirmou hoje na Comissão de Assuntos Internos do Parlamento britânico que foram enviados agentes a diversos recintos depois de terem sido detectadas mensagens de diversos manifestantes.

A responsável da polícia britânica explicou que as autoridades seguiram durante os motins que afectaram Inglaterra na semana passada tanto as mensagens enviadas através do Twitter como as trocadas por possuidores de telemóveis Blackberry, cujo sistema Blackberry Messenger, um 'chat' gratuito, é um dos serviços de telemóvel mais utilizado pelos jovens no Reino Unido exactamente pela sua privacidade.

«Tivemos informação de que o Parque Olímpico e Oxford Street eram objectivos» para ataques, disse a responsável da Scotland Yard, que assinalou ainda que a polícia foi capaz de garantir a segurança nos locais e «evitar qualquer dano».

A menos de um ano dos Jogos Olímpicos de Londres, a maioria dos estádios e recintos desportivos estão terminados ou na sua última fase de construção.

fonte: Sol

Bancos britânicos investem na produção de bombas ilegais
















Grandes bancos britânicos, incluindo dois que tiveram de ser resgatados com dinheiro dos contribuintes, estão a investir centenas de milhões de libras em empresas que fabricam bombas de fragmentação, armas cuja produção e comercialização são ilegais, avança o The Independent.

O The Royal Bank of Scotland, o Lloyds TSB, o Barclays e o HSBC investiram fundos avultados em empresas produtoras destas bombas, apesar da pressão internacional para acabar com este tipo de armas que matam indiscriminadamente e que frequentemente mutilam e tiram a vida a civis.

Segundo escreve o jornal, a ironia deste investimento é maior ainda quando se recorda que há um ano o Reino Unido se tornou um dos membros mais activos da Convenção de Munições por Fragmentação, um tratado internacional que bane o uso, produção, armazenamento e comercialização destas armas. Até à data, 108 países assinaram o tratado.

Escreve ainda o The Independent, que até agora não houve qualquer intervenção do Governo britânico para controlar os fundos de investimento dos bancos que continuam a financiar empresas conhecidas para fabricar este tipo de armas.

Aproveitando uma brecha na legislação, as instituições financeiras continuam a sustentar estas fábricas, pois não investem directamente nas armas propriamente ditas. A Amnistia Internacional já lançou uma campanha no país para que o Governo actue contra qualquer tipo de investimento, directo ou indirecto, na produção destas bombas.

fonte: Sol

domingo, 14 de agosto de 2011

Piratas


O Modelo para a Escravidão Global


(O Clube Bilderberg)

"Endgame" é uma investigação sobre a história negra da elite global e uma exposição da sua aspiração, agora pública, de seguir um programa de desumanização, a fim de garantir um monopólio brutal sobre o futuro do planeta. A elite considera que o único futuro sustentável para a manutenção do seu poder é aquele em que a população mundial é reduzida em mais de 80%. Assim eles garantirão que nunca terão de lutar com uma classe média, enfrentar um novo renascimento, ou o renascer de outra classe de elite que poderia derrubá-los. Assim como os romanos salgaram a terra em Cartago garantindo que durante centenas de anos as colheitas não cresciam, ou quando Hannibal e seu povo mantiveram o seu império brutal durante as Guerras Púnicas, os opressores da elite moderna definiram um programa para abafar e degradar o progresso humano exclusivamente para o benefício de seu próprio poder e controle. "Endgame" expõe esse movimento, traçando a história do plano da elite de uma "Nova Ordem Mundial" desde há 250 anos atrás. O filme centra-se na era napoleónica, nos Rothschilds, no surgimento dos bancos centrais, e no controle dos Estados Unidos por instituições da elite, como o Conselho de Relações Exteriores." 



fonte: Eu, incomodo?

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