RELÓGIO DO APOCALIPSE

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mais de 40% dos americanos não sabe o que é o Wikileaks


Cerca de 42% dos norte-americanos não sabe o que é o Wikileaks, segundo avança um estudo realizado pela revista Vanity Fair e pelo programa 60 Minutos da CBS.

Dos americanos que conhecem o Wikileaks, apenas 9% considera que «é algo positivo», 23 % considera o site «destrutivo, embora legal» e 22% classifica-o de «traidor».

A sondagem foi apresentada durante a entrevista no 60 Minutos a Julian Assange, fundador do site que tem publicado centenas de documentos secretos relativos à política externa dos Estados Unidos.

fonte: Sol

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DGS aconselha vacina da Gripe A, apesar de casos de narcolepsia


A Direção-Geral da Saúde manteve hoje a recomendação para as pessoas se vacinarem contra a gripe A, apesar do recente aumento do número de casos de narcolepsia em pessoas vacinadas, com menos de 19 anos, na Finlândia, Suécia e Islândia.

«Uma vez que a associação vacina Pandemrix [contra a gripe pandémica] e narcolepsia não está provada e que o benefício de vacinação é superior ao risco de adquirir narcolepsia, a DGS mantém as Orientações de vacinação para a época gripal 2010/2011», refere a Direcção-geral da Saúde em comunicado publicado no site.

A vacina Pandemrix tem sido usada em várias dezenas de países de todo o mundo, incluindo Portugal, desde a época gripal 2009/2010.

«Foi observado, recentemente, o aumento do número de casos de narcolepsia [distúrbio de sono caracterizado por sonolência diurna excessiva] em indivíduos vacinados, com menos de 19 anos de idade, na Finlândia, Suécia e Islândia», refere a DGS.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), em colaboração com alguns Estados-membros da União Europeia, está a coordenar um estudo sobre narcolepsia e vacinas pandémicas.

A Agência Europeia do Medicamento considera também necessário desenvolver mais estudos para avaliar aquela possível associação.

A Organização Mundial de Saúde já está a investigar o aumento de casos de narcolepsia na Finlândia e a sua eventual relação com a vacina contra a gripe A (H1N1).

fonte: Sol

Confrontos no Egipto já fizeram três mortos e 639 feridos


A Praça Tahrin, no Cairo, tornou-se numa enorme batalha campal entre manifestantes pró e contra o Presidente egípcio Hosni Mubarak. Um militar morreu, segundo a TV estatal.


Os confrontos entre manifestantes pró e contra o Presidente egípcio Hosni Mubarak já fizeram pelo menos 639 feridos hoje na Praça Tahrir, no Cairo, de acordo com responsáveis médicos citados pela agência AFP. A agência cita ainda o porta-voz do ministro da saúde que afirmou, na televisão estatal, que já há três vítimas mortais, um militar. Segundo ele, há 403 feridos.

Já se ouviram alguns tiros de metrelhadora. Pelas 18.00 locais (16.00 em Lisboa), um blindado do Exército avançava por uma das ruas que conduzem à praça Tahrir. A intenção dos militares parecia ser separar os dois blocos de manifestantes. Até agora, a única intervenção visível do Exército nos confrontos tinha sido apagar incêndios causados por "cocktails molotov" e fazer alguns disparos para o ar.

Muitos milhares de pessoas continuam na praça e nas suas imediações. O opositor ElBaradei já pediu para os militares abandonarem a postura de neutralidade e intervirem.

Os manifestantes pró-Mubarak subiram a telhados e outros pontos elevados de onde arremessam pedras, sacos de cimento e "cocktails molotov".

De acordo com a comissária da ONU para os Direitos Humanos, pelo menos 300 pessoas morreram desde o início dos protestos no Egipto. "As baixas estão a aumentar. Dados não confirmados apontam para 300 mortos até agora e mais de 3000 feridos e centenas de detidos", disse Navi Pillay.

fonte: DN

WikiLeaks candidato ao Prémio Nobel da Paz


Um deputado norueguês apresentou a candidatura do site WikiLeaks ao Prémio Nobel da Paz de 2011, devido à sua luta pela liberdade de imprensa.

O deputado socialista norueguês, Snorre Valen, anunciou hoje que apresentou a candidatura do site de Julian Assange, WikiLeaks, para o Prémio Nobel da Paz de 2011 devido ao seu trabalho de luta pela liberdade de imprensa, avançou a Folha.com.

"O WikiLeaks é um dos principais apoiantes da causa da liberdade de expressão e da transparência deste século. Por isso, é uma alegria nomeá-lo", afirmou Valen, do Partido de Esquerda Socialista. Segundo o deputado, desde a sua criação, em 2006, o site tem publicado milhões de documentos que autoridades e organizações ocultaram da opinião pública.

Snorre Valen afirmou ainda que as revelações do WikiLeaks sobre a economia da família do ex-ditador da Tunísia, Zine el Abidine Ben Ali, obrigado a deixar o governo no mês passado, foram uma contribuição importante para o fim da ditadura naquele país.

"O WikiLeaks tem publicado e ajudado a revelar casos de corrupção, ilegalidades cometidas por governos e empresas e informações muito importantes sobre vigilância ilegal, crimes de guerra e tortura cometidos por uma série de estados", disse o norueguês na sua petição. Valern acrescentou ainda que as contribuições do site ajudam a um melhor entendimento das estruturas sociais e ao debate sobre as fronteiras da liberdade de expressão, o conhecimento e a democracia.

fonte: DN

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Milhões exigem queda de Mubarak - JN

Milhões exigem queda de Mubarak - JN

Apelos para uma revolução esta sexta-feira na Síria


Páginas na rede social Facebook, vários utilizadores no Twitter e fóruns de discussão na Web apelam à revolução na Síria, na sexta-feira depois das orações, dia que surge denominado como o "Dia da Ira Síria".

"Depois das orações de sexta-feira, 4 de Fevereiro, será o primeiro dia da ira para o orgulhoso povo sírio. Desobediência civil total em todas as cidades. Todas", é o apelo que surge em árabe nas páginas do Facebook sob o perfil "The Syrian Revolution  2011".


O mesmo apelo é multiplicado, com tradução em francês, por vários utilizadores do Twitter, outra rede social, e por fóruns de discussão e blogues na Internet.

Na página da "Revolução Síria" estão contabilizados mais de 8.400 'gostos', o que habitualmente indica pessoas que se juntam à causa ou querem receber informações sobre ela.

A primeira mensagem online foi colocada no sábado. Os criadores do perfil pedem que não seja apagada a página, uma vez que o "Facebook não é autorizado na Síria e toda a gente o sabe". "A liberdade na Síria é um SONHO que costumávamos sonhar todos os dias. Por favor, apoiem-nos e mantenham-nos fortes", pedem os criadores da página, em inglês.

Também se lê o apelo directo aos internautas: "Não tenha medo. Você pode ser a causa da liberdade. Seja corajoso. Iniciado agora e não hesite. Estão a caminho boas notícias!".

Na segunda-feira, o Presidente da Síria, em entrevista citada pelo "Wall Street Journal", garantia que o país está imune a protestos populares como os que se estão a registar na Tunísia e no Egito.

fonte: DN

Zeitgeist: Moving Forward

Official VIRUS X Trailer

Adiado primeiro julgamento por downloads ilegais em França


O primeiro julgamento relativo a um caso de downloads ilegais em França foi adiado por tempo indefinido

O caso remonta a 2005, quando o jovem informático Vincent Valade, na altura com 20 anos, tinha criado o site «Emule Paradise», através do qual foram efectuados mais de 7 mil downloads de filmes.

De acordo com a acusação, durante os dois anos de actividade da página o seu criador conseguiu lucrar 416 mil euros em publicidade.

O julgamento deveria ter começado ontem em Paris, mas o juiz resolveu adiar o julgamento por ter encontrado irregularidades na investigação, invocadas pela defesa do jovem informático.

Além de Vincent Valade, o processo envolve os responsáveis da empresa de publicidade que fornecia os anúncios ao site.

O processo, o primeiro deste tipo a chegar aos tribunais franceses, está a ser considerado em França como uma bandeira na luta contra os downloads de conteúdos ilegais por parte da indústria do entretenimento do país.

fonte: Sol

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

China censura protestos no Egipto


As autoridades de Pequim bloquearam todas as referências ao Egipto nas redes sociais, com receio de que a dinâmica reivindicativa se voltasse contra a liderança comunista na China.

Ontem terão sido também apagados os comentários às poucas notícias sobre a revolta dos últimos dias no Egipto, noticia a edição online do Wall Street Journal.

Uma atitude semelhante à tomada aquando de protestos na Rússia entre 2003 e 2005, e no Irão, há dois anos.

Desta feita, Pequim impediu a divulgação do número de mortos e do corte das telecomunicações.

A China, que vendeu milhões de dólares de armas ao país africano, alertou os seus cidadãos para reconsiderarem viagens com aquele destino, e aconselhou os que lá se encontrem a procurar ajuda do governo chinês.

Num jornal publicado pelo Partido Comunista chinês apresentava-se ontem uma reflexão sobre o regime democrático.

«Algumas democracias emergentes na Ásia e em África estão a ser contestadas a partir das ruas. A democracia ainda está longe da Tunísia e do Egipto», lia-se no Global Times.

Na internet, todavia, uma busca por Egipto resultava apenas numa mensagem: «De acordo com a lei, os regulamentos e as políticas em vigor, os resultados de busca não podem ser apresentados».

fonte: Sol

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