RELÓGIO DO APOCALIPSE

segunda-feira, 11 de abril de 2011

'O FMI não é solução' para Portugal - Lula da Silva



O ex-presidente brasileiro Lula da Silva afirmou hoje que «o FMI [Fundo Monetário Internacional] não resolve o problema de Portugal», considerando que, «se quiser, a Europa vai encontrar soluções» para os problemas do país.

«O FMI não resolve o problema de Portugal, como não resolveu o problema do Brasil, como não resolveu outros problemas. Toda a vez que o FMI tentou cuidar das dívidas dos países, o FMI criou mais problemas para os países do que soluções», afirmou o ex-presidente do Brasil.

À margem de um jantar informal com o primeiro-ministro demissionário, José Sócrates, a decorrer esta noite em Lisboa, Lula da Silva disse ainda que «a Europa é muito grande» e que, «se a Europa quiser, vai encontrar soluções para Portugal, para a Grécia, para Espanha».

Questionado sobre se o Brasil vai ou não comprar dívida portuguesa, o ex-presidente do Brasil remeteu essa questão para a actual presidente brasileira, Dilma Rousseff, que chega terça-feira a Lisboa, mas deixou um recado: «Eu acho que tudo o que devêssemos fazer para ajudar Portugal deveríamos fazer. Acho que Portugal merece essa compreensão do Brasil», afirmou.

No entanto, para Lula da Silva «é importante que [o primeiro-ministro, José] Sócrates e Cavaco Silva, Presidente da República, conversem com a presidente do Brasil para ver o que é possível fazer».

Em relação à crise política com que Portugal se debate, o ex-presidente brasileiro disse acreditar que «o povo português terá sabedoria suficiente para resolver o problema da crise política».

«É importante que as pessoas tenham maturidade para compreender as razões da crise económica, detetar corretamente quem é o causador desta crise e sabemos que a atitude mais correta é todo o mundo assumir as responsabilidades para encontrar uma solução para a crise», afirmou Lula da Silva.

Por sua vez, o primeiro-ministro demissionário, José Sócrates, escusou-se a comentar «os assuntos domésticos» de Portugal, afirmando apenas que «os problemas de Portugal resolvem-se com a confiança dos mercados», sublinhando que essa é «a única ajuda de que Portugal precisa» e que é nisso que o país está a trabalhar.

José Sócrates destacou ainda «a excelente relação» de Lula da Silva e do Brasil com Portugal: «O presidente Lula foi um grande amigo do nosso país, que se empenhou desde sempre, desde que iniciou as suas funções [de presidente] em estreitar as relações não apenas políticas, culturais e históricas mas também económicas entre Portugal e o Brasil», afirmou Sócrates.

fonte: Sol

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------



Posted at julho 21, 2004 01:10 AM

O Fundo Monetário Internacional tem um tom bonito e internacionalista, que cria noções de altruismo e solidariedade para com países em tempos de necessidade. De facto, nada poderia ser mais longe da verdade. A verdade é que o FMI não formece e não pode fornecer um serviço financeiro para remediar as enfermidades duma economia doente. O FMI é nada senão outro utensílio utilizado por Washington para deliberadamente desestabilizar mais economias já instaveis, tornar economias doentes ainda mais doentes e criar dependência financeira, económica e política em Washington, em países que não podem pagar a factura.

Se uma economia precisa de candidatar-se para financiamento externo, é porque já se encontra com problemas, dado que não há força interna para atenuar os males. Em providenciar financiamento externo, o FMI corre um risco enorme (se é que não é de propósito) de criar o que se chama um perigo moral, o que quer dizer que está a actuar numa economia sem saber exatamente como essa economia irá comportar-se.

O FMI assim contribui para criar um clima em que a informação assimétrica seria mais fluida que a informação perfeita, criando um cenário de instabilidade que poderia levar a uma crise bancária e a seguir, outra crise cambial, criando a necessidade de pedir emprestado ainda mais dinheiro para adiar o desastre.

Enquanto a economia derrete, as visitas à porta do FMI são cada vez mais frequentes, resultando numa dívida externa massiva que por sua vez leva ao FMI ditar a política económica e estratégia financeira do país em dívida. Por FMI, substitui “Washington”.

Onde a instabilidade ainda não existe, é facil de criar, através de ataques especulativos, através de provocar fluxos de capital voláteis ou por instabilidade política, causando crises imprevisiveis nos mercados e levando a condições favoraveis para a existência de mais ataques especulativos, uma vez que o comportamento do sistema interno económico e financeiro e os níveis das reservas tenham sido calculados.

Em resumo, é um círculo perfeito, e qualquer ponto do mesmo pode ser iniciado ou terminado a qualquer altura com o adequado planeamento e os meios apropriados. Há um vencedor só e para aqueles que comem da mão do FMI, é uma situação perdida.

O FMI talvez crie um período em que há um hiato numa situação de catástrofe, como uma crise bancária (por exemplo quando os bancos sub-capitalizados são obrigados a fecharem as portas por causa de levantamentos massivos, resultado de pânico que por sua vez resulta de campanhas de desinformação, muitas vezes lançadas pelos dadores). Porém, o eifito a longo prazo será uma prolongação da crise e uma passagem do controlo da iniciativa política e económica para jogadores externos e estrangeiros. E aí, todos os caminhos levam a Washington.

Longe de ser um exercício teórico, este artigo é uma revisão da história económica recente de inúmeros países na América Latina e na própria Rússia. São horas para os países fazerem um esforço para pagar de vez o que devem ao exterior para parar de sustentar pançudos, e são horas para considerar todas as alternativas antes de dar qualquer confiança a Washington ou aos seus lacaios.

Timothy BANCROFT-HINCHEY

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------





Curso de Político Gratuito


Tudo que precisa de saber para ser um político de sucesso em 10 simples lições.

fonte: oxe7

sábado, 9 de abril de 2011

ALEX JONES - A NOVA ORDEM MUNDIAL - [NEW WORLD ORDER 2009]


Alex Jones é um cineasta e radialista americano que vêm produzindo alguns dos mais interessantes e bem informados documentários sobre a Nova Ordem Mundial. Seu programa de rádio faz enorme sucesso no Texas e alguns de seus documentários sobre os planos dos globalistas ajudam a compreender os rumos totalitários que o mundo toma em nossa época. Chamado por muitos de Teórico da Conspiração, seus documentários derrubam essa tese pois trazem informações factuais, comprovadas por documentos e testemunhos. Alex Jones também dirigiu End Game, Obama Decepcion, Da Liberdade à Tirania, Dark Secrets in Bohemian Grove, A Queda da República entre outros. Imperdível!

[legendas em espanhol -srt]

BAIXAR ALEX JONES A NOVA ORDEM MUNDIAL [MEGAUPLOAD]

BAIXAR LEGENDA EM ESPANHOL [MEGAUPLOAD]

fonte: Raros da Web

FILOSOFIA DA LIBERDADE



RTP é manipulada ?

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Em Portugal, é proibido partilhar o Wi-Fi com os vizinhos


Se costuma partilhar o seu acesso à Net por Wi-Fi com o vizinho, saiba que está a cometer uma ilegalidade - pelo menos, à luz dos contratos dos maiores operadores de telecomunicações portugueses.

Hoje, a lei que regula as telecomunicações em Portugal não faz qualquer menção quanto à possibilidade de redistribuir um acesso à Net por Wi-Fi. "A lei é omissa quanto ao assunto. Logo, os operadores são livres de permitir ou aplicar restrições", explicou fonte da Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom) quando inquirida pela Exame Informática.

Atualmente, basta ligar um computador num centro urbano com maior densidade populacional para descobrir uma rede Wi-Fi na vizinhança. A maioria desses acessos está protegida por sistemas criptográficos mais ou menos complexos, mas nada invalida que dois ou mais vizinhos aceitem partilhar um acesso à Net por Wi-Fi - sem terem de instalar calhas ou furar paredes, pois as normas 802.11 a/b/n distinguem-se precisamente por dispensarem qualquer cabo para distribuírem acessos à Net num raio de algumas dezenas de metros.

Os operadores tentam salvaguardar-se desta facilidade de redistribuição de acessos à Net com cláusulas contratuais que tentam impedir a partilha por Wi-Fi. Na PT, as Condições gerais de prestação de serviços de comunicações electrónicas estipulam que a utilização do serviço deve ser feita para "uso próprio, não podendo este ser cedido a terceiros, nem utilizado para exploração comercial".

O mesmo contrato da PT, que foi aprovado pela Anacom, acrescenta que "o cliente é responsável pela utilização do(s) serviço(s), a qual, ainda que efetuada por terceiros, com ou sem autorização do cliente, se presume, para todos os efeitos contratuais e legais, efetuada por este".

Na Zon, o contrato também impede a partilha do acesso à Net com vizinhos ou amigos e responsabiliza os assinantes por qualquer uso indevido. O que pressupõe que o cliente "se compromete a não utilizar os produtos, serviços, equipamentos e quaisquer outros materiais complementares/acessórios aos mesmos de forma ilícita. Salvo autorização expressa e prévia da Zon TV Cabo, os produtos, serviços e equipamentos e quaisquer outros materiais complementares/acessórios àqueles disponibilizados pela Zon TV Cabo são para uso próprio do cliente, não podendo ser cedidos a terceiros para fins comerciais ou outros, com ou sem benefícios".

Luís Pisco, jurista da associação de defesa dos consumidores Deco, considera razoável a inserção destas cláusulas que, no limite, podem impedir que uma simples visita use um acesso à Net doméstico: "Não desvirtua o serviço e permite respeitar o normal funcionamento dos operadores. Em contrapartida, só é legítimo exigir a um operador que garanta determinada qualidade de serviço se puder controlar minimamente os acessos e as instalações que são feitas".

O mais curioso é que os contratos poderão não ter muito mais força que aquela que o papel lhes confere: hoje, os operadores de telecomunicações não têm forma de fiscalizar uma eventual partilha de acessos à Net através de redes Wi-Fi - porque os custos dessa fiscalização são pura e simplesmente incomportáveis, tecnicamente falíveis e juridicamente questionáveis, se não mesmo proibidos.

Face a esta limitação, os operadores apenas podem reiterar que qualquer caso de pirataria, excesso de tráfego, ou atividades ilícitas são da exclusiva responsabilidade de quem assina o contrato - mesmo nos casos em que a segurança é negligenciada ou o utilizador é alvo de uma intrusão. Além disso, os operadores sabem que nem todos os utilizadores terão interesse em partilhar os respetivos acessos à Net porque receiam degradar a qualidade do serviço.

À semelhança da Deco, nunca chegou à Anacom qualquer reclamação ou pedido de alteração legislativa com o objetivo de tornar legal ou ilegal a partilha de acessos à Net por Wi-Fi.

Face ao atual cenário, os operadores têm preferido tirar partido das condições técnicas das redes sem fios para lançar novos serviços. Um exemplo: o Zon&Fon permite que assinantes da Zon revendam acessos à Net a utilizadores que não aderiram ao serviço ou partilhar gratuitamente os mesmos acessos com quem já faz parte do grupo de clientes que hoje conta com mais de 300 mil hotspots no País.

Com base na facilidade de partilha de acessos por Wi-Fi, os operadores têm vindo a apostar em soluções que fomentam o negócio. O que abriu caminho a condições contratuais específicas para cibercafés, empresas, clubes e edilidades, que determinam não só a indicação dos fins do acesso público, como também a identificação dos utilizadores e a distribuição de passwords a quem acede à Net por Wi-Fi.

Ainda nos acessos para grupos, há operadores que já disponibilizam pacotes comerciais para condomínios inteiros com custos repartidos - mas esta opção não está restrita ao Wi-Fi e geralmente contempla também serviços de TV e telefone.


Gigantes da Net desafiam lei francesa


O Google é uma das 20 empresas que avaçam com um processo contra o governo francês

Um grupo de grandes empresas da web, em que se incluem o Google e o Facebook, avançam esta semana com um processo sobre o governo francês, devido aos planos daquele país de manter os dados pessoais dos utilizadores por um ano.

O caso foi levantado pela Associação Francesa de Serviços de Internet (ASIC na sigla original) e será ouvido pelo Conselho de Estado, o mais elevado corpo judicial francês. O Google, Facebook, eBay ou o Dailymotion estão entre as 20 empresas envolvidas no caso.

A lei francesa prevê que os sites de e-commerce, serviços de vídeo e de música e fornecedores de webmail mantenham bases de dados com informações sobre os seus utilizadores. Estas informações incluem nomes completos, moradas, números de telefone e passwords. Esta informação deve ser entregue às autoridades francesas caso sejam solicitadas. Esta medida garante à polícia, serviços de fronteiras, impostos e de segurança social o direito ao acesso a estas informações.

A ASIC defende que esta alegada medida de segurança é desnecessária e que foi aprovada sem qualquer consulta à Comissão Europeia. A associação alega ainda que este seria um passo desnecessário, já a grande parte das empresas que integram a ASIC têm sede em diferentes países europeus.

Esta associação francesa defende que a manutenção das passwords dos utilizadores, por exemplo, constitui um problema de segurança, pelo que o processo judicial contra o governo francês tem por objectivo cancelar a mencionada lei.


Mais de mil denúncias de pirataria na Internet entregues na PGR


A Associação do Comércio Audiovisual, Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal entregou esta quinta-feira, na Procuradoria-Geral da República, mais mil denúncias criminais, identificando mais mil IP nacionais que "continuam a fazer partilha ilegal de obras culturais".

Esta foi a segunda vez que a Associação do Comércio Audiovisual, Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR) entregou denúncias na PGR, depois de, em Janeiro, ter lá deixado as primeiras mil.

"Este DVD contém mais mil denúncias de mais mil IP nacionais que continuam a fazer partilha ilegal de obras culturais, nomeadamente filmes", afirmou o presidente da ACAPOR, Nuno Pereira, à porta da PGR, em Lisboa, garantindo que a associação vai "continuar com esta operação".

Quanto às denúncias apresentadas em Janeiro, a ACAPOR ainda não recebeu "qualquer tipo de resposta", algo que Nuno Pereira considera "normal", já que passaram apenas três meses.

A ACAPOR espera apenas que o Ministério Público "cumpra a lei, abra inquérito e promova as investigações necessárias para descobrir as provas dos ilícitos praticados".

Em Janeiro, Nuno Pereira explicou à Lusa que "a (proibição da) partilha está mais explícita na lei mas na verdade o 'download' é ilícito e também ele deve ser feito com o consentimento do autor". Por outro lado, acrescentou, "ao fazer o 'download' numa rede 'Peer to Peer' (partilha de ficheiros em rede) ao mesmo tempo, o utilizador que descarrega está a disponibilizar esse ficheiro para partilha".

A apresentação de queixas por partilha ilegal de ficheiros na procuradoria não é inédita, uma vez que a AFP já o fez em 2006. Das 20 queixas apresentadas, apenas um utilizador foi condenado.

Em 2009, foi introduzida uma alteração no Código do Processo Penal, que permite às entidades judiciárias pedirem aos operadores de Internet a identificação dos utentes pelo crime de usurpação de direitos.

fonte: JN

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sócrates pergunta ao jornalista se está bonito em Directo



fonte: DJ PUTO_P

Portugal tem de pedir ajuda já, diz Teixeira dos Santos


O ministro das Finanças defende que Portugal tem de pedir ajuda já, avança o Jornal de Negócios. Em entrevista ao jornal, Teixeira dos Santos afirmou que é «é necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu».

O Jornal de Negócios perguntou ao ministro se «Portugal deve pedir ajuda já, conforme apelam os banqueiros e os economistas em geral» e se «a dimensão da dívida que se tem que pagar daqui a um ano» não preocupa o Governo.

Teixeira dos Santos respondeu ao jornal: «O país foi irresponsavelmente empurrado para uma situação muito difícil nos mercados financeiros. Perante esta difícil situação, que podia ter sido evitada, entendo que é necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu em termos adequados à actual situação política. Tal exigirá, também, o envolvimento e o comprometimento das principais forças e instituições políticas nacionais».

fonte: Sol

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...