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domingo, 11 de março de 2012

Pirâmide de 13 andares na nota de 500 euros

A nota de 500 euros é uma daquelas que poucos portugueses têm a oportunidade de ver no dia-a-dia. É superior ao ordenado mínimo nacional e, segundo alguns, encerra um segredo maçónico: reproduz uma pirâmide de 13 andares!

Saiba como:



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Marines posam com bandeira nazi no Afeganistão























Um grupo de Marines norte-americanos a posar junto de uma bandeira das SS, no Afeganistão, está a gerar polémica

As imagens que circulam na Internet onde soldados norte-americanos, no Afeganistão, têm literalmente como pano de fundo uma bandeira nazi voltou a colocar o exército dos EUA em maus lençóis.

O Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (Marines) desencadeou uma nova polémica esta quinta-feira, quando foi publicada na Internet uma fotografia onde um grupo de militares posa junto a uma bandeira nazi das SS, no Afeganistão.

Na foto, é possível ver um grupo de dez soldados posando diante de uma bandeira americana, por cima de outra com o símbolo das SS - corpo militar ligado ao partido nazi, na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial.


O exército norte-americano informou, em comunicado, que o uso desse símbolo é inaceitável, mas os soldados que aparecem na fotografia, tirada em setembro de 2010, não serão punidos.

O comandante da unidade não vai punir os soldados porque "agiram por ignorância, não por fanatismo", explicou um porta-voz militar. "Não sabiam que a bandeira estava ligada a algo racista, fascista", acrescentou o porta-voz de Camp Pendleton, na Califórnia, a que pertenciam os Marines.

Segundo a cadeia de televisão "Fox", os Marines utilizaram o símbolo das SS porque representaria as palavras "sniper scouts" (algo como exploradores franco-atiradores), mas não teriam a intenção de se vincular à organização nazi.

Conheça a história das Waffen SS, a força de elite nazi, de Adolf Hitler, durante a Segunda Guerra Mundial.

Documentário: "Waffen SS a força de elite de Hitler" (parte 1)



Documentário: "Waffen SS a força de elite de Hitler" (parte 2)


Documentário: "Waffen SS a força de elite de Hitler" (parte 3)



Documentário: "Waffen SS a força de elite de Hitler" (parte 4)


Documentário: "Waffen SS a força de elite de Hitler" (parte 5)


Documentário: "Waffen SS a força de elite de Hitler" (parte 6)


fonte: DN

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Megaupload, o site "ilegal" apoiado pelas maiores estrelas da música


Homepage do Megaupload quando o vídeo foi difundido 

O que levou o FBI a pedir o encerramento e a querer levar a tribunal, sob a acusação de partilha ilegal de ficheiros, o site Megaupload, utilizado e promovido publicamente por grandes nomes da música pop mundial como Kanye West, Snoop Dogg, Alicia Keys ou Will.i.am?

Antes de mais, tiremos do caminho as ligações entre alguns dos envolvidos nesta questão, que podem causar estupefacção aos mais desatentos: Alicia Keys, a multipremiada estrela do R&B e confessa utilizadora do Megaupload, é casada com Kasseem Dean – nada mais nada menos do que o famoso produtor de hip-hop conhecido como Swizz Beatz, responsável por êxitos de Beyoncé e Busta Rhymes, entre outros. O mais interessante nesta história é que, segundo uma notícia de quarta-feira do jornal norte-americano “New York Post”, Swizz Beat é o presidente executivo do Megaupload.

A acusação oficial contra o site de partilha de ficheiros não faz referência a qualquer Swizz Beat ou Kasseem Dean, mas não se conhece, até ao momento, nenhum desmentido à notícia do “Post” – o site da cadeia de televisão de música MTV escrevia na quarta-feira que o nome de Swizz Beat surgia mesmo na página de informação do Megaupload.

Vídeo de apoio provoca ira da Universal

A ligação entre todas aquelas estrelas da música pop e o Megaupload atingiu o seu ponto mais alto com a produção e publicação de um vídeo, no final do ano passado, em que uma série de personalidades da música e de outras áreas do espectáculo e do desporto norte-americanas elogiavam o serviço de partilha, ao som de uma canção com o refrão “M-E-G-A, upload to me today/ Send me a file/Make a upload”.

Entre as personalidades que dão a cara estão Kanye West, Alicia Keys, P. Diddy, Will.i.am, Snoop Dogg, Chris Brown ou Mary J. Blige, o que enfureceu a Universal Music Group (UMG), patroa de muitos destes artistas. 

A pressão da UMG foi tal que o YouTube retirou o vídeo do site, apesar de a Megaupload garantir que não usou nenhuma imagem ou música que não fosse sua. Apesar disso – e tal como é hábito neste tipo de situações –, é possível encontrar o vídeo no YouTube facilmente (basta pesquisar “Megaupload song”), porque os utilizadores costumam ser mais persistentes do que a monitorização feita pelo YouTube.

Para além das ligações contratuais com a Universal Music Group, alguns dos artistas que participaram no vídeo de promoção ao Megaupload têm trabalhado com outras empresas que já defenderam publicamente as propostas de lei Stop Online Piracy Act e Protect IP Act, que estão em discussão no Congresso dos Estados Unidos: por exemplo, Will.i.am, vocalista dos Black Eyed Peas, interpretou o papel do teletransportador "John Wraith" no filme “X-Men Origines: Wolverine”, produzido pela Marvel Entertainment, e já cantou em discos produzidos pela Warner Sunsent Records, uma subsidiária da Time Warner.

Megaupload: um império de sites de armazenamento e partilha

A empresa Megaupload foi fundada em 2005 e tem sede em Hong Kong. Ao longo destes sete anos de existência, tem expandido o serviço de armazenamento e partilha de ficheiros online com a criação de sites como o Megavideo, o Megalive, o Megapix, o Megabox e Cum.com, este último dedicado ao armazenamento de pornografia. Antes do encerramento do Megaupload, nas últimas horas, estavam também em desenvolvimento outros dois sites: o Megabackup e o Megamovie.

Através do principal site da empresa, o Megaupload.com, os utilizadores podiam enviar ficheiros de duas formas – até 200MB na versão gratuita para utilizadores registados e espaço ilimitado para os utilizadores que quisessem pagar.

Segundo a ferramenta de estatísticas DoubleClick Ad Planer, da Google, o Megaupload tinha 82 milhões de visitantes únicos e 440 milhões de visualizações em todo o mundo. Num relatório de Janeiro de 2011 da MarkMonitor – uma empresa a cujos serviços recorrem empresas como o Facebook, a Google e a Wikipedia –, o Megaupload surge como “um dos três maiores sites dedicados à pirataria digital”, juntamente com o Megavideo e o RapidShare. Em resposta, a Megaupload afirmou que “qualquer actividade que viole os termos de serviço ou a política de armazenamento não é tolerada e vamos até às últimas consequências para cumprir os pedidos legítimos de retirada de ficheiros ao abrigo do Digital Millennium Copyright Act”.

Encerramento provoca maior retaliação de sempre na Internet

O FBI mandou fechar esta quinta-feira o popular site de partilha de ficheiros e deteve quatro suspeitos de infracções relacionadas com direitos de autor e lavagem de dinheiro, entre os quais o seu fundador, o alemão Kim Schmitz.

De acordo com uma nota emitida pelo Departamento de Justiça dos EUA, o Megaupload gerou de forma criminosa mais de 175 milhões de dólares (135 milhões de euros), “causando mais de 500 milhões em prejuízos para os detentores de direitos de autor”.

O encerramento do site desencadeou a maior retaliação online de sempre, de acordo com o grupo Anonymous: mais de 5600 pessoas estiveram na noite de quinta-feira para sexta-feira envolvidos num ataque concertado a sites de entidades governamentais norte-americanas e da indústria da música e do cinema. Um "bombardeamento" de pedidos de serviço que bloqueou sites como o do próprio FBI.

fonte: Público

domingo, 15 de janeiro de 2012

Vejam este filme: Margin Call


Num período de 24 horas, um banco de investimentos e os seus funcionários lutam contra o que se aproximava a todo o gás: a crise financeira.

Este filme retrata como ocorreu a crise financeira, como empresas venderam acções sem valor algum. Como os grandes administradores de empresas lucram milhões, com a miséria dos outros.

No mundo real é assim.

Procurem na net o filme. 


domingo, 1 de janeiro de 2012

Moeda Única Mundial

Era uma vez um anúncio da Coca Cola e dois anúncios do povo

A Coca Cola escreve sobre o bom que é Portugal. Um YouTuber usam a mesma ideia para realçar a verdade de Portugal que a Coca Cola esconde.














Criado a 22 de Dezembro, a Coca Cola lançou um vídeo no YouTube enumerando como Portugal era um bom país usando frases como “Enquanto uns dizem que tudo está perdido mais de 200 000 casais querem ter um filho” ou “Por cada crime cometido em Portugal há três pessoas que se oferecem para o voluntariado”.

Numa semana este vídeo teve mais de 300.000 visualizações no YouTube.


Três dias depois, dia 26 de Dezembro, o YouTuber vascostmr colocou um vídeo de resposta a esse mesmo anúncio já com o metade das visualizações do vídeo da Coca Cola. Nesse vídeo pode-se ler as mesmas mensagens mas com um ponto de verdade no fim, por exemplo “Enquanto uns dizem que tudo está perdido mais de 200 000 casais querem ter um filho, a maioria não tem porque não possui condições económicas” ou “Quando Portugueses mostram a realidade de Portugal há quem invente vídeos para mascarar a verdade”.


Existe ainda outro vídeo criado no mesmo dia pelo YouTuber CGPInsurgente com o mesmo intuito e talvez um caráter mais político com frases como “Por cada fogo de artifício na Madeira há 1000 trabalhadores que ficam sem subsídio de Natal” ou “Por cada licenciado que arranja emprego na função pública há três que são forçados a emigrar para fugir aos impostos”.


Se juntarmos as visualizações dos dois vídeos feitos pelos Portugueses (e não por uma marca estrangeira ou multinacional) temos quase 65% das visualizações dos vídeos da Coca Cola.

Estes vídeos no entanto não têm por trás uma maquina financeira nem tão pouco uma marca e pessoas licenciadas em algo relacionado com marketing.

Existe sim uma coisa ainda melhor: a voz do povo.

fonte: Tugaleaks

Para reflectir

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Anonymous Portugal divulga "mensagem aos cidadãos"


Mensagem do grupo Anonymous Portugal, divulgada em vídeo, é clara: "Viemos para ficar. Não daremos tréguas a corruptos".

Em vésperas do Dia Mundial dos Direitos Humanos, o grupo Anonymous Portugal divulgou um vídeo com uma "mensagem aos cidadãos", onde citam o bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, e deixam claro que vieram "para ficar, unidos como Um, divididos por Zero". Sem "dar tréguas a corruptos".

O vídeo, com quase quatro minutos, começa com um trecho da intervenção de Marinho Pinto, na sessão solene de abertura do Ano Judicial de 2011. "Não é só na Justiça que as coisas vão mal. A generalidade dos cidadãos sente que o país vive um dos períodos mais difíceis da sua história", disse Marinho Pinto, em março deste ano.

"Temos a sensação de que o estado se dissolve e que as instituições se desmoronam. Ao longo dos anos, a corrupção alastrou a todos os níveis do aparelho de Estado", afirmou o bastonário da Ordem dos Advogados em nome de todos os cidadãos, frisando: "Houve as que acumularam fortunas gigantescas no exercício exclusivo das mais altas funções públicas, durante anos, à vista de toda a gente, sem que aparentemente ninguém se apercebesse ou se incomodasse com isso".

A "coragem e transparência" do bastonário da Ordem dos Advogados é saudada agora neste vídeo pelo grupo Anonymous Portugal, que diz representar "todos os cidadãos que há muito anseiam pela oportunidade de agir pacífica e proativamente".

O grupo deixa claro que é o início de uma "jornada contra a tirania e toda a forma de injustiça", porque é "urgente e justo questionar todos os lados". Com uma voz feminina, distorcida, o grupo passa uma mensagem de incentivo ao país para não cruzar os braços: "Apatia não é solução". 

fonte: Expresso

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Anonymous avisam para 2012


O grupo de hacktivistas mais ativo do ano lançou um vídeo onde faz uma retrospetiva das iniciativas de 2011 e avisa "Preparem-se para 2012".



O LulzXmas (numa referência ao Natal) está aí. Para o celebrar, foi feita uma montagem de sete minutos com as atividades que mais impacto tiveram durante o ano de 2011, como o ataque ao site da CIA ou à Playstation Network.




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