RELÓGIO DO APOCALIPSE

sábado, 1 de janeiro de 2011

Scanner corporal provoca polémica nos EUA


Nos aeroportos dos EUA, tal como no Reino Unido, os passageiros estão a ser submetidos a um scanner que revela pormenores do corpo. As novas medidas de segurança estão a provocar a indignação por parte dos americanos.


Passageiro na hora do check-in, hoje, no aeroporto de Los Angeles

Os passageiros que embarquem ou desembarquem nos aeroportos dos EUA têm de se submeter a um scanner corporal que permite visualizar os cidadãos como se estivessem despidos. Este reforço de medidas de segurança está em vigor desde o início do mês e os passageiros que se recusam são apalpados por agentes do mesmo sexo.

Os novos procedimentos de segurança, adotados por causa da ameaça terrorista, estão a levantar uma onda de protestos na população americana, que promete fazer uma manifestação na próxima quinta-feira, Dia de Ação de Graças, um dos maiores feriados nos EUA.

Uma associação norte-americana de defesa dos passageiros recebeu mais de mil queixas na passada semana, por alegado excesso de intimidade, por parte dos agentes, durante o check-in.

Imagens publicadas num site

Os limites entre a segurança e a privacidade estão a ser questionados, e as autoridades admitem rever os procedimentos, mas numa entrevista à CNN, John Pistole, chefe da Administração de Segurança dos Transportes nos EUA (TSA)já garantiu que "não haverá mudanças" pelo menos a curto prazo.

Entretanto, imagens de cem pessoas submetidas a scanners corporais nos EUA foram divulgadas recentemente no site Gizmodo . De acordo com uma investigação levada a cabo pelo portal, os agentes norte-americanos terão arquivado 35 mil imagens de forma "imprópria e talvez ilegal".

Também nos EUA, um agente de um aeroporto de Miami foi alvo de chacota, por parte de um colega, depois de ter passado num scanner corporal, durante um teste, que mostrou o tamanho do seu pénis. O agente foi preso por agredir o colega com um bastão, e poderá agora ser processado.

Um vídeo colocado no Gizmodo na passada sexta-feira mostra uma criança, no aeroporto em Salt Lake City, a ser apalpada mesmo depois de ter passado por um scanner, que não acusou nada, e os consequentes protestos do pai.

Nos EUA, foi lançada uma campanha que apela aos cidadãos para não viajarem nas férias de Natal. "We wont't fly" (Nós não voaremos) é o mote da campanha que surgiu na Internet, contra os scanners.

Raio-X de corpo inteiro

Um pouco por toda a Europa, também por cá os aeroportos estão ser gradualmente equipados com scanneres que permitem fazer um raio-x de corpo inteiro dos passageiros, detetando drogas e explosivos ingeridos. Além de objetos, as máquinas mostram claramente os contornos dos órgãos genitais e outras partes do corpo.

No Reino-Unido, cujos aeroportos adotaram os scanners no início do ano, os polémicos equipamentos já se transformaram num caso de polícia. Aconteceu no dia 10 de março, quando uma agente do aeroporto de Heathrow, em Londres, passou acidentamente pelo equipamento e recebeu imediatamente um piropo de um colega, que elogiou os seus seios.

Segundo o jornal "Daily Mail", Joe Margetson apresentou queixa à polícia e à administração da British Airports Authority, órgão que gere o aeroporto. O funcionário, John Laker, recebeu uma advertência da polícia por assédio sexual.

Os scanners já estão a funcionar em Heathrow e no aeroporto de Manchester. Até ao final do ano, serão também uma prática também em Birmingham e Gatwick.

A Espanha anunciou em julho que fazer uma experiência piloto com um scanner corporal, mas não especificou em qual aeroporto. O Governo disse apenas que a experiência só será realizada depois de a Comissão Europeia ter realizado um relatório assegurando os riscos para a saúde e para os direitos fundamentais dos cidadãos.

Brasil combate narcotráfico

A novidade também já chegou ao Brasil. Os equipamentos foram doados pelos EUA, devendo servir em especial como arma no combate ao tráfico internacional de drogas. Além do aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, os das cidades de São Paulo, Recife e Manaus também receberam as polémicas máquinas.

Os scanners corporais já fazem parte dos planos de segurança para o Mundial de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016, que terão lugar no Brasil, e neste caso visam também prevenir possíveis atos terroristas.

Segundo as autoridades brasileiras, não há motivos para preocupação: somente serão submetidos ao scanner as pessoas suspeitas. As novas medidas não vão gerar constrangimento aos passageiros, asseguram.

Além da invasão da privacidade, outra questão que se coloca diz respeito à saúde. O índice de radiação emitida por um scanner corporal é, aparentemente, o mesmo provocado por um exame de raio-x. Segundo o delegado Alcyr Vidal, da Polícia Federal no Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro, os polícias que irão lidar com as máquinas nos aeroportos brasileiros foram treinados pela Comissão Nacional de Energia Nuclear, que aprovou o equipamento. O Brasil já anunciou que vai instalar também nas prisões.


fonte: Expresso

Internet em números em 2010


fonte: Expresso

A Profecia Maia - Fim do Mundo em 2012






2012 - Trailer Oficial

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Simbolos ILLUMINATI em filmes - Nova Ordem Mundial

CHEMTRAILS

 

Cientistas voltam atenções para a actividade solar


Previsões indicam que sol despertará de fase de baixa actividade, em 2011

O próximo ano será marcante para o clima no espaço, pois o Sol despertará de uma fase de baixa actividade, dando início a um anunciado período de turbulência, possivelmente destrutivo.

Muitas pessoas podem surpreender-se ao saber que o Sol, ao invés de queimar com uma consistência ininterrupta, oscila em momentos de calmaria e agitação.

Mas após dois séculos de observação das manchas solares - marcas escuras, relativamente frias na superfície do sol, vinculadas com poderosas forças magnéticas - revelaram que a nossa estrela obedece a ciclos de comportamento de cerca de 11 anos.

O último começou em 1996 e por motivos que ainda permanecem obscuros, levou mais tempo que o previsto para terminar.

Agora, no entanto, há cada vez mais indícios de que o Sol está deixando o seu torpor e intensificando sua actividade enquanto avança para aquilo que os cientistas convencionaram chamar de "Solar Max" ou clímax cíclico, afirmaram especialistas.

"A última previsão indica meados de 2013 como a fase pico do ciclo solar", antecipou Joe Kunches, do Centro de Previsões do Clima Espacial da Nasa.

Mas há um período prolongado de alta actividade, "mais como uma estação, com duração de cerca de dois anos e meio" para cada fase do pico, alertou.

Em seu período mais intenso, o sol pode lançar ondas de radiação eletromagnética e matéria carregada conhecida como ejeções de massas coronais (CMEs).

Esta onda de choque pode levar alguns dias para alcançar a Terra. Quando chega ao nosso planeta, condensa seu campo protetor magnético, libertando energia visível em altas latitudes na forma de auroras, boreal e austral - as famosas Luzes do Norte e do Sul.

Mas as CMEs não são apenas belos eventos. Elas podem desencadear descargas estáticas e tempestades geomagnéticas capazes de romper ou até mesmo causar panes na infraestrutura electrónica da qual depende nossa sociedade urbanizada e obsecada por se manter conectada.

Menos temidos, porém igualmente problemáticos, são os flares solares ou erupções de protões supercarregados que alcançam a Terra em questão de minutos.

Na linha de frente estão os satélites de telecomunicações em órbita geoestacionária, a uma altitude de 36.000 km, e os satélites do Sistema de Posicionamento Global (GPS), dos quais dependem os aviões e os navios modernos para navegação e que orbitam a 20.000 km.

Em Janeiro de 1994, descargas de electricidade estática provocaram uma pane de 5 meses no satélite de telecomunicações canadense Anik-E2, uma falha que custou 50 milhões de dólares.

Em Abril de 2010, a Intelsat perdeu o Galaxy 15, usado no serviço de comunicações na América do Norte, depois que o link com o controle de solo foi cortado, aparentemente devido à actividade solar.

"Estas são falhas totais nas quais todos nós pensamos", disse Philippe Calvel, engenheiro da empresa francesa Thales. "Ambas foram causadas por CMEs", emendou.

Em 2005, raios-X de uma tempestade solar cortaram a comunicação entre o satélite e o solo e os sinais de GPS por cerca de 10 minutos.

Para dar conta da fúria solar, projectistas de satélites escolhem componentes robustos, testados e experimentados, bem como protecção para o equipamento, mesmo que isto o deixe mais pesado e volumoso, e portanto mais caro de se lançar, disse Thierry Duhamel, da fabricante de satélites Astrium.

Outra precaução é a redundância, isto é, ter sistemas de backup para casos de mau funcionamento.

Na Terra, linhas de transmissão, conexões de dados e até mesmo oleodutos e gasodutos são potencialmente vulneráveis.

Um alerta remoto de risco remonta a 1859, quando a maior CME já observada ocasionou auroras avermelhadas, roxas e verdes mesmo em latitudes tropicais.

A então recém-desenvolvida tecnologia do telégrafo enlouqueceu. Correntes induzidas geomagneticamente nos cabos deram choques em operações de telégrafos chegaram a incendiar os telegramas.

Em 1989, um fenómeno bem mais subtil cortou a energia do gerador da canadense Hydro Quebec, provocando um blecaute de nove horas que afectou seis milhões de pessoas.

"Há muito o que desconhecemos sobre o sol. Mesmo no suposto declínio ou fase de calmaria, podemos ter campos magnéticos no sol que são muito concentrados e energizados por um tempo, e podemos ter actividade eruptiva atípica. Para resumir, temos uma estrela variável", concluiu Kunches.

fonte: Último Segundo

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Tornado em Tomar (vídeo enviado para a TVI)

WikiLeaks marca o ano de 2010

As revelações do Wikileaks provocaram tensão diplomática em todo o mundo e abriram um debate sobre a legalidade das filtrações.

Se a experiência do último mês é um sinal do que acontecerá a curto prazo, 2011 pode bem ficar definido como o ano das "filtrações", das "leaks" e do seu impacto na forma como se faz jornalismo e como se distribui e gera informação.

Desde 29 de novembro que as notícias em todo o mundo são, quase diariamente, dominadas, por revelações mais ou menos secretas, avaliações mais ou menos confidenciais, retratos mais ou menos embaraçosos, de governantes, governos e diplomatas.

As revelações do WikiLeaks provocaram tensão diplomática em todo o planeta, suscitaram amplos debates ainda sem fim sobre a legalidade ou não das filtrações e levaram muitos, dentro e fora do jornalismo, a questionar o impacto futuro.

Guerra cibernética

Às polémicas somaram-se os debates sobre liberdade de expressão, guerras cibernéticas, a personalidade de Julian Assange - fundador do WikiLeaks - e os 'copycats': novos fóruns, online, onde se dá espaço a filtrações idênticas.

Vai nascer a Openleaks, já existe a Indonleaks e a Brusselsleaks e fala-se de novos sítios. O próprio Wikileaks promete para o início de 2011 revelação de dados do setor privado, até agora poupado a estas "filtrações em massa".

Depois da experiência do "eu jornalista", em que os consumidores passaram a ser também as fontes de informação - com vídeo, fotos e texto - agora é a era da "filtração", em que o setor público e privado se vê mais exposto que nunca.

Para Javier Bauluz , prémio Pulitzer e responsável do diário digital Periodismo Humano, as filtrações marcam o novo "ecossistema da informação" em que o Wikileaks "é a bomba que muda tudo".

WikiLeaks não é anedota

Bauluz participou num debate recente promovido em Madrid pelo El Pais , um dos cinco jornais mundiais que o WikiLeaks forneceu com os 250 mil telegramas diplomáticos produzidos pela diplomacia dos Estados Unidos em todo o mundo.

Javier Moreno, diretor do El Pais, também sublinhou nesse debate o impacto das filtrações, que considera como potencialmente a notícia de maior envergadura que o jornal já acompanhou.

"O WikiLeaks não é algo anedótico. Mudou o panorama de forma radical", afirmou no mesmo debate.

Gilles Tremlet, do britânico The Guardian - outros dos jornais que recebeu os documentos -, recorda que os cinco estão dependentes "de muito pouca gente", numa referência à equipa da Wikileaks.

Maioria dos telegramas por revelar

"Eles fornecem os dados e isso implica que têm algum poder sobre nós", comentou.

Muitas questões se levantaram no debate, cujo impacto só progressivamente se irá sentindo: mudarão este tipo de filtrações, em que não se conhecem as fontes, a forma como se faz jornalismo? Continuarão os jornais tradicionais a ter o mesmo relevo na recolha e disseminação de informação? Quem passarão a ser as fontes, como se contactam e como se verificam?

Estas e outras perguntas devem continuar a marcar o debate em 2011, quando ainda falta revelar a maioria dos 250 mil telegramas da diplomacia norte-americana.  

fonte: Expresso

Haarp - A arma apocalíptica por Jesse ventura






Alemanha protege-se contra ciber-ataques


O Governo da Alemanha vai criar um centro de defesa contra ataques informáticos. A infra-estrutura deverá entrar em funcionamento em 2011

A revelação foi feita por um porta-voz do Ministério do Interior alemão, Stefan Paris, em declarações à imprensa local.

De acordo com o responsável, citado pela agência Reuters, o Centro Nacional de Ciberdefesa vai entrar em operações durante o próximo ano e «vai funcionar com a integração do know-how existente na área da ciberdefesa».

Stefan Paris reconheceu ainda que o número de ataques informáticos contra os sistemas oficiais do Governo alemão aumento durante este ano, quando comparado com o ano de 2009.

fonte: Sol

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